| Reviews for Abstrata |
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BenToph 2/15/12 . chapter 10Cara... Faz tanto tempo que eu não entrava no site que eu nem sabia que você tinha postado esse capitulo, e muito menos que você tinha postado mais fic... Mas lerei-as nos finais das minhas férias, e darei os devidos reviews a cada uma delas. Mas me diz... A historia termina assim? Se for, é bem inusitado, mas bem tipico de Pandora conforme você a construiu durante a historia, e devo dizer que enquanto lia a imagem dos dois se fazia na minha cabeça. Achei muito fofo a reação final do Aaron. Espero por mais se vier. |
latrodectism 2/8/12 . chapter 10Último capítulo (postado, eu espero. Não vou conseguir assimilar direito se a história acabar aqui, assim, do nada) e agora, os capítulos curtos que eu tanto tinha gostado antes só me deixaram com uma vontade de mais, de não querer esperar até a próxima atualização que não sei o que fazer com isso. Eu consegui ver a cena acontecendo, os olhares, as tentativas de falar algo só resultando em silêncio, o café, o sorvete, a boca se abrindo pra falar e ficando quieta de novo, ele se mexendo, se apoiando, deixando ela sem ar por alguns momentos... E essa frase final me matou um pouquinho, e tudo o que posos dizer é MAIS. Espero que você escreva, não abandone esta fic, porque é realmente boa e me fez gostar de um casal que antes nunca teria me interessado, mas você conseguiu deixar fascinante. |
latrodectism 2/8/12 . chapter 9E os capítulos curtíssimos voltaram, aparentemente. Não reclamo de nenhum dos dois tamanhos - qualquer um tá bom pra mim. Os curtos são mais dinâmicos, mas os maiores tem mais informação, então cada um tem seus pontos negativos e positivos. Finalmente, o esperado reencontro dos dois. Acho que o formato acabou tendo relação com o relacionamento deles: não tem muito a dizer, mas as poucas palavras já expressam muito. E, como das outras vezes, as cenas dos dois são bem visuais, e eu consigo acompanhar os movimentos deles com a cabeça. Ela correndo pros braços dele, ele só atônito. Agora que tô chegando ao último (?), preciso correr pra ler mais. |
latrodectism 2/8/12 . chapter 8Cada parte que incluiu a Pandora me deixa um pouco mais curiosa a respeito de quem ela é e que ela faz. Ela é modelo, crítica, jornalista/escritora/sei lá, musicista? Um pouco de tudo? O que eu falei na review anterior ainda vale, já que sigo com dificuldade de conectar essa Pandora e esse mundo de alta costura, moda e festas luxuosas com o começo da história. Não que não dê pra entender que antes eles tavam num universo à parte, só deles, mas gostaria de ver quando esses dois pontos vão se unir novamente: a vida de cada um sozinho, tão diferente e aparentemente incompatível, com a vida dos dois juntos. Hmmm. Um detalhe que eu gostei por motivos pessoais, mais que nada, foi o Hypnos professor, mas mais porque já tive uma idéia de UA relacionada a isso (nada parecida, mas, mesmo assim, me deixou feliz de ver). Gostei do Aspros como doutor/diretor, aliás. É um detalhe extra, mas combinou com ele. Isso e o Aaron, se entendi bem, fazendo as pessoas rirem. De novo, gostei de ver o outro lado do personagem, apesar de sentir falta do lado que eu sei que só tem como aparecer com a Pandora. Adoro o quão cretina a Pandora é aqui, do jeito que ela deveria ser - especialmente com o Radamanthys, na real -, apesar de não conseguir ver o Minos tendo algum problema em ser escroto com os outros na frente deles. Ele é um dos maiores filhos da puta tanto do Lost Canvas quanto do clássico ou do ND, afinal. Com o segmento do Aaron procurando o Ikki, imagino agora que você tenha ignorado o fator encarnação passada dos personagens, não? Mesmo as semelhanças físicas e até mentais de alguns personagens sendo um pouco bizarras, ignore (mais ou menos) o que eu falei antes da confusão a respeito disso, se for assim. "... vergonha nessa sua cara porca! Vai aparar essas sobrancelhas. É o melhor que você faz!"- HAHAHAH, a menção à sobrancelha do Radamanthys foi genial, só digo isso. E Pandora humilhando o Rada foi um bônus muito bem vindo, como sempre. |
latrodectism 2/8/12 . chapter 7Interessante ver o outro lado do Aaron, o que não aparece com a Pandora, e sim com os outros. Especialmente com crianças, lembrando bastante o do começo do Lost Canvas. Também foi legal o contraste de atitudes em relação à doença, e a pequena menção à Pandora, sempre combinando. No segundo segmento, eu fiquei um pouco confusa, ao misturar o Afrodite na história, já que acabou misturando um pouco as épocas. Bom, nada que eu não consiga relevar, mas é difícil evitar o estranhamento por causa disso. Na verdade, com a parte seguinte, aí sim que me confundi completamente: eu tinha achado antes (talvez de maneira errada) que o Radamanthys era o 'loiro monocelha', mas agora tem outro e... Acho melhor eu continuar lendo pra ver se tem explicações, ou se eu tô viajando, ou sei lá. E, ah, Pandora tolinha de não ligar e fingir que não se interessa... E Aaron ainda mais tolinho de achar que não entende a respeito de amor, quando isso tá presente em todos os capítulos. Gostei da interação dele com o garotinho (Shun? Ok, agora sim que eu não tô entendendo nada) do começo ao fim, de como isso ajudou o Aaron a ver o mundo de maneira diferente e entender melhor as coisas. Mas enfim, vou continuar pra poder comentar o resto. Aliás, além da mistura dos personagens de diferentes épocas, me agonia um pouco como a fic mudou de maneira abrupta: não digo isso de forma ruim, acho que mais de maneira neutra, apesar de que confesso sentir um pouco falta do estilo do começo, focado mais nele e nela. Gosto também assim, mas acho que por ter sido tão abrupto acabou que tá send difícil conectar uma coisa com a outra, mas talvez isso passe nos próximos capítulos. |
latrodectism 2/8/12 . chapter 6Posso começar dizendo que amei o título? Ainda não li o capítulo, então não tenho como dizer se combinou (mas, tendo visto oso cinco anteriores, já sei que sim), mas é um puta de um título. Eu não lembro/sei se a doença do Aaron existia no Lost Canvas, mas, existindo ou não, foi uma adição interessante a Abstrata. A descrição dele acordando no hospital é familiar pros conhecidos de tratamentos médicos, e muito boa por isso. Queria ressaltar aqui uma parte, porém: "que só ela entenderia – e perceberia, provavelmente. Afinal, apesar do que se passara na última semana, a ligação entre eles era algo tão único e pleno, que chegava a ser repreensíve" - bom, essa parte, só quem já teve um relacionamento que se enquadre nisso, que tenha a intensidade disso sabe como esse quote é real e uma boa definição do sentimento. Virou meu preferido da história por isso, por enquanto. O segundo segmento teve outra surpresa, além do aumento dos capítulos: a adição de novos personagens. Gostei do Kagaho, bem semelhante ao que eu lembro, e da discussão dele com a Pandora: de novo, conflitos, conflitos e conflitos, enquanto o Aaron continua no hospital, impossibilitado... Queria escrever mais alguma coisa aqui, mas, no momento, só quero continuar para ver no que vai dar. |
latrodectism 2/8/12 . chapter 5Opa, foi uma surpresa o tamanho desse capítulo. Uma surpresa boa, já que a história é boa, apesar de ter quebrado um pouco o formato dos outros capítulos (sou louca assim). Não que isso importe muito. De alguma forma, isso de não entender bem o Natal, ou de simplesmente não dar bola para ele, é a cara dos dois. Não poderia dizer com certeza, já que não li o LC inteiro, mas o que vi deles me fez gostar dessa idéia/interpretação. Combinou. E a casa no campo, as cobertas e o chocolate quente, não da maneira doce/fluffy que geralmente fariam a coisa, mas do jeito deles e só deles que você mostra aqui, também. O presente dele já era esperado, mas o dela foi ainda melhor: é bem a cara da Pandora dar uma coleira. Já disse, gosto do lado dominante dela, e acho algo essencial na caracterização dela (infelizmente, quando botam ela em relacionamentos, costumam esquecer desse lado, mas pra mim é tão necessário). Gosto como você desenvolveu isso no sexo dos dois, também. O jeito que ela obriga, machuca, empurra ele até o limite e até humilha, são tudo maneiras de ficar por cima e com tudo sob controle. Até o ponto de começar a atacar de verdade, e não ser mais só parte da dinâmica e sim de maneira ofensiva, que o Aaron já não parece aguentar mais. Confesso que o final desse, especialmente, me deixou mais interessada ainda. Finalmente os conflitos apareceram, explícitos, e não só entrelinhas como antes, que daria até pra passar desapercebido. Quero ver aonde isso vai dar. |
latrodectism 2/8/12 . chapter 4De novo a Pandora dançando sozinha. Isso tá virand uma das imagens que eu mais gosto de associar com Abstrata, mesmo que ainda faltem seis capítulos pra eu ler. E o Aaron, sempre pintando e registrando ela, mais do que nada, também é algo que me atrai aqui, além da ponte com o canon sempre cosntante. Não sou muito fã de trechos de música (suponho que seja uma, apesar de não conhecer esta especificamente), mas aqui combinou com a estética do texto. Como os capítulos são todos bem curtos, também, acabou não ficando nem feio nem desagradável, só se fundiu com o resto da história. O último segmento, apesar de eu ter gostado de imaginar, teve uma coisinha que me incomodou: nas partes da conversa, faltaram vírgulas/ponto de interrogação/etc, o que em outros textos poderia combinar, mas aqui acho que você esqueceu? Enfim, é um detalhe bem mínimo, não falo nem por gramática ou qualquer coisa assim, mas porque acaba deixando a leitura menos fluída. E fiquei curiosa pra saber a respeito do piano, que não sei se descobrirei nos próximos capítulos, ou ficará pra imaginação. |
latrodectism 2/8/12 . chapter 3Esse começou com um dos relacionamentos que eu acho interessantes, mesmo que não romanticamente falando: Pandora e Rhadamanthys. E é exatamente esse lado que eu gosto de ver, mesmo que em poucas linhas: ela indiferente, até com desprezo e nojinho, e ele sempre correndo atrás. E a imagem mental dela dançando sozinha, abraçando o próprio corpo é linda. Gosto também dessas cenas pequenas dela com o Aaron que, como eu falei nas outras reviews, acabam moldando um pouco mais a história, mostrando outros lados dos dois juntos, seja do ambiente, da vida ou do próprio relacionamento dos dois. Esse foi o caso do momento do carro, onde ela espera ele do lado de fora do teatro. O carro e o segmento final mostraram outro lado da Pandora que é bem marcante na personagem dela (seja a do Lost Canvas ou a do clássico) e gostei de ver aqui, também, que é a parte mais dominante, que gosta de controlar tudo e todos, literalmente ou não. Pela terceira vez, gostei. |
latrodectism 2/8/12 . chapter 2Eu não sei se foi a intenção - talvez tenha sido, talvez você só tenha escrito e saiu assim sem querer, mas são justamente os capítulos pequenos, sem grandes explicações a respeito do resto, que dão bastante espaço pro leitor imaginar esse universo. E, claro, a promessa da sinopse da musicista com o pintor e o relacionamento deles, que já atiça a curiosidade logo de cara. Se não for, saiba que os detalhes que vão construindo a paisagem deram um toque especial pra fic, que me faz imaginar o que está acontecendo e por que razão, como eles foram parar lá e várias outras perguntas possíveis. Mesmo eu gostando tanto de UA, é difícil que um universo me conquite assim em fic, mas Abstrata conseguiu fazer isso de maneira tão simples, que me deixou bem satisfeita de ler. Mal lembrava disso do canon porque já faz um tempo que li o LC, mas gostei também da menção ao cachorro, não como uma parte do presente dos dois, mas já morto, porém lembrado. De novo, gosto do visual, das descrições, de com as frases são montadas e vão fluindo (não posso evitar gostar disso). E no segmento final, um pouco mais da Pandora, e os detalhes vão adicionando mais à caracterização dela. Sigo gostando e querendo mais, felizmente. |
latrodectism 2/8/12 . chapter 1Comentar em algo que tenho pouco conhecimento como é o caso do Lost Canvas é sempre mais difícil, mas vou tentar mesmo assim. Geralmente, não vou muito com a cara de Pandora e Aaron, ao menos não nos volumes que li. Nada contra, mas eles nunca chegaram a cativar. Agora aqui foi bem diferente. O título e a sinopse me interessaram, mas ainda não tava completamente convencida e, mesmo assim, mesmo sendo um primeiro capítulo super pequeno, me fez querer mais de cara. Fiquei curiosa também de como você vai lidar nos outros com o universo alternativo (assumi que é universo alternativo por motivos óbvios, mas vá saber né), se é que você vai lidar, já que gostei da ambientação também. Gostei que o texto inteiro foi bem visual, deu pra ver direitinho o que tava acontecendo, o Aaron desenhando, a paisagem do lado de fora, a máquina de escrever, os dois brincando um com o outro, o jeito que ele toca ela e mancha ela de tinta, enfim. E, como bônus, além do capítulo ter sido bonito de acompanhar e imaginar, e breve o suficiente pra não cansar, gostei da relação dos títulos com o que tá acontecendo, o que a maior parte das pessoas não consegue lidar direito, mas você conseguiu muito bem. Gostei, e já tô esperando pra ver o resto. |
Pandora.Lc 1/27/11 . chapter 8Por que nao me avisou que ja tinha atualizado a fic, meu amor? Perdeu o amor a vida?oó rsrsrs Bom, pra variar, vc me surpreendeu com essa de doutor Aspros kkkkk XD Rada lembrou um amigo meu! Sabe, gosto muito dessa fic, mas me da agonia imaginar o final, ja que te conheço muito bem... Te amo muito, palhaçinho de hospital P |
svehla 1/21/11 . chapter 7Wow! This part is really a sad part! I think I was going to cry when Aaron ask to that kid, "You're not afraid of death?" and the kid answer, "Afraid I have not. I just get kind of sad about not being able to live longer and help people. I think we have to face our future head on. But I wish I could put some smiles on the faces of people.", That part just makes me want to embrace Aaron and that kid! I'm touched! So there won't be a happy ending, huh? I guess that's fine, I will still read this story because I like the way you write and the way you make a title. You can make a beautiful title and a simple (but impressing) story every chapter. SO PLEASE KEEP WRITING! THANK YOU FOR UPDATING SOON!:D |
Pandora.Lc 1/20/11 . chapter 7Quer me fazer chorar, amor? Emocionante, de fato, nunca pensei que você fosse "matar" o Syun! Aliás, eu nunca pensei que você fosse inseri-lo na fic dessa forma. Pensei que o pequeno enfermo era o Sui, de verdade. Olha amor, nem tem muito o que dizer. Eu acho que você escreve muito bem...mesmo! Acho não, achar é um verbo idiota... Você escreve SIM, muito bem! Parabéns, eu te amo! *-* |
BenToph 1/20/11 . chapter 7Ah! Você me fez chorar com esse capitulo. Notei isso quando senti a respiração presa e os olhos molhados. Isso foi tão lindo e... me emocionei. E acho que o modo que você escreveu foi o que mais me tocou... ou talvez tenha me lembrado de algumas coisas, que não pensava faz um tempo. De qualquer forma, foi algo tão pessoal a sua escrita. Enfim, espero pelo proximo...e ve se não me faz chorar hein? XD |