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Anime/Manga » Beyblade » Hopeless
Pinku Aisu Kuriimu
Author of 100 Stories
Rated: T - Portuguese - Drama/Romance - Kai H. & Brooklyn - Reviews: 47 - Updated: 10-01-07 - Published: 10-26-05 - id:2634572

LINA: caraaa isso demorou pra sair xDD foi mal pessoal xP

LITTLEDARK (com uma armadura caso queiram atacá-la): Mas prometemos nos esforçar mais para trazer o próximo cap o mais rapido possivel!


Hopeless

Cap 10 Encontro Numa Noite Sem Lua

Ele estava em um lugar frio, tão frio... Porque estava tão frio?

O céu era escuro, muito escuro, um completo negro, mas não podia ser noite porque não havia estrelas nem lua.

Há quanto tempo ele não ficava contemplando a luz da lua, tranqüilo, apenas sentido a brisa bater em sua pele?

Ele são se lembrava...

E não era agora que ia se lembrar.

Pois agora ele apenas sentia um forte e perverso vento junto com a neve que caia, cobrindo toda a negra paisagem de um branco, que para ele parecia assustador.

Ele andava em direção reta, encolhido, para frente, para tentar ver algo, alguém, chamando, gritando, mas parecia não haver ninguém.

Até que viu um vulto a longe.

Pensando que pudesse ajudá-lo a se encontrar, ele correu até ele.

Mas ele não podia. E descobriu isso quando chegou perto dele.

-Pode me ajudar? – Ele gritou quando estava se aproximando, ainda sem ver. Mas logo, ele o fez, e viu quem era. – Brooklyn...

-Sim Kai... Você pode pensar que é aqui que você me jogou... Mas não é verdade... É aqui que você se jogou! Bem-vindo a sua mente!

-Não! –Acordou se sentando na cama, assustado, e respirando rapidamente. Quando havia dormido ele não se lembrava. Nem importava, realmente...

- Não grite Kai! Estou tentando dormir! –Seu companheiro de cela, Zeo disse. – Afinal não tem mais nada que fazer aqui...

Mas Kai não ouviu, estava concentrado demais pensando em seu sonho.

Logo, ouviram um som enferrajudado, era o guarda na porta da cela.

-Vamos, hora de comer, andem logo seus molengas! –Gritou. Kai gruniu, mas obedeceu, Zeo fez o mesmo. Nenhum deles queria desobedecer um guarda, já aprenderam sua lição.


Tsukihimi se espreguiçou sorrindo e largando finalmente a almofada que apertava contra o seu peito.

O sorriso maroto que tinha no rosto desde que a irmã e o cunhado saíram do seu apartamento parecia aumentar cada vez mais. Era amada! A confissão de Tala fazia o seu coração bater mais forte, e a fizera sentir algo que julgava nunca mais poder sentir. Amor…

Desde a morte de Brooklyn achava que tinha morrido para o amor. Não conseguia pensar em ninguém como namorado ou companheiro. Mas com Tala era diferente.

Desde o dia em que tinham chocado na presidiária que ele ganhara aos poucos o seu coração. E o que ele tinha dito hoje… que queria que ela amasse a ele pelo que era e não pelas parecenças com Brooklyn a fizera ter certezas e avançar. Iria aceitar Tala. Com tempo iria acabar amando ele ainda mais.

-Aaah…Brooklyn…você sempre me disse que queria que eu fosse feliz…então você não está magoado comigo, pois não? – perguntou baixinho. E, pela primeira vez, recebeu as memórias do seu falecido amado sem lágrimas de dor…apenas com a melancolia de quem recorda um velho amigo.

FLASHBACK

-Aaah! DROGAAA! – gritava uma garotinha de 15 anos, cabelos castanhos e ondulados presos em dois totós que lhe passavam a cintura. Vestia um uniforme de colegial e, no momento, travava uma guerra contra o vento que fizera voar as folhas que trazia ainda a alguns segundos nas mãos. Era Miamoto Tsukihimi. Aluna exemplar do colégio feminino Liberium. – Devolva isso! – gritava para o vento- O meu trabalho de matemática! Passei toda a noite fazendo isso! Devolveeee! – choramingou

-Sabe, gritar não vai adiantar. Sorte a sua que não está mais ninguém aqui ou iria acabar num hospício! – Tsukihimi congelou. Estava ali alguém? E pela voz parecia um garoto! Que vergonha! Olhou disfarçadamente para as redondezas, mas continuou sem ver ninguém. Seria um fantasma? – Claro que não, sua boba! Não existe tal coisa… - murmurou

-Estou aqui! Não se preocupa. Eu não sou nenhum fantasma. – riu o tal garoto. Tsukihimi deu um pequeno salto para trás quando algo "caiu" de uma árvore perto dela. – O meu nome é Brooklyn. Kingston Brooklyn. E o seu, qual é?

-Mi-Miamoto Tsukihimi. – Respondeu timidamente olhando o garoto que estava a sua frente e esquecendo completamente as folhas que tinham sido levados pelo vento (que agora agitava os cabelos laranjas do rapaz) e se perdendo nos olhos verde-água que a fitavam de forma melancólica. "Um anjo?" Sim, só podia ser um anjo. A aura que ele emanava era diferente da de qualquer outra pessoa que já conhecera. Trazia paz e um pequeno formigueiro… Como se estivesse sendo abraçada pelo próprio vento.

-Tsukihimi? É um nome… Muito bonito. – Falou estendendo a mão para que um pássaro descesse até ela. – Quer pegar nele? – Perguntou vendo o sorriso de Tsukihimi perante tal acontecimento.

-Eu posso? Não sei se ele va gostar de mim… - Comentou duvidosa. No entanto, acabou estendendo a mão. – Aaaaaaaah! Ele veio! – Quase gritou sorrindo ao ver a pequena criatura se empoleirar na mão dela.

-Você tem um sorriso lindo.

-O-o o quê? – perguntou com o coração batendo acelerado.

-Toma, isto é importante para você, não é mesmo? – perguntou lhe estendendo algumas folhas.

-Mas quando você apanhou… Esquece. – Suspirou. Era melhor nem saber. Talvez ele fosse mesmo uma criatura de outro mundo. – Obrigada. - Falou recebendo as folhas e se despedindo do pássaro - Eu passei toda a noite fazendo este trabalho! Seria bastante desagradável perdê-lo desta forma, sem sequer ter sido avaliado! Bem, tenho de ir! Muito obrigada de novo! – Tsukihimi deu as costas mas, sem saber onde tinha arranjado tanta coragem, se voltou para trás de novo - Você costuma estar por aqui?

-Se você prometer que me vem visitar, eu estarei.

FIM DO FLASHBACK

-Eu… Eu prometo… Brooklyn. – E com estas palavras, adormeceu.


Era noite na prisão, Kai passara o dia pensando, ausente, seu sonho, sua vida, o que estava acontecendo?

Antes ele tinha amigos, tinha uma vida, tinha... Dranzer... Há quanto tempo não pensava nela? Ele tentava não pensar, para encobrir a vergonha de ter feito-a querer ir embora. Porque era a única razão que ele conseguia imaginar.

Estava sem sono, então resolvera ficar olhando pro céu pensando no que fazer. E também naquele sonho que havia tido noite passada.

"Você pode pensar que é aqui que você me jogou... Mas não é verdade... É aqui que você se jogou!"

O que aquilo queria dizer? Bem, na verdade ele sabia, sabia muito bem o que aquilo queria dizer.

Ele fizera algo de muito ruim, e por isso estava pagando o preço, e nisso inclui-se estar separado daqueles, daquela pessoa amada...

Suspirou. Sentia falta de sua fênix vermelha, ela sempre lhe dava forças para renascer, para voltar e continuar a lutar, nunca desistir não importa o quão duro seja o desafio.

Mas agora... Ela não estava com ele...

Era só ele... E essa lua distante e solitária...

Sim, ele era como a lua, sempre no escuro das sombras, sempre distante de todos, sempre só...

-Dranzer... –Suspirou ele outra vez, baixando o olhar.

-Graaaaa – Ouviu-se ao longe.

-O que foi isso? – Kai levantou-se e olhou o céu.

Olhou por tudo, e lá na lua, viu uma sombra, uma pequena sombra de um grande pássaro vermelho, mas estava muito pequeno pela distância, e pelo escuro, mas ele podia ver, podia sentir, exatamente quem era o pássaro. E fazia seu coração acelerar.

-Dranzer! É você Dranzer? Dranzer! –Gritou. Mas sabia que não podia, se continuasse logo um guarda viria gritar com ele por fazer barulho.

-Foaaaarrrrr – Outro grito vindo do céu, Dranzer outra vez, Kai tinha certeza, mas esse grito parecia que ela estava em dor, parecia estar ajuda. Mas por quê? O que estaria acontecendo a ela?

Com esse grito, Kai também notou que a pequena sombra, Dranzer sumira de novo.

-Dranzer... – Kai sussurrou, pensando alto –"Era você mesmo? O que aconteceu com você?".

E foi logo pra sua cama, pois podia ouvir que os guardas vinham ver quem estava gritando.

-"Dranzer... Se algo está acontecendo a você. Mesmo se for culpa minha, eu vou te ajudar! Mesmo estando preso aqui, eu vou fazer algo para te ter de volta! Se é culpa minha, vou lutar por você! Como você sempre me ensinou, vou lutar, você significa demais pra mim pra eu te deixar assim, tão fácil!".


Tsukihimi acordou sobressaltada com o som do celular. Apalpando o sofá procurou por ele enquanto tentava acordar de vez.

-Oi?- falou ensonada

-Oi. Será que acordei a princesa encantada?

-Tala! Como sabia que eu estava dormindo? – perguntou a moça mais excitada. Ao ouvir a voz de Tala, todo o sono que estava sentindo apenas sumiu. Pelos vistos o rapaz tinha aquele efeito nela.

-Pela sua voz. –respondeu amavel – Sonhando comigo? – a hesitação de Tsukihimi foi percebida por Tala que, delicadamente, mudou de assunto - Que me diz a um jantar romântico? Só nós dois? Sozinhos, num restaurante com vista para o mar…

-Chega Tala! Escusa de dar mais argumentos. Você me convenceu só com o jantar romantico! – riu Tsukihime. – E onde o meu suposto principe encantado vai me levar?

-Isso é surpresa! Eu vou-te buscar às 8 em ponto. Esteja preparada!

-Estarei!

-Te amo!

-Eu…

-Não precisa dizer mais nada, Tsuki. Eu vou fazer você me amar também. Aos poucos.

-É…e acho que está conseguindo senhor Tala.

-Eu sei.

-Ah! Agora que eu penso…onde você arranjou o meu número? –perguntou intrigada

-Fácil. Liguei para a presidiária e perguntei. Disse que era um colega seu de trabalho e que tinha uma mensagem urgente para te dar sobre um dos pacientes. Fiz mal?

- Claro que não…- respondeu corando – Eu fiquei…muito feliz ao ouvir a sua voz. E ainda mais pelo seu convite…

-Que bom então! Fico mais tranquilo.

- Beijos.

-Eu vou gostar de cobrar eles, sim senhor!

Foi rindo que Tsukihime se dirigiu ao quarto. E enquanto escolhia a roupa que ia levar, foi com satisfação que viu que o seu reflexo no espelho tinha uns belos olhos verdes que irradiavam toda a felicidade que estava sentindo.


-E então Tala? – perguntou um Tyson entuasiasmado – Ela aceitou?

-Aceitou! Nossa, que alívio. Tava com medo que a irmã tivesse dito algo para ela ou que o cunhado psicótico dela tivesse feito alguma coisa!

-Que exagero Tala! O coitado do homem não pode ser assim tão mau!- comentou Hilary – Ele só deve ter ficado surpreso ao ver você sair do ap da cunhadinha dele daquele jeito! E deixa que te diga Tala, até foi melhor assim. Você não acha que estavam indo muito depressa?

-Aaaah, eu sei lá! – comentou o moço sem jeito e com a face quase da cor do cabelo – Bem, eu vou indo. Tenho de me preparar e ainda comprar uma prenda para a minha princesa!

-Até mais Tala! E vê se a Tsuki sabe de mais alguma coisa acerca do Kai… Eu não quero atrapalhar o romance entre vocês, mas essa história toda do Brooklyn ser o noivo dela… Bem, acho que devíamos tentar saber um pouco mais! – Quando Tyson acabou todos permaneceram em silêncio. Lembrar o que acontecera com Tsukihimi naquele dia ainda era estranho. E o porquê de ela ter Zeus consigo também era algo curioso. Normalmente um beyblader não se separa da sua fera bit a não ser por um motivo muito forte. Na altura, ninguém se lembrou desse detalhe. Ainda estavam demasiado chocados com o crime e com a prisão do amigo. E, sendo honestos, não eram assim tão próximos de Brooklyn. Embora tivessem ficado "amigos" após o torneio, raramente o viram. Mas mesmo assim, caso lhes tivessem perguntado o que acontecera com Zeus, os beybladers iriam responder que talvez a fera bit tivesse sumido como Dranzer ou sido enterrada com o seu mestre. Jamais supuseram que tamanho poder estivesse com aquela mulher.

Claro que havia a hipotese de Tsukihime ter tirado a medalha do pião depois da morte do noivo e ficado com ela como lembrança. Mas algo lhes dizia que não era bem assim. Era uma história que valia a pena tirar a limpo. Quem sabe não ajudaria a recuperar a Dranzer ou pelo menos perceber o que lhe tinha acontecido.

-Hum…então…vou indo. – despediu-se Tala.

-Até mais. Eu e a Mariah vamos até a presidiária de novo. Queremos ver como está o Kai.

-Nos vamos também. Assim fazemos turnos. É capaz de ser cansativo para a Mariah ficar lá. Afinal ela não era assim tão próxima do Kai. Que dizem? - sugeriu Hilary.

-Por mim tudo bem! Além de que a minha presença não é tão importante para o Kai como a vossa. – concluiu a mulher de cabelos rosados. Boa sorte para você Tala!


Tsukihime se olhou no espelho. O vestido verde-esmeralda realçava os seus olhos e o branco da sua pele. Não era decotado ou demasiado curto e muito menos sofisticado. Era um vestido simples, porém elegante, que ia até ao joelho, sendo um pouco rodado a partir da cintura.

Os cabelos estavam soltos, usando apenas uma fita verde também no cabelo.

No pescoço, apenas a medalhinha de sempre. Quase mecanicamente levou a sua mão até ela, ficando no silêncio e sentindo apenas a superficie quente e macia da medalha. As imagens do dia em que recebera a medalha vinham aos flashes, inundando a sua mente.

Não conseguia deixar de ficar um pouco triste, era certo. Mas tal como antes, a dor costumeira não voltara. Apenas a saudade e a conformação.

O que a intrigava era a reacção de Kai. Não podia dizer que tinha perdoado o homem. Afinal, ele matara Brooklyn, o seu primeiro e grande amor. Tinham sido aquelas mãos a escrever aquelas frases horriveis nas paredes. Eram as mãos dele que tinham, tal como as suas, ficado manchadas de sangue ao tocar no corpo. Mas mesmo assim, não compreendia o porquê de não o odiar com todas as suas forças. Era como se algo lhe dissesse que algo estava errado. Muito errado.

Despertou dos seus pensamentos quando sentiu a medalhinha arder na sua mão. Com o susto, quase caiu para trás.

Ouviu a campainha tocar.

A medalha queimava o seu peito, mas mesmo assim não a tirou. Mais uma vez tinha a sensação de que não a deveria tirar do seu pescoço.

Novo toque de campainha.

Inspirando bem fundo, Tsukihime avançou. Estava tremendo. Porquê? Porque tinha aquela sensação ruim? Não queria abrir! Mas porque não? Perguntava a si própria entre dentes. Estava enlouquecendo. E pela forma como tocavam a campainha, não devia ser a única. Também, com tanta demora… Pobre Tala. Teria de se desculpar com ele.

A mão, ainda trémula, tocou no puxador. Estava abrindo a porta quando um detalhe lhe veio à mente. O Tala não tinha a chave da entrada. E o intercomunicador não tinha tocado. Talvez tivessem deixado a porta aberta…O medo começava a dominá-la e se recriminou por isso. Parecia uma criança assustada na primeira vez em que ficava sozinha em casa. Mas toda a mãe dizia para não abrir a porta a estranhos…

Todos esses pensamentos foram demasiado rapidos, quase ao mesmo tempo que abria a porta.

Foi então com um suspiro e um sorriso de alívio que viu o seu visitante.

-Posso entrar?


Tala chegou na entrada do apartamento e tocou esperando ouvir a voz de Tsukihime. Escondeu a cara com o lindo ramo de rosas vermelhas que comprara para ela, sabendo que a amada provavelmente veria quem era pelo intercomunicador.

Demorando. Tsukihime estava demorando demais. Teria adormecido? Ou ainda estaria se arrumando? Mulheres eram demoradas. Principalmente no primeiro encontro.

Voltou a tocar sorrindo divertido. Estava ansioso por dar um beijo na mulher e fazê-la amá-lo. Tinha a certeza de que as barreiras de Tsukihime tinham quebrado quase por completo e, gentilmente, iria derrubar todas as incertezas da garota. Podia parecer estranho, mas ele a amava de verdade. Embora no incio tivesse sido apenas atracção, ficara fascinado com o jeito de ser da psiquiatra.

Voltou a tocar, desta vez com o sorriso desaparecendo lentamente do seu rosto. Aquela demora já não era normal. Estaria Tsukihime chateada com o que acontecera? Não, impossível! Ela parecia animada com o convite.

Começou a se preocupar, principalmente ao relembrar o estranho incidente com Tsukihime algum tempo atrás. Com tantos acontecimentos, nem se lembrara mais da mudança de cor de olhos da jovem nem do seu estranho comportamento.

Começou a ficar nervoso. Tocou mais uma vez, inspirando bem fundo. Caso ela não abrisse a porta, ele ia entrar de outro jeito. Nem que fosse preciso arrombar ela.

Felizmente uma outra moradora do prédio passou no momento em que Tala se preparava para jogar o seu beyblade contra a porta. E, utilizando todo o seu charme (e o ramo de rosas) contou à jovem mulher que se preparava para surpreender a namorada com um romantico pedido de noivado mas que, infelizmente, se esquecera da copia das chaves e não queria tocar para não estragar a surpresa. A mulher, claro, tocada pela história, beleza e ar puro do rapaz não levantou qualquer impedimento a passagem de Tala, dando ainda uma piscadela cúmplice lhe desejando boa sorte e pedindo para ser convidada para a boda.

Enquanto o elevador subia até ao apartamento da morena Tala tentava manter a calma e pensar num plano caso Tsukihime não abrisse a porta.

Na abadia aprendera várias coisas úteis. Entre elas como abrir uma porta utilizando um simples cartão. Seria fácil.

Mal a porta do elevador se abriu, Tala correu em direcção a porta de Tsuki deixando um rastro de pétalas vermelhas pelo caminho. Tocou na campainha aflito uma vez só, mantendo ainda as esperanças de que a jovem aparecesse ainda de cabelo molhado dizendo que se tinha atrasado no banho e que por isso não podera atender. Mas nada aconteceu. Dessa vez não voltou a tocar. Tirando o cartão e, com o máximo de habilidade que as mãos trémulas e levemente suadas lhe permitiam, abriu a porta.

E, quando esta cedeu e ele entrou abruptamente pelo hall chamando a jovem, não ouviu nenhuma resposta.

À excepção de uma jarra quebrada perto do sofá, tudo estava arrumado. Mas de Tsukihime nem sinal.

Controlando toda a sua raiva e medo, Tala ligou a Tyson. Quando este lhe perguntou o que se passava ele apenas disse a morada da amada, afundando-se de seguida no sofá.

De uma coisa tinha a certeza. A garota não saíra de livre vontade. E ele iria recuperá-la e perceber quem estava por detrás de tudo aquilo.


Tyson estava em sua casa, com Hilary, Ray, Mariah e outros.

-Bom então acho que é isso, não podemos mais ficar adiando... Vamos ir indo... –Ray disse.

-Ta! Boa sorte! Logo depois vamos nós! Se... – Tyson dizia, quando o telefone dele tocou. –Alô?

-Tyson!

-Tala! Calma o que foi? – Tyson diz, pressentindo o nervoso do amigo.

-A.. A... Tsuki ela... Ela não está aqui ela... Ela sumiu... –Tala babulciava palavras no telefone para Tyson, que mal conseguia entende-las.

-O que? Calma Tala, aonde fica?... Ta... Ta já vou indo aí!

-Venha rápido. –Tala disse desligando o telefone junto com Tyson.

-O que foi Tyson? – Ray perguntou depois que Tyson desligou o telefone.

-Parece que a Tsukihime sumiu de casa, Tala chegou e não tinha nem sinal dela. Eu vou lá, parece grave.

-É mesmo, eu também vou com você Tyson! – Ray disse.

- E nós também! – Disse Max, se levantando, junto a Hilary.


Kai estava sem sua cama, perturbado, ainda pensando na sua visão daquela noite, não conseguira dormir desde então, estava ausente o dia todo também, olhara a lua à noite passada e nada, até levou uma bronca dos guardas. Estava a dois dias sem dormir.

Mas estava cheio disso. Estava cheio de sentir pena de si mesmo ou seja do que for. Só queria resolver seus assuntos, achar Dranzer, voltar a ter em suas mãos, consigo, é tudo que podia pensar. Nada mais importava.

Mas... Pensava... no que tinha sido aquilo? Ele pôde sentir que foi um grito de dor, de angustia, ela estava em perigo. Algo aconteceu a ela. Será que ela foi capturada? Ele tinha medo disso, mas tinha mais medo ainda, de que tenha sido culpa dele.

-"Depois do que eu fiz... Eu entenderia..."

De qualquer jeito, vou fazer o possível para te salvar, tenha o que eu tiver que fazer...

Continua...


LINA-CHAN: adorei esse capitulo! 8D pessoalmente XD não ficou lindo? De novo desculpem pela demora n.n""

LITLEDARK: É! Mas nós nos esforçámos para tornoar esse cap bem bonitinho! O que acharam?

LINA-CHAN: É! xD e agora aos reviews!

MIONE11:

LITTLEDARK: n.n'' acho que ver o Kai matando mais alguém é com a Lina-chan…eu gosto dele bem calminho…até porque a minha pobre Tsuki bem pode ser uma vitima dele!

LINA-CHAN: Ela tem razão! Eu to torcendo pra ele matar alguém sabia? 8DD

JAMES HIWATARI:

LINA-CHAN: sinceramente, eu não sei o que demora mais, tu pra mandar os reviews ou a gente pra atualizar xD mas ta XD eu adorooo Kai insano, não é legal? 8DD

LITTLEDARK: Oh, que nada! xD Eu gostei dele hoje! Parece que recuperou forças para lutar…e quem sabe você não tem uma surpresa quanto à insanidade do Kai?

:

LINA-CHAN: pedimos desculpas por demorarmos tanto pra atualizar n.n'''

LITTLEDARK curvando-se a pedir desculpas: Prometemos tentar actualizar mais vezesx, mas fica dificil! De qualquer forma espero que tenhas gostado deste. Ah e eu também morro de pena do Kai!

LINA-CHAN: nyaa soh isso de reviews T.T então, esse é o fim! Mandem mais pra gente e atualizamos mais e mais cedo a cada novo review! 8D

LITTLEDARK: Até mais!

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