|
Author of 18 Stories |
Pares: Ran x Omi, Shuldig x Nagi, Yoji x Ken e etc
Pares: Ran x Omi, Shuldig x Nagi, Yoji x Ken e etc...
Totalmente Universo Alternativo. Romance, Lemon e sei lá o que mais.
Idéia principal, idealização e enredo por Evil kitsune. Escrita por Dee-chan (convencida sabiamente a entrar nesse mundo de Weiss ).
Meu amor por você...insaciável
Por Dee-chan
Capítulo 2 – Mestre
O pressentimento de Yohji provou-se verdadeiro no fim, mas não da forma como havia imaginado. Para sua total consternação, Ran acabou por não aparecer no clube, logo quando Omi havia realmente demonstrado interesse. Com um sorriso nos lábios, ele se lembrou quando o dançarino viera conversar com ele, sondando com uma sutileza cômica de rinoceronte sobre seu misterioso amigo ruivo. Nagi divertira-se com ele, ambos trocando olhares risonhos ante a especulação de Omi. Isso só provava que a razão, no fim, sempre estava do seu lado, não era uma questão de bancar o cupido como Ken falava, ele apenas gostava de ver as pessoas com quem se importava tão felizes no amor quanto ele era. O pequeno Omichi também havia sido diretamente afetado e isso era fantástico, pois ele sempre se mostrara muito distante e frio com todos que tentavam se aproximar dele, não havia mentira no que dissera a Ran, afinal.
Bocejando, rolou preguiçosamente na cama, sempre sorrindo. A conversa com o pequeno dançarino ainda rolava em sua mente, fazendo-o arquitetar mais planos para um reencontro.
-Então, Yohji, estou curioso...por que você insistiu tanto para que eu fosse me apresentar ontem para seu...era um amigo seu, aquele cara?
-Curioso, huh? – Yohji se controlou para não rir, Omi tentava parecer casual, mas exalava nervosismo. Nagi estava a seu lado, também controlando-se para não tirar sarro. – Bem, eu precisava provar um ponto e você era a pessoa certa para o serviço. – sorriu de forma inocente enquanto saboreava seu drink com lentidão.
-Um ponto? – Nagi intrometeu-se, debruçando-se sobre o balcão para se servir delicadamente da bandeja de petiscos. O expediente havia acabado e eles eram uma das poucas pessoas que ainda não haviam ido embora.
-Precisamente, caro Nagi – Yohji continuou sorrindo, alternando seu olhar entre os dois jovens – Ran sempre foi um homem muito...enigmático.
-Enigmático? – Omi repetiu, franzindo suas sobrancelhas claras. Nagi também se mostrou muito curioso, enquanto mordiscava uma porção de castanhas.
Yohji sorriu e inclinou sua cabeça, como se fosse revelar algo altamente secreto aos dois.
-Sim, o conheço por anos. Freqüentamos a mesma faculdade, fomos companheiros de dormitório. Ainda não tenho a mínima idéia de como consegui sobreviver a essa época – Yohji riu, lembrando das diversas situações embaraçosas em que seu sério companheiro de quarto o havia flagrado. Lembrou-se das ressacas que o ruivo o havia ajudado a superar, das conversas aparentemente unilaterais durante noites insones, dos olhares repreensivos quando ele se metia em encrenca, das brincadeiras que ele aprontava, das brigas e reconciliações. Lembrou-se de que por trás de toda aquela fachada impenetrável, Ran possuía um bom coração e era um grande amigo, mesmo que o próprio nunca fosse admitir isso em voz alta. E era por isso que Yohji queria tanto ajudá-lo a encontrar alguém especial, não estava apenas se divertindo, desejava genuinamente ajudar. Mas antes que ele pudesse colocar mais idéias na cabeça do pequeno Omi, Bradley os interrompera, querendo discutir o novo esquema de segurança que precisavam implantar na boate.
E agora, deitado na cama, esperando Ken retornar da cozinha com os petiscos que havia ido preparar, Yohji soltou um longo suspiro. Após retornarem do clube, ele ainda havia tentado cobrar a porção do amor super extra especial que Ken havia prometido no dia anterior, mas para sua própria consternação, ambos estavam cansados demais para muito mais que um bom banho, ternos beijos e suaves carícias antes de caírem no sono. E no momento, cerca de boas seis horas de descanso depois, despertaram famintos e muito dispostos. Ken havia se prontificado a preparar o tardio almoço e Yohji mal podia esperar para saciar a primeira de suas ‘fomes’.
E como que atendendo a um chamado silencioso, Ken logo apareceu no quarto, carregando uma bandeja e ostentando um sorriso cheio de charme. Yohji só pôde suspirar, apreciando a beleza de seu amor, a forma como os músculos de seu torso despido flexionaram quando ele se abaixou para depositar a bandeja sobre o colchão, o brilho de seus inteligentes olhos verdes, o jeito como seus cabelos macios caíam rebeldes sobre sua testa...ah ele era absolutamente magnífico...e seu sorriso, sempre tão caloroso e sincero, seu Ken era uma visão...
-Yotan? Você não disse que estava faminto? O que está esperando? – Ken sorriu ao ajeitar a bandeja na cama, para em seguida soltar uma exclamação surpresa ao ser agarrado e ter sua boca invadida pela língua quente e exigente de Yohji. Ele gemeu um leve protesto, mas logo se rendeu ao beijo, estremecendo ao sentir os dedos habilidosos de Yotan em sua cintura, subindo por suas costas, acariciando o caminho até sua nuca. Ele exalou e sorriu, feliz em desfrutar daquela carícia tão gostosa. Os lábios de Yohji abandonaram sua boca para beijá-lo no maxilar e pescoço. Todo seu corpo estremeceu...como era delicioso ser o alvo das atenções daquele homem; ele cheirava tão bem, tinha um tão corpo perfeito...lábios vorazes e uma língua mais que habilidosa...e suas mãos? Grandes, com dedos longos, que expressavam grande força, mas que também eram capazes de extrema gentileza e calor. Mas por mais que ele admirasse os inúmeros atributos físicos de Yohji, o que mais lhe chamava a atenção eram seus olhos, eles o haviam capturado desde o primeiro contato; vastos como um oceano de puro verde, sempre risonhos, perspicazes, atrevidos e calorosos. Esses olhos espelhavam todo desejo e amor que Yohji sentia por ele e isso o fazia se sentir a pessoa mais especial e importante do mundo.
-Hmmm...não quero inflar seu ego mais ainda, mas... – Ken murmurou, puxando o rosto de Yohji entre suas mãos, para que pudessem se encarar, seus narizes colados, suas respirações misturadas – não posso evitar...preciso dizer...você sabe que eu te amo, não sabe Yohji? Te amo tanto...
E ante a essas simples palavras, Ken conseguia fazer os olhos verdes de Yohji ficaram ainda mais belos e irresistíveis. Eles brilhavam, cheios de paixão e vida.
-De verdade? – Yohji inquiriu, sua voz baixa e rouca. Era ele quem sempre falava de amor, Ken sempre havia sido muito econômico em expressar verbalmente seus sentimentos e esses momentos eram preciosos demais, ele tinha de desfrutar deles ao máximo.
Ken sorriu e inclinou-se para tocar os lábios de Yohji com os seus. Trocaram um beijo lento, quente e muito sensual. Quando se separaram, seu sorriso só aumentou. A expressão de total fascinação no rosto de Yohji o deixou extremamente feliz.
-De verdade. Agora, me dê sua boca...
Contente em atender o pedido, Yohji apenas balbuciou sua apreciação e voltou a beijar seu amante. Seus corpos se encaixaram com facilidade, as mãos explorando contornos e músculos, pernas se enroscaram, num frenesi que buscava mais contato íntimo. Gemeram juntos, as línguas se tocando, ambos de olhos fechados, completamente excitados, rígidos e cheios de fogo.
Yohji abriu os olhos, precisando beber mais da visão de seu Ken. Empurrou-o sofregamente sobre o colchão, pondo-se por cima, adorando o estremecimento que a fricção de suas pélvis provocou em ambos. Seu sexo pulsava, vivo e impaciente, úmido e muito sensível...ele precisava se afundar em Ken agora! Precisava gozar, precisava fazer Ken gozar, precisava abraçá-lo, beijá-lo, precisava dele...Ken, Ken...Ken...
-Fujimiya sensei, muito obrigado novamente por ter aceito nosso convite, nossos alunos estavam muito ansiosos por essa demonstração! Não é sempre que podemos apreciar a apresentação de um atleta tão renomado como o senhor!
Acenando com a cabeça, Ran tentou evitar o embaraço e a irritação que toda aquela adulação provocavam. Ele havia sido campeão nacional e mundial de kendo e agora dedicava-se a seu próprio doujo, mas ainda era estranho ser visto como mestre. O diretor do departamento de esporte da faculdade era um homem baixo, rotundo e sorridente, não parava de se curvar em cumprimento e Ran já estava começando a sentir uma dor de cabeça. Não sabia porquê havia aceito aquele convite, não gostava de atenção pública, mas ao refletir, no momento, qualquer coisa parecia melhor que ficar em casa pensando e repensando maneiras de assassinar lentamente seu querido amigo Yohji...
Por quê fora dar ouvidos a Yohji? Por quê havia ido aquela maldita boate? Por quê não conseguia parar de pensar naquele garoto? Por quê, por quê, por quê?
Isso já estava se tornando insuportável e o dia mal havia começado!
Respirando profundamente, fechou os olhos por alguns segundos, concentrando-se em relaxar, toda aquela tensão era muito prejudicial. O diretor do departamento, senhor Hideaki, ainda falava e Ran tentou prestar atenção. No fim, após mais alguns agradecimentos, o pequeno homem o conduziu para o ginásio e ele ficou um pouco mais que surpreso ao perceber que a quadra fechada para o treino de artes marciais estava repleta de estudantes. Ao que parecia, aquela demonstração não era apenas para a equipe de kendo da faculdade, era aberta a quem quisesse assisti-la. Ran franziu a testa quando viu que o senhor Hideaki se colocava atrás de um microfone a fim de anunciar sua chegada. Todos os olhos se focaram nele e Ran desejou já estar vestindo a máscara de seu uniforme, querendo se esconder. Era enervante o modo como todas aquelas pessoas o encaravam, ele não apreciava a reação que costumavam ter sobre sua aparência, principalmente das mulheres, que pareciam excitadas ao se juntar para cochichar umas com as outras.
Isso era ridículo. E sua dor de cabeça só aumentava.
Mas alheio a seu desconforto, duas outras pessoas também haviam se juntado para cochichar a seu respeito, dois jovens estudantes de design gráfico que, devido a um horário livre em sua grade de aulas, haviam seguido os colegas para a apresentação de um mundialmente conhecido mestre de kendo. Um deles cochichava, o outro apenas encarava o dito mestre.
-Uau, nunca pensei que um mestre de kendo pudesse ser tão jovem e atraente! Sempre imaginei mestres barbados e carecas – Nagi sussurrou, rindo consigo mesmo. – Mas ele ficaria melhor se desfizesse a carranca, podia sorrir um pouco, você não acha, Omi? Hey, você está aí?
Nenhuma reação.
Nagi começou a ficar preocupado. Mas então, seus olhos seguiram para o mestre de kendo e de volta para Omi. O cara era alto, ruivo, muito atraente e havia deixado seu amigo totalmente paralisado. Não demorou para que Nagi fizesse a conexão. Aquele só podia ser o misterioso amigo de Yohji! O ruivo de Omi! Que mundo pequeno!
-Omi? Não me diga que esse cara é seu ruivo!
Saindo do transe, Omi se permitiu alguns segundos de desconcerto, mas logo fechou a boca que se encontrava aberta e encarou Nagi.
-É ele, mas ele não é meu ruivo.
Nagi sorriu, quase pulando no lugar em animação.
-Que coincidência, não? Isso tem que significar algo. Ele não apareceu na boate, mas aqui estamos! Você tem que fazer algo, Omi!
-O quê? Você está louco? Não tenho que fazer nada. Além do mais, se ele não apareceu, deve ser porque não estava interessado. – Omi tentou não parecer desapontado, mas Nagi podia enxergar através de suas defesas.
-Você não tem como saber isso, Omi. Talvez algo o tenha impedido. Ele pode vir hoje à noite! Mas você não tem que ficar esperando!
Cruzando os braços, Omi tentou fingir indiferença.
-Quem disse que estou interessado?
Isso fez Nagi rir em escárnio.
-Por favor, não quero ter de dizer isso, me poupe! Você não tem feito outra coisa a não ser pensar nesse cara, esperando ele aparecer na boate! Você até mesmo interrogou Yohji sobre ele!
-Cala boca, Nagi! Você quer que eu comece a falar sobre Schuldig?
-Pode falar, isso não vai funcionar – o esbelto moreno sorriu – Decidi relaxar, deixar rolar...
-Desde quando? – Omi ficou amuado, lançando um olhar mais que torto para o amigo.
-Desde agora, que vejo como é bobo ficar fingindo não estar interessado quando na verdade ambos sabemos o quão interessados estamos!
-Fale por si mesmo. E bobo é você!
Nagi riu, divertindo-se muito com a infantilidade de Omi. Mas logo ficou sério quando o amigo também se recobrou para questioná-lo:
-Você tem certeza do que está fazendo?
-Eu já disse que não, mas tenho que tentar. Schul não quer apenas dormir comigo, se fosse só isso ele já teria desistido. Além do mais, trabalhamos juntos e ele sabe que tenho muitos amigos que não o deixariam escapar vivo dali caso ele fizesse algo para me machucar.
-Pode crer! Eu sou o primeiro na fila! – Omi passou um braço nos ombros de Nagi, abraçando-o sem ligar para o que as outras pessoas fossem pensar.
-Hey, não pense que pode fugir do assunto, o senhor ruivo misterioso mestre de kendo ainda está aqui e você tem que tentar falar com ele!
Os dois olharam para o centro da quadra, onde Ran já havia começado a demonstrar seus movimentos.
-Nagi, por favor, mesmo que eu quisesse, o que eu diria? Olá, não sei se você lembra de mim? Talvez se eu tirasse toda roupa e dançasse em seu colo você se recordasse...
A situação de Omi era muito engraçada, mas Nagi precisava ajudá-lo e não rir na cara dele, por isso se controlou.
-Vamos, não seja tão dramático, pelo modo como você disse que ele não conseguiu desgrudar os olhos da sua pessoa aquela noite, tenho certeza de que ele não vai ter problema algum em se lembrar de você.
-Nagi, fala sério! O ambiente da boate é bem esfumaçado, sem esquecer que eu estava praticamente nu, cheio de glitter e todo suado! E mesmo que eu tirasse a roupa agora, não teria o mesmo efeito, não estou usando uma tanga...
Uma exclamação excitada e surpresa os fez perceber que sua conversa estava sendo acompanhada – não tão disfarçadamente – por diversas pessoas ao redor.
-Isso não é lugar para praticarmos nossas falas, Omi. – Nagi disse em voz alta, rindo. – Vamos ensaiar num lugar mais quieto.
Dividindo riso e embaraço, os dois amigos seguiram para um canto menos povoado do ginásio.
-Meu Deus, onde estou com cabeça para ficar falando da nossa vida em público?
-Não se preocupe, eles não nos conhecem e eu acho que acreditaram que somos alunos de teatro. Além do mais, somos maiores de idade e não é da conta de ninguém o que fazemos para pagar o aluguel. Mas, voltando ao que interessa, toda essa sua distração só prova que você está mesmo caidinho pelo mestre ruivo.
-Quer parar com essa de mestre? – Omi forçou irritação, mas Nagi podia ver como ele estava afetado.
-Ok, ok. Mas você vai tentar falar com ele, não vai?
-Se você parar de me encher eu posso considerar. Mas como?
-Depois da apresentação você pode tentar se fazer passar por um fã? Um devoto seguidor?
A resposta de Omi foi um olhar feio.
-Não sei nada sobre kendo, só a lenda de que aquela armadura é fedida pra caramba!
Dessa vez, Nagi não conseguiu controlar o riso.
-Bem, então é hoje que você vai poder confirmar isso!
Permitindo-se um pouco de esperança, Omi voltou a observar os movimentos precisos e elegantes de Fujimiya Ran. Armadura mal cheirosa ou não, o que importava era o homem debaixo dela. E apesar de tentar mostrar que seu interesse era meramente físico e de pouca importância, Omi estava com medo de suas próprias reações; ele nunca havia se apaixonado de verdade, e as sensações que o tomavam no momento eram intensas demais para serem ignoradas. Ele sentia-se nervoso só de antecipar qualquer contato que pudessem ter, sentia-se elétrico e inquieto. O modo como Ran o havia fitado na boate havia significado mais que mera apreciação por seu corpo, não havia?
De repente, uma pontada de insegurança surgiu no peito de Omi. Ele não brincava quando dizia que não tinha o mínimo interesse nos pervertidos que iam ao clube e usavam a imagem de seu corpo para fantasiar enquanto se masturbavam. Ele não era puritano, muito menos acanhado, mas o único namorado que tivera nunca chegara a saber que ele era dançarino num clube noturno. Sempre mantivera essa parte de sua vida separada da vida que levava na faculdade e dos relacionamentos que tinha com outras pessoas. Somente Nagi tinha conhecimento total sobre quem ele realmente era.
Antes que pudesse agoniar mais ainda sobre coisas que não podia saber, tinha que lembrar que nem ao menos sabia se Fujimiya Ran estava interessado nele. Portanto, achou melhor esperar para ver.
Ao término da apresentação, muitas pessoas tentaram se aproximar do mestre Fujimiya, o que tornou a vida de Omi muito complicada. Após muitas cotoveladas e tumulto, o jovem dançarino acabou perdendo sua oportunidade. O famoso mestre de kendo, ao que parecia, era extremamente reservado e elusivo. Escapara assim que a demonstração tivera fim. E o pobre Omi pelo menos tinha a sorte de ter Nagi a seu lado para consolá-lo e dar-lhe sugestões.
E no fim, Yohji pôde afogar-se em contentamento ao ter seus esforços recompensados pela ligação de um Omi completamente sem jeito, inquirindo sobre o endereço do doujo de um certo mestre de kendo que por acaso, era seu grande amigo.
No meio do colchão, apesar de muito exaurido, Ken encontrava-se num estado de pura felicidade e nem teve forças para mandar Yohji parar de se vangloriar. Ele apenas se espreguiçou e lançou um olhar mais que lânguido para seu Yotan, calando-o instantaneamente.
Abrindo sua boca para receber a língua sempre ávida de seu tolo amante de encontro a sua, foi a vez de Ken se vangloriar. Yohji podia se considerar o mestre consumado do amor, mas naquele quarto, ele era totalmente escravo do amor de Ken.
Continua...
Notas: Sei que essa demora foi extremamente ridícula, mas não queria escrever qualquer coisa a fim de terminar só para terminar. Precisei de um certo tempo para que a inspiração baixasse e eu sentasse para escrever.
Seto Scorpyos, espero que se você puder ler, que goste. Obrigada por acompanhar!
E essa estória vai em especial para minha querida mom Evil, uma das últimas grandes românticas sem cura desse mundo yaoi em português, que nunca parou de me incentivar e me entusiasmar! Evil é a melhor! Fico feliz que tenha gostado! Omi e Nagi são os melhores amigos!
E estou em fase de retomada de todas as minhas fics. Espero poder voltar a toda!
Obrigada a todos que acompanham!