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Books » Harry Potter » Quando os Marotos começaram a amar
AnnaPadfoot
Author of 4 Stories
Rated: T - Portuguese - Romance - James P. & Lily Evans P. - Reviews: 41 - Updated: 01-05-07 - Published: 07-24-06 - id:3064270

Sinopse

Dumbledore tenta mostrar à Fudge que Sirius é inocente,com lembranças encontradas na penseira de uma ças contando toda a história dos marotos.

Lily/Thiago;Remus/personagem nova;Sirius/personagem nova;entre outros.

Prólogo-Quando os marotos começaram a amar.

-Inocente!Como ele pode ser inocente,Alvo?Ele matou várias pessoas!

-Bom,tenho algumas evidências aqui...Ele teve uma namorada que acompanhou todo o 'desenrolar ' da histó acabou se suicidando,mas deixou uma penseira,repleta de lembranças,e uma carta,Corné primeiro,vejamos a carta,para depois mergulhar nas lembranças dessa mulher...

O ministro abriu o envelope amarelado que guardava a carta,e começou a lê-la em voz alta:

"Quantas vezes nós pensamos que estávamos amando?

Muito poucas.

Mas e se o sentimento fosse AMOR,tão profundo quanto o oceano,mas ainda assim tão raso quanto uma lágrima?Tão delicado como um botão de rosa,mas tão intenso quanto a luz do luar?Tão sereno,mas ainda assim tão tortuoso na sua estrada para a felicidade;tão forte quanto a chuva,mas tão frágil quanto uma... duas até.

Uma vida coberta de mistérios,uma vida perigosa;mas que se torna tão emocionante,e até mesmo maravilhosa quando encontra esse tipo de sentimento.

Mas nada dura para sempre,e logo a felicidade vem cobrar-lhe cada emoção,cada sentimento,cada toque,cada cheiro,na mesma intensidade,levando até outras coisas que também eram importantes para você?

À pessoa que venha ler esta carta,gostaria que não se iludisse em nada;que não seja tolo como eu fui você realmente tem valor à vida,não deixe escapar-lhe nada que realmente ame,e que também ame você.Tenha inteligência e sensatez,porque eu,que tanto acreditava nessas coisas,fui enganada e caí em suas próprias armadilhas.E é assim que eu acabo:sozinha,enganada,decepcionada,sem amigos,e,morta.

Não consigo mais seguir esta sabedoria,por isso escrevo esta carta,para passa-la à outros.

São tantas as vezes que não tenho força para viver,mas sempre me lembro dele...

Cornélio parou de ler,pois nesse momento,o papel estava muito manchado de sangue,e com um pedaço rasgado;restando apenas uma pequena assinatura no canto não-rasgado da folha...

Anna Camnes Black.

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