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ENCONTRO PARTE II
- Bad Luck? – Disse Afrodite. – Então é você? Eu sou o Dido.
- Eu sou o Loveless. – Disse Ritsuka. – Você deve ser o Aya.
- Sou, sou eu mesmo. Prazer em conhecê-los.
- Cara, eu to tão feliz porque vocês vieram... O Yuki disse que vocês iam rir da minha cara tomando campanhe.
Ritsuka fez cara de nojo.
- Eu não bebo, sou menor de idade. E também não gosto. O Soubi bebe. – Ele apontou com a cabeça para Soubi, que estava parado num canto, só observando. Ao ver que Ritsuka o olhava, acenou sorrindo.
- Ele parece ser bem simpático. – Disse Ayame.
- Ele é. Tem um jeito meio estranho, mas ele é muito prestativo.
- O Yuki também é simpático. YUKIIII, vem cá pra eu te apresentar pros meus amigos!
Yuki foi, contra a vontade, só pra fazer Shuichi ficar feliz e deixá-lo em paz. Após cumprimentar todo mundo, Yuki foi para a varanda e acendeu um cigarro. Soubi chegou logo depois.
- Tem fogo?
- Pode pegar. – Acendeu o cigarro de Soubi com o seu.
- Obrigado.
Hatori e Máscara da Morte chegaram em seguida.
- É foda acompanhar esse ser a todo canto que ele inventa de ir. – Disse Máscara, indicando Afrodite. – Da última vez fomos visitar a terra dele, eu quase congelei.
- Nada contra acompanhar o Aya, mas ele parece hiperativo.
Yuki riu.
- Hiperativo? Olha o guri que mora comigo e veja o que é hiperativo. Falando nisso, como vocês se chamam?
- Eu sou Soubi.
- Eu sou Hatori. Me empresta o fogo?
- Claro. E o europeu aí, quem é?
- Me chame de Máscara da Morte.
Os outros sufocaram um riso. Hatori parou e se lembrou de ter visto esse nome em algum lugar.
- Ei, você é italiano, não é?
- Sim.
- E mora na Grécia?
- Como você sabe?
- Você é o maluco do chat! Já falei com você, eu sou o SeaHorse, lembra?
- SeaHorse? O cara que virava um cavalo marinho? – Perguntou Soubi.
- Ei, vocês são aquele bando de doidos que eu encontrei num chat duas vezes! – Gritou Yuki. – Eu não acredito!
Os quatro começaram a rir na varanda.
- Olha, alguma coisa deve ter deixado o Yuki feliz. – Disse Shuichi olhando para onde eles estavam.
Lá fora, Hatori enconstou a cabeça na parede.
- Eu achei que a chance de encontrar vocês pessoalmente fosse mínima. Desse jeito eu vou acabar pirando.
- Ih, relaxa e aproveita. Não é todo dia que a gente encontra conhecidos de internet por mera obra do acaso. – Disse Soubi.
- Obra do acaso? – Disse Máscara da Morte. – Viemos aqui por causa deles! – Apontou para o grupo feliz do sofá da sala.
- Meus deus, é coincidência demais! E ainda mais na minha casa! Já que estão aqui, aceitam uma cerveja?
Enquanto isso, na sala...
- Aqui a foto. – Mostrava Afrodite. – Todos os cavaleiros de ouro.
- Você é qual, mesmo? – Perguntou Ritsuka.
- Peixes.
Ayame olhava um por um da foto.
- Qual é o de Sagitário? Eu sou de Sagitário.
- É esse aqui.
- Parece com esse.
- É porque são irmãos.
Shuichi chega correndo trazendo alguns CDs.
- Pra vocês. CD da Bad Luck autografado.
- Ai, que legal! – Ayame pegou o seu. – Põe aí pra tocar!
O vocalista da Bad Luck coloca seu CD pra tocar no som da sala. Os outros, já na cozinha com algumas latas de cerveja, olham para Yuki.
- Tão olhando o quê? Já me acostumei, escuto isso todo santo dia.
- Não acredito que você aguenta esse cara. – Riu Máscara da Morte, dando um gole na cerveja. – Eu achei que já tinha visto de tudo lá no Santuário, mas agora eu to vendo que existe mais bizarrice do que eu imaginava.
- Bizarrice é você. – Diz Hatori. – Nunca vi alguém sair matando a torto e a direito e pendurar as cabeças na parede da casa.
- Pendurava. Agora acabaram com a minha decoração e cortaram meu esquema.
- Tá reclamando do quê? – Perguntou Soubi. – Quer uma dica? Faz tudo que aquela gracinha ali te pede. Você vai se sentir muito bem, digo por experiência própria.
Yuki quase cuspiu cerveja em Hatori.
- Ta dizendo que você faz tudo que o guri ali manda?
- Sim. Que foi?
Os três olhavam para Soubi e ele com a cara mais normal do mundo. Ritsuka na sala, curtia o som de Shuichi.
- Você canta bem.
- É. – Disse Ayame, balançando os pés no ritmo da música. – Gostei do seu som.
- Ah, uma coisa pra eu ouvir lá em casa, pra variar. – Disse Afrodite. – Ah! Lembrei de uma coisa! – Ele tira um monte de chocolates da bolsa e entrega pros amigos. – Isso aqui eu comprei da última vez que estive na Suíça.
Os outros avançaram no chocolate. Ayame tirou uma foto do bolso.
- Aqui, esses são os meus primos amaldiçoados! E meu irmãozinho aqui, olha!
- Nossa, ele é a sua cara! Eu também me pareço com meu irmão mais velho, mas ele morreu...
- Que triste. – Shuichi deu um abraço em Ritsuka. – Mas não fica assim, isso passa. Até o Yuki já passou por isso.
- Tudo bem, já passou. Ah, achei o Yuki bonito.
- Mas ele é. – Shuichi ficou todo feliz. – Os que vieram com vocês são bonitos também.
Ritsuka olhava a foto de Ayame.
- Ei, esse garoto aqui é bonito também.
- Er... Isso é uma garota.
Afrodite começou a rir.
- Olha, já vi homem confundido com mulher, mas é a primeira vez que vejo o contrário.
Ayame se jogou no sofá.
- Fazer o quê? Culpa da doida da mãe dela, que criou a filha feito homem. Ainda bem que eu não moro mais lá, só tem doido naquela família.
- Quer trocar de lugar então? – Perguntou o sueco. – Vai pra casa de Peixes, eu viro vocalista da Bad Luck, o Shuichi vai viver com o Soubi e o Ritsuka vai pra sua loja. Que tal?
Todos riram. Soubi chegou para se juntar a eles.
- A conversa tá boa? Viemos fazer parte.
- A gente ouviu a música aí e pensou em fazer uma festinha. – Disse Yuki. – Que tal? O papo lá na cozinha tava muito bizarro.
- Você é o último que pode falar isso! – Disse Hatori. – Na verdade, o penúltimo. – Disse olhando para o italiano.
- Que foi? Eu num sou doido não.
Todo mundo na sala riu. Afrodite foi até Máscara.
- Desculpa, amore, mas normal você não é. – Ele jogou os cabelos de lado. – Yuki falou de festa? Eu adoro festa!
- Desde que não tenha nada proibido pra menores. – Disse Soubi. – O Ritsuka-kun ainda tem 13 anos.
- Soubi!
- Preocupa não, deixa tudo na mão do Yuki que fica tudo bem! – Disse Shuichi, pegando o telefone. – Alguém quer pizza?
- Calabresa!
- Mussarela!
- Marguerita!
- À moda!
- Napolitana!
- Presunto!
- Assim não dá! – Yuki pegou o telefone da mão de Shuichi. – Vamos fazer o seguinte: cada casal pega uma, ok?
Os outros concordaram. Pouco tempo depois, estavam comendo pizza, ouvindo música e enchendo a cara de coca-cola, porque a cerveja tinha acabado. Sem falar que Shuichi e Ritsuka não bebiam. Tiveram que parar porque um vizinho reclamou da barulheira. Já era tarde da noite quando Shuichi se lembrou de um detalhe:
- Onde vocês vão dormir?
Todos pararam e olharam para ele. No mesmo instante a situação ficou clara para Yuki: eles teriam que dormir ali, na sua casa. Shuichi se ajoelhou na frente dele.
- Yuki, deixa eles dormirem aqui, deixa? Prometo que vou ser bonzinho, que não tento mais fazer o jantar e nem brinco mais com as suas cuecas!
- Cala a boca, macaco albino! Para de fazer escândalo, seu sem-noção, eles podem dormir aqui. Isto é, se eles quiserem.
Yuki olhou para os outros, esperando respostas. Afrodite foi o primeiro a responder.
- Não é nenhum hotel 5 estrelas, mas dá pra gente ficar, né Maskinha?
- Por mim tudo bem.
- A gente também vai ficar, não é Soubi? – Perguntou Ritsuka, olhando para o mais velho.
- Se você quiser, ficaremos. – Respondeu o loiro sorridente, passando a mão na cabeça do pequeno.
- E você, Aya? – Perguntou Shuichi, visivelmente super empolgado. – Vai ficar também, não é? Por favor, diz que sim!
- Ora, se são tantos apelos à minha pessoa, eu fico. Não podemos recusar um convite, Tori-san!
Hatori colocou a mão na testa.
- Tá certo, ficamos também.
Shuichi dava pulos de alegria.
- Yuki, você ouviu isso? Eles vão ficar! Vamos dormir juntos na sala, brincando de karaoke e conversando até o dia raiar!
Yuki dá um soco em Shuichi.
- Nada de zona na minha casa! E tem um detalhe: onde os malucos aqui vão dormir?
- Epa, peraí, eu não sou maluco! – Disse Máscara da Morte.
- Você eu não sei. – Riu Soubi. – Mas eu não sou.
- Vocês são, eu não. – Disse Hatori.
- Todos são! – Disse Shuichi para acabar com a discussão e levou outro soco do namorado.
No final das contas, Yuki arrumou oito colchonetes e todos dormiram na sala. Se dependesse de Yuki, ele dormiria em seu quarto com a porta trancada, mas tinha medo de deixar aqueles sujeitos sozinhos na sua casa.
- Mas eu estarei aqui! – Disse Shuichi, depois de Yuki explicar porque iria dormir na sala.
- É o mesmo que nada. Agora me ajuda a arrumar esses colchonetes que eu não quero ficar colado em ninguém.
Depois de tudo arrumado, todos deitados, tudo estava quieto até uma voz quebrar a quietude.
- Não consigo dormir.
Shuichi conseguiu fazer com que Ayame, Afrodite e Ritsuka perdessem o sono e ficassem conversando até altas horas.
- Minha cama é king-size e eu uso roupas de cama francesas. Meu vizinho traz pra mim quando vai à terra natal dele. – Dizia Afrodite. – Tenho uma banheira de hidromassagem redonda bem grande. E nos meus armários, só produtos europeus de primeira linha. No guarda-roupa, sempre atualizado, é claro, as coleções de maior sucesso na Europa.
- Você é bem europeu, hein. – Disse Ayame. – Também tenho uma cama king-size e uma banheira de hidromassagem, mas minhas roupas são todas confeccionadas por mim.
- Depois vou pedir que faça alguns modelos para mim.
- Ah, e se não se importar, pode fazer as roupas para a próxima apresentação da Bad Luck? – Pediu Shuichi.
- Fico lisonjeado com tantos pedidos. Tenham certeza de que atenderei a todos.
- Ah, sobre minha cama. – Continuou Shuichi. – Ela não é tão grande porque o Yuki é pão-duro. Ele tem grana pra viver como vocês dois, mas não gosta de gastar nada.
- Eu não tenho tanto luxo. – Disse Ritsuka. – Cama de solteiro e banheira simples, mas sinto como se meu quarto fosse o melhor lugar do mundo. É onde eu fujo da minha família doida e é onde o Soubi vem me ver.
- Que meigo. Eu custo a fazer o Maskinha subir as escadarias até Peixes.
- Eu prefiro ficar na minha casa e esperar as visitas do Hatori. Como ele ainda mora na sede, não podemos fazer nada na casa dele. Agora lá em casa...
- Hehehe. Eu e Yuki dormimos sempre juntos, mas de vez em quando ele me expulsa do quarto e eu durmo no sofá.
Eles continuaram a discutir sobre suas vidas entre quatro paredes até se cansarem e dormirem. Mas eles não sbiam que tinham acordado os outros.
- Então, o que você faz na casa do Ayame, Hatori? – Perguntou Yuki.
- Nada que seja da conta de vocês, certo? Você que pode explicar porque não gosta de subir até Peixes, Máscara da Morte. Ou devo dizer, Ângelo.
- Cala a boca, eu detesto meu nome. E eu morro de preguiça de subir aquelas escadarias. Sem contar o bando de malas sem alça que encontro pelo caminho. Pra ele descer é muito mais fácil.
- Ok, senhor praticidade. Eu visito o Ritsuka sempre. Entro na casa dele pela varanda.
Eles continuaram conversando até o dia raiar. No dia seguinte, Shuichi, Ritsuka, Afrodite e Ayame, já estavam de pé acordando os que ainda dormiam. Depois de várias reclamações, todos de pé, se preparavam para a despedida.
- Foi muito legal conhecer vocês! – Disse Shuichi chorando uma cachoeira de lágrimas.
- Eu digo o mesmo. – Disse Ritsuka.
- Venham todos para um abraço em grupo! – Gritou Ayame, puxando os outros três.
Os outros quatro esperavam. Yuki bocejou.
- Porra, não dormi quase nada ontem. Esses aí ficaram tagarelando a noite toda e depois vocês!
- Nem vem que você também conversou! – Disse Soubi. – Aliás, me lembrei agora de uma coisa.
- O quê? Não é nada que eu tenha que fazer alguma coisa, não é? – Disse Máscara da Morte encostado na porta.
- Não! São fotos!
- Boa idéia. Aí eu posso provar para os outros Sohma que os malucos não estão só na nossa família.
Hatori teve que se desviar da mão de Yuki.
- Cala a boca que você também é maluco. Tá, agora quem dá a notícia ao bando alí? Eu vou buscar a minha câmera.
- E eu a minha, também quero uma foto. Adoro guardar recordações, desde que conheci o Ritsuka. Ele também adora fotos.
- Vou buscar a minha. Na verdade, é do Afrodite, a minha mesmo eu esqueci na Grécia.
- Cabeça de vento. Vamos logo buscar essas câmeras. – Disse Hatori, abrindo a mala.
Depois de todas as câmeras em mão, eles resolvem interromper a despedida em grupo.
- Ei, Ritsuka, que tal algumas recordações? – Perguntou Soubi.
Ritsuka se empolgou na mesma hora.
- Claro! Venham todos, vamos nos juntar aqui. Er... Quem vai tirar a foto?
- Ora essa, nós! – Disse Yuki.
Shuichi choramingou.
- Mas eu quero que vocês apareçam também!
Yuki buscou um tripé e colocou na frente de todos.
- Beleza, se arrumem aí e deixem um espaço pra mim. Vou programar a câmera e entrar na foto.
- E depois nós fazemos a mesma coisa? – Perguntou Soubi.
- É, esse é o plano. Aí todos vão ter uma foto em que todos aparecem.
O grupo se organizou numa pose em frente à casa de Yuki e cada um colocava sua câmera no tripé para tirar a foto. Depois das fotos tiradas, que tiveram que ser tiradas novamente uma vez porque Ayame saiu falando, outra vez porque Afrodite saiu com cabelos na cara e outra vez porque Shuichi piscou, todos se despediram e tomaram seus rumos. Yuki olhou para a sala de sua casa, que estava uma completa bagunça.
- Shuichi.
- Sim, Yuki?
- Se a sala não estiver limpa até hoje à noite, você dorme no sofá.
- Nhaa, mas tem muita bagunça... – Faz carinha de choro.
- Tá certo, eu te ajudo. Aff... E se quiserem marcar outro encontro, não vai ser aqui em casa, entendeu?
Shuichi sorriu e foi começar a arrumar a casa, na companhia de Yuki.
No caminhos de casa, Hatori e Ayame conversavam.
- E então, gostou, Aya?
- Adorei! Da próxima vez vamos fazer lá em casa!
- Não inventa, vai... Já convivi com malucos tempo suficiente.
- Ah, Tori-san, não seja estraga-prazeres. Um dia vamos fazer uma festinha lá em casa.
- Então porque a gente não vai direto pra sua casa hoje? Eu volto amanhã pra sede.
Ayame pulou no pescoço de Hatori.
- AH! Não faz isso!
- Foi mal, eu fiquei empolgado.
Seguiu empolgado pelo resto do caminho, enquanto Hatori apenas ria do comportamento do primo. Até que a convivência com os "malucos" o deixara mais flexível.
Ritsuka e Soubi seguiam para casa num taxi, por causa do cansaço do mais novo.
- E então, Ritsuka-kun? Gostou?
- Muito. – Disse ele se acomodando no colo de Soubi. – Adorei meus novos amigos. Na hora em que vocês foram buscar as câmeras, nós trocamos telefone, aí poderemos falar um com os outros sempre que quisermos.
- Isso é bom. Vai colocar as fotos no seu mural?
- Com certeza. Soubi?
- Sim?
- Não se esqueça de me buscar amanhã pra gente passear, certo?
- Não vou esquecer.
Na primeira classe de um avião a caminho da Grécia, Afrodite e Máscara da Morte conversavam sobre os novos amigos.
- Nossa, e tudo porque eu resolvi entrar num chat porque queria conversar com alguém que não fosse um cavaleiro.
- Pois é... E pensar que eu conheci os outros caras por acaso, num chat também.
- Você já conhecia os outros?
- Já. Descobrimos no dia em que chegamos. E olhe que pensávamos que a chance de nos encontrarmos algum dia seria nula.
- Hahaha, pelo menos você se divertiu, né? Vamos ter uma boa história pra contar aos outros dourados quando a gente chegar em casa.
- E que história. Se a gente não tivesse tirado foto, nem eu acreditaria.
- Ah, sim e eu peguei o telefone deles! Aí posso ligar sempre que quiser.
- Como assim? Chamadas internacionais são uma fortuna e Atena mão-de-vaca fica regulando nosso telefone.
- Que nada, ligo do salão do Grande Mestre, que tem chamadas ilimitadas.
E assim, cada um seguiu seu caminho, de volta às suas vidas normais (ou nem tanto), mas continuaram mantendo contato. Quem sabe um dia planejariam um novo encontro.
FIM
Bom e aqui, finalmente, termina essa fic. Não sou muito boa em escrever finais, mas espero que esse tenha ficado bom o suficiente. ^^ Obrigada a todo mundo que aocmpanhou a fic! Yuki Saiko, Pure-Petit Cat, Fabiana-sama, Dragonesa, L. A. Wentz, Kashamumi-kun, Pisces Luna, Gemini Yaoi, Anne L. Mouton, YumeSangai, Ansuya, Babi-deathmask, Daiana, Raposa_Vermelha, Srta Kido, Maia Sorovar, , , Gemini Kaoru, Tsuki-chan, Deni Chan, Lithos of Lion, Paloma *Hana no Yuki*, Milo C. Glace, um agradecimento especial a todos vocês! Continuem deixando reviews, quero saber se o final ficou bom, se a fic interia ficou boa...
Até a próxima! o/