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Esta fic é
continuação da
fic Yukiko- A última
descendente do clã
Tenhana no tsukishiro. A ookamihanyou que aparece nesta fic, surgiu
na anterior, em que mostra a genitora de Inutaishoo, seus imensos
poderes, e de que Oyakata herdou a maior parte deles. Para melhor
entender as situações
dessa fic e compreender os personagens criados para a minha fic, é
recomendado ler a anterior, mas fica a seu critério,
leitor ou leitora, ler-la.
Existe no japão,
uma lenda antiga sobre um lendário
cachorro branco, com poderes quase divinos. Tanto, que teve um
general, que dizia que sua invencibilidade, era devido a ser filho do
lendário cão
branco. Daí, a fic
anterior, eu imaginar uma genitora poderosa, para explicar porque
Oyakata tem tais poderes.
Boa leitura
201 AC da era Yayoi
Um ano após
a morte de sua Hahaue, Oyakata ainda se pegava pensando em sua
genitora. Sentia falta dela, de seu cheiro, o olhar maternal, as
palavras acalentadoras, enfim, sentia um vazio e tristeza em seu
coração
inimaginaveís. Lembrava
dos últimos instantes
dela, e sem se dar conta, deixava-se chorar quando estava só.
O odor dela, começara a
enfraquecer nas terras do Oeste, como se o gélido
e impiedoso vento norte , desejasse apagar a existência
de um dos poucos seres, que eram mais importantes ao inuyoukai, Aiko
e sua falecida hahaue, Yukiko.
A bela e poderosa inudaiyoukai
havia tido uma vida sofrida, que lhe gerou traumas que carregou até
o fim da sua vida, como a destruição
de sua infância,
realizada por Yorusou, que planejara tudo. Conseguira vingança
contra seu algoz, mas mesmo assim, as tristezas e sofrimenntos
perduravam em sua alma e coração
ferido.
Aiko percebia o quanto Yukiko fazia falta ao inuyoukai.
sentia o coração
apertar, por não saber o
que fazer para alegra-lo. Ver seu amado triste, a fazia também
triste. Claro que era sentia falta dela, costuma lembra-la dela
quando viva. As recordações
daquela que considerava como uma mãe,
era tudo o que tinha da inudaiyoukai, descontando a katana dada pela
procurava chorar escondida de seu amado Oyakata, pois ele
já estava triste o
suficiente sem as lágrimas
dela a lhe fazer companhia, pois percebera o cheiro salgado das
lágrimas no rosto de
Oyakata, mesmo ele tentando manter uma postura firme. Nunca o vira
chorar, mas o cheiro salgado o denunciara.
Yukiko fazia falta para
Aiko e Oyakata. Sua vida terminara em uma batalha de porpoções
titanicas, com um adversário
terrivél e armado com um
poderoso machado, enquanto a inudaiyoukai tinah seus poderes, caninos
e garras para lutar. Ao fim do embate dos dois daiyoukais, a vida
abandora Yukiko, que morrera, tendo companhia em vez de solidão,
sem ver um rosto sequer, a zelar por seus últimos
instantes de vida , "seu filhote", como ela se referia a
ele, apesar de Oyakata já
ser um inuyoukai adulto, estava lá,
acompanhando em intenso sofrimento em seu coração,
vendo sua genitora partir, sem poder fazer nada para evitar, vendo a
morte lamber as patas de sua querida hahaue. Aiko chegar a ver os
instantes finais daquela que considerava como uma mãe,
ela que era orfã, e ter
perdido os pais cruelmente e que graças
ao filho dela, pode ser resgastada de sua iminente morte.
Aiko
continuava treinando katana e ataques de suas garras com Oyakata.
Logicamente, ele sempre ganhava, e procurava conter sua força
ao máximo contra ela,
com receio de feri-la demais, claro, que ela recebia uns ferimentos
dele, considerados para ele, superficiais. Era Aiko que quis aprender
a lutar, e o jovem inuyoukai acabou por se tornar seu
que era pequen, ele a treinara. Apesar de ser só
uma fêmea ookamihanyou,
era mais poderosa que muitos youkais que existiam por aí.
Em
uma verdejante campina, eles treinam, em um dia frio de Outono.
Aiko
tenta acertar o ombro de Oyakata com a katana, mas ele gira em um pé
só, e acerta Aiko com a
mime de sua katana, a jogando de encontro a uma pedra, mas a
ookamihanyou consegue se refazer do ataque, e apoiando seus pés
na pedra, usando-os como molas para se atirar contra o inudaiyoukai,
ganhando impulso. Aiko não
segura sua força, pois
sabe que ele é muito
mais poderoso do que ela. Porém
ele se esquiva, e dá um
soco na cara dela de lado, acabando por joga-la de encontro a umas
árvores. Mas ela gira o
corpo se refazendo do ataque e avança
para cima dele, que se defende com a katana do ataque da espada dela.
Os dois empatam as espadas, e um começa
a pressionar o outro através
das katanas. Logicamente, Oyakata é
muito mais forte do que ela, e apenas assiste as tentativas inúteis
dela de derrota-lo. Ele sorri.
- Aiko, sabe que não
é prudente ficar
empatada com a katana comigo, eu sou muito mais forte!
- Heh! Não
desconfiou ainda, Oyakatasama?
- Hã?
Ela
gira o corpo e acerta o rosto dele com o lado do tornozelo. Claro que
não o machucou mais foi
o suficiente para surpreende-lo. Aproveitando a distração,
tentou acerta-lo com a lâmina,
mas ele a acertou no ombro com o outro punho, atirando-a para longe.
Mas ela se refaz e retorna a ataca-lo, que sorrindo, a desarma com
sua katana, e a prende no chão.
Sua mão direita prende o
punho esquerdo, a mão
esquerda prende o punho direito, e as pernas, prendem as dela. Enfim,
ela está imovél,
imobilizada, como uma presa detida, sob as patas de um poderoso cão
branco.
-Se rende?- ele pergunta fixando seus olhos nela
- Não.
-ela diz decididamente e com um olhar desafiador-embora seu coração
começasse a pulsar e
suas bochechas começassem
a ficar vermelhas, ao ver o olhar dourado do jovem inuyoukai para ela
e a sentir o seu cheiro, que ela tanto gostava.
Oyakata ficou
olhando para ela. O cheiro dela era doce, tentador. Seus lábios
rosados eram provocantes, o faziam desejar toca-los, senti-los. Seu
cheiro, com a maturidade, só
a fizeram mais provocante. Ele sentia seus batimentos se alterarem, á
visão da doce hanyou a
sua frente. Ela estava completamente rendida, não
havia como se libertar dele, a menos que ele permitisse. Na verdade,
só queria provoca-la
prendendo-a assim. Como quando criança,
que ela ficava brava com ele, quando ela era subjugada na luta e
presa contra o chão, mas
agora era diferente, era não
era mais criança, era um
mulher. Ela não brigara,
e Oyakata aproveitou para olhara-la mais atentamente. Via ela suar,
seu batimentos alterarem, suas bochechas vermelhas e seus lábios
rosados. Já havia
percebido que ela o amava .Começou
a ter pensamentos sexuais com ela, e tratou de retira-los da mente e
pensou consigo mesmo " Só
queria vê-la brava, só
isso", e achou preferível
solta-la, antes que perdesse o controle, e fizesse coisas, que a
poderiam faze-la odiá-lo
e também fazer com que
ele se sentisse menos que um verme. Se levantou dela, a
liberando.
Ele ainda estava um pouco ofegante, mas conseguiu se
recompor e disse que o treinamento por aquele dia esta encerrado, e
inventou de ter que "patrulhar as fronteiras”
, pois já as havia
patrulhado recentemente,”assim
será melhor, e no meio
do patrulhamento, vou me banhar com água
fria" -pensa Oyakata. Despediu-se de Aiko e pôs-se
a caminhar. UnAH, olhava a cena um tanto confusa.
Aiko estava no
chão, com seus
batimentos a mil, ao contrário
dele, não conseguira se
recompor ainda. Tinha certeza que seu rosto estava vermelho, e que
estivera suando muito. Ela notou o quanto Oyakata começou
a ficar estranho, com a proximidade. Ouviu os batimentos cardíacos
dele aumentar, sua respiração
ameaçando ficar
ofegante, um leve e quase imperceptível
olhar rubro, e o cheiro dele um pouco alterado, sutilmente, mas não
imperceptível para ela a
aquela pouca distância
dele. Olhando por onde ele saíra
do lugar de treinamento, murmurou:
- Oyakatasama... e colocou as mãos em seu peito, na direção do coração.
Mais
ao longe, ele encontra-se embaixo de uma cachoeira. Havia retirado a
armadura, sua pele, as roupas e deixado a katana feita com a presa de
sua mãe, na margem.
Estava lá a um certo
tempo. Meditava sobre o que ocorrera quando prendeu-a contra o chão.
Se ficasse mais naquela posição
com ela, iria perder o controle, ele havia feito bem em liberar-la e
afastar-se dela. Estava deixando seus instintos de youkai macho tomar
conta de seu corpo e mente, fazendo perder a noção
da razão, e com certeza,
acabaria por machucara-la, não
só fisicamente, como em
seu coração de
hanyou. E ele não era um
youkai vil, que se aproveitava de fêmeas,
fossem qualquer espécie.
Após
um longo tempo, tendo a certeza que acalmara seus instintos, saiu da
cachoeira, e tratou de se vestir e colocar a armadura, e por último,
amarrar seu cabelo, formando um comprido rabo de cavalo, e
majestosamente, pôs-se a
patrulhar as terras do oeste, observar os servos, manter a ordem,
fiscalizar as fronteiras, e fazer cumprir uma série
de regras, como a de que nenhum invasor adentra os domínios
das terras do Oeste, sem pagar o preço
de ter sua vida ceifada.
De volta ao suntuoso castelo, a serva
pessoal de Aiko, Sora, prepara um banho, junto de outras servas no
espaçoso ofuro. Ela foi
para seu quarto, esperar pelo preparo do banho. Sentou em uma cadeira
de espaldar alto, de mogno, com detalhes dourados, e á
sua frente, apoiada na mesa, um espelho circular de ouro, cravejado
de joías. Ela olhava seu
rosto, que ainda demonstrava como ele ficara, com aquela aproximação
de oyakata, ainda se encontrando levemente rosado. Ela prestou
atenção nos olhos
dele para ela, que alterou-se de repente, fazendo surgir um estranho
brilho que a fez arrepiar-se, embora não
entendesse porque, pois aquela tarde não
estava tão fria assim.
Descubrara há muito
tempo o que eram seus sentimentos que sentia em relação
ao inudaiyoukai, sabia que o amava, havia tido um aula a seu pedido
com a serva, sabia o que acontecia quando um casal se encontrava, mas
os sinais disso, ela não
conseguia interpretar, e ficou constrangida de perguntar a
serva.
Continuou imersa em seus pensamento, e é
chamada de volta a realidade, quando sua serva, entra nos aposentos e
curvando-se com as palmas das mãos
apoiadas no chão, ao
lado de Aiko, diz:
-Com licença.
O banho de Aikosama está
pronto.
A serva fica com a cabeça
abaixada esperando confirmação,
mas nota que os pés de
sua senhora, nem se mexeram. Arriscando, olha para cima e a vê
perdida em pensamentos.
- Aikosama? ela pergunta de novo
-
Ah! gomennasai, não
percebi que entrastes.-ela é
retirada de seu devaneio, sacode a -abeça
para os lados, tentando espanta-los- O banho já
está pronto?
- hai,
Aikosama.
- Sabe que dispenso essa formalidade com você.
-mas
é assim que uma boa
serva age. Sempre com respeito perante seu superior.
- Pufff!
ela suspira que assim seja. e dirige-se para o ofuro.
No ofuro,
ela tem duas servas. Enquanto Aiko lava seu corpo, uma das serva
ajuda a lavar seus cabelos, e quando o banho está
para terminar, ela ajuda Aiko a passar óleo
com essência de flores
nas costas. A outra, a entretém
tocando uma melodia calma e doce em uma flauta de marfim. Enquanto
banhava-se, pensava na cena naquela tarde. O olhar dourado como o sol
dele sobre ela, o cheiro dele que a agradava, o toque das mãos
dele em seus punhos. Ela ficara alterada, sentia seu coração
acerelado, ela começou a
transpirar, mesmo sendo um dia frio, sentiu suas bochechas quentes e
sentiu um leve tremor, mas não
era de medo, não que ela
se lembrasse, ele era incapaz de machuca-la. Tudo bem que nos treinos
deles, ele fizesse escoriações
e hematomas nela, mas eram ferimentos leves, que cicatrizavam de um
dia para o outro.
- O que será
que foi aquele tremor que eu senti? - ela não
percebera que pensara alto.
- Que tremor, Aikosama? A água
não está
de teu agrado? Estas fria?
- iie, está
ótima -ela faz não
com a cabeça. Está
constrangida, e tenta tirar os olhares de cima dela " Essa Aiko,
e sua boca grande", ela pensa consigo mesma.
- Já
terminei de passar óleo
nas costas de Aikosama.
- Arigatougozaimassu, vou sair agora. E se
levanta do ofuro do tamanho de uma piscina olímpica,
e sobe por três degraus
existentes na parede do ófuro
de mármore branco.
A
serva já saíra,
e erguera um kimono alvo, para Aiko poder vestir, e ajudou a hanyou a
colocar o kimono e amarrar o laço
na cintura.
Em seu quarto, ela troca de roupa. Veste calças
japonesas e hakama verde claro, e gi rosa. A serva pessoal, Sora,
prende seu cabelo negro reluzente em dois rabos de cavalo, amarrados
com um laço azul,
conforme sua mestra desejava, após
penteá-los com um pente
de ouro. Passou um baton claro nos lábios
dela , passando logo em seguida um pó
para dar brilho, e fez sombra nas palpébras
dela, de cor rosa.
-Pronto Aikosama-disse com a cabeça
abaixada- o jantar está
quase pronto.
- Irei para a biblioteca, ler um pouco, me chame
quando estiver pronto.
- hai, Aikosama- e tornou a curvar a cabeça
e saiu antes dela do quarto, os servos devem sair antes dos senhores
de um aposento, mesmo que tenham de adentrar novamente por isso.
Após
passar por um corredor extenso, contendo diversas litografias
retratando Oyakata, Yukiko e algumas, Aiko, ela chega a um recinto de
portas duplas, e ao abri-lo, adentra na magnífica
e rica biblioteca, contendo vários
pergaminhos de conhecimentos diversos. O clã
que a genitora de seu amado pertencia, era considerado, um dos mais
sábios e ávidos
por conhecimentos, assim como o seu, algo não
muito comum, não que os
demais clãs de príncipes
e princesas não tenham
gosto por leitura ou estudo, mas muitos priorizam as batalhas,
disputa pelo poder do que o conhecimento geral, não
só de batalhas.
Depois
de longos minutos, Sora entra e posta-se com as palmas das mãos
apoiadas no chão, e
diz:
- Aikosama, o jantar está
pronto. Oyakatasama a está
esperando.
- Oyakatasama está
aqui?! - ela abre um sorriso do canto ao outro do rosto, ela não
contava que ele viesse para jantar, pois quando vai patrulhar as
terras, costuma ficar fora do castelo por dois dias, no minímo,
e ela decide aproveitar o momento para pergunta-lhe algo.
Notas:
taishoo
- general
inutaishoo - general cão/cachorro
ookamihanyou-
meio yokai lobo – han(meio) , you ( o kanji you, é o mesmo
do kanji you de youkai, então seria uma alusão a
Youkai), ookami(lobo).
Youkai: criatura sobrenatural da mitologia
japonesa, um tipo de espírito surgido da natureza humana, de
sentimentos como ódio, raiva, tristeza, dor, medo e que com o
passar do tempo, passou a procriar entre si, embora alguns, continuem
surgindo, dos sentimentos negativos dos homens, que pode derivar de
figuras de animais ou plantas.
Daiyoukai – grande youkai –
Dai ( grande, )
Hanyou – meio youkai - han(meio) , you ( o kanji
you, é o mesmo do kanji you de youkai, então seria uma
alusão a Youkai). È o ser que nasceu da união de
um youkai e humano, mas há também o hanyou que surge,
com a fusão de vários youkais, tendo um coração
humano maligno como liga, como Naraku. Um hanyou é todo o ser
que não é um youkai puro.
Aiko - criança do
amor - Ai (amor), Ko (filho/a, criança)
katana -
espada
Henge- verdadeira forma de um youkai, a forma humana não é a verdadeira forma de um youkai. ( lê-se Hengue, mas a escrita é he
inu – cachorro
inu
youkai – youkai cachorro
inu daiyoukai – grande youkai
cachorro.
Henge- verdadeira forma de um youkai, a forma humana não
é a verdadeira forma de um youkai. ( lê-se Hengue, mas a
escrita é henge)
Hai -sim
Sama: sufixo após
o nome que indica uma forma muito respeitosa de se dirigir à
pessoa, geralmente com alguém de hierarquia superior, como por
exemplo os senhores feudais, imperadores, príncipes,
princesas, monges, sacerdotisas, etc.
Haha – Minha mãe
Ue:
( sufixo) forma antiga e respeitosa do antigo Japão, que
indicando o status social, que está acima da pessoa que
pronuncia. Usado muito com familiares mais velhos.
Yukiko –
Criança da neve ( numa tradução literal )- Yuki
(neve) ko (criança ou filha(o) ), devido a pele e cabelos
brancos como neve.
Gi - parte de baixo da hakama, onde ficam as
mangas curtas,
Hakama - parte de cima da gi . È a que
possui mangas longas, que chegam perto de tocar o chão.
Gomennasai
– Desculpe-me
Arigatougozaimassu (formal) - Obrigada
ERA
Yayoi: Um período da era do Japão que vai de 300 AC até
300 DC. O cultivo de arroz e instrumentos de metal são
transmitidos do continente. Com a intensificação das
atividades agrícolas, e aumento da população,
nascem as diferenças sociais, a classe dos ricos e pobres.
Pela primeira vez, o Japão é mencionado numa escritura
chinesa. Aos poucos, os nativos do arquipélago deixam a vida
nômade de caça e pesca, e começam a fixar
residência. As primeiras moradias fixas consistiam em covas
rasas, cobertas com sapê. Pode-se dizer que foi o primeiro
marco da revolução no , o cultivo do arroz
foi ganhando terreno.
· Os japoneses que viviam no século
III: Não usavam chapéus, amarravam uma tira de tecido
na testa e cobriam-se com tecidos enrolados ao corpo e amarrados na
cintura. As mulheres vestiam roupas feitas com tecido bem largo, com
um corte no meio do pano, por onde passavam a cabeça para
vesti-las. Plantavam pés de arroz e cânhamo e criavam
bichos-da-seda. Quando as pessoas de hierarquia superior passavam
pela rua, as de classes inferiores escondiam-se atrás de
moitas e, ao dirigirem-lhes a palavra, ajoelhavam-se com as mãos
apoiadas no chão.