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Em um passeio ela vê a companheira de Oyakata e o amante dela.
Nas terras de Yamatai, onde outrora existia o castelo do clã Tenhana no tsukishiro, consegue ter uma visão mais nitída do que só com seus poderes, sabendo quando aconteceria, se prepara . . .
cap. 106 - Visões
No quarto, Nidoriko posicionou a bacia de madeira sobre a mesinha. Fechou os olhos e se concentrou, fazendo surgir uma brisa entorno dela, que somente fazia seus cabelos balançarem. O reflexo da Lua que se mostrava na superfície passa a ocupar toda a extensão do recepiente, ela vê alguns vultos de cor negra em cenas opacas e desconexas, até que,de repente, o reflexo da lua retorna ao normal com a água deixando de ser ligeiramente turva, para retornar ao seu modo apático.
A jovem mikohime suspira de descontentamento e resmunga para si mesmo.
- Sabia que aquele símbolo na testa não era só uma marca de nascença, ela tem influência sobre a lua . . . com ela aqui, a lua não me ajuda, pois, há um ser a quem esta presta seus poderes e como a mesma manipula a água, não permite a esta revelar-se . . . e para piorar, tenho que controlar e diminuir os meus, isso só piora . . .
Ela senta aborrecida e fita a lua no céu.
- Ainda bem que previ um pouco no vilarejo . . . droga, queria aprender a ver o futuro com as chamas como Abe no Seimeisama . . . mas não consigo, só com a água . . . espero que tenha algum sonho premeditório, pelo menos . . . se a previsão usando a água me falta, espero que meus sonhos não me abandonem.
Nisto, se levanta e põe apenas um haori leve e se prepara para deitar na cama macia. Apaga a luz da vela e passa a dormir, cansada, rezando para kamisama que tivesse algum sonho premeditório.
Distante dali, nas antigas Terras de Nara, onde outrora era o castelo do clã extinto, Tenhana no tuskishiro, o ar da noite é cortado por chamas vivas e um passáro flamejante, belo, de bico dourado, olhos azuis, caudas ondulantes e penagem bela do tamanho de um cisne que sai das labaredas, alçando vôo rumo ao castelo no horizonte.
Nidoriko dormia a sonho alto com a janela estava aberta, a bela fênix entra graciosamente com um leve farfalhar das asas. Pousa suavemente na mesa onde tem a bacia e encosta seu bico na água, fazendo uma lágrima solitária cair no liquído incolor e tirando com o bico de sua pata, uma pedra dourada com o símbolo do clã tenhana no tsukishiro, a lua crescente com uma estrela azul dentro. Após isto a água da bacia passa a ficar turva passando a mostrar cenas menos difusas, que fazem respingar no chão, umedecendo e formando um nome " Nômunodokuga" em seguida outro com uma coloração em vermelho pois o dourado da lua tingiu-se sozinha, " Sesshoumaru". Formaram os nomes no chão que as pedras do piso absorveram.
Então,com elegância, pousa no dorsel da cama, fitando a jovem, percebe que a mesma não despertara. Desce então para o chão e levanta seu bico. Seus olhos azuis brilham e chamas irrompem-se dela, envolvendo o quarto. Isto faz a jovem despertar assustada, vendo as chamas, mas estas desaparecem e por um instante vê o magnifico passáro que desaparece quando ela pisca os olhos.
Levanta e então percebe ser uam fênix, aves belissímas e imortais. Como a ave das chamas desaparecera assim que tentou ver, acredita que não veio mata-la, ao contrário, parecia querer mostra-lhe algo, então, passa a olha para tudo, pois também sentia que tinha algo que precisava ver:
Ao ver o chão seu coração disparou. Ela caiu no chão, enquanto suas mãos trêmulas encostavam no nome Nômunodokuga. Ao tocar sentiu um imenso ódio e tristeza, tanto que a levou ao desespero também. Tirou a mão rapidamente, pois o simples toque era insuportavél. Respira fundo se refazendo, se levanta e ao examinar a bacia , vê a pedra dourada e nota ter um símbolo de lua também e uma estrela e ela se recorda de ter visto em algum lugar o símbolo, mas, não sabia onde, decidindo pesquisar pela manhã.
Nota então, que ao terminar de ler, os nomes sumiram e compreendeu porque a fênix estava apressada. Pegando a pedra, deita na cama, mas, o que vira, não abandonara sua mente e tinha certeza que mais alguém, velava por Inunotaishou e seu filhote, queria saber quem e que ser era esse que subjulgara a influéncia da lua da imperatriz, e se por acaso esta cedeu por influência desse poder ou quer também, proteger seu filhote . . . com tais perguntas em sua mente, após um tempo, adormece, mas, não sem antes tomar a decisão de procurar onde vira aquele símbolo.
Não percebeu que a mesma fênix a fitava do alto do dorsel e então, ao vê-la dormir, enfiou a cabeça embaixo da asa e adormeceu.
Amanhece nas Terras do oeste. Na mansão onde Hanako e Fukaiyorukaze viviam, a pequena Yorukohime ( princesa filha da noite) despertava. Já com quatro anos, dormia em sua cama, mas, tivera um pesadelo e foi para a futon dos pais e agora encontrava-se dormindo a sono alto. Os pais olhavam a pequenina hanyou adormecida.
- Senão me engano é a terceira noite consecutiva que ela tem pesadelo . . . -e sorri para seu marido.
- Percebi . . . e sempre quando fico muito tempo longe de casa - e sorri ainda mais ao pegar a mão e afaga a face de sua esposa.
A pequena desperta preguiçosamente e abre os olhos lentamente.
- Acordou dominhoca?- a mãe fala sorrindo e depositando um beijo na testa da filha.
- Hai, kaachan - fala enquanto boceja.
- Dormiu bem querida?- o pai afaga a cabeça dela, que sorri.
Ela acena com a cabeça e sorri, já abrindo os braços e pedindo por colo. O pai a pega e ela começa a brincar com uma mecha do cabelo negro e reluzente do genitor .A pequena então, olha para ele e pergunta:
- Tousan fica?- olha com os olhos esperançosos e pedintes.
" Com certeza herdou o talento de Hanako para fazer esse Fukaiyorukaze ceder em tudo que pede ", pensa e então, sorrindo para a companheira e depois ainda mais para a filha fala :
- Ficarei aqui , filhote. - nisso a pequena exibi um sorriso de ponta a ponta enquanto a mulher não entende o porque daquele sorriso de seu companheiro para ela.
Ouvem leves batidas na porta e então, o daiyoukai pantera fala:
- Pode entrar, Tchizu.
- Sumimassem, o café já está na mesa.- fala com leve reverência.
- Yorukohime, vá com Tchizu para tomar banho e se trocar. - e beija os cabelos negros e sedosos da pequena.
Com as orelhas cabisbaixas, sai do colo do pai e segue a babá que dá a mão à pequena.
A esposa pergunta ao ver que a porta fechara:
- Qual o motivo daquele sorriso?
- Que nossa cria mais nova herdou seu talento para conseguir tudo o que quer de mim- e sorri.
Ela se levanta e encosta seu corpo no dele, levando as mãos delicadas a face dele e falando em um sussurro e timbre que para a audição dele o provocava:
- Faz tanto tempo . . .
- Foi por apenas duas semanas . . . - fala sensualmente levando as mãos as costas da esposa e acariciando lentamente o corpo desta por cima do fino kimono que usava.
- Mas para mim, foi muito tempo nessa cama sozinha . . . - fala manhosamente, colocando a mão dentro do kimono deste e sentindo os músculos deste ficando quentes e tremendo levemente ao toque merticuloso dela.
Ela vê o marido erguer o nariz para o ar como se farejasse e depois, sorrindo maliciosamente para ela, fala em sussurro no pé da orelha desta:
- Pois então, tiraremos o atraso.
Ela morde o lábio quando ele a segura no colo e sai do quarto em direção ao ôfuro.
Mais á tarde, Nidoriko havia descido para tomar o café da manhã com os Imperadores. O luxo do ambiente e a mesa farta, eram admiraveís, via tudo o que já vira e mais o que imaginara que existia. Se curva levemente e então, senta, após o casal se sentar. Como já imaginava o requinte da refeição que fora preparado para ela pois os outros dois apenas desfrutavam de um chá.
Kireitsukitou pergunta a jovem:
- É uma mikohime então? Senão me engano, a mais recente, após séculos sem nascer uma.
- Ee ( sim) Kireitsukitousama - fala ganhando coragem de olhar a youkai, receava por causa da frieza tipica desta, como se falasse com um iceberg - na verdade, sou descendente do clã Asanotenuta ( canção celestial da manhã), um clã de mikohimes, mas, muitos descendentes nasceram sem poderes como de mikohimes, mas mesmo assim, se destacam dos demais sacerdotes em nivél espiritual . . . embora só minha tamashi ( alma) . . .
- Alma?- Oyakata olha para ela com um olhar curioso.
- Hai, Oyakatasama- fala sem conseguir olhar nos olhos dele, um tanto nervosa- sou reencarnação de uma mikohime deste clã, de fato, este clã já é extinto, se extinguiu com os séculos.
- Interessante- o tom frio fazia a jovem ponderar se de fato, a imperatriz achasse aquilo fascinante.
- Entendo . . .
- Graças á compaixão de Oyakatasama estou viva para contar isto, senão fosse o Imperador, esta Nidoriko e sua mãe teriam sido mortas.
- Sinto piedade e compaixão pelos humanos, não posso deixar um humano, principalmente uma fêmea e sua cria desamparadas.
- Meu marido é muito misericordioso, mas, considero, que seja arriscado acolher assim.- ela setencia enquanto belisca o chá.
- Sei dos perigos, mas, senão ajudar, o preço será minha consciência.
- Para mim, humanos não passam de criaturas inferiores e fracas.
Oyakata suspira e vê que Nidoriko não se abalara, já devia ter percebido isso, fala, em pedido mudo de desculpas com o olhar. Esta fica rubra e acena a cabeça em sim.
Um choro chama a atenção de todos, menos de Kireihanaten que belicava seu chá. Sesshoumaru vinha no colo da babá com seu brinquedo de morder, ao sentir o cheiro do pai, chora um pouco mais alto e volta seus orbes dourados ao daiyoukai. A babá deposita cuidadosamente o pequeno inuyoukai no colo do pai e este, logo para de chorar, encostando a cabeça no pai, passando depois a farejar o ar. Vê a jovem e passa a olhar para a humana com vivída atenção.
- Oi bebê . . . é tão fofinho - Nidoriko fala feliz - mas, é impressão minha ou está me analisando?- olha curiosa.
- É assim mesmo, desde bebê é muito esperto e vivo, percebe as coisas, daqui a pouco vai relaxar.
De fato, enquanta afagava a cabeça deste, ele passa a deviar a atenção da humana e passa a dar mais atenção ao seu brinquedo.
- Será que aceitaria meu colo? - pergunta ao daiyoukai.
- Não sei, ele é desconfiado, com a babá demorou sete dias para confiar nela, desde bebê é assim e só se acalma em meu colo, agora, a aceita, mas se perceber este Oyakata perto daqui, ele chora e então, fica grudado, pode pega-lo quando não estiver aqui, aí, creio, que ele a aceitará mais fácil, isso, se minha companheira estiver de acordo.
- Não vejo problema algum, meu companheira confia nela.- fala friamente.
Nisso passam a conversar outros assunto e a pedido do daiyoukai, Nidoriko conta o que viveu no vilarejo de mikos e kitoumes. Após isso, ela espera o casal se levantar. O imperador pergunta gentilmente:
- Gostaria de passear nos arredores do castelo?
- Claro.
- Pedirei a uma escolta para segui-la.
- Domo arigatougozaimassu - e sorri.
Decide não contar sobre sua visão, afinal, de que adiantaria preocupa-lo? Mas decidiu a ficar alerta, afinal, foi por este motivo que veio, quer, dizer, um dos motivos, de fato, em seu coração queria rever seu amado, sentir seu cheiro, sua voz. Mas, sabia que ele a via como uma filha praticamente.
- Sabe, Nidoriko, tem um lugar ao norte de Nara, onde outrora havia o palacio do clã de minha mãe, que vivieu naquelas terras, se quiser ver, acho, que como uma mikohime seria interessante, que acha de conhecer?
- Adoraria.
Mas, não sabe porque, quando Oyakata fala isso, veêm em sua mente a imagem da fênix e pensa, que para acontecer essa associação deve ter alguma relação deste lugar com a do passáro imortal.
Logo após o café da manhã, se dirige à biblioteca e começa a folhear alguns livros. Depois, almoça, desta vez, a Imperatiz não estava, era só Oyakata e se sente muito mais relaxada. Após o almoço, a carruagem e soldados a aguardavam.
Mais á tarde, a carruagem ficara em um ponto, os cavalos youkais repousavam e relaxavam, enquando Nidoriko se afasta, pois a presença dela os deixava desconfortavéis e não só os animais youkais, os soldados também sentiam-se mais aliviados com ela longe deles. Sentindo que os afeatava, havia solicitado que não a seguissem, pois, podia se defender sozinha e que ficaria só entre ela e eles, que então agradecem.
Ao andar, sente um youki conhecido junto de um desconhecido. Decide seguir e se embrenha na mata cada vez mais profundamente, então, após algumas horas, vê o que a deixa sem ação.
A imperatriz estava com um youkai desconhecido, ambos abraçados, sentados ao pé de uma sakura com este afagando os cabelos dela, que estava com os olhos cerrados
- Meu Shinshiki, senti tanto sua falta, por onde esteve por esses dias?
- Apenas procurando um presente ideal para você, meu amor
Nisso se beijam ardentemente e se separam com rápidos selinhos.
- O meu maior presente é você.
- Eu sei, mas quero dar um presente perfeito.
- Já és perfeito.
Nisso se beijam novamente.
Nidoriko abraçara suas pernas e nunca, como naquele momento, forçou-se a conter seu poder, pois sabia, que se distraísse, seu poder espiritual a revelaria. Decide então, após se recuperar da visão, praticar meditação, o unico jeito de controlar ainda mais seus poderes espirituais, controlando as energias dentro dela e concentrando-as em seu interior, impedindo de se expandir para fora.
Lentamente, sente seus batimentos diminuindo, sua mente partindo para longe e a paz, não ouvia mais som algum, nem sentia cheiro algum, nada. Então, após um tempo, começa a sair lentamente de sua meditação. Ouve os dois amantres se despedirem. Espera mais um pouco e sente que os youkis se afastam, passando a respirar aliviada. Vê o ceú e nota que começara a entardecer.
Então, vê a mesma fênix de antes, á sua frente, a sua plumagem refulgindo. Nisto a bela ave voa próxima ao chão, estendo sua cauda á jovem. Movida por curiosidade e deixando a prudência de lado, pega sentindo um calor envolve-la. Após alguns segundos abre os olhos, percebendo que se encontrava longe. Olha em volta e vê árvores milenares e a própria floresta exalando a um poder intenso, incrivél e misterioso, como se o tempo houvesse parado. Vê ali uma pedra alva com a inscrição:
" Aqui jaz o outrora magnifico castelo do Clã tenhananotsukishiro, assim como o clã, o castelo desapareceu destas terras, engolido pela mesma. O ganancioso monstro que provocara sua destruição, não colocou as mãos naquilo que almejava mas retirou a felicidade de um ser, estimado por Inunotaishou ".
- Então, aqui é onde fica o castelo, de fato, este local tem uma grande concentração mais para o divino do que simplesmente o espiritual.
Então, vê um símbolo acima da inscrição, uma lua crescente e uma estrela dentro desta.
Associa ao símbolo naquela pedra e tira de dentro da veste. Nisto a fênix alça vôo em direção aos céus e a pedra brilha. Em um lago perto dali, ela vê surgir o reflexo de uma lua cheia, olha para o céu e a lua estava ainda encoberta pelas nuvens e opaca por causa da claridade do sol, porém, nos arredores daquele lago , escurecera e lua surgira milagrosamente na superfície cristalina. A pedra brilha, então, a joga na água rasa, onde forma uma espécie de filme translúcido, mas, mais definido. De repente ao fixar os olhos na visão, sente sua mente ser tomada por um topor.
Abre os olhos e não se vê mais a floresta ou a beira do lago, nota, que está translúcida como a água, estava dentro da visão, era maravilhoso e ao mesmo tempo, sentia um calafrio. Ao observar a sua volta, identifica se encontrar no jardim do castelo das Terras do oeste, mais ao longe, vê a silhueta de uma youkai que se movimentava como uma serpente, pelo menos era o que parecia. Ela aparece nos jardins em direção a um quarto no alto. Nidoriko vê a cena como uma testemunha. Ganhando confiança no que vê, se concentra em poder flutuar até o quarto que sentia ser alvo do youkai e nota que dá certo, flutua até lá e identifica que o quarto que o mononoke cobiçava, era o do Sesshoumaru. Rapidamente, a jovem mikohime fita o céu e vê a majestosa lua, se concentra, então de sua boca saí palavras que ela não pronunciara, sendo emitidas como num sussurro : Três dias.
Nisso, sente algo puxa-lhe, ficando tudo negro e ao dissipar a escuridão percebe que está mais longe do castelo, numa formação rochosa. Vê Oyakata enfrentando um outro youkai, que invoca uma esfera que ao mesmo tempo que acontece o ataque ao seu filho, o pai lutava contra um inimigo. Decide que deveria ganhar tempo para ele chegar e não deveria fracassar.
De repente tudo fica escuro e ela desperta, vendo que a água retornara ao normal, pela primeira vez via sobre a perspectiva de um espectador, e se lembrara do que seus lábrios pronunciaram. Em três dias a visão se tornaria real.
Ela sente uma presença benéfica, embora não visse e fala:
- Obrigada, Yukikosama.
Nisto se levanta. Invoca um shinigami de um dos seus papeís e corre rumo á carruagem, com as cenas da visão e da esposa de Oyakata com o estranho em sua mente, então, tem um estalo, aquele homem que viu na visão lutando contra Oyakata era o amante de Kireitsukitou. Fica indecisa sobre contar ou não, mas decide ficar quieta, poderia modificar a visão que teve, além de que, não tinha provas fisícas. Decide não contar, pois sabia quando aconteceria e estaria lá para ajudar Inunotaishou, retribuindo a gentileza deste no passado para com ela e sua mãe.
Eis mais um capítulo, desculpem a demora. Muito obrigada pelos reviews ^ ^
Resposta:
- Fico feliz que esteja gostando ^ ^
Esqueci a senha do animespirits e não consigo que a senha seja enviada a meu e-mail, o bebê da Honoo é de um soldado que morreu em uma batalha, decide não falar disso na fic. Izayoi vai aparecer séculos depois que Nidoriko morrer e já adianto, ele não pode largar a mãe do Sesshy, por causa do título, o que vai acontecer e ela morar no seu castelo nos céus, como mostra no mangá, como ela é uma tenninyoukai vai morar nos céus e Oyakata fica com o castelo, aliais, eles nem dividem a cama, só uma vez para dar um herdeiro á ele e Izayoi, apesar de ser o verdadeiro amor de Oyakata será vista como concubina pelos youkais e será interessante como eles se conheceram, já tenho tudo em mente. ^ ^
Coralinas - È que devo confesar fic longa cansa . . . é a primeira e única vez que faço longa assim . . . aí acabei meio que encurtando, adoro essa fic, mas que ficou meia longa, ficou, mas, acho que Inunotaishou a história dele, não poderia ser numa fic curta, desde o reinado dele até sua morte, fazer curtinha , seria difícil.
Vou ver se posto mais rápido. Vou tentar não encurtar tanto.
lilica - Não desisti da fic apenas dei um tempo, acho que precisava para espairecer e repensar velhas ídeias, colocarei algum hentai sim. Meditei nesses meses e tomei esa decisão.
Sinto a demora.
Lykah-chan - Fico feliz que esteja gostando XDDDDD, já atualizei, sem ataque cardíaco srssrrs, desculpe a demora. Não desisti, apenas como falei lá embaixo, precisava de um tempo, rever ideias, tanto que decidi colocar hentai, revi minha decisão, esses meses renderam em algo pelo menos.
Vou procurar não escrever tão curto ^ ^