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Eros precisa de óculos
De Tenie F. Shiro
Capítulo XXIII – Um livro, um sucesso, um encontro e um telefonema.
N/A - Fim!Finito! The End!
Mal acabou e já estou com saudades!TT
Bem, vamos em frente!
Obrigada a todos por tudo!
Boa leitura!
Disclaimer: Saint Seiya não é meu. Isso não é obvio? Por isso nunca coloquei nenhum disclaimer...
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Mary e Sorento trocaram telefones, endereços e e-mails:
-Vê se aparece em Londres...
-Vou fazer o possível.
-Até mais... – disse, dando um beijinho na bochecha de Sorento.
-Até. – ele fez o mesmo.
Não deixaram de pensar um no outro nem por um segundo desde que se despediram. Dois meses mais tarde, Mary voltava da faculdade, quando parou em frente a uma livraria, vendo um grande cartaz, onde estava escrito: ‘O novo grande sucesso de Diana Reinfeldt:!”
“Não era ela a senhora simpática da casa de Peixes? Acho que vou entrar e ver!” – pensou, entrando.
Estava olhando tudo, quando esbarra em alguém:
-Me desculpe!
-Não, a culpa foi minha...
Quando os olhos dela se encontraram com os olhos do rapaz, sentiu um frio na espinha:
-So...Sorento?!
-Mary!Que bom te ver! – ele a abraçou, repentinamente, mas logo foi correspondido.
-Bem, que coincidência, né? – falou, se afastando.
-Na verdade, eu vim aqui pra te ver. – explicou, corando um pouco.
-Mesmo? – Mary ficou vermelha como um pimentão.
-Que tal se nos saíssemos para tomar um café? Por minha conta!
-Claro... Só vou ver um negócio. Me espere, ta?
-Com prazer.
Mary resolveu comprar o livro. Encontrou-se com Sorento, perto da porta, que lhe estendeu o braço. Aceitou, sorrindo.
Assim que saíram, a funcionária do caixa comentou com uma outra que arrumava uns livros em uma estante próxima:
-Nossa! Que casal bonito eles formam, não?
-Com certeza... Ai, que inveja! – suspirou a outra.
Mary indicou um lugar aonde costumava ir. Era um lugar discreto e acolhedor.
Sentaram-se em uma mesinha, em uma parte mais isolada. Sorento fez o pedido e ficaram conversando enquanto esperavam:
-Você está fazendo faculdade do que?
-Publicidade. Você está de férias?
-Não. Estou a trabalho.
-É? Pra qual empresa você trabalha?
-Empresas Solo...
-Ah, já ouvi falar! Você é italiano?
-Não. Nasci na Áustria, mas fui morar em Roma, com meu mestre, quando tinha uns 4 anos.
-Você é órfão?
-Sim...
-Que triste!Eu também sou, mas não me lembro deles.
-Também não me lembro de meus pais. Mas meu mestre foi como um pai pra mim...
Conversa vai, conversa vem... Assim que saíram, ele ofereceu-se para levá-la em casa.
A casa da família de Mary era enorme! E ela estava lá sozinha, porque a mãe estava na casa de veraneio em Rennes, França, e o pai estava viajando a trabalho.
Pararam no portão, para conversarem mais um pouco:
-Você vai ficar aqui até quando?
-Então, eu vou morar aqui.
-Sério? – os olhos de Mary brilharam.
-Sim. Cuidando de uma das filiais da empresa.
-Que legal!
-Bem, acho melhor você entrar...
-É...
-Até outro dia.
-Até.
Ele ia beijar-lhe a face, porém, ela virou sem aviso e, sem querer, seus lábios se encontraram.
Afastaram-se, encabulados:
-Desculpa... – falaram ao mesmo tempo.
-É melhor eu ir... – disse Sorento.
-Eu vou entrar... Até.
-Até.
Falaram aquilo, mas continuaram parados, se encarando:
-Então...?
-Eu gosto de você. – Sorento foi direto, disfarçando a insegurança.
-Como?
Ele não disse nada, fitou o chão, somente.
-Bem, eu posso não ter tido muito tempo pra te conhecer, afinal, foi só um mês... Mas, mesmo assim, eu também gosto de você. – ela sorriu encabulada.
-Você tem algum programa para este domingo?
-Hm... Não. Por quê?
-Poderíamos sair...Como amigos!
-Claro! Eu adoraria!
-Está marcado, então! Venho te buscar as sete, pode ser?
-Claro!
-Até domingo.
-Até domingo.
Aquilo era só o começo. Ambos já pensavam em namoro, embora ainda fosse cedo. Mas, eles tinham todo o tempo do mundo agora...
...
Vamos voltar um pouco no tempo, há 2 meses, em Estocolmo, Suécia.
D. Diana era esperada pelo marido e pela filha, Métis – mãe de Cibele e Selene.
Todos os filhos de D. Diana tinham um nome escolhido por ela, menos Erínia, que foi o marido que escolheu – e quase apanhou por causa da escolha. Ela deu a eles nomes de personagens da mitologia grega, pois ela queria que eles não se esquecessem de suas raízes!
As primogênitas eram as gêmeas Callisto – mãe da Tharys – e Erínia, depois Métis, Irene, Apolo e, por fim, Aphrodite. Callisto e Erínia eram 15 anos mais velhas que o caçula.
E todos os filhos, Métis e Apolo eram os que moravam mais perto dos pais. Mas Apolo estava viajando a negócios, e não pôde ir recebê-la.
Vendo-os, foi direto abraçar a filha:
-Como você está?
-Bem, mãe. E minhas filhas? Como está Cibele?
-Estão todos bem lá no Santuário. Fui em boa hora!
-O que estão dizendo dela é verdade?
-Tudo mentira!E eu faço questão de desmentir tudinho!
-Graças a Deus! – exclamou o marido de Diana.
-O velho babão te encheu muito o saco? – alfinetou a senhora.
-Manhê!
-Velha dos infernos! – xingou.
-Também senti saudades. – ela sorriu, olhando para ele.
Ela contou tudo o que aconteceu e, em duas semanas, tinha mandado o livro para seu editor. Ele avaliou o material e achou-o incrível! Incrivelmente fantástico, como havia dito.
Logo que o livro foi lançado, Métis comprou um exemplar e mandou para as filhas, junto com uma lista, feita pela avó, que relacionava os personagens aos seus respectivos “modelos”.
Para a surpresa de todos, cada um tinha um personagem naquele livro! Milo até ligou para a irmã, só para dizer:
-Mana, eu apareci em um livro da mãe do Di!
Camus mandou um e-mail para as irmãs, que, para sua surpresa, lhe responderam, dizendo o seguinte:
‘Querido maninho,
Está tudo mais calma agora, graças a Zeus!
Estamos mandando essa mensagem da casa de uma amiga, pois estamos de castigo por 2 meses!
Assim que o livro sair, vamos comprar!
Papai quer lhe ver. Também quer falar com Milo...
Quando poderiam vir pra cá?
Nós te amamos muito!
Beijos,
Dominique e Monique’
Ele ficou mais calmo depois disso. Iria ver o pai no Natal.
O livro logo foi lançado no exterior e, em pouco tempo, já era um sucesso!
Vocês devem me perguntar:
-Qual é o nome desse bendito afinal?
O nome dele é a coisa mais óbvia desde que essa fanfic começou. É, nada mais, nada menos, que ‘Eros precisa de óculos’...
Fim (dessa fic, não de toda a trama)!
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N/A: Sim, eu cortei o telefonema, deixemos isso pra outra fic...
Ai, mal acabou e já sinto saudades!Mas, ainda pretendo fazer uma fic sobre o casamento da Marin com o Aiolia, aí vocês poderão conhecer o pesadelo do Aiolia: Seu Yoshihiro e família!8D
Também vou sentir saudades de vocês, leitores...Espero que tenham gostado da fic!
Muito obrigada a todos que colaboram com isso, que lêem, comentam, à Chibi, à Tharys, à Isa, à todos vocês!
Abraços e até a próxima fic!