Help
Home Just In Communities Forums Beta Readers Dictionary Search
: B s . A A A    : full 3/4 1/2   : E E   : Light Dark Anime/Manga » Saint Seiya » Eros precisa de óculos

Tenie F. Shiro
Author of 11 Stories

Rated: K+ - Portuguese - Romance/Humor - Reviews: 57 - Updated: 08-01-08 - Published: 11-22-07 - Complete - id:3906247
Eros precisa de óculos

Eros precisa de óculos

De Tenie F. Shiro

Capítulo XXIII – Um livro, um sucesso, um encontro e um telefonema.

N/A - Fim!Finito! The End!

Mal acabou e já estou com saudades!TT

Bem, vamos em frente!

Obrigada a todos por tudo!

Boa leitura!

Disclaimer: Saint Seiya não é meu. Isso não é obvio? Por isso nunca coloquei nenhum disclaimer...

-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-

Mary e Sorento trocaram telefones, endereços e e-mails:

-Vê se aparece em Londres...

-Vou fazer o possível.

-Até mais... – disse, dando um beijinho na bochecha de Sorento.

-Até. – ele fez o mesmo.

Não deixaram de pensar um no outro nem por um segundo desde que se despediram. Dois meses mais tarde, Mary voltava da faculdade, quando parou em frente a uma livraria, vendo um grande cartaz, onde estava escrito: ‘O novo grande sucesso de Diana Reinfeldt:!”

“Não era ela a senhora simpática da casa de Peixes? Acho que vou entrar e ver!” – pensou, entrando.

Estava olhando tudo, quando esbarra em alguém:

-Me desculpe!

-Não, a culpa foi minha...

Quando os olhos dela se encontraram com os olhos do rapaz, sentiu um frio na espinha:

-So...Sorento?!

-Mary!Que bom te ver! – ele a abraçou, repentinamente, mas logo foi correspondido.

-Bem, que coincidência, né? – falou, se afastando.

-Na verdade, eu vim aqui pra te ver. – explicou, corando um pouco.

-Mesmo? – Mary ficou vermelha como um pimentão.

-Que tal se nos saíssemos para tomar um café? Por minha conta!

-Claro... Só vou ver um negócio. Me espere, ta?

-Com prazer.

Mary resolveu comprar o livro. Encontrou-se com Sorento, perto da porta, que lhe estendeu o braço. Aceitou, sorrindo.

Assim que saíram, a funcionária do caixa comentou com uma outra que arrumava uns livros em uma estante próxima:

-Nossa! Que casal bonito eles formam, não?

-Com certeza... Ai, que inveja! – suspirou a outra.

Mary indicou um lugar aonde costumava ir. Era um lugar discreto e acolhedor.

Sentaram-se em uma mesinha, em uma parte mais isolada. Sorento fez o pedido e ficaram conversando enquanto esperavam:

-Você está fazendo faculdade do que?

-Publicidade. Você está de férias?

-Não. Estou a trabalho.

-É? Pra qual empresa você trabalha?

-Empresas Solo...

-Ah, já ouvi falar! Você é italiano?

-Não. Nasci na Áustria, mas fui morar em Roma, com meu mestre, quando tinha uns 4 anos.

-Você é órfão?

-Sim...

-Que triste!Eu também sou, mas não me lembro deles.

-Também não me lembro de meus pais. Mas meu mestre foi como um pai pra mim...

Conversa vai, conversa vem... Assim que saíram, ele ofereceu-se para levá-la em casa.

A casa da família de Mary era enorme! E ela estava lá sozinha, porque a mãe estava na casa de veraneio em Rennes, França, e o pai estava viajando a trabalho.

Pararam no portão, para conversarem mais um pouco:

-Você vai ficar aqui até quando?

-Então, eu vou morar aqui.

-Sério? – os olhos de Mary brilharam.

-Sim. Cuidando de uma das filiais da empresa.

-Que legal!

-Bem, acho melhor você entrar...

-É...

-Até outro dia.

-Até.

Ele ia beijar-lhe a face, porém, ela virou sem aviso e, sem querer, seus lábios se encontraram.

Afastaram-se, encabulados:

-Desculpa... – falaram ao mesmo tempo.

-É melhor eu ir... – disse Sorento.

-Eu vou entrar... Até.

-Até.

Falaram aquilo, mas continuaram parados, se encarando:

-Então...?

-Eu gosto de você. – Sorento foi direto, disfarçando a insegurança.

-Como?

Ele não disse nada, fitou o chão, somente.

-Bem, eu posso não ter tido muito tempo pra te conhecer, afinal, foi só um mês... Mas, mesmo assim, eu também gosto de você. – ela sorriu encabulada.

-Você tem algum programa para este domingo?

-Hm... Não. Por quê?

-Poderíamos sair...Como amigos!

-Claro! Eu adoraria!

-Está marcado, então! Venho te buscar as sete, pode ser?

-Claro!

-Até domingo.

-Até domingo.

Aquilo era só o começo. Ambos já pensavam em namoro, embora ainda fosse cedo. Mas, eles tinham todo o tempo do mundo agora...

...

Vamos voltar um pouco no tempo, há 2 meses, em Estocolmo, Suécia.

D. Diana era esperada pelo marido e pela filha, Métis – mãe de Cibele e Selene.

Todos os filhos de D. Diana tinham um nome escolhido por ela, menos Erínia, que foi o marido que escolheu – e quase apanhou por causa da escolha. Ela deu a eles nomes de personagens da mitologia grega, pois ela queria que eles não se esquecessem de suas raízes!

As primogênitas eram as gêmeas Callisto – mãe da Tharys – e Erínia, depois Métis, Irene, Apolo e, por fim, Aphrodite. Callisto e Erínia eram 15 anos mais velhas que o caçula.

E todos os filhos, Métis e Apolo eram os que moravam mais perto dos pais. Mas Apolo estava viajando a negócios, e não pôde ir recebê-la.

Vendo-os, foi direto abraçar a filha:

-Como você está?

-Bem, mãe. E minhas filhas? Como está Cibele?

-Estão todos bem lá no Santuário. Fui em boa hora!

-O que estão dizendo dela é verdade?

-Tudo mentira!E eu faço questão de desmentir tudinho!

-Graças a Deus! – exclamou o marido de Diana.

-O velho babão te encheu muito o saco? – alfinetou a senhora.

-Manhê!

-Velha dos infernos! – xingou.

-Também senti saudades. – ela sorriu, olhando para ele.

Ela contou tudo o que aconteceu e, em duas semanas, tinha mandado o livro para seu editor. Ele avaliou o material e achou-o incrível! Incrivelmente fantástico, como havia dito.

Logo que o livro foi lançado, Métis comprou um exemplar e mandou para as filhas, junto com uma lista, feita pela avó, que relacionava os personagens aos seus respectivos “modelos”.

Para a surpresa de todos, cada um tinha um personagem naquele livro! Milo até ligou para a irmã, só para dizer:

-Mana, eu apareci em um livro da mãe do Di!

Camus mandou um e-mail para as irmãs, que, para sua surpresa, lhe responderam, dizendo o seguinte:

‘Querido maninho,

Está tudo mais calma agora, graças a Zeus!

Estamos mandando essa mensagem da casa de uma amiga, pois estamos de castigo por 2 meses!

Assim que o livro sair, vamos comprar!

Papai quer lhe ver. Também quer falar com Milo...

Quando poderiam vir pra cá?

Nós te amamos muito!

Beijos,

Dominique e Monique’

Ele ficou mais calmo depois disso. Iria ver o pai no Natal.

O livro logo foi lançado no exterior e, em pouco tempo, já era um sucesso!

Vocês devem me perguntar:

-Qual é o nome desse bendito afinal?

O nome dele é a coisa mais óbvia desde que essa fanfic começou. É, nada mais, nada menos, que ‘Eros precisa de óculos’...

Fim (dessa fic, não de toda a trama)!

-x-x-x-x-x-x-x-

N/A: Sim, eu cortei o telefonema, deixemos isso pra outra fic...

Ai, mal acabou e já sinto saudades!Mas, ainda pretendo fazer uma fic sobre o casamento da Marin com o Aiolia, aí vocês poderão conhecer o pesadelo do Aiolia: Seu Yoshihiro e família!8D

Também vou sentir saudades de vocês, leitores...Espero que tenham gostado da fic!

Muito obrigada a todos que colaboram com isso, que lêem, comentam, à Chibi, à Tharys, à Isa, à todos vocês!

Abraços e até a próxima fic!



Return to Top