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Liligi
Author of 32 Stories

Rated: T - Portuguese - Romance/General - Inuyasha & Kagome - Reviews: 55 - Updated: 08-23-09 - Published: 03-20-08 - id:4143087

Capítulo 18 – Plano

Sentaram em um círculo em volta da fogueira. O clima estava tenso, pesado, como nunca estivera antes. Kagome sentou em silêncio. Abraçava seu ventre, uma tentativa de proteger seu filho ainda não nascido, uma criança que corria risco de vida antes mesmo de poder respirar com os próprios pulmões, uma vida ameaçada antes mesmo de conhecer o mundo cruel onde habitaria.

Observou a madeira ser consumida pelas chamas. Não havia harmonia, elas apenas queimavam aos poucos, quanto mais queimavam, menor o fogo parecia. Da mesma maneira que não havia harmonia naquele ambiente. Estavam sentados ali há algum tempo, tentando decidir o que fariam, como a protegeriam e seu filho.

“Esse ambiente definitivamente não é saudável para você, meu pequeno.” – Ela pensou enquanto afagava seu ventre inchado.

Passaram-se algumas semanas desde o aviso de Kohaku. Inicialmente, tentaram ignorá-lo, fingir que nunca havia sido dito; fingiram que o aviso não existia, que Narake não estava atrás de Kagome. Entretanto, as perseguições apenas aumentavam, mais e mais youkais os atacavam, tentavam tirá-la do grupo, levá-la à seus mestre. Inuyasha e os outros sempre conseguiam derrotá-los, na com facilidade, na maioria das vezes, mas sempre conseguiam.

Mas estava ficando cada vez mais perigoso. Haviam mais emboscadas, mais ataques cada um mais freqüente que o outro e com inimigos em mais número que o ataque anterior. Eles a perseguiam enquanto dormia, enquanto comia, enquanto tomava banho... A paz não mais existia, agora só havia a preocupação e o medo. Medo de que talvez o amanhã não chegasse; medo que seu filho sofreria as consequências.

E ali estavam eles, em círculo ao redor de uma fogueira, tensos, mas atentos aos barulhos da floresta, atentos aos inimigos. Estavam ali para decidir como fariam apara manter Kagome segura, pois a situação apenas complicava. Inuyasha passava noites e dias acordados ininterruptamente, ele velava seu sono, garantia sua segurança, e quando ele estava cansado demais para agüentar, algum de seus amigos o substituía na tarefa.

Kagome sentia-se amaldiçoada. Não por estar esperando um filho, mas por não poupar o sofrimento de seus amigos e voltar para sua Era, onde Narake não podia machucá-la ou ao seu bebê. Ela sentia-se uma ingrata por não retribuir ao esforço das pessoas ali presentes.

- Eu não vejo uma solução aqui, Inuyasha. – Miroke disse, sua expressão vazia, ali apenas havia vestígios de cansaço. – Não podemos deixar Kagome sozinha, ela estaria anda mais em perigo do que agora. Mas mantê-la viajando, e os ataques diários também não farão bem algum a ela ou ao bebê.

- É muito estressante. – Disse Sango. – Kagome não pode se estressar, mas essa perseguição constante...

- Não fará bem algum ao meu filho. – Inuyasha completou.

- Não. – Sango concordou.

- Eu sei que sou só uma criança, - Shippou falou. – Mas eu acho que a Kagome deveria voltar para a Era dela.

- Eu não quero. – A Kagome protestou. Era a primeira vez que dizia algo desde que aquela discussão começara.

- É o melhor, Kagome. – Miroke disse sensato.

- Pelo menos até o bebê nascer. – Sango disse.

Kagome balançou a cabeça negativamente.

- Eu não quero que meu filho nasça longe do pai. – Ela disse. – Eu quero que o Inuyasha esteja ao meu lado quando nosso filho vir ao mundo.

Inuyasha suspirou pesadamente.

- Eles estão certos, Kagome. – Ele disse.

Kagome o encarou com incredulidade, sentia-se traída. Esperava que Inuyasha lhe desse apoio, e que cumprisse sua promessa de estar ao seu lado.

- O que? Não! – Ela exclamou, alterada. – Eu não vou voltar para minha Era! Não vou ficar longe de você...

- Kagome, pense no nosso filho. E pense em você. – Inuyasha a encarou. Ela não conseguiu decifrar os sentimentos contidos em seus olhos. Ele lhe parecia um mistério naquele instante, algo novo e nunca visto no mundo. – Eu quero estar presente quando meu filho nascer, mas isso não será possível se você for capturada. E só estou preocupado com o bem-estar dos dois.

- Inuyasha...

- Você não entende, Kagome? – Ele a cortou. – Se você não for eu posso perder vocês dois. E isso eu não suportaria.

Kagome abaixou a cabeça. Sua mão continuava sobre seu ventre. Não faltava muito tempo até que seu filho nascesse, poucos meses. E ela não sabia quanto tempo essa guerra continuaria, não sabia quanto tempo seus amigos suportariam aquela pressão.

- Eu... – Murmurou. – Eu estou cansada. Podemos falar disso amanhã?

Inuyasha suspirou e depois assentiu. O clima pesado parecia se desfazer aos poucos.

- Vá dormir, meu amor, você precisa descansar. – Inuyasha disse enquanto a ajudava a se levantar.

Kagome o abraçou fortemente.

- Você também precisa. – Ela murmurou.

- Não se preocupe comigo. – Ele respondeu e plantou um beijou na testa da amada.

- Pensando bem... – Sango disse enquanto esticava os braços. – Acho que vou dormir também. Estou cansada.

- Eu também. – Miroke disse. – Além do mais, amanhã é o dia que faço vigília.

- É, está tarde. – Shippou disse após bocejar. – Vou dormir também.

- Boa noite. – Kagome desejou.

- Boa noite, Kagome. – Disseram em uníssono.

–––––––––-–

- Não... – Kagome gemeu – Inuyasha!!!! Está doendo muito!

“Tá doendo...” – Ela pensou desesperada. – “Eu preciso... Fazer alguma coisa...”

Tentou levantar, mas a dor que se seguiu a fez tombar na hora. Lágrimas vertiam de seus olhos, o desespero estava cada vez mais acentuado. Ela não queria estar sozinha. Não conseguia sozinha. Precisava de Inuyasha ali, consigo. Mas onde estava Inuyasha?

Ela não sabia.

Ela o queria ali. Junto de si. Dando-lhe apoio, mas ele não estava. E ela estava do jeito que temia: sozinha.

Outra pontada forte em sua barriga e um grito abafado. Ela não podia chamar a atenção, não podia colocar a vida de seu filho em risco. Não naquele lugar.

Trincou os dentes tentando conter os gritos, sabendo que as lágrimas seriam impossíveis de ser contidas. Ela não queria que acabasse daquele jeito. Ela não queria que acabasse.

Abriu os olhos e se sentou com certa dificuldade, sentiu uma tontura ao fazê-lo, embora já estivesse acostumada as tonturas e aos enjoos. Novamente aquele sonho tão real. Respirou profundamente tentando fazer seu coração voltar a bater no ritmo normal.

- Kagome, tudo bem? – Inuyasha postou-se ao lado dela ao perceber que estava acordada.

Kagome meneou a cabeça.

- Não foi nada. – Ela murmurou enquanto sentia ser envolvida num abraço de Inuyasha. – Não foi nada... – Repetiu, tentando convencer mais a si mesma do que a Inuyasha.

- Tem certeza? – Ele perguntou. A preocupação visível em seus olhos.

- Sim. – Ela disse em um fio de voz.

Inuyasha a afastou um pouco e depositou um beijo em sua testa.

- Então volte a dormir. – Disse ele.

- Fica aqui comigo. – Ela pediu.

- Eu tenho que vigiar...

- Se algum youkai aparecer você vai saber, vai estar ao meu lado, não é? – Ela disse.

Inuyasha sorriu timidamente.

- Tudo bem, então.

Kagome voltou a se acomodar em seu saco de dormir e esperou Inuyasha deitar ao seu lado para poder deitar sua cabeça sobre o ombro dele. O meio-youkai enlaçou a cintura de sua amada e esperou que ela fechasse os olhos.

- Inuyasha...

- Hum?

- Você está com medo? – Ela perguntou e abriu os olhos novamente.

- Medo? – Ele indagou.

- Sim. – Ela segurou a mão de Inuyasha e a pousou sobre o seu ventre. – Medo que algo aconteça a nosso filho.

- Estou. – Ele respondeu. – Desde o momento que você me contou que estava grávida eu tenho medo.

Kagome o fitou confusa.

- Como assim, Inuyasha?

Ele sorriu sem jeito.

- Eu tive... Tenho medo de não ser um bom pai para o meu filho, assim como o meu pai não foi para mim. – Inuyasha disse. – Eu só tive minha mãe. Eu não quero que meu filho lembre-se do pai com rancor.

Kagome colocou a mão na nuca de Inuyasha e puxou seu rosto de encontro ao seu. Ela colou seus lábios ao dele e ele aprofundou o beijo.

- Você será um bom pai, Inuyasha. Eu sei disso. – Kagome assegurou. – Eu sei que seu pai nunca foi presente e que você sente rancor por ter deixado sua mãe e você quando era apenas um bebê, mas, lembre-se: Você não é o seu pai.

Inuyasha sorriu e inclinou a cabeça, unindo seus lábios novamente aos de Kagome.

- Obrigado, Kagome.

Ela sorriu e depois voltou a deitar a cabeça no ombro de Inuyasha e fechou os olhos.

- Eu te amo, Inuyasha.

- Eu também te amo. – Inuyasha respondeu, também fechando os olhos.

–––––––––-–

Inuyasha abriu os olhos quando os primeiros raios solares tocaram sua face. Kagome encontrava-se adormecida, pacifica. Sorriu. Nos últimos tempos, ele só conseguia ver Kagome tão calma quando estava dormindo. Queria poder obrigá-la a voltar a sua Era, ir para um lugar seguro, onde Narake não a encontraria, onde ele não poderia machucá-la, mas ele não podia obrigá-la. Ele a amava e queria garantir que tudo ficasse bem, mas não a forçaria a nada.

Com cuidado, tirou Kagome de cima de seu braço, que aquela altura estava completamente dormente, e sentou-se. Ficou a observando por algum tempo. Quando achou que já estava a observando demais, inclinou-se e depositou um beijo em seu ventre.

- Bom dia, bebê. – Ele murmurou com um sorriso nos lábios e depois se levantou.

Ficou observando o sol nascer até que já estivesse no seu lugar devido no céu, com os ouvidos sempre atentos a possíveis ataques. Algum tempo depois Miroke acordou.

- Bom dia, Inuyasha... – Miroke disse entre um bocejo.

- Bom dia. – Inuyasha respondeu.

- Se quiser ir dormir, pode ir. – Miroke disse.

- Não precisa, eu dormi um pouco. – Ele disse.

- Ótimo. Você está precisando descansar mesmo. Está há muitos dias sem dormir. – Miroke disse.

- É, mas eu não posso correr o risco que nos ataquem durante a noite novamente. – Inuyasha retrucou.

- Olha, Inuyasha, eu sei que está preocupado com a Kagome, mas ficar noites acordadas e dias correndo de um lado para outro não vai ser bom para sua saúde, e você precisa estar saudável, principalmente agora que a vida da sua mulher e do seu filho estão em risco. Precisa estar forte para quando a batalha final chegar, você dar tudo de si. – Miroke disse.

- É, eu sei... – Inuyasha suspirou.

Inuyasha pôs-se de pé.

- Miroke, eu vou atrás de comida. – Ele disse. – Pode ficar de olho nas coisas por aqui?

- Claro, vá tranqüilo. – Miroke respondeu.

Inuyasha assentiu e logo sumiu entre a floresta.

Quando Inuyasha voltou, estavam todos acordados, inclusive Kagome.

- Que bom que você voltou. – Miroke disse.

- Inuyasha, eu quero ir tomar um banho. – Kagome falou.

- Não quero comer primeiro? – ele perguntou enquanto colocava várias frutas sobre uma toalha que estava estendida no chão.

Kagome balançou a cabeça.

- Eu prefiro me banhar antes. – Ela disse.

- Tudo bem, então.

Kagome pegou ma toalha dentro da sua mochila, outro kimono e seus óleos de banho. Depois, Kagome e Inuyasha foram até o rio. Kagome se despiu e entrou na água que estava consideravelmente fria e ficou algum tempo submersa, mas com Inuyasha sempre a observando.

Quando ela voltou à tona ficou encarando Inuyasha enquanto pensava nos últimos meses, e também pensava no sonho. Instintivamente, envolveu o ventre, como se para protegê-lo de um inimigo invisível.

- Você está bem? – Inuyasha perguntou ao notar a expressão dela.

Ela meneou a cabeça.

- Um pouco cansada, só isso. – Ela respondeu.

Inuyasha ficou em silêncio, mas Kagome sabia que ele queria dizer algo.

- Inuyasha...

- O que foi?

- Eu tenho tido um pesadelo nas últimas semanas. – Ela disse desviando os olhos dos de Inuyasha.

- Pesadelo? – Ele ergueu uma sobrancelha. Não entendia o por quê dela tocar naquele assunto do nada.

Kagome confirmou.

- Eu sonho que estou em algum lugar que não conheço... Eu estou sozinha. – Ela disse, sua voz diminuindo, mas ainda era audível. – E eu sinto dores muito fortes na barriga, sinto que meu filho está prestes a nascer. Eu te chamo, mas você não está em lugar algum.

- E depois, o que acontece? – Ele perguntou.

- Eu acordo.

Inuyasha piscou ainda tentando entender. Kagome ergueu a cabeça e voltou a encará-lo.

- É por isso que eu não quero ir, Inuyasha. – Ela disse. – Eu sei que quando a hora do parto chegar, eu vou precisar de você por perto. Mas tenho medo de você não estar.

- Kagome, eu vou estar lá quando nosso filho nascer. – Inuyasha disse convincente, mas sabia que talvez não pudesse essa promessa.

- Mas e se não puder? – Kagome disse tristemente.

- Kagome, eu vou acabar o Narake, e isso vai ser antes que o nosso filho venha ao mundo. – Inuyasha disse. – Não precisa se preocupar.

- Mas agora... – Kagome disse, seu olhar estava fixo em seu ventre submerso. – Agora estamos sob ataques constantes, e eu não sei se consigo agüentar essa pressão por muito mais tempo. O inimigo está cada vez mais forte...

- Kagome, não importa quão forte eles sejam eu vou lutar contra eles e vou derrotá-los. – Ele disse categórico.

- Inuyasha, o Narake tá mandando um exército atrás de mim. Nós somos poucos. – Kagome disse. – Eu sei que vocês tentam o máximo, mas talvez o máximo não seja suficiente.

- Você sabe que só há uma saída... – Inuyasha disse sério.

- Eu não quero ir para a outra Era, Inuyasha. Eu quero que o meu filho nasça aqui. – Kagome disse.

- É a melhor chance que temos, Kagome. Ficar aqui é perigoso.

Kagome saiu da água, Inuyasha entregou-lhe a toalha. Ela se secou e depois vestiu o kimono limpo.

- Não há nenhuma outra?

Inuyasha a fitou. Seus olhos cheios de determinação, mas, mesclado ali também havia insegurança e medo. Ele sabia que ela ir para sua Era era o mais seguro a se fazer, mas ele temia nunca mais fitar aqueles olhos novamente, temia nunca poder conhecer seu filho.

Antes nunca havia pensado daquela maneira, sempre estivera convicto de que derrotariam Narake, mas agora, sabendo que perderia muito mais que uma batalha ou a jóia de quatro almas, ele não tinha tanta certeza. Ele não lembrava de sentir-se tão vulnerável, somente se sentiu assim antes de ser lacrado por Kikyou.

Algo pareceu acender-se dentro da cabeça de Inuyasha. Ao lembrar-se de Kikyou acabou topando com a solução de seus problemas.

- Kagome...

- O que?

- Eu... Eu acho que sei a solução...

- Como assim, Inuyasha? – Ela o encarou. Ele pôde enxergar em seus olhos um novo sentimentos junto com aquela mistura de tantos outros: esperança.

- Quando eu estava com a Kikyou, - Ele dizia cautelosamente, não queria chateá-la tocando nesse assunto. – uma vez passamos à noite em um lugar, a área era perigosa, mas este local onde ficamos era bem escondido, era seguro, ninguém poderia nos achar ali.

- Que lugar é esse?

- Eu não lembro o nome, mas, se eu não me engano, não estamos muito longe dele. – Inuyasha disse.

- E por que a área era perigosa? – Kagome quis saber.

- Bom, era um local basicamente habitado por youkais, mas como eu disse, a caverna era escondida e a Kikyou criou uma espécie de lacre que impedia qualquer youkai passar, caso eles nos descobrissem. – Inuyasha explicou.

- Uma caverna? – Ela ecoou.

Inuyasha assentiu.

- Você poderia ficar lá, mas...

- Mas...?

- Não poderíamos ficar com você. Temos que acabar com o Narake antes que o bebê nasça, Kagome.

Kagome sentiu o medo crescer dentro de si.

- E-Eu não vou ficar sozinha numa área cercada por youkais, Inuyasha!

- Eu também não a deixaria sozinha, Kagome. – Ele disse. – Mas eu não vou poder ficar com você lá.

- E com quem eu ficarei lá!? – Ela disse alterada.

- Eu não sei... A velha Kaede, talvez... Podemos pensar nisso depois.

- Inuyasha...

- Kagome, não vê que é o plano perfeito? – Ele a interrompeu. – Você não quer ir para sua era, mas não irá. Você poderá ficar nessa caverna, Sã e salva. Narake não a encontrará lá.

Kagome ponderou.

- Temos que planejar isso direito. – Ela disse. – Calcular quanta comida precisaremos enquanto estivermos lá... E de tudo mais que eu precisar.

- Sim, nós pensaremos nisso tudo. – Inuyasha disse se aproximando de Kagome e depois a envolvendo em um abraço. – Você ficará a salvo, meu amor.

Kagome retribuiu o abraço e aninhou sua cabeça no peito de Inuyasha.

- Isso está perto do fim, não está, Inuyasha? – Ela perguntou, sua voz saiu abafada por seu rosto estar pressionado contra o peito dele.

- Sim. Logo tudo terá terminado e poderemos viver em paz.

“Eu espero que sim.” – Ele completou em pensamentos.


N/A: Olá, pessoinhas *-*

Caaara, que saudade de vcs. Eu sei q a fic ficou abandonada e que eu disse que só postaria quando já tivesse terminado de digitá-la, mas acontece que eu ainda não terminei e me dá um dó deixar ela tão sozinha :/

Eu terminei esse capítulo ha uns dias, mas a internet caiu e só voltou hoje, então não deu pra postar antes --'

Bom, eu não sei quando o capítulo 19 fica pronto, mas vou tentar ao máximo terminá-lo o mais rápido possível, então, para me incentivar um poucoquinho eu queria que vcs comentassem -- Mesmo eu não merecendo por conta da demora. --, eu tenho certeza que me ajudaria muito. :)

Não tenho muito o que falar.

Bjuus

Liligi



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