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Ci Malfoy
Author of 11 Stories

Rated: M - Portuguese - Romance/Humor - Sirius B. & Remus L. - Reviews: 10 - Published: 05-03-08 - Complete - id:4233635

Título: O presente de Remus.

Autora: Cinthya Malfoy

Beta Reader: Nanda W. Malfoy, a filhote "aperta".

Classificação: R (ainda não acredito que escrevi isto!!).

Gênero: Slash

Personagens: Sirius e Remus

Spoilers: Tem não!! o/

Disclaimer: Harry Potter e todos os outros são da tia Joka e da Warner. Mas eu ainda vou seqüestrar o Ronildo!

Aviso: Isto aqui é slash, pessoas do mesmo sexo tirando casquinha uma da outra. Não gosta? Azar o seu!! "risada maligna" Gosta? Have Fun!! \o/

Notas da autora: Esta fic é um presente de casamento e de aniversário para a marida mais... "molesta". Lycanrai Moraine.

Que Baco, o deus do vinho e de outras coisas também, te dê muita inspiração, amoreca.

E que Merlin libere todos os deuses do Slash para brincar com a gente!! XD

E que nunca falte Sirem no mundo!! XD


O Presente de Remus.

Remus Lupin despediu-se dos últimos convidados e fechou a porta do número doze de Grimmauld Place. Suspirando satisfeito, virou-se para o corredor, dando de cara com a mais completa bagunça. “Como é bom ser bruxo!” – pensou, e com um simples “Limpar” toda a sujeira desapareceu. Lupin começou a caminhar pelo corredor em silêncio, lembrando-se da maravilhosa festa que teve.

Seu aniversário. Estava tão cheio de trabalho na escola que nem tinha se lembrado dele. Estranhou quando Harry e Draco apareceram na lareira de sua sala, em Hogwarts, e o convidaram para passar o dia em Hogsmead para comemorar. Mas como era sábado resolveu sair um pouco. Estranhou mais ainda quando os dois amigos se convidaram e insistiram em tomar um chá no Largo, aparatando junto com ele em casa. Ao chegarem, Hermione, os Weasleys, alguns professores de Hogwarts, todos os seus amigos o esperavam com bexigas e chapeuzinhos de festa.

Foi a melhor festa que teve na vida. E foi Sirius quem planejou tudo para ele!

Por falar em Sirius...

- Sirius? Cadê você? – chamou ao pé da escada. Não obtendo respostas, imaginou que o outro já tinha corrido para tomar banho antes dele. “Folgado!” – pensou. Continuou a avançar pelo corredor agitando a varinha: - Limpar.

Remus entrou na cozinha notando que ali a bagunça chegava a ser escandalosa - Lim... – Antes que pudesse completar o feitiço, reparou em algo que sobressaia em meio á sujeira... Um pergaminho roxo e, junto dele, um sapo de chocolate.

Pegando o pergaminho de cima do aparador, Remus reconheceu aquilo que Sirius chamava de “minha letra”.

“Agora, que todos os chatos foram embora, eu posso te dar meu presente.

É um jogo. Você tem que adivinhar a charada e encontrar a próxima pista. Cada vez que você acertar tem que tirar uma peça de roupa – Remus sorriu – Não adianta tentar me enganar, viu Moony?!”.

Sorrindo marotamente, Remus Lupin abriu o pergaminho, gostando do joguinho que Sirius tinha inventado. Leu a primeira charada: “É pequeno, fede e guarda ‘falsos tesouros’”.

O lobisomem riu da charada de Sirius. “Só ele mesmo pra escrever isso...”. (1)

A primeira coisa que passou pela mente de Remus foi a meia de Sirius, mas ele logo percebeu que não podia ser. “Falsos tesouros? Não pode ser uma meia”. Deixando esta parte de lado, Remus se concentrou na primeira: “Pequeno e fede?”. Quanto a isso, ele só conseguia pensar em...

- Kreacher!! – leu novamente - Guarda ‘falsos tesouros’... Aquelas coisas que Kreacher rouba não significam nada para Sirius, então... só pode ser isso. Mas Kreacher não mora mais aqui! – Remus, então, entendeu – A toca dele!

Correndo até o armário onde o elfo-doméstico costumava habitar enquanto vivia na Mansão Black, Lupin abriu as portas e vasculhou, com uma mão, os panos velhos que permaneceram ali enquanto a outra, tampava o nariz – Achei!

O pergaminho desta vez era vermelho e estava dobrado em dois, assim como o outro. Quando Lupin o pegou, outro sapo de chocolate caiu em seu colo. Sorrindo, ele leu a parte da frente: “Pode tirar uma peça, já que é tão espertinho”.

Remus tirou a gravata e, a deixando em cima da mesa, abriu o pergaminho:

“Estou escondido na copa da antiga árvore”.

- Árvore?? Mas que diabos! Não há árvores aqui!!

Lupin pegou sua varinha, a segunda dica e caminhou para fora da cozinha, comendo o sapo – Puxa, Sirius caprichou nessa. Árvore? – parou no meio do corredor encostando-se na parede em frente ao retrato coberto de Walburga Black, que Sirius e Remus não tinham conseguido tirar, mas pelo menos conseguiram silenciar. (2) – Não consigo me lembrar de nenhuma árvore nessa casa. Nem jardim tem. A não ser que... Espere aí! E se não for um jardim o que eu preciso?! – E, como se tivesse respondendo à sua pergunta, o quadro da Sra. Black deu um ronco.

- A árvore genealógica dos Black!!

Remus subiu as escadas correndo, parando em frente à porta da sala de visitas do primeiro andar. Assim que entrou notou que a bagunça também tinha passado por lá – Limpar – Ele andou até a parede e afastou a nova tapeçaria que Sirius tinha colocado para esconder a antiga, que tinha estampada a genealogia dos Black.

O lobisomem lançou um olhar de desprezo para a imensa e desbotada árvore. Enfiou um dedo no buraco carbonizado onde costumava estar “Sirius Black” (3), na esperança de encontrar a próxima pista. Mas não estava lá. Nem no de “Andrômeda Black” ou no de “Draco Malfoy”.

Sem paciência para experimentar cada um dos buracos e muito curioso para saber qual era o seu presente (apesar de ter idéias afinal, ele tinha que tirar a roupa!), Remus apontou a varinha para a tapeçaria:

- Accio pergaminho.

O pergaminho voou até ele trazendo consigo, outro sapo de chocolate que teve a cabeça arrancada com uma dentada. Lupin tirou a camisa alegremente.

“Hum, está indo bem... Já tirou mais uma?” – desdobrando o bilhete, encontrou a dica – “Onde a mesa não foi o bastante para nós dois”.

Lupin ficou incrivelmente corado agora, mas não de vergonha. Sabia muito bem do que Sirius estava falando...

Enfiando a dica de qualquer jeito no bolso da calça, Remus correu até o andar de cima parando de chofre em frente a uma larga e alta porta de madeira negra. Entrou.

A biblioteca dos Black era o local mais escuro e sombrio da Mansão, antes dos marotos mudarem-se para lá. Lupin passou um mês inteiro limpando a imensa sala, se livrando tanto das traças quanto dos livros de magia negra. É claro que tanto trabalho mereceu uma... comemoração.

Olhando em volta Remus corou, agora sim de vergonha, ao ver aonde exatamente Sirius tinha colocado o pergaminho laranja – no parapeito da janela. O lobisomem lembrou-se de como aquele parapeito tinha sido usado na... comemoração. E, apesar da casa não ser visível para os trouxas, o lupino corava só de imaginar algum de seus amigos aparatando na praça em frente á Mansão, chegando para uma visita.

Ao lado do pergaminho, Sirius tinha deixado a melhor barra de chocolate da Dedosdemel. Na parte da frente da nova dica estava escrito: “He he he”.

Sorrindo ao imaginar a cara de safado de Sirius quando escreveu aquilo, Remus começou a ler o bilhete:

“Onde eu cuido de você quando você acorda, depois da lua cheia”.

Sabendo exatamente aonde ir, Lupin deu uma generosa mordida no chocolate e saiu da biblioteca, a varinha na mão. Mas não sem antes deixar sua calça pendurada ali... no parapeito da janela.

...

Parado em frente ao seu quarto, no último andar, Remus sorria para o pergaminho colado na porta. Uma pata de cachorro marcava o bilhete. Embaixo da pata, uma frase curta: “Tire mais uma”. Lupin encostou seus sapatos ao lado da porta, ficando apenas de cueca e meias. Tentando parecer menos ansioso do que realmente estava, entrou no quarto.

Deitado na cama estava Sirius Black... nu.

A única coisa ‘cobrindo’ o corpo de Sirius era uma enorme fita vermelha que se entrelaçava pelo corpo do moreno, terminando num grande laço no topo de sua cabeça.

- Eu disse para você não colocar gravata hoje, Moony – disse Sirius emburrado.

- Ah, então era por isso que você quase me implorou para não colocar a gravata?

- É! A intenção era que você chegasse aqui só de meias... Você sabe como eu fico louco quando você está apenas de meias! – terminou num sussurro rouco.

- Hahahaha, não seja por isso então – falando isto, Remus tirou a própria cueca num movimento só. Andou até Sirius, devagar, parando ao lado da cama e pousando a barra de chocolate e a varinha sobre o criado-mudo. – Você não devia ter me dado tanto chocolate, sabia? Você sabe como fico...

- Selvagem? – Sirius completou sua frase passando um dos braços por sua cintura e o puxando para seu colo – E quem disse que eu não o queria assim?

Black beijou Remus com paixão arrancando deste, um gemido que mais parecia um uivo. (4) – O moreno acariciava as costas do lupino, as mãos grandes e ásperas indo de sua nuca até a bunda, apertando-a e deixando o lobisomem maluco.

– Oh, Padfoot...

Remus se ajeitou melhor no colo de Sirius, colocando uma perna de cada lado da cintura dele e o puxando para mais perto, para desatar o laço em sua cabeça. O animago aproveitou a posição em que estava para se entreter com os mamilos rosados de Remus.

Com as mãos trêmulas, Lupin desfez o laço e desentrelaçou a fita rapidamente do corpo de Black, deixando-a largada aos pés da cama e voltando a beijar o moreno.

Sirius gemeu alto ao sentir os dentes de Lupin mordiscando sua mandíbula ao mesmo tempo em que os dedos compridos dele (5) acariciavam levemente seu abdômen.

Remus já se sentia quente, suado, febril. Momentos que só tinha com Sirius. Todo aquele clima de sedução, a brisa fresca da noite de primavera, o gosto de chocolate ainda em sua boca, os movimentos... Tudo aumentava a excitação de Lupin.

Ele começou a se esfregar na perna de Sirius, criando uma fricção e fazendo Sirius rosnar. (6) O suor escorrendo por suas costas.

- Moony... ah... Moo... Moony!! (7)

Remus sentiu suas pernas falharem ao ouvir Sirius gemer seu nome em seu ouvido. Parou de se movimentar e levantou o quadril lentamente, para sentar-se, agora, no membro ereto de Sirius, jogando a cabeça para trás enquanto sentia o tesão tomar conta de si.

Sirius quase gozou ao ver o rosto contorcido de prazer de Remus. Este impulsionou o quadril para trás quando o pênis do animago atingiu sua próstata o fazendo gritar. Começou a subir e descer o quadril, rebolando no corpo do namorado, arqueando as costas e gemendo. Sirius massageava seu pênis enquanto ele se ocupava em morder e lamber os ombros do moreno.

Os dois beijaram-se, arfantes. Lupin apoiou as mãos na cabeceira da cama quando Sirius segurou em sua cintura e passou a levantar e abaixar seu quadril, aumentando a velocidade. O moreno se concentrou em lamber e mordiscar a orelha do lupino, antes de enfiar a língua no ouvido do outro, imitando os movimentos de entrar e sair que estava fazendo em Remus.

Com isso, Lupin não conseguiu se segurar por muito mais tempo e gozou, deixando novas marcas de unhas na madeira da cama. Gemendo.

Sirius gemeu alto ao ver a expressão de satisfação do outro e gozou também, gritando o nome de Remus.

Os dois continuaram abraçados, meio sentados, meio deitados na cama de casal, respirando de boca aberta, ofegantes. Os olhos negros de Black vasculharam o rosto suado do namorado, encontrando um sorriso bobo brincando nos lábios de Remus, que permanecia com os olhos fechados.

Sorrindo marotamente, Sirius puxou o lobisomem para mais perto, para um beijo molhado e sensual.

- Feliz aniversário, Moony. – disse ainda com os lábios colocados nos dos outro.

- Obrigado, Padfoot – respondeu Remus, se aconchegando nos braços do moreno e deixando-se levar pelo cheiro de Sirius – Foi o melhor presente que ganhei. Pelo menos o mais divertido – disse com um sorriso safado.

- Como assim, foi? – perguntou Sirius com uma das sobrancelhas levantada – Ainda não acabou!

- Não? Tem mais?

- É claro que sim – Sirius afastou Remus levemente e debruçou-se na beirada da cama, dando a Lupin uma magnífica visão. Quando voltou, trouxe consigo uma enorme caixa de madeira.

- Pra mim, Padfoot? O que é? – Remus pegou a varinha em cima do criado-mudo e com um toque dela, a caixa destrancou-se. Abriu a caixa e soltou uma longa gargalhada ao ver o que tinha dentro – Sirius Black, seu cachorro!! – disse a um Sirius sorridente.

Dentro da caixa, milhares de sapos e barras de chocolates da Dedosdemel “sorriam” para ele.


Notas da Autora envergonhada:

1 – Ou a autora maluca... Gente, eu não tenho criatividade. Isto é fato!

2 – Oque é muito chato porque, nada como ouvir a Sra. Black berrando: “Mestiços! Traidores do sangue! Sangues ruins! Vergonha da minha carne! Aberração!!”. corre para reler OdF

3 – Olha o que vocês vão pensar com essa história de buraco do Sirius, hein?!

4 – Essa foi em sua homenagem, Ly! XD

5 – Essa também!! XD

6 – XDDDDDDDDDD

7 - A Nanda que sugeriu!! \o/

...

Bem, como eu disse lá em cima, esta fic é um presente de casamento e aniversário para a marida!! Feliz aniversário, Ly!! Coisas lindosas para você!! E bebidinhas gostosas também!!

Quero fazer um agradecimento especialíssimo à beta e filha querida, ‘fruto desse amor’, hahahahahaha. Nandinha, valeu mesmo por todo o apoio... E por ter largado sua fic pra betar a minha no mesmo dia!! E por guardar segredooooo!! Hahahahahaha.

Adoro vocês!!

...

N/B: Oh tem coisa mais fofa que duas Mamis apaixonadas? "filha orgulhosa"

Adorei a fic inteirinha. E quem disse que você não tem criatividade Mommy? Foi muito legal o joguinho imposto por Sirius!!

Feliz Niver Ly, Mamis queridaaaaa!! E parabéns pela fic Ci, Moomy fofa e amada!!

Reviews, povo!!


Pessoas, espero que vocês tenham gostado. É a primeira Sirem que eu penso em fazer (tudo pela marida).

Na verdade, meu coração bate mais rápido pelo Draquete e Pottenha na cama!! XD

Mas valeu! Eu amo ler Sirem também!! Digam-me o que acharam, sim?!

Reviews fazem bem para o ego da autora, people!!

Beijos, povo! \o/


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