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u.saku-chan
Author of 2 Stories

Rated: T - Portuguese - General/Romance - Sasuke U. & Sakura H. - Reviews: 68 - Updated: 04-16-09 - Published: 06-08-08 - id:4310430

Disclaimer: Naruto não me pertence! ¬¬'

Dedico essa fic a Ayu-chan! Feliz aniversario fofa! Tudo de bom pra voce!


Os seus passos ecoavam pelo corredor à medida que andava a caminho de sua sala. Não havia quase ninguém àquela hora na Central e isso se devia ao fato de que já passavam das duas da madrugada. Continuou caminhando sem se importar com os olhares que lhe eram lançados, que não eram poucos, pelo fato dela estar com um corte na testa, alguns arranhões pelos braços e a blusa rasgada com manchas de sangue. Tudo o que ela mais desejava agora era fazer seu relatório e ir para seu apartamento tomar uma ducha, seguida de um bom chocolate quente.

Acho que umas duas ou três horas de sono viriam a calhar...”

- Droga, Haruno, o que você pensa que está fazendo aqui? - ela parou de andar e se virou para Sarutobi, seu comandante, que não parecia estar satisfeito por vê-la na Central àquela hora e em aquele estado.

- Estou indo fazer meu relatório, Comandante.

- Acho que deixei bem claro que você deveria ir para um hospital!

- O senhor sabe que hospitais não me agradam. Além do mais, isso não foi nada. Tenho que fazer meu relatório agora enquanto estou com a mente limpa. O senhor sabe como os analgésicos me deixam diferente.

- Se você seguisse os procedimentos padrões não precisaria se entupir de analgésicos para aliviar a dor! Vá ver o nosso médico de plantão!

- Comandante, eu...

- Isso é uma ordem, detetive! Não me faça arrastá-la até lá!

- Sim, senhor! - resmungou enquanto caminhava para o outro lado da Central. Chegando ao pequeno consultório, sentou-se numa maca esperando pacientemente que o médico parasse de encará-la assustado e começasse o serviço.

- O que houve? É a primeira vez que te vejo aqui, detetive. - disse o médico, pegando o material necessário para limpar os ferimentos e tratá-los devidamente.

- Assunto oficial. E pode crer que será a primeira e a última vez que você me verá aqui! - Sakura pensou que só estava ali porque estava cansada demais para brigar com o comandante. Sua cabeça latejava muito forte, os hematomas começavam a aparecer em sua pele branquinha e suas costelas doíam tanto, a ponto de achar que estavam quebradas. Ficou em silêncio enquanto observava o médico limpar seus ferimentos, passar uma pasta incolor nos seus hematomas, enfaixar seu torso e manusear habilmente o bastão de sutura sobre o corte na sua testa.

- Isso é o máximo que eu posso fazer por você! Aconselho a passar num hospital e...

- Dispenso. - interrompeu o jovem médico e saiu da sala, sem nem dar tempo dele argumentar.

- Tiras! - resmungou ele guardando o material e olhando de minuto em minuto no relógio, esperando o fim do seu plantão.


Chegando ao seu escritório, ordenou com a voz cansada:

- Ligar luzes! Claridade cem por cento!

Caminhou em direção a sua mesa e se sentou em frente ao computador.

- Computador, ligar!

- Identificação e senha, por favor!- pediu uma voz metálica e arrastada.

- Detetive Haruno Sakura, identificação 2905SU. – disse de forma clara enquanto digitava a senha no teclado.

- Acesso autorizado!

- Abrir pasta 3H - caso Brian O’malley! - ordenou ao computador, que travou e, ao receber dois tapas na lateral, fez o que lhe foi mandado. Sakura ingeriu um pouco de café – ou como chamavam aquela mistura preta de compostos orgânicos, já que desde a queimada das florestas tropicais só os mais ricos e privilegiados tinham o prazer de desfrutar do produto real, torrado e moído a partir de deliciosos grãos colombianos, onde a cafeína cantava – e passou a trabalhar de forma rápida e precisa no seu relatório.

Uma hora e meia depois, ela se encontrava no seu apartamento, banhada, sentada na cama bebericando uma caneca de chocolate quente, enquanto olhava de forma agressiva para uns três analgésicos em sua mão direita. Desde que saíra da Central, sua dor de cabeça aumentara mais e mais. Estava tentando se decidir se tomava ou não a droga do remédio.

Algumas horas atrás ela finalmente havia descoberto junto a uma fonte útil o paradeiro do assassino do pequeno Brian O’malley. Sua fúria era enorme. Mesmo no ano de 2076, na era da tecnologia, onde a cura de várias doenças foi descoberta e os índices de pobreza eram baixos, a violência ainda estava lá! Era algo que nunca iria mudar na sua opinião. Não importava quantos anos se passassem, a violência sempre estava presente e era o dever dela e de outros milhares de tiras reverterem essa situação. Brian era só uma criança de onze anos que estava no lugar errado, na hora errada e por isso foi assassinado de forma brutal. Quando Sakura invadiu o esconderijo do assassino, ele reagiu atirando com uma arma de fogo, que era ilegal desde a proibição delas no século passado, e tentou fugir. Mas ela conseguiu agarrá-lo e juntos rolaram pelo chão numa luta pela sobrevivência, onde a detetive saiu bem sucedida embora machucada, mas não mais do que ele.

- Que se dane! - resmungou ela atirando os comprimidos do outro lado do quarto, tomando o resto de seu chocolate e se enfiando debaixo das cobertas para tirar umas poucas horas de sono.


Eram nove da manhã quando ela se apresentou na Central de Polícia. Sentia-se bem melhor já que a cabeça não doía mais e ela conseguia pensar com clareza. Entrou no seu pequeno escritório, arquivou alguns discos e se pôs a trabalhar no computador e a marcar datas de audiências no tribunal.

- Odeio isso. - lamentou-se ao ver a pilha de papéis que deveria ter organizado há muito tempo, e como não tinha nenhuma prioridade no momento decidiu separar e arquivar todos.

Na hora do almoço, levantou-se e olhou o que tinha no menu do seu food-ex, um tipo de balcão em que se abastecia com comida e, de acordo com os ingredientes fornecidos, o computador criava pratos variados. Fez uma careta ao reparar que, para seu extremo desgosto, só tinha café e torrada para comer. Como estava sem vontade de ir para alguma lanchonete, resolveu se contentar com o que tinha.

Tenho que me lembrar de abastecer essa droga.” - pensava enquanto mordia um pedaço do pão que já estava um pouco velho.

Quando finalmente conseguiu se livrar de todos os papéis que estavam em cima de sua mesa, alguém entrou em sua sala sem nem ao menos bater na porta. E só tinha uma pessoa que fazia isso.

- O que faz aqui, Tenten? – perguntou olhando para a amiga, que usava um vestido vermelho curto colado ao corpo, com botas da mesma cor que iam até as coxas, toda trançada com cadarços pretos; os seus cabelos estavam cacheados e desciam até o meio de suas costas, e de maquilagem sombra preta e um gloss.

- Vim ver você! Faz tempo que você não aparece lá no Lagoa Azul! - respondeu fazendo biquinho.

- Desculpe-me por isso, Tenten! Prometo que passo por lá hoje!

- Muito trabalho? - perguntou enquanto segurava-lhe o rosto e passava os polegares de leve na sombra que havia embaixo dos seus olhos.

- Normal. Consegui pegar o cretino á algumas horas atrás... - disse suspirando e se sentindo vulnerável por estar tão cansada. - Passo lá hoje e depois podemos ir lá pra casa assistir algum filme e encher a cara, o que você acha?

- Mais que demais! - sorriu de uma orelha a outra, beijou o rosto da amiga e acrescentou enquanto se encaminhava para a porta. - Tenho que ir. Vou ensaiar agora!

- Até mais tarde! - disse observando-a sair. Mal se sentou em sua cadeira e ouviu seu holo-cel tocar. - Autorizar vídeo! - disse ao atender, fazendo surgir uma imagem holográfica de seu comandante.

- Detetive Haruno, solicito sua presença imediatamente em minha sala!

- Sim, senhor!


Chegando ao escritório do comandante, encontrou-o sentado em sua grande poltrona com os olhos fixos em uns papéis que estavam dentro de uma pasta aberta, e a testa franzida como se não estivesse gostando nada do que estivesse lendo ali. Assim que ele percebeu sua presença, indicou uma cadeira com a cabeça para ela sentar.

- Comandante! - cumprimentou antes de se sentar.

- Haruno, vou direto ao assunto. Tenho algo para você!

- E o que seria?

- Tem acontecido uma série de furtos nos últimos dois meses. Os ladrões levam dinheiro e produtos fáceis de repassar, como jóias e eletrônicos.

- Isso não é trabalho para a divisão de homicídios, comandante.

- Até agora!

- O que o senhor quer dizer com isso?

- Ontem aconteceu mais um assalto a uma residência. A Sra. Vandoren e a filha Valery de 17 anos estavam em casa. Elas foram violentadas, mortas e tiveram seus bens roubados.

- O que leva a crer que a morte delas foi ocasionada pela mesma pessoa, ou mesmas pessoas?

- Os alvos variam tanto quanto os locais onde moram. - falou o comandante, sério. - Casais jovens, casais de meia-idade, solteiros. Mas todos têm uma coisa em comum: saíram para se divertir na noite do furto. Só que por falta de sorte as duas voltaram para casa enquanto eles faziam o serviço, e como foram descobertos resolveram matá-las e...

- E como se não bastasse resolveram estuprá-las! - grunhiu com raiva.

- O caso agora é seu, Haruno!

Sakura suspirou profundamente.

- A não ser que você queira passá-lo para alguém. - completou o comandante, notando a fadiga e as olheiras dela.

- Eu aceito o caso! - e para dar mais firmeza às suas palavras, pegou a pasta em cima da mesa e começou a analisar meticulosamente os papéis que estavam dentro dela. - Em seis dos treze casos de furto, as vítimas saíram para se divertir no Petit Gateau, que pertence ao senhor...

- Uchiha Sasuke. - interrompeu Sarutobi, com um sorriso ao se lembrar do seu ex-protegido. Quando Sasuke era criança, fora abandonado pela família na rua e a única forma que ele encontrara para sobreviver fora roubando e sendo esperto. O jovem Uchiha tinha dedos muito leves e uma sorte e astúcia com jogos que lhe permitia não passar fome. Sarutobi achou-o uma vez com uma barraca do jogo do bicho e simpatizou com o garoto. Colocou-o num reformatório e fez de tudo para que ele freqüentasse a escola. Sasuke sempre fugia, mas Sarutobi sempre o achava. Com o tempo, o garoto caiu na real e simpatizou com o velho senhor que sempre cuidava dele, e hoje o considerava um pai, mesmo que não dissesse isso a ele. - Vou falar com ele hoje!

- Sobre?

- O colocarei a par da situação! Ele está vindo para uma reunião!

- Comandante, qual o motivo de envolver um civil numa investigação policial?

Antes que ele pudesse responder, o seu holo-cel tocou. Ele tirou o pequeno aparelho cilíndrico de cor azul-metálico, menor do que a sua mão, de dentro do bolso e olhou o visor.

- Bloquear vídeo.

- O senhor Uchiha acaba de chegar. - anunciou Ino, a secretária do comandante, dando um suspiro trêmulo e apaixonado.

- Espere um instante! - olhou para Sakura. - Vá para sua sala, dê uma boa olhada nessa papelada e vá para casa dormir! - Sakura fez cara feia quando ouviu a palavra dormir, acenou com a cabeça e saiu da sala. – Ino, mande-o entrar!


- Sr. Uchiha? O comandante irá recebê-lo agora. - sorrindo polida, a secretária se levantou para abrir a porta, dando uma boa olhada no visitante. O olhar dele alertava quanto a ser perigoso, bem como o modo de andar: gracioso e ágil como um gato. Ele deu um sorriso, tão cheio de poder e charme que ela suspirou feito adolescente.

- Obrigado.

Enquanto entrava na sala, Sarutobi já se levantava para recebê-lo, e antes que tivesse tempo de raciocinar foi agarrado por um abraço.

- É muito bom revê-lo, meu rapaz! Sente-se! - falou largando-o e voltando a se sentar na sua cadeira. - Obrigado por vir!

- É difícil recusar um convite do comandante da Central de Polícia. -

Sarutobi riu.

- Deseja algo para beber?

- Não, obrigado.

- Vou tomar um pouco de café, se importa? – perguntou, e ao vê-lo negar com a cabeça se levantou, foi até o seu food-ex e se serviu com uma xícara de café fumegante e cheiroso.

- Gostei da sala... - comentou Sasuke, enquanto percorria os olhos pelo lugar.

- Nunca pensei que fosse me enfurnar dentro de um escritório. - comentou bebericando o café.

- Saudade da rua?

- Pode apostar! Como vai o novo estabelecimento?

- Bem. Temos tido boa freqüência.

- Bom saber!

- Qualquer dia vá lá com sua mulher. Drinques e jantar por conta da casa. - Sasuke percebeu que o comandante ficara muito sério. - O que houve?

- Sasuke, estou com um pequeno problema e acho que você pode me ajudar.

- Diga.

- Tem havido uma série de furtos nos últimos dois meses.

- Na mesma área?

- Não, em toda parte.

- Bem, o que posso fazer? - Sasuke arqueou a sobrancelha em sinal de desconfiança. - Você sabe que a minha especialidade agora é outra.

- Todos os alvos têm uma coisa em comum: saíram para se divertir na noite do furto.

Sasuke estreitou o olhar.

- Em um dos meus estabelecimentos?

- Em seis dos casos...

- Está querendo saber se eu estou envolvido? - perguntou se levantando e olhando a vista da cidade de Nova York através da janela.

- Lógico que não! Confio em você, Sasuke!

- Alguém está selecionando alvos em um de meus estabelecimentos...

- Correto!

- Não gosto disso! Qual deles?

- O Petit Gateau.

Sasuke assentiu.

- Clientela de alto poder aquisitivo. Faz sentido... - e se virou para encarar o “pai”. - O que quer de mim, Sarutobi?

- Quero que ajude na investigação.

- Você quer colocar tiras entrando e saindo do meu bar? É isso?

- Por favor, Sasuke!

- Está bem. - disse com um suspiro. Só pelo fato de Sasuke ter grande lealdade, carinho e afeto pelo velho comandante que ele aceitou a proposta.

- Quero que você arranje uma vaga de garçonete no seu bar...

- Por quê? Cansou de ser comandante? - perguntou com um tom irônico, enquanto surgia em seus lábios um sorriso pequeno.

- Haha! O mesmo senso de humor! - falou balançando a cabeça em sinal de negação. - Vou colocar um agente infiltrado lá! Fica mais fácil de controlar a situação! Uma equipe vai ficar do lado de fora monitorando tudo! Qualquer coisa errada eles estão prontos para agir!

- E quem é a pessoa que vai trabalhar no meu restaurante?

- Era pra ela estar em casa a essa hora, mas como eu sei que ela é teimosa, ainda deve estar aqui na Central. - pegou seu holo-cel e ligou para a detetive. - Haruno, venha à minha sala! - falou quando ela atendeu.

Estava estudando os relatórios, quando o comandante a chamou. Já se preparando para o caso de ele mandá-la para casa, começou a guardar todo o seu material dentro da pasta e trancou na gaveta de sua mesa. Sua vontade era a de levar os relatórios consigo para casa, mas tinha prometido a Tenten que iria no Lagoa Azul vê-la apresentar seu novo número e iria cumprir essa promessa.

Chegou à porta e deu três batidas, ouvindo em seguida um abafado “Entre!”.Entrou na sala e se deparou com um incrível moreno de olhos e cabelos negros. Ele era quase ridiculamente bonito. Com o rosto perfeito, as maçãs do rosto bem talhadas e a boca esculpida. O cabelo, de um preto azulado, era liso, cheio, pesado, com uma franja na frente e se lançava para trás de forma rebelde, o que lhe dava um ar extremamente sexy. Os olhos mais pareciam duas pérolas negras e a fitavam com uma intensidade tão forte que ela se sentiu um pouco acuada.

Ela encarou-o de forma firme, mas seu rosto marcante não deixava transparecer nada. Em uma primeira avaliação, ela o teria julgado frio, um iceberg humano. Mas ali devia haver calor. E por um momento ela desejou poder se queimar.

- Sasuke, essa é a detetive Haruno Sakura. - apresentou o comandante.

- Muito prazer! - disse Sakura estendendo a mão para ele, que, para a sua surpresa em vez de apertá-la, levou-a aos lábios e beijou-lhe os dedos.

- Igualmente.

- Sente-se, Sakura, vou lhe explicar o plano já que Sasuke concordou em cooperar! - falou o comandante conduzindo a jovem até uma cadeira e indo se sentar na sua.

Enquanto Sarutobi explicava o plano para a detetive, Sasuke a observava. Pernas longas, cabelos róseos, boca carnuda e olhos cor de esmeralda. Os cabelos eram curtos, cujas pontas roçavam na jaqueta de bom corte e cor de aço que ela usava. Ele olhou para ela com a cabeça para o lado e passou a fitar seu rosto – muito interessante na sua opinião. Inteligente, teimoso, sexy. E para completar o conjunto perfeito, tinha a voz que era levemente rouca. Ela era durona, ele avaliou enquanto a via discutir algumas idéias com o comandante, mas tinha a certeza que havia algo macio e quente por baixo daquilo. E por um instante pensou se ele teria a oportunidade de descobrir.

- Bom... Então está tudo certo! - disse o comandante se levantando. - Amanhã mesmo a Sakura começa a trabalhar no seu restaurante!

- Já que vocês não precisam mais de mim, vou preparar a equipe que vai me dar apoio! - Sakura se levantou, deu uma última e discreta olhada para Sasuke e saiu da sala.

- Precisa de mim para mais alguma coisa? - perguntou Sasuke.

- Não, meu rapaz! Agradeço-lhe muito pela ajuda! - disse surpreendendo o jovem Uchiha com outro abraço.

- Okee. Já vou indo, tenho que preparar os empregados!

- Tudo bem!

- Mande um beijo para Sasame. - Sasuke saiu da sala, passou pela mesa da secretária, que se insinuou para ele de forma maliciosa. Mas este estava tão absorto em seus pensamentos que nem notou. Algo na detetive Haruno havia chamado a sua atenção. Alguma coisa nela o atraía. Mas não podia se dar ao luxo de se envolver com ela, principalmente pelo fato dela ser uma tira. Com a exceção de Sarutobi, Sasuke não tolerava tiras.

Tsuzuku...


Bastidores...

kk-chan: Yo minna!! Aqui estou eu novamente, com mais uma fic! \o/

Sasuke: Acho que dá pra eles perceberem isso! u.u'

Sakura: Não começa Sasuke! - brigou dando um beliscao no braço dele -

kk-chan: Como eu ja disse, dedico essa fic para Ayu-chan! Uma grande escrita que eu admiro muito e que hoje esta completando aninhos! xD

Sakura: Feliz níver Ayu-chan! Que Kami-sama ilumine sua vida!

Sasuke: Idem...

kk-chan: Espero que voce goste!

Sasuke: Eu sou protagonista dessa fic, já é um grande motivo pra ela gostar! - sorriso superior -

kk-chan: Tem gente que se acha...

Sasuke: u.u'

kk-chan: Queria agradecer a minha nee-chan!! Mye-chan!!

Sakura: Muito obrigada por ser a nossa beta nessa fic Mye-san!

Sasuke: Ela nao ta fazendo mais do que a obrigaçao dela!

kk-chan: u.u'

Sasuke: Isso é o minimo que ela faz! Afinal, sou eu quem sofro nas maos dela!

kk-chan: Dramatico!

Sakura: Nyah! Nao tenho nada do que reclamar! Adoro os finais das fics! - olhinhos brilhando -

kk-chan: Sim, pois é! Vou mandar um garrafao de coca de 20 litros pra nee-chan! o/

Sasuke: Viciadas! ¬¬

kk-chan: Com orgulho! xD

Sakura: Crianças, comportem-se!

kk-chan: Ayu-chan!! Ta na hora de apagar as velinhas, vamos cantar aquela musiquinha! parabens pra voce! parabens pra voce! pelo seu aniversario! \o/

Sasuke: Ela regrediu... ¬¬'

kk-chan: Hoje vai ter uma festa, bolo e guaraná muitos doces pra voce!... Parabens! Iuhu! Parabens! Iuhu! Hoje é o seu dia, que dia mais feliz! o/

Sasuke: Cruz credo!

Sakura: Ah! Eu gosto...

kk-chan: Bom espero que todos gostem dessa nova fic! Qualquer critica, comentario, sugestao serao bem vindos!... Beijos!!

Sasuke: Deixem reviews!

kk-chan: Happy Birthday to you! Happy Birthday To you... - continua cantando empolgada -

Sakura: Começou... u.u

Sasuke pega kk de forma brusca, coloca no ombro e sai da sala juntamente com Sakura.



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