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Rated: K - Portuguese - Romance - Naruto U. & Sasuke U. - Reviews: 9 - Published: 07-06-08 - Complete - id:4375786

.Ooame.

Estava uma tarde chuvosa. Bem, chuvosa é eufemismo. Era quase Dezembro e, possivelmente, aquela seria a última chuva que teria. Depois só nevaria. Três meses nevando direto. Mas, como a temperatura no Japão é algo que não nos interessa, voltemos à fanfic.

Então, aquela chuva era gélida e com gotas grossas. Da cozinha, Naruto pôde ouvir os granizos começarem a cair e, olhando pela janela se esqueceu do que estava fazendo, até ouvir um ronco visivelmente alto e... Doído.

“Chikuso... Não tem Ramen...” reclamou, ouvindo em protesto a barriga roncar novamente. “Vou ao Ichiraku” o rapaz foi apressado até o quarto e abriu o guarda-roupa. Depois de escolher um pouco, pegou duas muda de roupas, que eram exatamente iguais, e ficou na dúvida entre qual usar.

Pôs a primeira em frente a si e olhou-se no espelho, não gostando do resultado pôs a segunda e, achando que ficou, sem dúvida, mil vezes melhor que a primeira caminhou para a porta, quando, ouvindo um trovão particularmente alto, estancou.

Não que estivesse com medo... Um Shinobi não deve temer nada, certo? Certo! E Naruto era um Ninja, portanto não tinha medo. Uzumaki sabia, e como sabia que o mínimo que poderia acontecer se saísse de casa em uma tarde chuvosa, digo, a possivelmente, última tarde chuvosa que é considerada como eufemismo, era pegar uma pneumonia... E o máximo, mas ninguém nunca leva isso em consideração mesmo, era passar por uma árvore e tomar um lindo e veloz trovão bem no meio do crânio. E morrer, claro! Mas como o protagonista nunca morre antes do fim, Naruto foi confiante à sua jornada.

Olhando-se no espelho pela última vez e dando um olhar desejoso àquela primeira muda de roupa, o pequeno abriu a porta e, percebendo que esqueceu seu guarda-chuva, deu meia volta e voltou, mas lembrando-se que ninguém nunca usara guarda-chuva no anime, resolveu esquecer e foi, como muitos dizem, avante e além. Além até o Ichiraku, óbvio.

O loirinho kawaii que todos amam saiu saltitante – às vezes parando, porque saco vazio não saltita – até o Ichiraku, andando, digo, saltitando, ah!, andando e saltitando por debaixo das marquises, desviando de pequenos e indefesos gatinhos que se lambiam para tentar secar-se – essa frase realmente não tem sentido, tem?

O pequeno Uzumaki, que na real deveria ser Namikaze, virou a esquina e com os olhinhos azuis fechados, abriu os braços como se fosse abraçar a barraquinha, gritou: “OJISAAAAN”, e correu até a mesma. Entretanto, com medo de pisar em um gatinho molhado que queria ficar seco se lambendo, ou tropeçar e cair de cara no chão, ou até mesmo bater de cara em algo, ou pior encontrar Michael Jackson, que saiu sabe-se lá de onde, e “tarar” ele... O pequeno loirinho abriu seus olhinhos e, quando viu a pior imagem da sua vida, arregalou-os, deixando-o fofamente decepcionado.

O Filho de Namikaze que na verdade se chama Uzumaki leu em letras grandes e garrafais: “FECHADO POR CAUSA DO ‘TORÓ’” e depois, como se fosse um pós escrito: “Não coma Ramen em uma tarde chuvosa (eufemismo)! Deixe para a Primavera, ;D”

Naruto não acreditou no que lia. Teuchi-Ojisan estava traindo-o! Era uma calúnia! Naruto disse, não disse? Datte bayo! Namikaze ou Uzumaki, que seja, disse ao Ojisan que pagaria o Ramen de três anos atrás! E, sempre que ia com o kawaii e apertável do Iruka, ele pagava o Ramen que comia. Entretanto, como o pequeno anjinho denominado Naruto, que não sabemos, na real, se é Uzumaki ou Namikaze – eu voto em Namikaze, ó que bonito! Namikaze Naruto –, é a vítima... Iremos, propositadamente, esquecer que Iruka-Sensei sempre paga o Ramen.

O pequeno correu até a barraquinha e, cego pela raiva de ser traído assim, sem mais nem menos, atropelou o coitado do gatinho que saiu voando mundo afora.

“OJISAAAAAAAAN, OJISAAAAAAAN!!” Naruto gritava, batendo na janela fechada da barraquinha. “Abre, Ojisan! Eu juro que nunca mais deixo de pagar um Ramen!” Nada. Nada que o loirinho fizesse adiantaria. Ichiraku estava fechado e pronto, acabou! Fim de linha. The end. Owari. Ponto final. Aceite meu caro Naruto-Chan.

O pequeno Ninja traído, iludido e depressivo caminhou lentamente sem ver por aonde ia. Uma cachoeirazinha escorria de seus olhinhos azuis que, misturando-se à chuva, formava um laguinho por onde ele passava. Namikaze, digo, Uzumaki cego pela traição, raiva, ressentimento, tristeza e, o mais importante, fome (!) não percebeu que o caminho que pegava não levava à sua casinha, mas sim a uma clareira em uma floresta. Bem, não era tão floresta, assim... Era mais um lugar abandonado cheio de árvores, onde os Shinobis de Konoha treinavam.

“Agora eu posso entender o Sasuke...” Disse chorando, mas, como se estivesse se lembrando de algo, deu um sorrisinho. Mas voltou a chorar quando sua barriga roncou. “Ojiiiiiiisaaaaaan...! Por que você fez isso comigo!? Logo eu! O cliente que mais te dá dinheiro!”

Naruto apoiou um braço em uma árvore e recostou a cabeça nela, chorando descontroladamente. Até que se deu conta de que perto de sua casa, definitivamente não existiam árvores... Não em abundância. Uzumaki, ou Namikaze, cessou o choro e olhou em volta. Não havia nada. Bem, ‘nada’ porque o loirinho não esperava encontrar árvores e mais árvores, coelhos e outros bichos. Mas sim casas e lojas!

O pequeno olhou para trás e qual sua surpresa? Descobriu que não conhecia nada por lá. Então, tendo uma idéia genial, que na verdade não era genial, o Shinobi pôs-se a andar de costas, refazendo o caminho.

Achando aquele silêncio que não era exatamente um silêncio, porque tinha o barulho da chuva, Naruto começou a cantar um cântico qualquer. Enquanto andava de costas.

Um elefante incomoda muita gente... Dois elefantes incomodam muito mais...”

O loirinho continuou alegremente, pois a música fazia-o esquecer a traição do Ojisan contra sua kawaii pessoa. O pequeno, por causa da música, não deve ter notado, mas Uzumaki, ou Namikaze, não estava saindo e muito menos chegando perto do início da floresta, e sim se embrenhando mais.

Oitenta e sete elefantes incomodam muita gente... Oitenta e oito incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam, incomodam muito mais...!”

O loirinho fofinho continuava cantando alegremente.

Oitenta e oito elefantes incomodam muita gente... Oitenta e nove elefantes incomodam, incomodam, incomodam, inco-...”

“Naruto!” O loirinho ouviu uma voz conhecida e, sem perceber, sorriu e corou.

“Sasuke? Eu não sabia que você estava aqui...” disse meio dengoso, ou seria seu nariz que ficara entupido e sua voz saiu fanhosa?, procurando o moreno

O Uchiha, que realmente se chama Uchiha, apareceu, pulando de uma árvore, na clareira em que Naruto estava e, que por coincidência, era a mesma do início!

“Bem, não era para me acharem mesmo. Sakura queria sair comigo... Eu disse não, óbvio,” apressou-se a dizer, “mas parece que ela não liga para recusas... Ela é irritante. Se bem que essa música esdrúxula que você está cantando é bem mais irritante.” comentou. “Então vim para cá.” Concluiu encostando-se na árvore.

“Ah...” o loirinho disse ainda vermelhinho. “Hei! Minha música não é irritante.”

“Que seja” comentou indiferente. “E você? O que faz aqui?”

“Bem... Eu me perdi.” Respondeu lacônico.

Sasuke não respondeu. Não adiantaria dizer: “Você só não é mais burro, porque falta espaço” ou coisas do gênero. O Uchiha, digo novamente: que é Uchiha, deu a volta na árvore, onde a chuva caia menos por causa dos ramos frondosos, e sentou-se ao pé dela.

O loirinho ficou olhando entre triste e decepcionado para a árvore, onde outrora estava o corpo aconchegante, digo... Digo... Er... Seco – boa! – de Sasuke. Naruto olhou para si próprio e viu que suas roupas estavam encharcadas.

O pequeno caminhou decidido até a árvore onde o Menino-Que-Sobreviveu estava e, atravessando-a, sentou ao lado do Uchiha-Sobrevivente. Sasuke olhou-o de soslaio e voltou sua atenção para frente, onde um coelho se acasalava com outro coelho – :o –.

“Nee, Sasuke... Depois você me ajuda a chegar em casa?” Naruto sussurrou. Não sabia o porquê, mas, pra ele, aquele momento ou cena, que seja, necessitava de silêncio.

“Tudo bem.” Respondeu, desviando o olhar da cena promíscua.

Os dois ficaram em silêncio. O loirinho que não gostava de silêncio pensou na probabilidade de voltar a cantar aquela música digna de orgulho, mas não queria chatear o amigo. De ora em ora ele fitava o companheiro, mas este encontrava-se parcialmente corado olhando para o outro lado.

“Aí... Eu gosto da Sakura, ta? E ela não é irritante.” Comentou zangado pelo comentário que o Uchiha, que é Uchiha, fizera há meio século atrás.

O moreno olhou com ferocidade para ele e disse: “Eu acho ela irritante e ela, pra mim, sempre será! A menos que provem o contrário, o que, com certeza, não acontecerá.” Falou irritado.

“Ela não é.” Naruto disse com convicção. “Ela apenas gosta deveras de você... Assim como todas as outras garotas.” O loirinho disse com desdém. “A Ino também gosta de você... E, Sasuke, você não a acha irritante.” Uzumaki, ou Kamikaze, ops, digo, Namikaze, afirmou contemplativo. “Talvez... Você goste da Ino...” Naruto comentou zangado, agora ficando mais vermelhinho que antes.

Pausa. Piadinha infame: O que é um pontinho vermelho numa floresta? Naruto! A pimentinha ambulante! Fim de pausa.

“Claro que não! Que idiotice!” retrucou exasperado. “Eu não gosto da Ino... E muito menos da Sakura.”

“Então por que você não chama a Ino de irritante?”

“E por que você fica defendendo a Sakura? Ela vive te batendo, certo? Ela te despreza e corre atrás de mim!”

“Ah... Er, eu acho que não gosto da Sakura como eu pensava que gostava...” Naruto começou vacilante, enquanto Sasuke se endireitava para prestar atenção na explicação. “Assim, eu gostei dela, mas acho que era algo meio que superficial... É que... Sabe, eu acho que conheci um tipo de... Um tipo de amor mais forte do que eu tenho pela Sakura...” disse, ficando novamente vermelho. “A Sakura... Ela é uma ótima pessoa! Ela tem erros como todas as garotas da idade dela, mas... Se lembra no Torneio Chuunin? Ela quase morreu para que não encostassem um dedo na gente. Mesmo sabendo que ela não teria chance com o mais fraco daquele trio, ela nos defendeu.” Falou convicto, mexendo na graminha úmida.

“Che... Tudo bem, mas... Mas... Ah! ‘Kay, eu concordo com você. Mas, eu não sei, ela consegue me irritar! Você corre, ou... Corria atrás dela e a dita cuja te desprezava! É... Humpf.”

Resmungou. “E eu não chamo a Ino de irritante porque eu não convivo com ela... Já com a Sakura, sim.”

Eles, novamente, ficaram em silêncio. Os coelhos hentai agora estavam deitados do lado de um arbusto. A chuva diminuíra e, agora, era possível enxergar algo a mais de dez metros de distância.

De repente, não mais que de repente, Naruto espirrou e Sasuke que estava concentrado em algo (des)interessante levou um susto.

“Você vai se resfriar...” Uchiha, nada mais que Uchiha, comentou encostando a mão no casaco laranja do loirinho. “Seu casaco está úmido! É melhor você tirar, se não você pode pegar uma pneumonia!”

“Qual é, Sa-su-ke-Chan,” gracejou. “eu sou um Shinobi de Konoha! Nada vai me acontecer, porque este é o meu jeito Nin...”

“Eu não quero saber se este é o seu jeito Ninja de ser!” Sasuke falou, reprimindo-o. “Eu digo isso por que... A pior coisa que existe é ficar doente e... Bem, não ter ninguém para cuidar de você.” Murmurou enquanto sua voz ia morrendo.

Naruto repentinamente sentiu-se triste e culposo. O loirinho órfão não tivera pais, ou melhor, tivera, duh!, mas era muito pequeno e, claro, não se lembrava de nada. Dos carinhos, do aconchego e de tudo que o fizesse lembrar a família. Mas Sasuke, sim. Ele tivera tudo o que Naruto não tivera e perdeu. Realmente... Naruto, sem saber o porquê, se sentiu a pior pessoa do mundo.

O Uchiha, apenas Uchiha, percebeu a reação do menor. Não era exatamente esta reação que esperava. Não aguardava que o menino reagisse desta maneira, portanto acrescentou: “Tudo bem, Na-ru-to-Chan” gracejou também, fazendo a mesma coisa que o mais novo fez.

“Humpf” fez o Uzumaki ou, como preferir, Namikaze ficando vermelho.

O pequeno olhou para o lado oposto, tentando esconder o rubor. Mas então (!) ele sentiu seu zíper sendo aberto! O zíper do casaco, óbvio! Humpf. No susto, Naruto olhou para seu tórax e, vendo uma mão, e não um mamão, olhou para Sasuke, obviamente o dono dela.

“Un?” perguntou, olhando para o rostinho surpreso, como se pedisse a confirmação. “É melhor que tire, Datte ba.” Perguntou, com a mão segurando o zíper perto do colarinho.

O pequeno amável e apertável que todos amam e dá vontade de morder ficou vermelho e...

Piada infame dois: O que é um pontinho vermelho no meio da floresta? Um tomate, \ô/

... Ficou vermelho e concordou, acenando positivamente e lentamente com a cabeça.

Sasuke continuou a abaixar o zíper e então, puxou um pouco o menor para frente, para que pudesse retirar o casaco úmido, deixando-o apenas com a camiseta preta que estava meio molhada, meio seca, entretanto em melhores condições que o casaco.

Uzumaki, ou como eu prefiro pensar, Namikaze sentiu um arrepio quando o casaco foi retirado. Um frio perpassou todo o seu corpinho kawaii e, abraçando-se a si mesmo e flexionando os joelhos, deitou a cabeça sobre o mesmo.

Sasuke olhou-o de relance. Naruto percebeu e o olhou de volta.

“Quê?” perguntou, sentindo um frio arrepiá-lo por inteiro.

“Não... Nada...” disse, lançando-o outro olhar, mas logo desviando para frente.

“Que foi, ‘te bayo!” reperguntou zangado.

O moreno não respondeu. Quando Naruto queria saber algo, ele não desistia, então era melhor ignorá-lo. Pensou o Menino-Que-Sobreviveu.

“Humpf. Baka” Naruto resmungou ainda zangado.

Sasuke parecia travar uma batalha interna, enquanto que Naruto se arrepiava há cada brisa que os perpassava.

De repente, e não mais que de repente, o mais alto foi se aproximando meio hesitante do menor. O Jinchuuriki olhou-o questionador, mas nada disse, ainda olhando para o Uchiha, somente Uchiha, viu-o corar parcialmente e, seus olhinhos azuis se alargaram em surpresa quando o moreno calculista que todos odeiam amar, ou que amam odiar, que seja, passou o braço por cima do ombro do loirinho, abraçando-o carinhosamente e fazendo com que este chegasse mais perto de si.

O portador da Kyuubi, que pra mim é raposa mais ultra-fofa que existe, ainda perplexo, olhou para Sasuke enquanto se aconchegava àquele abraço quentinho.

O maior, ainda parcialmente corado, vendo que não podia fingir não notar o olhar questionador, muito próximo de si, do Jinchuuriki, olhou-o e disse naturalmente, como se dissesse as horas.

“Melhor assim, certo?” afirmou arrogante. “E está muito frio... Não quero ser o culpado, acaso você venha a pegar uma pneumonia...” resmungou, enquanto voltava seu olhar para frente.

Naruto não disse nada, mas continuou a observá-lo. Várias coisas passavam pela cabeça loirinha do nosso Naruto-Chan. Desde Ramens voadores que vão direto à boca do dono até o porquê de Sasuke tratá-lo assim, amavelmente... Tão de repente.

“Sa-Sasuke...?” o loirinho chamou.

“Hm?” fez, ainda sem olhar para o menor ao seu lado.

O menino kawaii que amamos admirar e que não é daltônico pôs uma de suas mãos no rosto do moreno e fez com que o encarasse. O mais velho olhou-o meio impaciente, meio envergonhado.

A fofura em pessoa, vulgo Uzumaki, ou Namikaze que seria o mais certo, Naruto se aproximou lentamente do amigo, como se não soubesse o que fazer e colou seus lábios com os cálidos do

mais alto. Foi um toque sutil e quase inexistente. Apenas um jeito inocente de demonstrar o seu carinho pelo moreno que, a cada dia, fazia-se mais presente para o Jinchuuriki.

Sasuke ficou sem ação. Aquele gesto foi tão de repente e desejado que o moreno mal acreditou no que acabava de acontecer. Sentiu os lábios molhados se afastarem tão lentamente quanto a aproximação, e, não querendo o fim daquele toque tênue, o moreno colocou sua mão em cima da do loirinho, enquanto que a outra colocava no pescoço do mesmo. Olhou-o nos olhos, se perdendo naquela imensidão azul-céu e, dando um sorrisinho de lado, beijou-o.

Agora calmo e gentil. O menor retrucou com inexperiência notável, o que fez o maior sentir-se mais satisfeito só de saber que ele fora o primeiro. O Uchiha, só Uchiha, rompeu com o contato.

Os dois ficaram se encarando carinhosamente, Naruto mantinha um sorrisinho terno no rosto, enquanto Sasuke fazia movimentos circulares na bochecha corada do loirinho.

“Sasuke... Eu... Eu acho que te...”

“Melhor irmos andando, Naruto. A chuva pode aumentar...” disse ainda sorrindo ternamente.

“Ah... Só mais um pouquinho...” pediu, aconchegando-se mais no abraço do moreno, e deitando a cabeça no ombro do mesmo.

“Sim, como quiser.” Respondeu, convencendo a si mesmo que, dos dois, quem se declararia primeiro seria ele.

Fim de linha, ;D


Uél, espero que gostem da estórinha que ficou... Digamos, estranha (?), \o/

Bem, a tentativa de humor está lançada –q (isso parece coisas como ‘o desafio está lançado, dependência ou morte –oiq), meu negócio, de fato, não é humor, ;

This isn’t my beach! Enfim, espero que tenham gostado... Porque fazer uma fic que... tipe, saiu uma porcaria, pra mim, é uma grande perda de tempo... E dels sabe o quanto eu demorei pra terminar este cu, u-u. Nunca! Nunca mais eu falo: ‘Sim, tio. Tudo bem, pode vir jogar o Jogo do Milhão – Silvio Santos aqui em casa.’, -..-‘

Francamente, os bonzinhos SEMPRE se fodem, fikdik. Ah, e sim! O Menino-Que-Sobreviveu eu tirei do Harry Potter, XD

Agora ir-me-ei porque meu nariz ta entupido (grande novidade) e, quando isso acontece, eu fico de mal-humor, :D

Beijos e uta do cervo de cristal #gi# em todos, x3



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