|
Author of 22 Stories |
Autora: Lycanrai Moraine
Beta-Reader: Tathi
Personagens: James e Harry Potter, Lily Potter, Sirius Black e Remus Lupin.
POV: James Potter.
Censura: 16 Anos, talvez...
Gênero: Humor, General.
Status: Oneshot, Concluída
Aviso: Altas doses de humor ò.Ó E Tathi está invadindo e fazendo a ficha !
Disclaimer feito pela Tathi: A Ly estava feliz passeando com seu Remmie, quando um hipogrifo cruzou sua frente e o lupino usou seu corpo para protegê-la. Para pagar o hospital e arcar com os prejuízos totais das fãs que a processaram, ela teve q vender os direitos para a titia J.K. Eu vi tudo, e contei para a chaleira uu’.
Teaser: Lily achava que já estava na hora de Harry receber 'a' conversa. É lógico que James é quem teria que conversar com ele, mas o papai acaba descobrindo muito mais do que queria nessa conversa.
Nota da Ly (ou: Ly roubando os direitos de Comentários aleatórios): Essa fic é um presente feito para a Tathi-menina-amor-de-minha-vida-que-eu-não-vivo-sem (viu Tathi? Seu titulo é maior que o do Potter menino-que-sobrevieu!). Só passando pra te dizer que eu te adoro muito e que eu só te devo agradecimentos por tudo que você tem feito. Tudo de bom pra você menina. Mil beijos!
Conversas da hora H
Essa mulher é louca. Só pode. Ou é muito esperta. Aposto como ela só me mandou fazer isso para livrar a própria cara. Só pode ter sido isso. Ela não quer fazer então manda o burro do marido fazer por ela com a desculpa boba de “Ele é seu filho. Vocês dois são homens. É lógico que você deveria falar com ele”.
Ah, é nessas horas que eu odeio essa mulher. Padfoot estava certo. Ela é maléfica.
E o pior é que eu não consigo realmente odiá-la. Aquela ruiva é a mulher da minha vida e, por mais que eu odeie admitir isso, ela provavelmente está certa.
Ok, James. Você não está fazendo muito sentido. Vou tentar explicar isso melhor, ou seja, com parágrafos, descrições e diálogos (adoro diálogos!).
Acontece que minha esposa, o amor de minha vida, a razão de minha existência, mulher maravilhosa com quem sou casado há 17 anos - ou simplesmente Lily, vocês decidem como preferem chamá-la.
Onde eu estava? Ah sim. Lembrei.
Acontece que meu docinho de abóbora decidiu que já está na hora de nosso filho, Harry, receber “a” conversa. E obviamente quem teria que falar com ele seria eu. Eu tentei argumentar com ela que ele não precisava da conversa. Harry tem 16 anos e – o que é muito bom para ele – herdou os neurônios da mãe. Além da minha boa aparência, claro. Mas o que eu quero dizer é que com certeza ele é esperto o suficiente para saber onde enfiar o Harry Junior na hora H.
Eu não sei por quê, mas Lily não pareceu muito feliz com o meu argumento. E não, não foi impressão minha. Ela deixou isso bem claro depois da terceira panela que passou zunindo pela minha cabeça.
Como eu amo o gênio dessa mulher!
No fim das contas – e das panelas – ela conseguiu me convencer a falar com ele. Não é nada que eu esteja muito animado para fazer, mas segundo minha tapioquinha doce, é minha responsabilidade, como pai, falar dessas coisas com o garoto. Provavelmente mais um costume trouxa idiota.
Será que Lily é legilimente? Tomara que não.
De qualquer forma, Harry só volta da escola semana que vem, o que deve me dar algum tempo para pensar no que falar com ele.
Eu realmente achei que teria paz. Pelo menos até que o garoto voltasse pra casa. Mas Lily não parece querer esquecer esse assunto da conversa nem por um minuto. Nem quando eu tento fazer ela pensar em coisas mais interessantes. Como por exemplo, euzinho.
Todas as vezes que eu chego perto dela pra fazer um carinho ou ‘algo mais’ ela parece se lembrar do ‘algo mais’ do Harry. Será que se eu for num psicólogo dizendo que estou começando a ficar com ciúmes do meu próprio filho ele me interna? Tomara que não. Eu não gostaria de ficar internado. Meu maracujazinho ficaria com muito tempo livre pra pensar no ‘algo mais’ do Harry.
Acho que estou sendo meio ridículo. Ou talvez “paranóico” seja a palavra certa. Sirius provavelmente diria que as duas são. Somadas com idiota.
Ei, pessoalmente, não me acho um ser paranóico. Lily é paranóica, Remus é paranóico, McGonagall é paranóica e até aquela gata esquisita do Filch é paranóica, com aquela mania dela de seguir os alunos pelos corredores – eu tenho quase certeza que ela tem um caso com a Minie McGonagall, mas sempre achei que seria muito indelicado perguntar – mas eu, euzinho, não sou paranóico.
Sou até avoado demais. Eu esqueço das coisas, confundo tarefas, nunca me lembro o nome das pessoas... O quê faria alguém pensar que eu sou paranóico? Talvez o fato de começar a achar que todo mundo é paranóico seja o começo de um complexo de perseguição, não sei. Acho que preciso dar uma volta pra parar de pensar nessas coisas. Lily esta me deixando tão doido quanto ela com esse assunto de conversa...
Já faz duas semanas que Harry voltou da escola e Lily começou a me olhar como se quisesse arrancar minha cabeça numa freqüência assustadora.
É claro que eu sei o que ela quer. E como não saberia? Ela vem me perturbando com isso há dias. Não sei por que Remus não pode ter essa conversa com ele. Ele tem muito mais jeito para tratar de assuntos constrangedores do que eu. E daí se Harry não é filho dele? É o afilhado! É quase a mesma coisa.
Tudo bem. Não é. Eu sei que Harry não é realmente afilhado dele. É afilhado de Padfoot. Mas a partir do momento que os dois estão casados isso não estende o posto de padrinho para o Moony também? E nem adianta pedir ao Sirius para conversar uma coisa dessas com ele. Seria algo catastrófico. Sirius tem a sutileza de uma manada de elefantes e eu realmente não quero que meu filho fique traumatizado pela vida. Por mais estranho que pareça, eu prefiro que ele tenha uma vida sexual.
Ok. Eu não estou fazendo sentido de novo e Lily está começando a se aproximar demais das panelas – o que sempre é um motivo para pânico. Acho que vou aproveitar o momento para fazer uma visita estratégica a Padfoot.
Bati algumas vezes na porta de Sirius e esperei no corredor do prédio como quem não quer nada. E esperei mais um pouco. Por que será que ele estava demorando tanto? Bati de novo e nada. Resolvi tentar a maçaneta, apostando que o safado não quis levantar a bunda preguiçosa do sofá pra me atender, por quê a porta estava aberta...
Remus provavelmente não estava. Ele nunca faria uma coisa dessas, afinal, apesar de rosnar de vez em quando – algumas vezes em momentos um tanto inconvenientes, diga-se de passagem – ele ainda era o maroto mais educado de nós quatro. Se ele estivesse com certeza teria parado o que quer que estivesse fazendo para abrir a porta... Ou talvez não.
Girei a maçaneta e...
“Ahhhhh! Meus olhos!!” Gritei, tampando os ditos com as mãos.
“O quê você faz aqui?!” Sirius berrou, do outro lado da sala, provavelmente tão assustado quanto eu. Ele não esperava realmente que eu respondesse, não é? Eu não conseguia pensar em absolutamente mais nada a não ser sair dali o mais rápido possível. Voltei ao corredor.
Imagens. Imagens na minha cabeça. Imagens que eu decididamente não queria na minha cabeça. Maldito Padfoot e sua mania de não trancar a porta! Eu venho, amigo do peito, todo feliz e inocente, fazer uma visita, e tenho que ver meus dois amigos sentados enrolados no sofá! Verdade que quem estava sentado mesmo era o Remus, Sirius estava sentado no colo dele, as pernas cruzadas em sua cintura, pelado e se rebolando... Meu Merlin de saiote, eu nunca vou me recuperar desse choque...
Tudo bem. Calma James. Respira. Eu não podia realmente me culpar não? Afinal eu realmente entrei na casa deles sem ser chamado. Mas será que não dava pra eles fazerem Aquilo no quarto? Já que Aquilo vai ficar gravado por um bom tempo na minha memória... E por falar nisso... Remus realmente rosna em momentos estranhos...
A porta abriu e por ela saiu um Sirius meio vermelho – obviamente embaraçado – e vestindo uma calça larga que eu reconheci na hora como sendo o pijama velho que Remus adorava usar quando estava em casa. Aquilo não me ajudou a esquecer o que eu tinha visto.
“Cara... Desculpe mesmo por isso... mas, você sabe... nós não esperávamos que alguém fosse invadir a casa assim do nada... sem nenhum aviso e...”
“Mas eu bati três vezes! Quase esmurrei a porta!”
“Er... foi? Desculpa... não ouvi...”
“Eu imagino o por quê... desculpe ter atrapalhado...”
“Ah, que isso? Tudo bem.” Ele disse com um imenso sorriso. Eu sempre me admiro com a capacidade que Sirius tem de esquecer situações constrangedoras em minutos.
“Nós continuamos depois... entra.” Também me admiro com a capacidade que ele tem de criar novas situações constrangedoras em segundos... Mas é lógico que eu não iria ser o único vermelho no corredor...
“Sabe... eu sempre achei que você ficava por cima...”
Ele me deu um sorrisinho malicioso. Eu não gostei.
“Mas eu estava por cima não estava?”
“Sirius!” Obviamente Remus ouviu isso, já que botou a cabeça pra fora da porta e o olhou indignado. “Esquece ele James. Entra. Desculpa por isso.”
“Sem problema. Minha inocência foi tirada, mas eu sobrevivo.”
“Ele parece serio, mas é na verdade muito bom no que faz.” O cachorro cochichou pra mim cobrindo a boca com uma mão. Remus lhe deu um tapa na nuca e ele ficou quieto enquanto eu voltei a ficar vermelho. Ele sempre fez isso. Sempre gostou de me deixar envergonhado desde que eles me contaram que estavam juntos. Eu sei que é brincadeira e que já devia estar acostumado com elas ate hoje, mas ainda fico vermelho.
Sentei no sofá – bem longe de onde eles estiveram – e eles sentaram no outro sofá, de frente pra mim.
“Mas então James? A que devemos o prazer? Ou a falta dele?” Sirius me perguntou enquanto se esticava no sofá e botava os pés sobre a mesinha de centro. Nem preciso dizer que Remus lhe deu outro tapa na nuca.
Eu fingi que não ouvi o comentário e me acomodei melhor no sofá.
“Pra falar a verdade, eu estou fugindo da Lily.”
Eles se entreolharam com cara de preocupados. Eu detesto quando eu falo alguma coisa e eles se entreolham com cara de preocupados. Sinto como se estivesse doente, ou com um membro nascendo de algum lugar de onde não deveria, como do nariz.
“Porque você está fugindo de Lily?” Remus me perguntou com uma voz de preocupado que eu detesto quase tanto quanto detesto a cara de preocupado.
“Não é nada demais. É só que ela está me deixando louco ultimamente.”
“Por quê?”
“Ela me veio com uma historia de que Harry precisava receber ‘a’ conversa, e não esta largando desse assunto por nada nesse mundo. Toda hora em que paro perto dela ela vem me perguntando se eu já tive ‘a’ conversa com ele.”
“Espera. Para um pouco e volta. Quando você diz que ela quer que você tenha ‘a’ conversa, ela esta mesmo falando ‘da’ conversa?”
Eu conheço Padffot a tempo o suficiente para saber que essa cara não é de quem está querendo ir ao banheiro – embora pareça – e sim de quem esta fazendo força para não rir.
“É Pad. É essa conversa mesmo que você está pensando... a conversa sobre sexo...”
Viu? Não falei? Agora ele esta ali, tendo um acesso de riso ao invés de me ajudar a resolver o problema.
“Des... Desculpa Prongs... Mas é que eu fico imaginando você falando... com o Harry... e não consigo... parar... de rir...”
“Mas é exatamente esse o meu problema Padfoot! Eu não consigo imaginar como falar com ele. Será que eu devo começar pela abelhinha?”
Sirius caiu da poltrona, rindo. Eu devia saber que não devia contar com a ajuda dele.
“James. Sinceramente. Eu não acho que Harry seja um completo idiota pra não saber o que é sexo, embora você provavelmente vai parecer um se começar a falar de insetos. Acho que você devia ir e falar com ele sem muitos rodeios. Quanto mais ele ver que você esta desconfortável, mais ele mesmo vai ficar.”
Eu sabia que se alguém poderia me ajudar em alguma coisa era Remus. Ele sabia como lidar com as pessoas, principalmente sobre assuntos polêmicos – o fato de ter passado por muito preconceito com certeza fez com que meu amigo lupino amadurecesse muito mais do que Peter, Sirius e eu. Dando mais uma olhada em Sirius que ainda se contorcia rindo no chão eu tenho certeza de que Moony amadureceu muito mais que ele, pelo menos.
“Talvez você esteja certo. Vou tentar fazer isso. Obrigado Monny.”
Me levanto, um pouco mais aliviado, me despeço e vou para a porta. No corredor eu me encosto na parede para tomar fôlego para o que prometia ser uma das conversas mais difíceis daminha vida. Infelizmente eu fico no corredor o suficiente para ouvir a conversa dos dois dentro do prédio.
“Não devia ter rido dele assim Sirius. Ele já estava preocupado o suficiente sem isso.”
“Desculpa Monny. Mas não deu pra segurar.”
“Devia pedir desculpas pra ele.”
“Vou pedir, juro. Mas depois. Agora acho que prefiro continuar o que começamos.”
“Sirius...”
“Ah, que isso, Moony? Você ainda nem estava rosnando...”
“Mas eu... humf... ta bom... me convenceu...”
Ai. Meu. Deus. Imagens. Imagens que eu não queria voltando à minha cabeça. É melhor eu tomar fôlego em outro lugar. Aquilo foi um gemido? Ai, droga.
Entrei em casa arrastando os pés. Remus estava certo. Era só eu não ficar dando muitas voltas no assunto que seria mais fácil. Afinal, Harry é um garoto inteligente. Ele não vai ficar chocado. Pelo menos é o que eu espero.
Passei pela sala onde meu brigadeirinho estava sentado lendo algum tipo de livro trouxa. Nunca entendi qual é a graça nos livros trouxas. As figuras ficam paradas o tempo todo! E quem se importa com o quê está escrito? Os livros perdem metade da graça se as figuras não se mexem.
Ela levantou os olhos do livro para me encarar quando eu fechei a porta e já ia abrir a boca – com certeza para me perguntar quando eu teria a conversa com Harry – quando eu levantei a mão e disse que já estava indo falar com ele. Ela me deu aquele sorrisinho que eu amo mais que tudo e eu segui mais confiante para a escada, subindo para o segundo andar onde ficava o quarto em que Harry estava passando grande parte do verão trancado, sabe Merlin lá fazendo o quê.
Bati na porta uma vez antes de abri-la. Ele estava deitado de bruços na cama escrevendo alguma coisa que me parecia uma carta. Não posso ter muita certeza já que ele escondeu o pergaminho assim que eu entrei no quarto. Dei um sorrisinho amarelo e ele me retornou com outro sorrisinho igualmente amarelo. Esse moleque está me escondendo alguma coisa, eu tenho certeza.
Sentei na beira da cama e respirei fundo antes de começar.
“Filho, eu preciso ter uma conversa com você.”
“Claro pai.”
“Bom. Acontece que sua mãe acha que está na hora de eu falar sobre algumas coisas pra você. Ela acha melhor eu falar logo antes que aconteça alguma coisa.”
“Pai? Do que você está falando?” Ele está fazendo cara de curioso. Ai meu Merlin de sapato rosa! É agora. O que eu falo? O que eu faço? Calma James. Respira!
“Bom Harry... você sabe... er... então... olha. Vamos começar assim: as abelhinhas precisam fazer o mel. E para isso elas vão de flor em flor, até achar uma flor especial, onde elas vão pegar o pólen e...” Não estou entendendo. Por quê ele ta fazendo cara de demente?
“Pai? Você ta bem? Acho que você devia parar de beber Firewhisk com o tio Sirius. Não tá te fazendo muito bem...”
“Er... meu filho... você não está me facilitando. O que eu quero dizer é que... bem... os bebês... eles não são trazidos pelas cegonhas sabe?”
"Ahhhh. Quer dizer que esse tempo todo você estava querendo falar de sexo?"
Como esse garoto consegue falar isso assim? Como se fosse uma coisa tão comum. Quero dizer, é comum. Pra mim! Mas não devia ser para ele. Ele só tem 16 anos! Não devia saber o que é isso.
Mas aqui está ele. Sentado displicente e me olhando com um sorrisinho torto.
“Ham... pai... você não precisa conversar comigo sobre isso... eu... eu já sei bastante... sobre isso...”
“Você... sabe?”
“Sei.”
Agora mais do que nunca eu tenho certeza que esse garoto tá me escondendo alguma coisa. E não, eu não sou paranóico. Como ele poderia saber sobre sexo se não estivesse me escondendo algo? Quem poderia falar com ele sobre isso? Com certeza não foi nem Sirius, nem Remus nem Lily. Eles teriam me avisado.
“Como você sabe? Sobre sexo?”
“Eu... bem... eu ouço coisas...”
“Que tipo de coisas?”
“Coisas oras. Como se faz, de que jeitos... esse tipo de coisa.”
“Hmmm... de qualquer forma, o que eu quero que você saiba é que sexo não é apenas sexo. Eu quero que quando você faça, seja uma coisa especial. Por que isso é uma coisa especial para você fazer com a pessoa que você gosta. Entende o que quero dizer?”
“Entendo. Mas não se preocupe pai. Eu sei que é uma coisa especial. Sev faz com que sempre seja...”
“O QUÊ?”
“Er... bem... eu... não foi o que eu quis dizer... eu...”
“Pro seu quarto... agora!”
“Mas eu estou no meu quarto.”
“Então é melhor não sair dele por uns tempos.”
Tudo bem. Eu sei que minha reação não foi das melhores. Eu tinha ido para conversar, mas quando ele me fala alguma coisa de importante eu perco a cabeça. Mas eu não consegui me segurar quando ele disse o nome de Snivellus. Tanta gente nesse mundo e ele tinha que se envolver logo com o morcegão seboso?
Eu demorei para dormir aquela noite. Demorei muito. Virava de um lado para o outro sem achar uma posição. Só depois de muito tempo comecei a mergulhar na penumbra da inconsciência para ser perturbado por imagens embaçadas de corpos se esfregando, gemidos, mãos, línguas, beijos, toques mais íntimos do eu estou acostumado, alguém passou uma língua úmida e quente no lóbulo de minha orelha e quando eu estava prestes a ser penetrado... acordei num sobressalto, suado e espantado. Olhei em volta e me deparei com os grandes olhos verdes de meu doce de batata doce me encarando. Ela passou uma mão pelo meu pescoço e foi descendo até a minha virilha, um sorrisinho que eu conheço muito bem em seu rosto.
“Estava sonhando comigo Jamie?”
“Er... claro meu cajuzinho!”
C.A.T.: Essa fanfic foi um presente pra mim sabia? #pula de felicidade e morde a lyca# Ah... o Jammie n prestaaaa E eu sempre achei q se ele n ficasse com a lils, ele ficava com o sev u.ú Tadenho, o filho passou na frenti - Mas tudo bem, pq sev tem toda uma forma especial de meter o Severus Junior 0 Aposto q o James ficou com ciúme ¬.¬’
Nota da Ly: #abraça, aperta e poça# Gostou do presente? Eu amei escrever isso pra você (apesar da demora que eu sei que foi grande, desculpa). É isso ai, eu fico imaginando a cara do Jame imaginando o que o Snape tava ensinando pro seu filhote...
Como sempre, reviews please.