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N/A: Alguém aí notou q no "cabeçalho" da fic tem dizendo que ela está completa?
Isso mesmo pessoas. Acabou.
Eu não se fico feliz ou triste, é sempre bom acabar uma fic, mas ao mesmo tempo não é pq a gente se diverte tanto escrevendo q dá pena terminar. :/
Anyways, curtam o último capítulo e aguardem pela continuação que devo trabalhar nas férias.
Alexandra abriu os olhos subitamente e levantou-se de uma vez, sentiu uma leve tontura por conta do movimento brusco, mas o que mais a atordoava naquele momento fora o sonho que tivera. Rosaly estava caída no chão, coberta de sangue, mal respirava e mal conseguia se manter em pé, o único ser vivo que havia ali era Tanatos. Ela sentiu uma aflição ao se lembrar daquilo, sabia que o sonho era real demais para ser apenas um sonho. Não, aquilo havia sido mais, e ela sabia também que se demorasse demais, também perderia sua neta.
Jogou as pernas para o lado e correu para seu armário, iria se trocar e depois iria imediatamente para Hogwarts. Tinha que descobrir onde Rosaly estava e rápido.
“Meus Deus, não permita que nada aconteça à Rosaly. Eu não posso perdê-la.”
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Rosaly respirou profundamente. Estava ficando difícil, tanto sua respiração quanto a sua visão não estavam nada bem. Encarou seu sangue que tingia o chão velho de madeira e se perguntou quanto havia perdido e quanto tempo ela poderia se manter consciente.
Tanatos encarava a garota imóvel. Observou o sangue a cobrir de cima a baixo e depois escorrer para o assoalho antigo e desgastado. Ele não conseguia se mexer. A raiva que ainda queimava em seu peito o impedia, a única coisa que podia fazer era observar aquela garota sangrar até a morte.
- ... . Você não passa de um idiota inconformado com as coisas da vida, um idiota que tenta se esconder atrás de um nome falso e se aproveita do medo das pessoas. Você é patético, Joseph. Nada mais.
As palavras dela continuavam a se repetir em sua cabeça, aquelas palavras eram a lenha para o fogo que estava aceso em seu peito. Ela pedira por aquilo. Ela pedira para morrer lenta e dolorosamente.
- ... Assim como também é fácil assassinar a esposa do irmão... E o irmão gêmeo.
Sim, ele era um assassino. Ele passara os últimos dezenove anos assassinando pessoas inocentes sem se importar com nada além de seu próprio benefício. E ela não era diferente.
Mas qual seria o benefício de matá-la? Não era a vida dela que ele mais apreciava? Em suas habilidades ele podia ver seu futuro concreto. Então por que matá-la?
Sim, ela o desvendara. Ela descobrira quem ele realmente era em questão de minutos, enquanto vários homens – Aurores, ministros, psicólogos, cientistas – Passaram dezenove anos tentando fazê-lo.
Mas ele estava enterrando seus sentimentos. Cada gota de sangue que ela derramava levava consigo um pouco da humanidade dele. Assim como aconteceu quando ele matou Natalie e quando matou Robert. Ele estava matando o último elo que o ligava a humanidade. Ele estava matando sua única família.
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Alexandra aparatou para Hogwarts, parando justamente na sala de McGonagall, que, àquela hora, estava completamente vazia. Com exceção dos quadros animados dos antigos diretores. Ela virou-se para o quadro mais recente que estava naquela parede, encarando-o friamente enquanto os olhos azuis retribuíam o olhar.
- Eu preciso falar com a Diretora. – Ela demandou.
- Minerva está dormindo agora. – Dumbledore a informou.
- Eu imagino que esteja. Mas ela terá que estar de pé. Rosaly está com Tanatos.
A face de Dumbledore não era mais calma ou fria, agora sua expressão era de puro espanto.
- Quando aconteceu?
- Eu não sei. – Alexandra disse deixando seu cansaço transparecer. – Eu tive uma visão de minha neta. Ela estava sangrando muito e ele estava diante dela, a vigiando.
- Vigiando? – Dumbledore perguntou ajeitando os óclinhos de meia-lua no nariz.
- Sim. Esperando que ela morra. – Alexandra disse.
- Eu irei acordar Minerva. – O homem informou e poucos segundos depois havia na parede apenas uma moldura com um fundo preto.
Alexandra começou a andar pelo escritório, visivelmente ansiosa. Sabia que não podia perder tempo algum, mas ela não conhecia os terrenos de Hogwarts, e era improvável que a garota tivesse deixado o lugar sem chamar a atenção de alguém. Precisava de ajuda.
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Minerva McGonagall sentiu a pressão cair drasticamente quando a notícia chegou a seus ouvidos. Não podia ser verdade. Tanatos em Hogwarts? Seria um desastre!
Vestiu um robe roxo e correu para seu escritório onde a avó da garota a esperava.
- Alexandra. – Ela disse. – Quanto tempo acha que temos?
- Eu não sei. – Alexandra disse esfregando a mão no rosto nervosamente. – Não muito, eu acho.
- Não é possível. Não tem como essa menina ter deixado o dormitório sem ninguém tê-la visto. – Minerva disse. – Eu preciso verificar, Alexandra.
Ambas deixaram a diretoria e seguiram até o dormitório da Grifinória. Pararam diante do quadro da Mulher Gorda e McGonagall propositalmente pigarreou a fim de acordá-la. A mulher pintada no quadro abriu os olhos assustada e olhou em direção as duas mulheres que se encontravam diante de si e depois suspirou aliviada.
- Oh, diretora, é você. O que deseja a esta hora da noite?
- Responda-me, algum aluno deixou a Casa durante a noite? – McGonagall perguntou.
- No meio da noite? Não. Impossível. Eu teria visto. – A Mulher Gorda alegou.
- Eu não tenho tanta certeza disso. – Alexandra disse.
- Bem, você pode ir verificar se quiser. – A Mulher Gorda disse sentindo-se ofendida. – Acho muito difícil algum aluno passar por esta porta sem que eu perceba. – E deu passagem para que as duas entrassem.
Imediatamente seguiram para o dormitório feminino, ansiosas, desejando que a menina estivesse deitada em sua cama, dormindo tranquilamente, mas se decepcionaram ao encontrar o quarto de Ro e de suas amigas completamente vazio.
- Ela pode estar no banheiro. – McGonagall disse tentando acalmar a Alexandra e a si mesma.
- Não, eu não acho que esteja. Temos que procurá-la. Não podemos perder tempo. – Alexandra disse se virando para deixar o quarto.
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- Então... Sente-se melhor? – Ela ofegou. Sentia dificuldade em falar, mas não perderia a oportunidade de dizer o que tinha em mente.
- A que você se refere?
- A me matar, claro. – Ela disse como se fosse a coisa mais óbvia do mundo, depois tentou rir, mas já estava com muita dificuldade para respirar, rir então era pior.
Ele não respondeu.
- O que foi? O gato comeu a sua língua? – Ela provocou.
- Sua garota idiota. Devia aprender a manter a boca fechada. Se soubesse se controlar não estaria nessa situação.
- Eu não tenho interesse em controlar a minha boca. – Ela respondeu. – Eu gosto de falar o que penso.
- Huh... É claro que sim.
Ela fechou a cara.
- Sabe, você é realmente patético. – Ela murmurou.
- O quê? – Ele perguntou irritado.
- Somente um idiota conversa com o inimigo. Devia me matar de uma vez. – Rosaly declarou, e Tanatos nada disse. – Mas você não consegue, não é?
Ela sorriu vitoriosa.
- Você não sabe do que eu sou capaz, menina. – Ele disse asperamente.
- Eu sei que do que você é capaz. – Ela alegou. – Mas não acho que essa regra se aplique a mim. Eu sou a exceção, não sou?
- O que a faz pensar isso?
- Hum... Deixe-me ver, você não me matou, e apesar de eu usar bastante a magia quando estava entre os trouxas você não fez esforço algum para me encontrar. Eu sou a exceção. E você, é indubitavelmente patético.
- Você não sabe de tudo, Rosaly. – Ele apontou a varinha para ela. – Longe disso.
- É claro que eu não sei de tudo, tenho onze anos!
- Você não sabe o motivo de eu não te matar.
- Pena? – Ela provocou. – Bem, provavelmente medo.
Ele riu.
- Não, cara Rosaly, eu não pretendo deixá-la morrer. Não por medo ou pena, mas porque você me é útil.
- Já mencionei que prefiro morrer a ser sua escrava?
- Você não terá escolha. – Ele disse girando a balançando a varinha em frente a sua face. – Eu tenho um plano. Simples e infalível.
- Claro que tem. – Rosaly disse irônica e depois tossiu. Estava cada vez mais difícil respirar. E de pensar. Talvez fosse aquele motivo para ela mesma estar confraternizando com o inimigo quando ela tinha sua varinha na mão. Tentaria até atacá-lo, mas mal conseguia se mexer, e caso o fizesse, perderia ainda mais sangue.
Ele sorriu com simpatia. Embora não fosse dizer isso em voz alta, ele gostava de Rosaly. Ela lembrava tanto de seus pais, ora ela parecia com Robert e ora suas ações eram totalmente idênticas as de Natalie. Mas ela era seu “sonho de consumo”, sua arma letal. Se ele a treinasse corretamente, ela seria capaz de exterminar cidade inteiras em questão de segundos. Ele não poderia deixá-la morrer.
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Alexandra grunhiu. Sentia-se extremamente frustrada. Rosaly não se encontrava em lugar algum do colégio, mas não tinha como ela ter ido longe. Senti-se uma inútil, não conseguira ajudar sua filha no momento que ela mais precisou e também não conseguia ajudar sua neta. Não queria perdê-la, mas não sabia o que fazer. Se pelo menos tivesse estudado em Hogwarts e conhecesse os segredos daquele lugar...
Sentiu como se uma luz tivesse sido acesa em sua cabeça.
- Há passagens secretas no castelo? – Perguntou à Minerva. A mulher a princípio pareceu confusa com a pergunta. – Na minha visão, Rosaly estava numa sala bem antiga e empoeirada. Há alguma sala secreta ou passagem que leve a tal lugar?
- Bem, Sim, mas...
- Mas...
- Mas eu não saberia levá-la lá. Eu não conheço as passagens. – Minerva disse.
- E não há alguém que conheça? – Alexandra perguntou já exaltada. – Minha neta está em perigo, por Merlin!
- Bem, há sim uma pessoa. – Minerva disse depois de ponderar.
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Tic Tac, Tic tac... De onde vinha aquele barulho? Rosaly não sabia dizer. Não se recordava de ter visto nenhum relógio na sala, mas o barulho infernal estava lá. Fechou os olhos sentindo o mundo girar novamente. Ela gostaria de saber quanto tempo até seu sangue ter se esvaído completamente.
- O que faz aí parado? – Sua voz mal passava de um suspiro.
Ele sorriu.
- Te observo. – Ele disse.
- Legal... – Ela disse, mas sua voz não saiu sarcástica como ela pretendia. – Virei experiência de laboratório.
Tanatos deu alguns passos em direção à Rosaly, se ajoelhou e segurou o rosto dela.
- Você não é protótipo querida sobrinha. Você é minha experiência bem sucedida. – Ele disse.
- Sua experiência não durará muito. – Ela disse, tentando inutilmente fazer com que ele a soltasse.
- Você se engana. – Ele disse. – Já disse que tenho um plano.
- Isso inclui me transformar em um Inferi? – Ela disse, adoraria rir de tal teoria, mas não havia forças suficientes para tal.
- Não.
- E como eu poderei lhe ajudar depois que tiver perdido todo meu sangue? – Ela zombou.
- Ah, querida Rosaly. Você é uma criatura fascinante. Pena que esta é a última vez que a vejo dizendo coisas tão engraçadas. – Ele disse.
Rosaly fechou os olhos novamente quando todas as formas ao seu redor se deformaram. Podia ouvir batidas de coração. Bump, bump, bump... Cada vez mais próximas... Bump, bump, bump, bump... Ela estava alucinando?
- ESTUPEFAÇA! – Uma voz conhecida chegou a seus ouvidos, mas ela não conseguiu identificar a quem ela pertencia. A única voz que ela reconheceu foi o urro de dor de Tanatos.
- ROSALY! – Alguém gritou. Passos. Cada vez mais próximos. – Ah, minha menina...
A quem aquela voz pertencia? Tentou abrir os olhos em vão.
- Meu Deus, Rosaly... – A pessoa disse preocupada... – Seu... VOCÊ PAGARÁ POR ISSO. – Gritou para outra pessoa.
“Quem está aí?” – Ro pensou. – “O que está acontecendo...? Eu...”
As vozes foram ficando cada vez mais distantes, os barulhos desconhecidos foram diminuindo, já não sentia mais nada. Sentiu a escuridão lhe engolir, sorriu. Pelo menos achou que sorriu, ela não tinha certeza de nada. Mas se ela estava morrendo, pelo menos não foi de um modo tão doloroso... E o melhor... Ela iria reencontrar seus pais.
Sim, a morte lhe parecia perfeita. A liberdade.
Liberdade...
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Rosaly adentrou o salão comunal, mas parou exatamente onde estava ao ver os amigos sentados sobre o sofá, murmurando alguma coisa e, assim como ela, eles pararam onde estavam e a encararam. Ela sabia que eles não estavam tão aborrecidos por ela ter omitido o fato de estar sendo perseguida por seu tio assassino. Não fora difícil se desculpar com eles, exceto, talvez, Aislyn.
A menina ficou extremamente ofendida por Ro ter escondido este ‘pequeno detalhe’, mas Ro depois de tudo ser re-explicado, e os pedidos de desculpas repetidos, a garota finalmente a perdoou.
Ele deu alguns passos hesitantes na direção dos quatro amigos enquanto forçava um sorriso que ela tinha certeza de que não enganaria ninguém.
- Então, como foi com a sua avó? – Al perguntou.
Rosaly sentou-se na poltrona que ficava de frente do sofá em que eles estavam e depois respondeu.
- Ela quer que eu vá passar as férias com ela, assim ela pode acompanhar meu treinamento e melhorá-lo. – Ro disse.
- E o que você disse? – Aislyn quis saber.
- Eu disse que não iria passar as férias toda com ela.
- Por que não? – Jesse perguntou. – Ela é sua avó, afinal de contas.
- É, por que você não quer passar as férias com ela? Pelo menos não toda? – Rose perguntou.
Ro suspirou.
- Eu disse que não ia passar as férias toda com ela porque meus pais me esperam em casa. – Ela disse sorrindo verdadeiramente, agora. – Eles podem não ser aqueles que me trouxeram a este mundo, mas eles me acolheram e me criaram com sua filha de verdade. Eu devo muito a eles, e ela também deve, porque, se não tivesse sido por eles, eu provavelmente estaria em um orfanato agora.
- E como ela reagiu? – Aislyn quis saber.
- Bom, ela disse que eu tinha razão. Eu sugeri que antes de me arrastar para qualquer canto, ela devesse falar com eles primeiro.
- E o que mais?
- Ela disse que falaria. Mas, que de que qualquer maneira, era necessário que eu treinasse essas férias porque ele vai voltar, com toda certeza. – Todos na sala sentiram o clima ficar tenso com tal idéia. Se na primeira vez que ele apareceu Rosaly quase morreu, se ele aparecesse numa segunda podia não haver chance.
Rosaly resolveu quebrar aquele clima. Ela já estava cansada daquele melodrama acerca de como ela quase morrera.
- Enfim, nós combinamos que eu passaria o primeiro mês na casa dos meus pais, e nos outros dois ela iria me pegar para que pudéssemos começar o tal treinamento. – Ro disse atraindo a atenção dos amigos.
- Uau... Então dois meses no mundo mágico? – Aislyn disse sorrindo. – Vai ver podemos nos encontrar qualquer desses e sair... Sei lá... Pra Hogsmeade?
- É, isso seria legal. – Jesse concordou enquanto passa o braço sobre o ombro de Aislyn. Ro riu quando viu as bochechas de Aislyn se tornaram escarlate.
“Eu me pergunto como o Jesse ainda não se tocou que Aislyn é caidinha por ele.” – Ela pensou alegre ao observar Aislyn rir nervosamente.
Rosaly sorria o tempo todo observando Aislyn e Jesse, mas não notava os olhos verdes de um certo Potter grudados em sua face. Al e Ro não tiveram lá muitos problemas quando ele soube que Tanatos tentara matá-la dentro da Casa dos Gritos, ele ficou bravo mais pelo fato dela ter ido à Casa dos Gritos, sabendo que era possível ele estar lá.
- Seria ótimo. – Ro respondeu a pergunta de Aislyn. – Mas vai depender se a minha avó vai permitir que eu largue o treinamento.
- Qual é... Sua avó por acaso vai te manter prisioneira? – Aislyn bufou indignada.
- Hum... Eu não sei. Ela não me deu detalhes de como o treinamento seria. – Rosaly deu de ombros. – Mas não se preocupe, Aislyn, se ela me prender, eu fujo.
- Claro que você foge.
Aislyn suspirou cansada. Sabia que a amiga era realmente capaz de fugir, mas se ela realmente o fizesse, acabaria metida em alguma encrenca.
- Eu até posso imaginar o que aconteceria... – A garota de cabelos vermelhos murmurou.
- Como? –Ro perguntou.
- Esquece, ok?
- Hum... Tá...
- Bom... – Rose disse se levantando e se esticando. – Eu vou ver o que a Amanda queria comigo.
- É, e eu tenho que revisar o assunto de Poções, não quero ouvir meus pais reclamando que eu sou um fracasso na matéria.. – Aislyn suspirou cansada. Apesar de estarem todos exaustos, as aulas logo voltariam.
- Se importa se eu for com você? – Jesse perguntou com o rosto iluminando. Ele também não estava se saindo bem na matéria de Jackson.
- Não.
- Ok. Até mais pessoal. – Jesse acenou e puxou Aislyn para do dormitório masculino.
- Acho que nós sobramos. – Al disse. Ro sorriu.
- É. – Ela murmurou, recostando a cabeça no sofá e fechando os olhos. – Al?
- Sim?
- Obrigado. – Ela disse. – Se você não tivesse trazido o Mapa do Maroto para a minha avó eu não estaria viva.
Al sorriu.
- Não tem de quê. – Ele disse.
Silêncio se instalou no lugar.
- Ro?
- Hum?
- ...
Rosaly abriu os olhos e encarou Alvo. Ele estava sério e a fitava intensamente.
- O que foi, Al?
- Eu fiquei muito preocupada com você, sabe? – Ele disse desviando o olhar dela. – Quando a diretora e sua vó voltaram... Você... Você estava desmaiada e coberta de sangue. Eu pensei o pior.
Ro sorriu.
- Eu estou bem, não estou?
- Agora sim. Mas a questão é que você enfrentou sua morte sozinha. Você sabia que corria risco e não falou nada conosco. Podíamos ter ajudado...
- Eu não queria envolvê-los nisso. – Ro o interrompeu. – Se fosse para alguém morrer, este alguém devia ser eu. Vocês não tinham que se envolver na minha batalha pessoal.
- Mas...
- Al, vocês são meus melhores amigos e eu amo vocês. Mas existem coisas que eu preciso fazer sozinha. – Ela disse séria.
Al suspirou.
- Quando você e a Aislyn combinarem de se encontrar me manda uma coruja, tá? – Ele disse.
Ro sorriu.
- Pode apostar.
A morena se aproximou de Al e deitou a cabeça no ombro dele. Ela sabia que Al a entendia, ela sentia como se tivessem uma espécie de ligação, e ele seria o único a lhe concordar com as decisões dela. Sabia que Al estava lá para tudo.
Seus dedos tocaram o pequeno pingente de coração que estava sobre sua roupa. Parte do seu passado havia emergido, embora ainda houvessem coisas que ela não sabia, mas tentaria descobri-las. Não sozinha. Para isso ela podia contar com seus amigos.
Podia contar com sua nova família.
N/A: Own i.i
Gente, nem acredito. Capítulo 18. Capítulo final. Essa fic chegou ao fim. *enxuga as lágrimas*
Eu não coloquei um "Fim" aí no final do capítulo pq não é bem o fim da história. Se Kami-sama quiser, ainda teremos a continuação. Êee! *grilos ao fundo*
Ai gente, é a última N/A e eu falando besteira .
Bom, primeiramente eu queria agradecer a todos os meus leitores que me acompanharam desde o início da fic, tanto os q deixaram seus reviews quanto os q não deixaram. Se não fossem por vcs, eu não teria passado do capítulo 5 q era a quantidade de capítulos q eu tinha feito quando comecei a postar essa fic. Obrigado, de verdade.
Também queria me desculpar pelo final. Talvez alguns de vcs tivessem esperando q o Tanatos morresse, mas eu realmente não pretendia matá-lo na primeira parte da série. O final não ficou lá essas coisas, mas eu achei apropriado. Ela deixa bastante espaço para uma continuação e eu farei uma :D'
Well, espero que vcs tenham gostado. Quem quiser conversar comigo para dar sugestões, elogios ou criticar pode me add no MSN, orkut, Myspace e/ou twitter. Vcs encontram os links no meu profile. ^^
Bem, como um último pedido, eu peço q vcs deixem reviews. Este é o último capítulo da fic eu gostaria mesmo de saber o q vcs acharam da história. Façam uma garota com quase dezesseis anos feliz , deixem reviews e encham a caixa de mensagens dela antes do níver dela, rs *-*
Agora falando sério, meu níver é daqui a dois dias (dia 17/06), então eu realmente ficaria feliz de ganhar esses reviews de presente de aniversário. Eu preciso de incentivo pq ultimamente eu tenho achado q to desperdiçando minha vida fazendo essas fanfics --'
Ah, eu preciso agradecer de novo. *-* (Vamos começar com a lista)
Primeiramente, eu queria agradecer à Ana Masen Cullen (Aninha *-*) que foi a primeira pessoa a comentar na fic. Também queria agradecer demais àBatulizah, Aislyn Matsumoto, Patilion, Layla Black, e a todas as leitoras especiais q leram minha história.
Amo todas vcs!
Ok, agora que a N/A tá gigante vou me despedir.
Até mais pessoas. Logo logo vamos no ver novamente.
Bjus
Liligi