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Author of 17 Stories |
Naruto me pertence tanto quanto Johnny Depp, n_n.
.30 Cookies # Set Verão # Tema Enquanto.
Primeiro, *u*, deisha eu falar algo. LEIAM! T-T! NÃO É AVISO SOBRE YAOI E BAH (mas é YAOI, ow). (-Q). Bem... hihihih, ^^9, primeiro eu gostaria que vocês pensassem em coisas REALMENTE muito tristes MESMO, peguem uma música triste com letra triste... Sei lá, Carry You Home do James, alguma do Dir en Grey, I'm outta time do Oasis, Alguma do Parachutes, Coldplay, SEILA, BRO! Mas peguem uma música triste! E... *u* leiam a fic, HIHIHIIHIHIH -Q
Sério, T_T, eu sou podre com dramas, e essa é a única maneira *apela pacas* de conseguir que vocês achem-no bom. Enfim, :3...
Segundo, XDD, essa fic não saiu assim do nada, tipe 'OMG O: TIVE UMA IDÉIA, HIHIHIHIHIHI', noes, ;~', eu vi uma foto e falay: pequepê! Preciso fazer algo sobre, *o*!
http: // anauchihad. deviantart. com /art/ SaVe-mE-FrOm-ThE-DaRk-105546437
Pretty hot, no? *-*
Bulletproof.
Segundo Luiz Depret, “O amor é sempre belo, mas só é grande quando sofre, perdoa ou tem saudades”.
Eu não queria aquilo. Não podia aceitar que você, Sasuke, depois de tudo, de tudo mesmo, estivesse me beijando. Isso me doía.
Me doía saber que, por mais que eu tivesse evoluído, por mais que eu tivesse treinado... Tudo, meu chakra, a kyuubi, o Modo Sennin, tudo... Nada adiantava. Foi como anos atrás. Lá no Vale do Fim. Eu havia dado tudo de mim e... Eu poderia ganhar, mas... Você quem sobreviveu. Estava feliz por você, contudo triste por mim.
“Bondade é amar as pessoas mais do que elas merecem”. Joseph Joubert.
A primeira vez que eu o vi, a única coisa, e somente ela, que eu queria era a sua amizade. O conhecimento, a atenção. Só. Porém eu não era digno de seus pensamentos, eu não os povoava.
Tudo isso foi me criando uma revolta. Não era necessário ouvir com todas as letras que eu era indiferente perante você, e isso é o que mais me deixava com sono durante as noites.
Apenas pensando em você, em como seria ser seu amigo, conviver contigo, lhe desejar um bom dia e sorrir para você.
“Amar é admirar com o coração. Admirar é amar com o cérebro”. Theophile Gautier.
Eu soube que o que eu sentia era muito mais que qualquer mera coisa mundana. Eu te admirava, Sasuke, eu era cego em relação a isso. Eu te observava e tentava ser como você, eu tinha uma obsessão, seu sobrenome? Uchiha.
Eu não sei muito sobre amor, realmente. Mas quando eu via a Sakura, eu tinha total razão de que por ela eu faria tudo, até modificaria o meu jeito de ser para conquistá-la. Eu me julgava apaixonado por ela, entretanto... Naqueles quase três anos que se passaram eu percebi uma coisa. Eu queria ficar forte, mas não era por Sakura e eu tinha quase certeza, por mais que tentasse ocultar, que nem era por causa da promessa feita a ela.
Eu era eternamente apaixonado por Haruno Sakura, mas... Eu realmente era?
“A única diferença entre um capricho e uma paixão eterna é que o capricho dura um pouco mais”. Oscar Wilde.
Eu queria poder te perguntar, Sasuke. Por quê? Por que você fez tudo isso e agora...? O que você quer? Eu não quero sofrer, não por você. Não quero pensar novamente que as coisas estão bem, para logo depois eu vê-lo partindo.
Isso já aconteceu, nostálgico, não? Brigamos. Você pela sua vingança, pelo poder... E eu unicamente por você. Injusto, um pouco, eu acho. Você queria vencer para tornar-se poderoso e eu, que quero ser Hokage, a única coisa que eu não pensava na hora, era nesse meu sonho.
Estamos acabados, como há anos atrás, no Vale do Fim.
Esse Vale... Era pura coincidência ou...? Por que Fim? Para denotar a nossa “amizade”? Nos fazer lembrar o que ela realmente significava?
“Somente quem passa pelo gelo da dor chega à inocência do amor”. Chiara Lubich.
Eu treinei muito com Kakashi e Yamato para controlar meu chakra. Treinei com eles porque eu queria salvá-lo. Sem a ajuda da Kyuubi, eu queria salvá-lo e ver em seus olhos a derrota. Ver que eu finalmente havia salvado-o de Orochimaru, ver a Sakura correr para perto de você e sorrir em agradecimentos a mim... Queria sentir isso, sentir o quão bom era tê-lo de volta.
O que era notavelmente impossível estando com a Kyuubi despertada.
Então... Porque depois desses anos todos, frente a você eu não conseguia controlá-la?
Meu chakra tornara-se mais poderoso, mais denso... Vermelho. No meio da batalha, eu consegui sentir minhas unhas transformando-se em garras. Eu pude sentir tudo, minha modificação, a vontade de te ganhar, o poder... Sentia o demônio crescendo dentro de mim, sentia duas caldas formando-se. Eu sabia.
Eu não era Naruto naquele momento.
Mas as coisas ficaram insuportáveis para mim, e eu vi que aquela batalha não acabaria, eu só perderia novamente, como sempre e sempre... Quando você em um talvez sinal de rendição caminhou até a mim e me fez levantar da água, onde eu, se ficasse por mais tempo, acabaria afundando por falta de concentração de Chakra... Eu só consegui prestar atenção em apenas uma coisa.
Sasuke.
Sua língua ordenava passagem pelos meus lábios. Ela massageava o meu palato e circundava minha boca. Eu não esperava que fosse assim, mas quando eu finalmente senti aquele calor reconfortante me aquecendo, eu soube que a única coisa que eu queria de você era isso, seu amor.
Mas... Eu não conseguia aceitar este fato.
“Quando o coração se fecha faz muito mais barulho que uma porta”. António Lobo Antunes.
Abri meus olhos e vi os seus cerrados. Eu sentia uma vontade de chorar, conseguia sentir lágrimas aflorarem meus olhos. Mas eu não queria. Isto seria mostrar-lhe que eu perdia para você novamente.
As suas mãos envolveram meu pescoço e eu só conseguia pensar em como a sensação cálida de encontro a mim era boa. Em como elas eram macias e quentes.
Eu o odiava tanto, eu não queria aquilo, eu não queria, eu não queria, eu o odiava...
Eu não conseguia continuar o meu credo. Aquilo era falso, e prosseguir com esse mantra só me levaria à ruína. Mentir para mim mesmo, ainda mais diante das circunstâncias, me fazia mal. Me fazia pior do que já estivera.
Eu o amava tanto e por tanto tempo. Sasuke, você me fez sofrer e mesmo assim, eu ainda o amava. Sem querer, sem gostar, contra a vontade... Eu amava Uchiha Sasuke. Meu melhor amigo, meu maior rival.
“O coração tem razões que a própria razão desconhece”. Pascal.
Cravei com força as minhas garras na pele nua do seu braço. Você soltou um baixo gemido de dor, mas não se importou. Continuou lá, me beijando, como se aquilo pudesse perdoar todos os anos que me fez sofrer, como se aquilo perdoasse a fuga, a guerra, a vingança... Como se o meu ódio escorresse para fora de si igualmente como o seu sangue fazia.
Não podia.
Não queria mostrar o quão suscetível eu era em relação a você, Sasuke. Não queria que os velhos tempos voltassem, não. Eu não queria que você pensasse que eu era o mesmo de anos atrás: aquele Naruto que amava e odiava o Uchiha e... Aquele que nunca seria melhor que você.
Uma vez você disse que era melhor que eu... E eu fiquei irado. Você sempre me defendia, sempre estava lá para bancar a de herói e sempre recebendo seu ‘parabéns’. Você fazia isso sem querer ser o melhor. Mas eu fazia exatamente o oposto. Quero dizer, eu sempre quis ser reconhecido e só.
No fundo, eu te queria de volta. Queria que você visse realmente o quanto eu mudei, como as pessoas me tratavam e como eu as tratava. Queria que você pudesse assistir aos meus treinos, às minhas técnicas, aos meus avanços, até as minhas falhas... Eu apenas tinha vontade de lhe ter ao meu lado, como amigo e como rival, igual àqueles tempos. Eu não queria ser submisso, não queria ser o mais fraco. Não queria depender da Kyuubi.
Só queria Uchiha Sasuke novamente.
“O amor é a única força capaz de transformar um inimigo num amigo”. Martin Luther King Jr.
Me lembro quando disse que eu o considerava como um irmão. Era realmente aquilo o que eu queria dizer? Eu tenho dúvidas sobre meu passado. Sempre foi assim.
Me odiavam e, até eu saber que era por eu ser um Jinchuuriki, eu sofri pensando que era rejeitado apenas por... Ser quem eu era. Sem contar, é claro, com a intervenção da Kitsune.
Depois veio a minha obsessão por você, Sasuke, que eu pensava ser apenas uma fixação que, anos depois, tornou-se uma amizade. Entre rivais, mas ainda assim uma grande amizade.
Você virou meu melhor amigo, eu o considerava como parte da minha família, a família que eu próprio criara. Assim como Iruka. Assim, também, como considerei Gaara um semelhante.
Você foi mais que um irmão para mim, eu me apaixonei por você.
“Os amigos são parentes que a gente mesmo arranja”. Eustache Deschamps.
Meu coração acelerou, e eu sabia, de alguma forma, que você conseguia ouvi-lo. Mordi seu lábio inferior até sangrar. Foi forte, foi para machucar, eu queria infligir tudo o que eu senti nesses anos em você. Queria vê-lo sofrer o quanto eu sofri.
Senti o gosto férreo na minha própria boca, provavelmente o seu sangue Uchiha, escorrer pelo meu queixo e cair sobre o selo em meu umbigo. Por que aquilo tinha que acontecer? Por que você tinha que preferir a vingança aos amigos? A Konoha?
Eu não queria mais amá-lo, não queria mais esperá-lo, eu não queria mais me decepcionar. Não me permitia pensar em você, não depois da lancinante dor que foi para tentar esquecê-lo. Por favor, Sasuke... Pare. Você fez isso comigo, por que eu não consigo fazer o mesmo?
“Um covarde é incapaz de exibir amor; amor é a prerrogativa do bravo”. Mahatma Gandhi.
Por que você não faz nada? Por que você não tenta ao menos me afastar, repelir? Eu não sinto mais forças... Não para continuar nesta luta.
Você me entende, Sasuke?
Eu até poderia pensar que você conseguia fazer isso, quero dizer, me entender... Você foi descendo ambos os braços lentamente pelos meus próprios e os pousou em minha cintura. Fazendo movimentos calmos de encontro a minha pele nua, massageando aquele local já dolorido pela batalha. Fazendo com que eu ficasse mais confuso do que já estava, desejando mais e mais do seu toque, querendo saber a resposta de uma pergunta que eu nem ao menos fizera. Por que, Sasuke?
Você apertou mais o enlaço em minha cintura, me puxando para mais perto enquanto que sua outra mão subia novamente para a minha nuca, inclinando-a para o lado. Solucei, não conseguia conter a verdade. Era tão bem-vinda aquela sensação... Estar abraçado a você, sentir seu corpo de encontro ao meu e... E sentir seus lábios sobre os meus próprios, massageando-os, sua língua acarinhando a minha, os movimentos circulares em minha nuca... Tudo, Sasuke, era tão... Aceitável, tão doce vindo de você, e eu queria tanto...
Eu queria tanto isso. Queria seu corpo sempre ao redor do meu, me cedendo o seu calor.
“A amizade é um amor que nunca morre”. Mário Quintana.
Finalmente, eu acho, respondi ao beijo, de uma maneira hesitante, tímida... Aquilo parecia ser tão... Algo tão sacral. Senti minha vista embaçar e só então, percebi o quão forte eram todas as emoções que eu sentia em relação a você. Ao passo que eu percebia isso, uma lágrima quente molhou meu rosto. Junto dela vieram outras e... Eu me perguntava:
Era possível guardar tantos sentimentos?
Só quando eu realmente senti aquele toque gentil sendo correspondido por mim, a intensidade de tudo o que eu sentia se fez real. Era como... Poder voar. Em toda afobação de saber como é, conhecer o céu... Você acaba voando alto demais, tão alto e tão longe que você acaba se perdendo. Eu sabia que a essa altura eu já estava voando muito alto e que meu percurso já havia sido esquecido por mim.
“Naruto...” – você me chamou, rompendo o beijo e afundando amenamente a minha cabeça no seu peito nu.
Sua voz. Profunda, grave... Sua respiração. Ritmada, fazendo seu peito subir e descer calmamente... Sasuke...
Eu queria dizer ‘sim?’ ou apenas chamá-lo de volta, mas... Algo em minha garganta não me deixava, ou apenas um constrangimento. Ainda era doloroso olhar em seus olhos. Olhá-lo me fazia lembrar de tudo o que aconteceu, nossas batalhas, discussões, a traição... E, acima de tudo, fazia com que eu me lembrasse o que eu realmente sentia por ele. Aquele sentimento que eu nutria e não sabia o que era e nem conseguiria admitir, caso soubesse.
“Naruto...” – ouvi você me chamar novamente, hesitante. Sua voz, rouca, parecia não ser usada há tempos. “Me perdoe.” – disse-me e eu senti algo tão... Sufocante dentro de mim. Algo que subia desde o meu ventre até a minha garganta me fazendo engasgar.
Eu sabia que não era uma pergunta, não obstante. Mas eu sabia que era um pedido do seu âmago. Uma necessidade.
"O amor é o sentimento dos seres imperfeitos, posto que a função do amor é levar o ser humano à perfeição". Aristóteles.
Eu me agarrei mais a você, queria vencer toda e qualquer distância que houvesse entre nós. Queria fazê-lo entender o que eu queria passar, eu desejava apenas que ficássemos juntos, assim, para sempre, por um longo tempo.
Você me abraçou de volta, forte e bruscamente, o que me fez agradecê-lo em silêncio e eu quase conseguia sentir meus pulmões ficando apertados demais para poder permitir passagem de ar entre eles. Mas eu não falava nada, apenas por querer aquele momento mais que qualquer pessoa, mais que ele.
Eu fui perpassando minhas mãos pelos seus braços até shegar aos ombros. Levei minha mão direita às suas madeixas e fiquei lá, afagando-as, sentindo a textura suave delas.
A sua mão veio até a minha bochecha e, com movimentos circulares, você tocou em minhas “marquinhas”... Sasuke... Quando você se tornou tão...?
Fechei meus olhos. Sasuke, Sasuke, Sasuke... Era só isso que eu conseguia pensar e eu não me dei conta quando comecei a dizer ao invés de só meditar.
Você se afastou um pouco para que pudesse me ver. Fechei meus olhos quase de supetão quando percebi seu intuito, eu sentia vergonha, Sasuke, era difícil sustentar o meu olhar perante o seu. Frente ao seu aprazível ônix, meu miosótis era estiolado... Você entende? Eu me sentia incerto de olhá-lo agora... Eu estava...
Sasuke, eu te amo tanto.
Eu sabia que você estava me fitando, esperando que eu abrisse meus olhos, mas... Quando há uma briga tola em meio a uma amizade, a reconciliação é tão constrangedora que você se sente constrangido de voltar a olhar para seu amigo. E era assim que eu me sentia. Não eram dias e nem eram meses. Eram anos sem nos falar, anos sem trocar uma única palavra de compreensão ou provocação... Olhá-lo agora era... Estranho demais.
“Naruto...” – você me chamou pela terceira vez, tocando novamente a minha bochecha, em cima das minhas cicatrizes e levantando meu rosto, me fazendo fitá-lo. – “diga.” – pediu-me e em sua voz, havia um misto de desejo e calmaria, algo que eu havia procurando nele há tempos.
Eu mordi meu lábio inferior, tentando me conter e o abracei de novo, bem forte, meu corpo dependia daquilo. Eu fiquei na ponta do pé para alcançar a altura do seu ouvido.
“Eu te amo.” – e eu disse.
"Duas pessoas que se amam estão em um lugar mais sagrado que o interior de uma igreja". William Phelps.
FIM. *O*
EVERYBODY SAYS: 'IS IT DRAMA?!' AIUSDGSAIDUSAGDSAIUD, T.T! Foi uma tentativa de drama, pô. í.ì''
Não me perguntem sobre o nome, Q_Q, eu olhei pra música (?) da Kerli e foi. XD
Bem, bem, espero que não tenha ficado um pouco ruinzinha e tals, :_:, prq o meu único intuito aqui é trazer fics boas (HAHAHA -NNNNNN), quero dizer... Há muitas pessoas que realmente escrevem muito bem, mas o número de loser aqui, er... Enfim :xxx *é apedrejada*, enfim², x_x, nem precisa mandar reviews se não quiser, mas não venha favoritá-la também!
Revisada porque revisão é amor e falta do que fazer também, :D