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: B s . A A A    : full 3/4 1/2   : E E   : Light Dark Anime/Manga » Beyblade » Ferias em Terror Total

H. Hiwatari S.
Author of 17 Stories

Rated: K - Portuguese - Parody/Humor - Kai H. & Tala - Reviews: 13 - Updated: 04-21-09 - Published: 03-08-09 - id:4910872

Titulo: Férias em Terror Total.
Autora: Helena Hiwatari Sonneillon.
Anime: beyblade.
Gêneros: comedia/paranóia/AU/ aventura.
Observações: Tala e Kai possuem SEIS, SETE ANOS. ESPAÔ ALTERNATIVO.
Advertências: beyblade não me pertence. (Palavreado impróprio? Um pouco)
Resumo: Se você tivesse dois pestinhas em casa, o que faria? Era a questão que Boris enfrentava todos os dias. Kai e Tala se mudam pra a casa dele, temporariamente até a Abadia ser reconstruída. O único problema é que eles não vão deixar ninguém em paz até lá.

Notas da autora: MEUS IRMÃOS e MINHAS IRMÃS, eu tive um sonho, onde eu reescrevia essa fic que fiz muitos e muitos anos atrás e apaguei, e olha que minha carreira de escritora é recente, e aqui o sonho se realizou! Pelo menos uma parte dele. Espero que apreciem essa fic, e pensem com carinho ao mesmo tempo em que lêem essa historia: a autora teve que se drogar com balas de menta e tomar sete latinhas de refrigerante (aquele que parece cerveja, mas não é) apenas para ter a consciência de refazê-la.

Outras doze latinhas e mais um pacote de bala foram usados para fazer essa parte...Mas isso não vem ao caso, pelo menos não agora.

Então, compreendam que eu tive que lutar contra a tonteira e o cansaço apenas para trazer de volta FÉRIAS EM TERROR TOTAL! Sem cortes da edição! Isso mesmo, eu to editando por mim mesma do meu escritório! Isso não é demais?

Notas do intrometido do Reaper: deixe os leitores em paz, Hiwatari, eles não merecem se comover com sua historia, guarde-as para os policias que vem aqui fazer as batidas para tentar te prender como assassina.


Studios Hiwatari REapresenta: Férias em Terror Total.

Estrelando como personagens principais: Kai Hiwatari. Tala Ivanov. Boris Balcov*

*segundo minhas fontes em que confio (Ana...é óbvio), esse é o sobrenome dele!

Idéia principal: Todos têm pena do Kai e do Tala por causa do jeito que são (rudes, frios, treinados para não demonstrar sentimentos, incapazes de se relacionar bem...) e pelas coisas que sofreram no passado (treino avançado, tortura emocional e física, convívio com crianças da mesma idade [acreditem isso é a “coisa”] e outras mais). A única coisa que ninguém sabe, é que a verdadeira historia não foi dolorosa e nem triste numa parte da infância, muito pelo contrario.

Trailer”- Conhecendo os personagens.

Seu relógio digital disparou o maldito alarme das sete horas da manhã e o silencio contido no quarto tinha ido embora para sempre. Estava frio como nas demais manhãs na Rússia, onde nevava o dia inteiro atrapalhando algumas pessoas trabalhadoras como ele, que sofria para sobreviver e tirar o carro de dentro da neve para ir ao local de trabalho, talvez seja por isso que ele tinha uma bicicleta super potente de doze cordas.... Ainda sonolento, ele se levantou de sua cama quentinha e caminhou para fora do quarto amaldiçoando-se mentalmente por ser alguém importante, pondo primeiramente os chinelos de lã e o roupão, para não ter contato com o frio e acontecer uma descarga elétrica.

Já no corredor, ele fazia o caminho de sempre, não precisando abrir os olhos para saber aonde ia. Ele viveu naquela casa ha mais de trinta anos, sabia onde tudo estava e onde estava. Descendo as escadas, se espreguiçou sentindo os velhos ossos do corpo estralarem com força.

Caminhou lentamente até a cozinha, e sentiu o doce e amargo cheiro do café sendo feito pela cafeteira. As torradas já prontas ainda estavam quentes na maquina de fazer torradas, e os raios tímidos do sol penetravam o ambiente hostilmente.

Boris Balcov.

Boris- Que bela manhã...- sussurrou enquanto levava aos lábios uma xícara cheia daquele veneno escuro. Observava pela janela a bela paisagem que estava formada, e para qualquer canto que olhasse, havia sempre pilhas e pilhas de neve. Teve uma fortíssima impressão que aquele metal escuro deveria ser um pedaço do seu carro.

Enquanto estava entre os pensamentos ardilosos, uma figura estava na porta da cozinha.

Tala Ivanov.

Tala- Bom dia.- disse um garotinho ruivo que tinha acabado de entrar no aposento e se sentando na cadeira com dificuldade, cuidando para que as longas e grandes pantufas de pé de urso não caírem de seus pequenos pés. Com aquele ar inocente, e com os grandes olhos azuis que mais pareciam gelo, focou com curiosidade aquele velho homem que foi designado a cuidar dele e de seu parceiro. Uma babá.

Boris- Bom dia.- respondeu, sem se virar para encara-lo. A expressão alegre que estava estampado no rosto há alguns minutos, estava desaparecendo lentamente, e agora ele começava a perceber que o terrível pesadelo que teve nesta noite, não era um pesadelo.

Era a pura e cruel realidade.

O que era pior...

Entrou um garotinho de cabeça baixa com um jeito rude, de cabelos azuis que usava uma camiseta três vezes maior que ele.

Kai Hiwatari.

Kai- Estou com fome!- gritou ao lado do adulto, que se assustou e sem aviso, começou a chorar descontroladamente como uma mulher que perdeu a oferta da semana numa loja cara do centro.

Boris- Por que eu?! Por que não poderia ser um maldito sonho?! Por que tinha que ser verdade?!- em meio aos gritos e desesperos, ele batia com força a cabeça na parede da cozinha que era coberta de azulejos varias e varias vezes. A metade do café esparramou-se pelo chão, o tornando escorregadio e traiçoeiro.

Os dois garotos apenas olhavam como se isso fosse normal e se seguravam para não darem risadas e não serem mandados para fora de casa entes de se envenenarem com cereais e bolachas recheadas. Mas a atenção foi direcionada para um animal fofinho que parecia mais com um ursinho de pelúcia, que subiu na mesa e foi até a tigela de leite com cereal.

O gato.

Enquanto lambia o leite, era acariciado pelo ruivo, que sentia os pelos macios passarem pelos dedos delicados e brancos. Não existia tratamento melhor do que aquele, a não ser ter viajem paga para ir ao México e matar bandas mexicanas que fazem estragos com as musicas populares, como alterar as letras originais, e alem de comer nachos ricos em pimenta.

Kai- Não sabia que tinha gato...- comentou em voz alta ainda olhando para o velho que batia incansavelmente a cabeça.

Boris- POR QUÊ? POR...- parou o ato de esfarelar o crânio e mil pedaços e fazer paçoca com o cérebro- Eu não tenho gato...- disse suspeitosamente olhando para o intruso na mesa do café da manhã.

O gato apenas olhou de volta.

Fim do Trailer.

Notas finais da autora: apenas agora que você já leu o começo, eu aviso que: você esta sendo cúmplice dessa façanha de postar uma fic que não passou pela área de aprovação, edição e cortes de cenas violentas e sarcasmo. Então, você será culpado se caso acontecer algo contra mim. Irá testemunhar que sou normal na jsutiça e pagará a minha fiança se eu for presa por não conseguir matar todos os policiais. Tenha isso em mente. Quando mais cúmplices, melhor...~

GOT IT MEMORIZED?



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