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MADREPÉROLA
Chiisana Hana
Beta-reader: Nina Neviani
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“Pequena rosa, você está em cada coisa
Como você é preciosa para mim
E, silenciosa, minha mão pousa sobre você
Pequena rosa, você se tornará esposa
E quando o tempo quiser
Da minha rosa doce e perfumada
Nascerá uma outra flor”
(Arisa-Piccola Rosa)
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– Que tal? – a velha costureira pergunta a Shunrei, ajustando a lateral do delicado vestido champagne.
– Está ótimo! Perfeito! Igualzinho ao que imaginei! – Shunrei responde, alisando a saia com as mãos. Os olhos brilham ainda mais intensamente que nas provas anteriores, pois agora o vestido de noiva estava definitivamente pronto. Imaginara cada detalhe dele, vira cada bordado em seus sonhos, então o desenhou e explicou à costureira detalhadamente como o desejava.
– Ficou muito bom. Você está bonita, mas devia ter escolhido um tecido branco.
– Ah, gosto mais desse. – ela disse envergonhada.
– Sei... Não aguentaram esperar, não é? Também pudera, morando na mesma casa! Sabia que isso...
– Senhora Zhang, são nossas intimidades. – Shunrei interrompe firmemente, apesar de ter corado. – E não dizem respeito a mais ninguém.
– Desculpe, desculpe. – diz a costureira, com um sorrisinho sarcástico na face.
– Está bem. Eu vou tirar o vestido. Pode embrulhá-lo, por favor?
– Ah, sim, claro.
– Obrigada. Já entreguei seu convite, não é?
– Sim, sim! Pode contar com minha presença.
– Certo. Fico feliz. Agora tenho que correr pra casa! Preciso terminar o jantar!
– Vai, minha filha, vai.
– Até o grande dia!
– Até!
Com o pacote do vestido nas mãos, ela sai da costureira e sobe apressadamente as escadarias de Rozan, organizando mentalmente o que tem de fazer assim que chegar em casa. “Tirar a carne da geladeira, picar em pedacinhos, picar verduras também. Cozinhar macarrão. Varrer a casa, arrumar a cama. Meu Deus, deixei a cama bagunçada!” Ela põe-se a sorrir ao pensar na cama. Há mais de cinco meses, ela e Shiryu vivem como marido e mulher, e a noite anterior tinha sido uma das muitas em que se amaram até o dia amanhecer. E foi depois de uma dessas noites que resolveram oficializar o casamento. Escolheram a data, quinze de maio, e decidiram se casar no começo da tarde, numa cerimônia simples no fórum da cidade, apenas com a presença dos amigos mais íntimos. Depois, todos almoçariam num restaurante agradável localizado no Jardim Botânico de Rozan. No fim da tarde, o casal partiria para a Tailândia em lua-de-mel.
Agora, uma semana antes do casamento, tudo já está encaminhado, o vestido está pronto, assim como o terno de Shiryu. Ele se empenhara em reformar a casa. Trocara todas as telhas, repintara as paredes, consertara as janelas que precisavam de reparos, recolocara os tacos que já começavam a se soltar, pusera novos azulejos na cozinha e comprara um novo fogão. Queria que a casa estivesse perfeita no dia do casamento, pois Shunrei merecia o melhor. Desde o fim das guerras, levam uma vida muito tranquila com a renda que a Fundação GRAAD envia todo mês, mas mesmo assim Shiryu continua a trabalhar na horta atrás de casa, produzindo legumes e verduras que consumem e distribuem entre os vizinhos. À tarde, depois da sesta, costumam descer a montanha juntos, ele para as lições de marcenaria, que começara para fazer o presente de aniversário dela, e ela para as aulas de pintura. Uma vida normal. Só se lembram das batalhas quando as cicatrizes no corpo dele estão à mostra. E, mesmo assim, elas não são propriamente uma lembrança ruim, já que Shunrei gosta do corpo dele exatamente do jeito que é, com todas aquelas marcas que, aliás, lhe dão um charme especial.
O quarto que era do Mestre agora é uma agradável sala de leitura, com almofadas espalhadas pelo chão, onde eles costumam passar muitas horas devorando os livros de que mais gostam. Às vezes não só isso. Há outra coisa interessante para se fazer naquelas almofadas...
– Shiryu! Já cheguei! – ela diz ao entrar em casa com seu precioso pacote nas mãos.
– Estou na cozinha, amor! – ele responde.
– Ah, sim! – ela diz e corre até a cozinha. Os dois se abraçam e trocam um beijo amoroso.
– Já fiz o jantar. – ele anuncia, apontando a panela fumegante de sopa.
– Ah! O cheiro está ótimo. E sabe o que é isso? – ela pergunta, mostrando ao noivo o pacote.
– Posso imaginar. – ele abre um imenso sorriso.
– É. Mas você só pode ver quando chegar a hora!
– Tudo bem. Eu vou esperar até o dia do casamento.
– Nos casaremos em uma semana! Mal posso acreditar! – ela diz, deixando o pacote sobre a mesa, e aconchegando-se nos braços fortes dele.
– Pois é. – ele a abraça e acaricia os cabelos negros dela. – Não pensei que esse dia chegaria.
– Está chegando. E vai ser perfeito, Shi!
– Vai, sim. – ele concorda. Ela ergue a face e olha ternamente para ele. Depois, completa:
– Eu tenho uma surpresa para você. Mas não posso contar agora.
– Ah, não! Vai me deixar ansioso! – ele protesta.
– Sim, eu sei. Mas garanto que vai valer a pena esperar.
– Está certo. Se você diz, eu acredito.
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Uma semana depois...
– Vamos, vamos, Shiryu! – Seiya arrasta o noivo para fora de casa.
– Mas e a Shunrei?– ele retruca enquanto é arrastado.
– Não se preocupe. Ela vai com Shun!
– Mas...
– Mas nada. – Seiya corta. – Temos de ir. O pessoal já está esperando.
– Não vai ser nada extraordinário. Apenas umf casamento no fórum, como dezenas de outros que acontecem todos os dias. Não precisamos ir separados. – Shiryu resmunga
– Para de reclamar e anda logo!
– Não venha me dizer o que fazer no dia do meu casamento!
– Deixa de ser chato, Shiryu!
Shiryu acompanha Seiya, mesmo contra sua vontade. Quando os dois chegam ao sopé da montanha, Ikki os espera em um carro.
– Até que enfim! Pensei que tinha desistido de casar! – Ikki brada.
– Mas é claro que não! – Shiryu retruca.
– Então entra logo no carro. – Seiya diz, já empurrando o outro para o banco de trás.
– Para quê carro se o fórum é logo ali? Dá para ir andando tranquilamente.
– Cala essa boca e entra. – Ikki impacienta-se.
– O que é que está acontecendo afinal? Dá para explicar? – questiona Shiryu ao acomodar-se no banco.
– Não! – Ikki e Seiya respondem juntos. O mais velho tenta aliviar:
– Estamos apenas levando você para o local do seu casamento. Não faça mais perguntas.
– Como não? Vai que vocês estão malucos e combinaram de me sequestrar para impedir o casamento?
– Não seja ridículo! Eu não perderia meu tempo com sequestro. – Ikki responde. – Se fosse para impedi-lo de casar, eu mandava logo um belo Golpe Fantasma de Fênix.
– Esqueci que esse é o “método Ikki”. – Shiryu resigna-se. – Vou ficar quieto, já que não me resta alternativa.
– Ótimo. – Ikki diz e dá partida no veículo.
Poucos minutos depois, o carro passa pelo fórum...
– Ei, ei! Passamos!! – Shiryu avisa.
– É, passamos.– Ikki diz tranquilamente.
– Volta, Ikki! Volta agora! – desespera-se Shiryu.
– Calma! Você não vai se casar no fórum. – Ikki explica.
– E onde então?
– Shiryu, não faça mais perguntas. – Seiya tenta acalmar o noivo. – Apenas confie em nós dois.
– Como é que eu posso confiar em dois malucos?
– Você não tem escolha. – Ikki diz.
– Tá, mas se eu notar qualquer coisa ainda mais estranha, salto do carro.
Ikki e Seiya riem cúmplices, enquanto o outro continua resmungando lá atrás.
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Enquanto isso, na casa de Shiryu e de Shunrei...
– Estou pronta. – Shunrei diz a Shun. Está claramente ansiosa, e sente as mãos trêmulas.
– Linda! – ele retruca, segurando a mão dela e fazendo-a girar. – A noiva mais linda que eu já vi na vida!
– Obrigada. Mas ainda estou preocupada com Shiryu. Você sabe como ele é. Vai ficar muito nervoso com essa coisa de Seiya e Ikki levarem-no para dar uma volta sem rumo por Rozan...
– Imagina. Os dois vão saber contornar qualquer problema.
– Esse é o meu medo. O jeito de contornar do Ikki não parece ser muito delicado. E se ele machucar meu Shiryu?
– Machuca nada. Ele só parece bruto, mas na verdade não é. E está bem balançado com essa coisa toda de casamento. Ele não admite, mas eu sei que está.
– Tomara. Ia ser muito bom ver o Ikki se casar com a Minu.
– Ah, se ia! Mas agora vamos. Você não deve chegar muito atrasada. Hyoga está nos esperando lá embaixo.
– Certo. Vamos lá! – ela diz, pegando o buquê que estava sobre a mesa, e acompanhando o rapaz.
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Novamente no carro.
– Já passamos por essa praça umas cinquenta vezes. – um Shiryu já bastante aborrecido diz
– Não, não. Foram só cinco. – Seiya corrige.
– Que seja. Vamos logo para o tal lugar onde vai ser o casamento e que não é o fórum.
– Ainda não. – Ikki diz.
– Vamos sim, e vai ser agora! – Shiryu grita, batendo a mão no banco com bastante força. – Já perdi a paciência.
– Cadê o seu espírito zen? – Seiya questiona rindo.
– Esqueça isso! Eu quero é me casar logo! Vamos logo para o tal local do casamento senão vai ter morte aqui nesse carro. E vocês me conhecem, sabem que quando eu falo, eu faço.
– Tá bom, tá bom!– Seiya diz.– Toca para a igreja, Ikki!
– Igreja?– a palavra surpreende Shiryu.
– Parabéns, Seiya! Você sempre estraga as surpresas. – Ikki brada, e Seiya se justifica:
– Ah, daqui a dois minutos ele ia saber mesmo.
– Eu vou me casar na igreja?
– É. – Ikki e Seiya dizem juntos.
– Shunrei está sabendo disso?
– Não. – Ikki diz, mas ao mesmo tempo, Seiya responde:
– Sim!
– Seiya, você é um caso perdido. – Ikki diz.
– Então deve ser essa a surpresa sobre a qual ela me falou... – Shiryu murmura consigo.
– É, deve ser. Mas foi ideia do seu Mestre.
– É? – intriga-se Shiryu.
– É. Ele disse que Shunrei é católica e que seria bonito o casamento na igreja. Por isso, ele armou tudo.
– Meu Mestre não tem jeito mesmo. – sorri Shiryu. – Mas se tivessem falado comigo, eu aceitaria sem problemas.
– De surpresa é melhor!
– Bom, chegamos. – Ikki diz ao parar o carro em frente à igreja. Shiryu sai do veículo. Ao entrar no recinto, ele vê todos cavaleiros de ouro, os remanescentes de prata e bronze, e mais outros convidados das redondezas. Ikki e Seiya apressam-se em tomar seus lugares no altar, ao lado de Minu e Saori, respectivamente. Ainda faltam Shun e Hyoga, para completar o quadro de padrinhos, junto com Mu e Eiri. Emocionado, Dohko se aproxima de Shiryu.
– Então, como se sente? – ele diz, abraçando o rapaz.
– Não sei dizer. – Shiryu responde comovido. – Planejávamos um casamento simples, mas isso aqui não é bem uma coisa que se possa chamar de simples.
– Eu quis que fosse diferente! Vocês dois merecem mais que um casamentinho no fórum. Agora tome seu lugar no altar porque sua noiva já deve estar chegando.
– Obrigado, mestre. Obrigado por tudo. – Shiryu diz e abraça Dohko.
– Não tem de quê. Agora vá.
– Certo.
Shiryu caminha pela igreja em direção ao altar, observando e cumprimentando discretamente os convidados. Uma vez em seu lugar, ele observa a decoração: muitas rosas vermelhas espalham-se por toda a igreja. De onde está, ele vê Dohko sair e a porta fechar-se atrás dele. Seu coração dispara, pois imagina que em alguns segundos ele retornará, conduzindo Shunrei.
Quando enfim a porta torna a se abrir, ele expira profundamente. Não tinha percebido, mas prendera a respiração assim que a porta se fechara. Dohko e Shunrei começam a andar lentamente em direção ao altar, ao som da marcha nupcial. O vestido champagne da noiva, na altura dos joelhos, tinha delicados bordados de flores no busto e na barra, e as alças eram de pequeninas pérolas. Na cabeça, ela usava uma delicada tiara de ouro branco, adornada com pequeninas flores de madrepérola. Shiryu lhe dera de presente no último Natal. As flores, feitas de lâminas finas do material nacarado, tinham minúsculos rubis no centro. Ele a comprara porque achava que se parecia com Shunrei. Depois se arrependera. Era um artigo luxuoso que, pensava ele, ela jamais usaria. Agora sentia-se aliviado e feliz por ver o presente sendo usado no dia mais importante da vida de ambos.
Ele sorri para a futura esposa, e ela também faz o mesmo. Quando ela enfim chega ao altar, os dois olham-se ternamente e ele murmura “Adorei a surpresa.”, ao que ela retruca, também murmurando: “Ainda nem começou...”. Ele quer perguntar o que ela quer dizer com isso, porém o padre começa a cerimônia. Shiryu tenta se concentrar no que o velho capelão diz, mas passa todo o tempo quase flutuando, pensando no que ela quis dizer com “ainda nem começou”, mesmo depois de tantos acontecimentos inesperados. O noivo volta a si quando o padre pronuncia seu nome.
– Shiryu, aceita receber Shunrei como sua legítima esposa, prometendo amá-la e respeitá-la por todos os dias da sua vida, até que a morte os separe?
Ele sorriu largamente, deixando escapar uma lágrima pelo cantinho do olho, fitou-a e disse:
– Sim. Eu prometo. – ele diz, colocando a aliança no dedo anelar esquerdo dela. – Prometo que serei o esposo mais fiel e mais dedicado, e que farei tudo para que você seja feliz.
Shunrei sorriu, também na tentativa de não chorar. O pároco continua:
– Shunrei, aceita receber Shiryu como seu legítimo esposo, prometendo amá-lo e respeitá-lo por todos os dias de sua vida, até que a morte os separe?
– Sim. – ela diz sem pestanejar e, tremendo um pouco, coloca a aliança no dedo dele. – Eu prometo.
– Eu vos declaro marido e mulher, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.
Ele segura a mão dela, acariciando-a com extrema ternura, e sente que ela ainda treme um pouco. Devagar, aproximam as faces e beijam-se.
Depois, Dohko anuncia que a festa seria no mesmo lugar planejado pelos noivos, o restaurante do Jardim Botânico de Rozan, mas que este estaria fechado apenas para os convidados do casamento.
Shiryu e Shunrei deixam a igreja sob a tradicional chuva de arroz e, num carro da Fundação Kido, deixam o local em direção ao restaurante, um grande salão com paredes de vidro que permitem uma perfeita vista do lago, com suas enormes flores de lótus abrindo-se imponentes sobre a água.
Os noivos aproveitam a festa, brindam, divertem-se, cumprimentam os amigos, mas a verdade é que não veem a hora de deixar o lugar. Ao final de tudo, agradecem a todos pelas surpresas daquele dia e deixam o lugar em direção ao hotel onde passarão a noite de núpcias, outra surpresa arquitetada por Dohko. A passagem para a Tailândia fora remarcada para o dia seguinte.
À porta do quarto, Shiryu pega Shunrei no colo e entra, deitando-a sobre a cama forrada com lençóis brancos.
– Foi um dia inesquecível, não é? – ele pergunta, acariciando a face dela.
– Sim. Saiu tudo como eu sempre sonhei, até melhor do que sonhei. – ela responde retribuindo o carinho.
– É, foi tudo perfeito. Mas você me deixou intrigado com o que disse no altar.
– O quê? – ela se faz de desentendida.
– Aquilo de “ainda nem começou”. Tem mais alguma surpresa? – ele pergunta ansioso.
– Ah, sim! Tem mais uma! Está bem aqui! Não está vendo? – ela diz.
– Onde? – intriga-se Shiryu.
– Aqui, olha. – Shunrei acaricia a barriga. – Aqui dentro.
– Meu Deus! Um filho! – ele exclama, sem conseguir conter a emoção.
– É. Um filho só nosso.
– Isso sim é uma enorme surpresa! Estou mesmo muito feliz.
– Eu também! E não sabe como foi difícil guardar segredo até hoje. Tinha horas em que eu queria contar logo.
– Imagino que sim. – ele diz e a abraça. – Esse chinesinho aí vai ser o mais amado do planeta.
– Eu sei. De você eu não posso esperar outra coisa além de muito amor.
– Bom, por falar em amor, acho melhor aproveitarmos nossa noite de núpcias... – ele diz, beijando o pescoço alvo dela.
– A noite de núpcias e todas as outras noites seguintes... – ela completa, virando um pouco a cabeça para que ele lhe beije a nuca.
– Por todos os dias das nossas vidas. – Shiryu conclui enquanto abre os botõezinhos perolados do vestido. Sussurrando juras de amor ao ouvido da esposa, ele faz as alças deslizarem suavemente pelos alvos ombros de Shunrei. Amam-se ternamente, sem pressa, deliciando-se mutuamente a cada sussurro, como se fosse a primeira vez.
Depois, ele a envolve em seus braços e, acariciando-lhe a face, murmura:
– Dorme, minha flor, dorme. Esse é apenas o começo da nossa nova vida.
Shunrei abre um sorriso luminoso e pousa a cabeça sobre o peito dele. Ouvindo os batimentos do coração do homem que amara desde a primeira vez que vira, ela adormece.
Fim
(ou não)
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Madrepérola: Substância calcária, dura e iridescente produzida por diversos moluscos, especialmente os bivalves. É o principal componente das pérolas. Pode refletir freqüências diferentes da luz, de acordo com a maneira como é iluminada, de modo que pode apresentar cores variadas. que vão do rosa, ao azul, verde e amarelo, em várias tonalidades. Origem: Wikipédia. Rozan (Lushan) tem mesmo um Jardim Botânico.
Texto original da música: “Piccola rosa, sei in ogni cosa, tu che preziosa sei per me. E silenziosa mano si posa sopra di te. Piccola rosa, diverrai sposa e quando il tempo lo vorrà dalla mia rosa dolce e odorosa un altro fiore nascerà.”. Arisa é a cantora italiana que venceu o Festival de Música de Sanremo deste ano. Se você gosta de música italiana, vale a pena conferir. E, fazendo uma propagandinha básica, agora escrevo num blog de música italiana, povo! Endereço no profile!
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Ai, niver da Shunrei passou e eu não consegui botar a fic no ar por um motivo bem simples: EMPACAMENTO. A danada empacou no final e não saía nem com reza braba. Felizmente, desempaquei-a! Eis a fic! E Feliz Aniversário atrasadérrimo para a Shushu!
Escolhi o casamento religioso pelos seguintes motivos: 1. Considero Shunrei católica. Sim, a Igreja Católica atua em Rozan e existe mesmo uma igreja. Foi construída por missionários ingleses ao que parece. Fotos no meu blog, já, já. 2. Queria uma cerimônia diferente da que fiz na fic “O Casamento”.
Escolhi esse nome porque acho linda qualquer coisa feita com o material. Babo até hoje por anel com uma flor de madrepérola e uma safira no miolo que vi lá naquele programa de leilão dos árabes, turcos ou algo assim. Quando eu for rica, comprarei um!
Agora já vou, porque o capítulo de “Sorrisos, Segredos e Enganos” me espera!
Beijos!
Chii