Disclaimer: SnK e essa fic não me pertencem. Sendo o primeiro de Isayama e a segunda de creoleereri.


Capítulo 4

"A cidade está quieta hoje à noite. É sempre ruim para alguém quando tem noites como essa." Disse um homem à seus subordinados. Eles estavam sentados em um armazém abandonado a quinze minutos da cidade. No chão jaziam quatro homens e uma mulher, frios e cobertos do próprio sangue. O líder do grupo soltou uma fumaça do cigarro enquanto examinava seu trabalho.

Tudo estava indo de acordo com o plano, ele pensou malevolamente. Essa noite seria a noite em que essa área saberia quem era o verdadeiro rei.

A porta se abriu e mais dois de seus homens entraram carregando uma figura flácida. A cabeça estava coberta por um saco com buracos no nariz. Sangue escorria lentamente do saco, caindo no chão. A figura imóvel tinha sangue na blusa, presumivelmente seu próprio. Se não fosse pelo leve movimento do seu peito, a pessoa poderia ser considerada morta. Mesmo antes do saco ser removido ele parecia patético.

"Coloque-o nessa cadeira e amarre-o."

Eles seguiram as ordens, amarrando suas mãos e tornozelos, enrolaram uma corda ao redor de seu peito e prendendo ainda mais seus braços. O líder caminhou, satisfeito, até a figura indefesa e arranca o saco. Ele examinou-o e o olhar convencido agraciou seu rosto novamente. Ele ficou de pé frente à frente à figura e o estapeou o mais forte que pode.

O tapa ecoou pelo recinto silencioso e a figura inconsciente se moveu. Ela foi estapeada mais duas vezes até recompor a consciência completamente.

Lentamente, um olho de cada vez se abriu. Confusão e dor imediatamente entalhada nos olhos. Assim que as memórias voltaram e ele notou sua atual situação, ele tornou-se mais alerta e tentou se levantar, mas a dor e a corda o impediram de se mover. Ele ainda estava sangrando e tudo que ele queria fazer era voltar a dormir. Ele não sabia por que estava ali e por que estava amarrado. Seus olhos finalmente registraram o homem em pé a sua frente, olhando-o como se ele fosse puro lixo. O homem era estranhamente familiar, mas ele não se lembrava do nome. Ele olhou ao redor e viu mais figuras na escuridão. Eu conheço esse lugar, pensou o cativo. Seus olhos pousaram nos corpos frios espalhados no chão. Raiva e pesar borbulharam dentro dele e seu olhar voltou para o filho da puta sorrindo de cima para ele. Se ele não estivesse machucado e amarrado ele iria espancá-lo até a morte. Ele sabia que ele tinha visto os corpos e ele estava sorrindo. Mas que porra esse homem queria? E por que ele os matara?

"Eu vejo confusão escrita no seu rosto, garoto. Continue assim por mais alguns minutos e então nós vamos nos divertir de verdade."

"Eu não sei quem você é e eu não ligo. Por que você os matou? Você é idiota?"

"Não, mas você é. Seus pais nunca te ensinaram a ficar longe das pessoas erradas… Eren Jaeger?"

E de repente, tudo fez sentido...


Algumas horas antes.

"Hei, Eren! Nós todos vamos sair depois do trabalho. Você vem?"

"Não, Marco, eu vou direto para casa. Descansar."

"Sem problemas. Te vejo amanhã."

Eren se sentiu um pouco mal por mentir para seu colega/amigo. Ele realmente ia para casa, mas não era para dormir. Levi deveria aparecer por lá e ele não queria se atrasar ou perder isso.

Eren não tinha completamente aderido a ideia de fazer vista grossa, mas Levi dificultava desgostá-lo. Já tinha se passado três meses desde a briga na sua casa e Levi tinha cuidado de tudo a partir daí. Ele tentou afastar Levi mais duas vezes por causa da culpa e teimosia, mas Levi nem mesmo o ouviu. Suas tentativas sempre se provaram inúteis porque eles, de alguma forma, sempre acabavam na cama, nus, acabados e cobertos de mordidas de amor.

Levi tinha um jeito de fazer seus medos e inseguranças florescerem completamente. Ele sabia exatamente onde morder, onde seu pescoço era mais sensível. Ele sabia até onde provocar até ele ficar duro. Ele sabia exatamente onde enrolar as mãos e fazê-lo implorar por mais. E mais era o que ele sempre recebia. Levi tinha um jeito duro de ser com as investidas, mas gentil com os beijos nos lábios, bochechas e pescoço. Ele sabia como fazer os dedos dos pés de Eren se curvarem e de como deixá-lo acabado e exausto.

Ele também mimava Eren por nada. Ele tinha implorado para ele não fazer isso, mas Levi se recusara a escutar. Em dois meses ele tinha visto mais do seu estado e lugares ao redor do que jamais veria se estivesse sozinho. Ele também podia fazer chefs profissionais porem os rabos entre as pernas com a sua comida. Ele comprava roupas para Eren e exigia que ele as vestisse quando se encontrasse com ele e teve uma vez, quando ele quebrara o celular de Eren e na manhã seguinte já tinha um outro novinho na frente de sua porta. Levi tentou comprar um carro para ele, mas Eren batera o pé. Ele pensara que Levi estava tentando comprá-lo, mas descobriu que esse era o modo de Levi demonstrar afeição. Ainda estava levando tempo para se acostumar, mas Eren estava conseguindo.

A maioria das pessoas que trabalhavam com Levi conheciam Eren pelo rosto. Apesar de ser um detetive, ninguém o provocava, temendo uma punição do chefe. Os dois tiras de antes tinham sido exemplo. Levi manteve a sua palavra de cuidar de Eren e ele não podia negar que seus sentimentos tinham crescido perigosamente.

Ninguém na sua vida sabia sobre Levi, exceto seu melhor amigo, Armin. Ele era o único em que confiava para não dizer nada e o julgar. Ele também era uma ótima pessoa com quem desabafar.

E Levi também tinha ajudado-o em alguns casos para fazê-lo sentir-se melhor pelo trato deles. Ele sabia onde as pessoas podiam ser encontradas e ele sabia como conseguir as coisas sem por Eren em perigo. Se não fosse pelo fato de ele matar pessoa no submundo e ser um chefe da máfia, Levi seria o namorado perfeito.

Eren estava perdido em pensamentos, pensando em Levi o caminho inteiro para casa. Ele correu para o chuveiro, tomou banho, e começou a fazer o jantar. Eram 18:30 e Levi deveria chegar lá pelas 19:30. Eren cantarolou enquanto cozinhava a massa e cortava os ingredientes para a salada. Por alguma razão, ele sentia-se como uma garotinha do colegial. Ele tinha nós no estômago e ele estava realmente empolgado em ver Levi.

Quando deu 19:45 e nada de Levi, Eren começou a ficar preocupado. Ele contemplou ligar para ele quando seu telefone começou a tocar.

"Levi, cadê você? Você não costuma se atrasar."

"Eu sei, Eren." Levi suspirou.

Eren? Levi geralmente o chamava de moleque e raramente o chamava de Eren, a não ser que fosse sério.

"Está tudo bem?"

"Sim, mas não vou poder ir hoje à noite. Sinto muito, Eren."

"O-ok. Devo remarcar?" Eren perguntou esperançosamente.

"..."

"Levi?"

"Eren, eu tenho que ir."

"Ok, tome cuidado, Levi."

"... Eren, saiba que você significa muito para mim."

"Levi, espera!"

O sinal de 'chamada encerrada' piscou na tela do celular. Eren não entendia por que Levi tinha cancelado tão de repente ou por que ele estava agindo de maneira tão estranha. Ele também não pode evitar a pequena dor que se formou no seu coração por não poder ver Levi e por não saber o que estava acontecendo. Ele tentou se distrair comendo e assistindo filmes, mas sua noite estava arruinada. Eren se arrastou até a cozinha e a limpou.

Ele não estava prestando atenção ao seu redor e não notou as sombras na sua janela.

De repente, um estalido alto foi ouvido e antes que Eren pudesse piscar uma dor se espalhou da sua mão até seu braço. Ele sentiu o sangue quente e pegajoso caindo e rapidamente correu para pegar seu revólver. Uma outra onda de tiros foi escutada na casa e ele teve que se abaixar para não ser atingido. Ele rolou e usou os cotovelos para rastejar para fora da cozinha. Quando ele chegou na sala, ele se levantou e correu até a gaveta onde sua arma estava quando percebeu que a porta da frente estava aberta. Antes que ele pudesse reagir, uma dor o atingiu na cabeça e ele só viu escuridão.


Atualmente.

"Seus pais nunca te ensinaram a ficar longe das pessoas erradas... Eren Jaeger?"

Os olhos de Eren se arregalaram enquanto ele juntava todos os pedaços.

"Eu estou aqui por causa do Levi?"

"Bingo, uau, você é realmente um detetive, hm?"

A figura na sua frente soltou uma risada zombeteira, fazendo Eren ver tudo vermelho.

"Que merda você quer com a gente?"

"Eu quero meu filho de volta, mas graças ao seu amiguinho, isso nunca vai acontecer."

A risada parou tão rápido quanto veio. Olhando para o homem, Eren agora podia ver claramente suas feições.

"Você é o pai do Reiner." Não era uma pergunta.

"Bingo novamente, Deus, eu realmente devia te dar um prêmio. Mas nós vamos esperar. Tenho certeza de que ele vai perceber tudo e vai correr até aqui para te salvar como a vadia que ele se tornou.

"SE VOCÊ ENCOSTAR UM DEDO..."

Eren não terminou porque foi chutado no rosto. O som de algo caindo no chão ecoou pela sala. Esse algo era o dente de Eren e agora sua boca estava sangrando. Eren queria cuspir o gosto metálico mas segurou, tentando manter o orgulho. Ele manteve o olhar sobre o pai de Reiner e desejou poder tirar aquele sorrisinho do seu rosto.

O homem estava levantando o pé novamente quando a porta foi aberta violentamente e tiros foram disparados. Dois homens caíram no chão e um Levi muito puto entrou, acompanhado por Hanji e mais dois homens.

O pai de Eren sorriu quando Levi entrou.

"Oh, Levi, você decidiu se juntar a nós!"

O coração de Eren bateu enlouquecidamente quando viu Levi. Ele queria correr para seus braços e ir embora, sem nunca mais olhar para trás. Levi estava apontando o revólver para seu sequestrador com o olhar mais mortal que Eren já tinha visto. Fez-o estremecer. E finalmente Levi falou, na voz mais fria e desprovida de emoção possível.

"Deixe-o ir e eu te darei uma morte rápida."

"E se eu não o fizer?"

Mais dois tiros foram disparados e mais dois homens caíram no chão.

"E isso foi por matar meus homens que estavam infiltrados aqui. Agora, deixe-o ir."

O pai de Reiner não parou de sorrir enquanto caminhava até Eren.

"Diga, Levi, como você entrou aqui tão facilmente? Eu quase nem tive tempo para brincar com Eren até você nos interromper."

A sala estava em completo silêncio. Todos os olhos estavam em Levi enquanto ele estava completamente indiferente e seus olhos pareciam estar ainda mais escuros e frios.

"Eu sabia o que você ia fazer a partir do momento que você começou a conspirar contra mim. Você e seu filho são idiotas por pensar que poderiam me derrubar. Eu tenho homens em todo lugar e eu sabia exatamente o que você estava planejando. Então eu usei o garoto para chegar até você. E depois de eu terminar com você, ninguém vai me desafiar novamente."

As palavras de Levi atravessaram Eren como uma bala. Como ele conseguia dizer essas coisas sem nenhuma emoção?

"VOCÊ ME USOU?"

Levi olhou para Eren sem mudar o olhar. Eren se encolheu enquanto seu coração se partia.

"Eu precisava chegar até ele. Você era o único modo."

"Então todo esse tempo eu não fui nada mais que uma ferramenta?"

"Eu fiz o que precisava ser feito."

Eren não conseguia mais encarar Levi. Mesmo Hanji parecia de coração partido. O pai de Reiner ria de toda a cena.

"Oh, isso é melhor do que eu pensava! Levi, seu demônio astuto. Usando esse garoto precioso para seu próprio benefício. Eu já sabia que você era um bastardo sem coração, mas puta que pariu. Eu acho que você não vai se importar se eu matá-lo como você fez com meu filho, vai?"

Tudo pareceu se mover em câmera lenta quando múltiplos tiros foram disparados no ar. Em menos de trinta segundos mais duas pessoas estavam mortas e uma criticamente ferida. Entre três estava um anjo inocente de olhos verdes jazendo na cadeira, sangrando.

A última coisa que Eren ouviu foi alguém gritando seu nome e algo salgado e molhado entrando na sua boca e roçando na sua bochecha.


Um mês depois.

Um homem baixo, de cabelos negros, pele pálida, e de olhos sem emoção estava deitado ao lado de um corpo quente. Por um mês ele se recusara a se mexer. Seu trabalho teve que ser feito por Hanji e ele teve que se encontrar com muitas pessoas cujo nome ele não se importava em lembrar. Uma sendo uma mulher de cabelos negros cujo olhar combinava com o seu. A outra foi um moleque chorão de cabelos loiros.

Ele se recusara a se mover mesmo quando fora ameaçado. Todos queriam informações e nenhuma era dada.

"Sentimos muito, senhor, mas ele está em coma. Ele levou um tiro no braço, perdeu um dente, e teve uma concussão severa. E nada disso ajuda com a bala alojada na sua perna. Ele perdeu muito sangue e teria morrido se não tivesse sido logo tratado."

Pelas primeiras duas semanas, a limpeza tinha sido esquecida. Levi quase nunca deixava o lado de Eren e teve que suportar se encontrar com aqueles próximos dele. Se Hanji não tivesse lhe comprado roupas, ele já teria se decomposto. Ele nunca fora alguém de lágrimas, mas elas acharam o caminho até seus olhos desde aquela noite. Ele nunca se arrependera até aquela noite. Ele nunca deveria tê-lo usado. Ele deviera tê-lo dito que não era só uma ferramenta. E agora, ele podia perder a única pessoa que o fazia sentir. O único que aquecia seu coração frio.

Três semanas se passaram e olhos verdes lentamente se abriram de volta ao mundo.

Levi estava ao seu lado, pegando sua mão e quase histérico. Eren olhou para ele, cheio de emoções. Confusão, raiva, e compreensão. De repente, ele gritou com Levi, chamando-o de traidor, bastardo, monstro de coração frio, e Levi teve que ser escoltado para fora do quarto. Foi-lhe negada a entrada por uma semana. Só a família podia entrar.

Na quarta semana, Levi invadiu o quarto e expulsou todo mundo para fora. Ele fechou e trancou a porta. Ele quase é recepcionado com mais gritos, mas os cortou com um beijo forte.

Eren sentiu como se tivesse voltado a sua casa depois do seu colapso, e Levi beijou-o descontroladamente. Ele queria lutar e o chutar para longe, mas não conseguia. Ele estava derretendo no beijo e lágrimas escorriam pelo seu rosto. O beijo era molhado e cheio de paixão. O modo como se agarravam um no outro certamente deixaria marcas.

Eren foi empurrado para trás até bater na cama enquanto Levi começava a remover a roupa dos dois. Ele deu mais beijos rudes em Eren e esfregou sua virilha de volta a vida. Nenhuma palavra foi dita quando Levi pegou o lubrificante ao lado da cama e abriu as pernas de Eren. Eren ainda sentia-se um pouco fraco, mas luxúria tinha tomado o controle sobre sua mente.

Levi surpreendeu Eren ao deixar pequenos beijos pelo seu corpo até chegar em sua ereção. Ao invés de lambê-la, sua língua foi para outro lugar.

As mãos de Eren voaram para a cabeça de Levi enquanto esse lambia sua entrada. Eles nunca tinha feito nada tão vil e Eren percebeu que essa era a forma de Levi se entregar a ele. Levi o lambeu de cima a baixo e então enfiou a língua. Ele a empurrava e puxava e logo adicionou os dedos que tinha lubrificado. As mãos se Eren na sua cabeça se apertaram e seu coração bateu enlouquecidamente. Levi investia a língua e os dedos cruelmente para dentro de Eren, alargando-o e atingindo seu doce ponto até Eren convulsionar violentamente abaixo de si.

Mas Levi não tinha terminado.

Ele revirou sua roupa e espalhou a loção por sobre seu membro e olhou para Eren. Ele o acariciou até estar duro de novo e o beijou sem fôlego. Ele ajeitou seu cumprimento e o penetrou lentamente, fazendo ambos gemerem em prazer. Eles dois sentiram falta disso; um mês longo demais. Levi não perdeu tempo em voltar a estocar dentro de Eren com o mesmo vigor animalístico de sempre. O coração de Eren estava prestes a fazer o monitor explodir, e ele estava em transe. Seus olhos pareciam estar revirando para trás da cabeça e mais gemidos continuavam a deixar os seus lábios. Levi os silenciou com um outro beijo e continuou a investir para dentro dele até ambos terminarem juntos.

Eren estava acabado, coberto em gozo e suor. Levi não estava muito melhor. Ele se arrastou até o banheiro para pegar algumas toalhas para se limparem.

Ele vestiu Eren e depois se vestiu. Então, ele se deitou ao lado do outro na cama. Nenhum dos dois disse nada até Eren dizer o que estava na sua cabeça.

"Ainda estou bravo com você!"

"Eren, você não se lembra do que eu te disse naquele dia antes de desligar?"

"Não!"

"Você é realmente um pirralho. Eu disse que você significava muito para mim. Você ao menos estava ouvindo?"

"Sim, mas e tudo aquilo que você disse naquela noite? E o modo como você me olhou."

"Para um detetive renomado que atuou em cenas para fazer pessoas confessaram ou para acalmá-las você realmente é horrível em ler uma situação. Eu tive que fazer o que fiz para ter certeza de que ele fosse pego. Era para você só ser sequestrado, não era para você acabar num coma do caralho."

"Mas por que você me fez acreditar que eu era só uma ferramenta? Por que você o deixou me pegar?"

"Eren, era questão de vida ou morte."

Eren estava em silêncio e seus pensamentos estavam correndo desenfreados. Ele queria acreditar em Levi, mas desde que ele entrara na sua vida ele não tinha tido nada além de problemas.

"Levi, parece que toda vez que interagimos, eu me machuco. Eu nem sei se posso mais suportar isso."

Eren lutou contra as lágrimas nos seus olhos e desviou o olhar de Levi. Ele estava certo de que seus sentimentos eram profundos, mas isso já era demais. Ele foi trazido de volta quando uma mão agarrou o seu queixo e o forçou a encarar Levi nos olhos.

"Temo não poder te deixar ir,Eren."

"Por que não? Eu não vou contar."

"Você é um idiota se pensa que eu vou deixar um pirralho por quem eu me apaixonei me deixar."

Os olhos de Eren ee arregalaram enquanto ele absorvia as palavras. Sem chance.

"Você o quê?!"

"Eu disse que eu te amo, não fui claro?"

Eren estava sem palavras diante do mafioso. Ele queria enrolar os braços ao redor dele e esquecer de tudo. Mas ele não sabia se conseguiria lidar com tudo que involvia Levi.

Sua resposta foi decidida por ele quando braços fortes o puxaram para seu peito e lábios pressionaram seus próprios.

"Eu disse que tomaria conta de você e eu cumpro as minhas promessas."

Eren não respondeu. Ao invés disso, ele só se deixou perder para tudo, exceto o homem que o segurava.


FIM

Esse foi o último capítulo... Que alívio! Menos uma! Enfim, espero que tenham gostado. Reviews são sempre bem-vindas! E não, isso não quer dizer que eu vou voltar a postar regularmente.

Bye.