Disclamer: Harry Potter e seu universo não me pertencem, eu doei para a J. K. Rowling, pois ela precisava de mais publicidade do que eu! Acreditou? Eu também não. Então você já sabe que é tudo dela e que eu só estou pegando emprestado, sem fins lucrativos.

Essa é uma fic Slash, isso quer dizer: homens com homens. Sim isso mesmo, dois homens juntos interagindo romanticamente. E mais eu resolvi nessa fic ser um pouco mais apimentada e por isso essa fic vai ter cenas de sexo, muito sexo, entre homens e homens, mais precisamente: sexo entre Harry Potter e Draco Malfoy. Se não quer ler, não gosta, pare aqui.

Eu escrevo por que gosto e você lê porque quer. Não aceitarei reviews mal-educados.

Essa fic vai ter no máximo 3 ou 4 capítulos e todos eles vão conter cenas calientes, por isso, esteja preparado.

Lembranças

Primeira vez

Caminhou pelos corredores desertos de Hogwarts, seu destino era certo e sua decisão estava tomada. Marchava, não caminhava, rumo a seu destino, ainda não sabia que era exatamente para ele que estava indo e que isso lhe trouxe estase e dor.

Estava lá para falar com Harry Potter, para oferecer ajuda e falar-lhe de seus planos. Queria lutar do lado certo, queria vingança! Voldemort descartará seu pai. O matara sem nenhuma piedade ou consideração pelos anos de servidão.

Seu pai estava morto, sua mãe desaparecida e o nome Malfoy na lama. O que mais lhe doía era o fato do nome Malfoy estar na lama. Ele tinha que admitir isso, nem que fosse para ele mesmo. O pai e a mãe escolherão seus destinos e agora ele tinha que se salvar, salvar um pouco da dignidade que lhe sobrara.

Entrou na sala do Precisa nada o preparara para ver Harry Potter, o Menino-Que-Sobreviveu chorando.

Os cabelos negros tinham crescido, mas ainda pareciam sempre embaraçados por um vento brincalhão que só tocava o moreno, cobriam o rosto másculo de um homem. Harry Potter não era mais um menino, já era maior de idade, já era um homem forte e alto. Um guerreiro, mas o guerreiro estava sentado em um canto da sala soluçando e com as lagrimas pingando no chão.

Draco foi tomado por vários sentimentos que o tomarão ao mesmo tempo quando viu pela primeira e ultima vez Harry Potter chorando. Dor, vazio, insegurança, necessidade de ajudar, vontade de correr para longe dali.

Tomado de coragem, ele se aproximou e se sentou ao lado do moreno. Silencioso, não sabia o que falar. Nunca imaginara que o Garoto de Ouro poderia chorar, isso era para pessoas como ele, como o Weasley ou a Granger. Pessoas comuns que não eram bravas e fortes como o bruxo em prantos ao seu lado.

- Veio rir da minha dor, Malfoy? – perguntou aquela voz áspera e rouca.

Draco sentiu um arrepio de prazer e dor. Pela primeira vez falou com sinceridade com o moreno.

- Vim pedir sua ajuda – falou com arrastado, como era seu costume – Quero entrar para a Ordem, eu quero vingança, e só você pode me ajudar!

Viu o moreno erguer o rosto e lhe olhar profundamente nos olhos.

Aqueles olhos verdes, tão intensos, tão cheios de vida, estavam opacos e úmidos, vazios. O rosto belo e bronzeado estava coberto pelas lagrimas que tinham corrido livremente, mas não chorava mais.

- Não posso ajudar ninguém, Malfoy. Nem a mim mesmo – Harry falou com voz dura, a força parecia estar querendo voltar e Draco internamente riu.

- Então talvez eu possa – falou antes que pudesse impedir as palavras de saltarem de seus lábios.

A despeito de anos de ódio, anos de ensinamentos, anos de rivalidade, Draco abraçou o moreno. Ele precisava abraçar o moreno, ele precisava do contato de outro ser humano e Harry Potter também precisava disso.

Sentiu o corpo quente do moreno contra o seu, primeiro tenso, depois relaxando até que Harry respondeu o abraço.

Sentiu o prazer de ter aquele corpo contra o seu, de sentir aquela magia cálida e poderosa se harmonizar com a sua. Sentiu a respiração do moreno em seu pescoço, as mãos fortes agarrando suas costas como se ele fosse desaparecer. Nunca tivera muito contato afetivo, não gostava, nunca recebera e se acostumara com isso, mas agora se arrependia. Parecia que todos os prazeres que tivera na vida não se comparavam àquele simples contato entre os corpos, aquele simples apoio mútuo.

Claro e escuro. Força e fraqueza. Orgulho e arrogância. Opostos e complementares. E foi nesse momento que ele se deu conta que estava perdido e completamente apaixonado pelo homem em seus braços, que ao notar-lhe a fraqueza, entregara-lhe o coração.

O fato de sempre achar que Harry Potter era só força e virtude havia impedido seu coração de se entregar. Agora já não podia mais voltar atrás, não podia reverter o processo e impedir-se de entrar naquela sala e mesmo que pudesse, não o faria. Descobrira que o amor não nos deixa fracos, como seu pai alegava, e sim fortes, muito mais fortes.

Draco sorriu e isso não passou despercebido ao moreno em seus braços, e Harry soltou-o e afastou-se, olhando nos olhos do loiro. Verde e prata se encontraram e se analisaram.

- Por que você fez isso, Malfoy? – perguntou Harry, a força estava de volta, como Draco pode ver.

- Porque me pareceu a única coisa que eu poderia fazer. Porque você parecia precisar e eu também – explicou Draco – Onde estão seus amigos? Aqueles que deveriam estar aqui para fazer isso?

Harry analisou o loiro a sua frente, os olhos do slyntherin tinham um brilho que nunca estivera ali antes. Notou também que o Malfoy não parecia estar mentindo.

Fora que fora muito bom ser abraçado pelo apanhador sonserino. O príncipe da slyntherin tinha crescido, se tornado um belo e pálido homem. Tinha só uns dois ou três centímetros a menos que ele, mas não parecia. Draco Malfoy sabia se portar, por isso parecia mais alto do que realmente era. O rosto fino se tornara mais másculo, os traços infantis tinham quase desaparecido. O cabelo longo e loiro passava-lhe dos ombros, caindo liso envolta dos traços do rosto, dando uma bela moldura ao rosto fino e acendendo ainda mais os olhos cinza prateados. O corpo também mudara, ele continuava esbelto e flexível como sempre fora, mas os anos de treino haviam dado músculos bem proporcionados aquele corpo. E Harry os sentira durante o abraço. Assim como a ternura e consolo.

- Rony e Mione têm seus próprios problemas e pesares para sentir, fora que não contamos tudo uns pros outros. Mas por que você veio até aqui mesmo? – Harry respondeu depois de um longo silencio.

- Para lhe pedir para entrar para Ordem.

- Por que eu lhe deixaria fazer isso? – perguntou Harry desconfiado.

- Porque Voldemort matou meu pai. Porque é meu direito exigir vingança! – Draco falou duro – Eu vou entrar nessa guerra, Potter, com a sua ajuda eu vou poder entrar para a Ordem. Mas se não, tudo bem, eu vou lutar mesmo assim. Não é tão difícil assim me manter informado. Meu sobrenome pode estar na lama, mas eu ainda tenho influencia sobre alguns slyntherin que serão futuros comensais.

- Não sou eu quem decide, Malfoy. Dumbledore é quem vai julgar seu pedido – Harry falou, acreditava no loiro, para sua própria confusão.

- Ele me mandou aqui falar com você – Draco reconheceu, e ao ver o moreno se espantar continuou – como você acha que eu ia saber que você estava aqui se não fosse por Dumbledore?

- Me seguindo? – falou Harry.

- Potter, sabe quantos corredores tem nessa escola? Fora que você tem aquela maldita capa de invisibilidade, como é que eu vou seguir alguém que eu não posso ver?

Harry riu, já era conhecimento geral que ele possuía tal capa. Não que a usasse com tanta freqüência agora. Ele tinha o Mapa do Maroto e por isso era só se esgueirar pelos corredores vazios e usar as passagens certas. Quem poderia pegá-lo se ele sabia exatamente por onde ir e por onde não ir.

- Por que Dumbledore te mandou falar comigo, ele te falou? – perguntou, evitando comentar sobre o como chegara ali.

- Segundo Dumbledore, se você me aceitar na Ordem, ele me aceitará também. Acho que ele achou que você não ia gostar nada dele me deixar entrar na Ordem. Por que será? – perguntou Draco ironicamente.

- Não tenho a mínima idéia, Malfoy. O que será que fez o grande Dumbledore achar que eu ficaria irritado se ele te aceitasse na Ordem pelas minhas costas? – Harry entrou na brincadeira. Não queria voltar à realidade, estava tudo muito bem assim. Parecia que não havia rivalidades, raiva ou uma guerra.

- Ele falou algo sobre ser a sua vida em jogo, por isso seria sua decisão – Draco falou baixo, mais para si do que para Harry.

- Até que enfim ele aprendeu isso. Talvez eu não precise mais ficar jogando isso na cara dele de agora em diante – Harry comentou. A aura de irrealidade continuava, a guerra podia estar lá, mas o fato de estar conversando sobre ela com Draco Malfoy, de um jeito que nem seus melhores amigos conseguiam, era irreal.

- Como assim, Potter? – Draco perguntou preocupado.

- Tivemos uma discussão hoje, parece que ele ainda acha que eu sou um garotinho de onze anos que precisa ser protegido da realidade, não posso mais. Já lutei e vi coisas demais para isso.

- Não quero saber das loucuras de Dumbledore, quero saber que história é essa de sua vida? – Draco perguntou, preocupado.

- A profecia que Voldemort queria no quinto ano era sobre isso. Nela dizia que um de nós teria de morrer para o outro viver. Ou serei o assassino ou o assassinado. Ainda quer entrar nessa guerra, Malfoy?

- Já estou nela. E daí que tem uma profecia? E daí que você vai ter que matá-lo? Ele nem é um ser humano realmente, é pura maldade e podridão – Draco falou sua opinião.

- Eu sei, conheço ele bem demais.

- E ele não te conhece, ele te subestima, por isso nunca pode te matar. Por isso nunca vai conseguir te matar – decretou Draco.

- Malfoy, o que você bebeu hoje? – perguntou Harry rindo. O slyntherin estava mesmo estranho.

- Veritassium, Snape insistiu. Para dar mais ênfase a minha declaração – Draco fez uma careta – Já tomou?

- Ainda não. Nunca conseguirão me pegar nessa – Harry comentou – Quer dizer que você não pode mentir?

- É, não posso nem contar meias verdades. Horrível – Draco fez uma careta.

- Então, Malfoy, amanhã vai voltar tudo ao normal?

- Como assim?

- Como sempre, você mentindo, implicando?

- Não sei, acredito que vai ser mais eficiente eu continuar com minha postura de sempre, afinal, muita coisa é dita no salão comunal da slyntherin. Por que?

- Porque vai ser estranho, vai parecer que isso aqui nunca aconteceu – comentou Harry.

- Nós vamos saber que existiu – Draco respondeu.

Harry estudou novamente o loiro a seu lado. E uma idéia louca lhe passou pela cabeça, rindo ele perguntou:

- Mas e ai, Malfoy. Como se sente por ter abraçado um dos garotos mais bonitos e cobiçados da escola?

- Ótimo – respondeu Draco, franzindo o cenho. Rezando para que Harry papasse com aquele tipo de pergunta.

- Claro, mas me fala, quando foi que você descobriu que é apaixonado por mim – Harry perguntou rindo.

Draco se levantou, tentando sair da sala antes que as malditas palavras saíssem por seus lábios. Sentiu a dor de tentar lutar contra a poção da verdade. Queimava seu peito e deixava-o fraco, mas ele estava quase conseguindo alcançar a porta quando Potter agarrou seu braço e o olhou assustado.

Não conseguiu mais conter.

- Hoje, quando te vi chorando – falou Draco, puxando o braço e tentando sair mais uma vez da sala.

- Por que ao me ver chorando?

- Porque foi quando eu vi que você também tinha franquezas – Draco respondeu sem se virar – Deixe-me ir embora, por favor.

Harry ouviu o loiro pedir, mas não podia. Tomado por uma loucura que não sabia explicar, puxou novamente o braço do slyntherin e o virou para si. Queria ver aqueles olhos enquanto a poção não permitia que o loiro mentisse para ele.

- Por que só ao notar que eu tenho fraquezas? – perguntou olhando os olhos cinza.

- Porque não poderia me apaixonar por alguém que fosse só força e virtude. Pare, deixe-me ir.

Harry viu dor naqueles olhos, dor e humilhação. Tomado de uma ternura limensa, ele fez algo que nunca pensara em fazer. Beijou Draco Malfoy.

No inicio os lábios se encontrarão com excitação, testando-se, mas logo as emoções tomarão ambos os jovens e as línguas começarão a conhecer a boca um do outro. Desvendando, provando, tomando.

Com um suspiro de puro prazer, Draco se aproximou ainda mais do moreno e o enlaçou com os braços.

Harry respondeu ao gesto agarrando o loiro. As mãos passeavam pelo corpo um do outro, conhecendo, procurando, medindo.

Durante longos minutos os dois ficarão assim, se beijando, se tocando. Até que o beijo foi tornando-se mais lento, até terminar. A boca de Draco procurou o pescoço de Harry. Cheirando, beijando, mordiscando e isso fez o moreno gemer.

O gemido de Harry fez o sangue do loiro correr mais rápido pelas veias. Queria mais, queria tudo, queria Harry com todas as suas forças. Precisava do griffindor como precisava de ar.

Harry passava a mão nos cabelos finos e loiros, descendo até a nuca.

- Potter, você beija malditamente bem. Quando aprendeu isso? – Draco perguntou com a voz rouca.

- Com você, agora – Harry falou.

Quando o slyntherin ergueu os olhos para os seus, Harry o pegou pela nuca e tornou a beijá-lo com fúria e paixão. Não sabia bem o que estava fazendo, só sabia que precisava fazer aquilo.

As mãos começarão a explorar mais do que antes, buscado pele. As camisas foram rapidamente abertas e despidas. Pele clamava por pele. Boca clamava pela boca e pela pele do outro.

Num vértice rápido e louco eles se afastarão. Olhando a visão que era o torso nu do outro.

- Harry, é melhor nós pararmos por aqui! – Draco falou, assustado com as conseqüências que veriam.

- Por que? Não me quer por acaso?

- Harry, pode ter certeza que quero, mas daqui a pouco eu não vou poder me deter. É melhor pararmos antes de algo que lhe faça realmente se arrepender.

- Como o que, Draco – Harry perguntou enfatizando o nome do outro e tocando-o com as pontas dos dedos na lateral da cintura do loiro, vendo-o se arrepiar.

- Antes que não façamos amor – Draco respondeu, agüentando-se para não agarrar o moreno que o provocava – antes que esse momento de loucura nós mate.

- Eu quero fazer loucura, Draco. Quero fazer isso. Quero fazer amor contigo.

E ele queria mesmo. Viu o loiro ficar meio inseguro e tentar se afastar, mas foi mais rápido e agarrou o loiro.

- Faça amor comigo Draco, não me deixe ir para a guerra e quem sabe para a morte sem pelo menos uma noite de loucura. Não deixe que eu morra sem saber como é dormir com você. Não deixe eu ir virgem para enfrentar a morte. Me ame, eu preciso disso.

- Droga, Harry, não deveria ter me pedido isso – Draco bufou enquanto beijava o moreno – não deveria ter me provocado assim. Sabe o que fez comigo? Sabe o que fez ao me falar que quer fazer amor comigo? Sabe o que fez ao me falar que eu serei o seu primeiro? Virgem!

O slyntherin gemeu, colando seu corpo ao do griffindor para que ele sentisse toda a sua excitação.

- Então me ame. Só por hoje, me ame.

Draco se entregou ao beijo, beijando o moreno como se fosse a ultima vez. "Se amanhã ele se arrepender disso, pelo menos eu terei essa noite para lembrar", pensou enquanto abria a calça do outro.

Despiram-se com sofreguidão. Draco parou para olhar o corpo magnífico de Harry. O garotinho pequeno e magricela era agora um homem alto e forte. Conservava a esbelteza, mas os músculos eram todos definidos e esculpidos.

- Como você é lindo...

Draco sussurrou antes de empurrar o moreno para a cama que aparecera no canto da sala. Baixou a cabeça e mordiscou o mamilo do moreno.

- Você também não deixa nada a desejar, Draco – replicou Harry entre gemidos.

Foi nesse momento que ele acordou. Suado e excitado na cama que compartilhou com Harry uma única vez.

Irritou-se, por que o maldito sonho tinha que acabar sempre na melhor parte? Por que nem em sonhos ele podia ter Harry novamente? Porque tinha que se contentar com as lembranças?

Por que eu ainda o amo, e espero por ele, espero que ele volte pra mim! Respondeu a sua própria pergunta.

Levantou-se e se vestiu. Acostumara-se a dormir nu com Harry, e agora não conseguia dormir com nada no corpo.

Ao terminar de se vestir, olhou-se no espelho do canto do quarto, constatou que estava apresentável.

Aparatou para o último lugar onde tinha visto Harry.

Caminhou até a cratera que se formara por causa do Priori Incantatem que explodira sumindo com Voldemort e Harry Potter.

Como sempre, ele ficou calado, olhando para o lugar onde Harry lutara. Lembrava ainda dos fios dourados que os rodavam. Do olhar de Harry. Firme, decidido. Lembrava da piscadela marota do moreno e do sorriso, e então a explosão. Desde então, nenhuma noticia de Harry ou de Voldemort.

Desde então, só a solidão e os sonhos.

- Aqui de novo Malfoy? – perguntou uma voz a suas costas.

Draco se virou para olhar Hermione Granger, sorriu para a sabe tudo do colégio.

- Não consegui dormir – falou simplesmente.

- Os sonhos novamente? – perguntou Ronald Weasley, que abraçava a mulher.

- É, sempre as mesmas lembranças – Draco falou – vou acabar enlouquecendo.

- Nós também – comentou Hermione.

- Sempre as mesmas lembranças, noite após noite – emendou Rony.

Draco concordou com a cabeça.

- Acordo querendo vir aqui, precisando vir aqui. Parece que se eu vier aqui, eu vou encontrá-lo, vindo até mim, vitorioso. Sorrindo – Draco comentou passando as mãos nos cabelos.

- E nós acabamos aqui pois sabemos que você vai estar aqui – Rony falou.

- Precisando de nosso apoio – Hermione continuou – Harry teria gostado que fizéssemos isso.

Hermione caminhou até o loiro e o abraçou.

Rony só olhou, não tinha mais raiva do Malfoy. Não poderia, tinha uma divida bruxa com ele, ele o salvara de um Avada Kevada durante a ultima batalha. Fora que fora ele que tinha feito Harry sorrir, ser realmente feliz pela primeira vez na vida.

Com um gesto de consolo, bateu nas costas do slyntherin e antigo rival na escola.

Draco fez um gesto com a cabeça, num mudo agradecimento.

Olhou para a cratera, já fazia um ano. Um longo e doloroso ano sem Harry. Acordando quase todas as noites com as lembranças dos momentos que estivera com Harry em seus braços.

"Quando é que você vai voltar pra mim?", perguntou em silencio, depois deu as costas para a cratera e seguiu o casal de amigos para o Três Vassouras, onde Roserna os esperava para o café.

Nota da Li:

Acabei de fazer, num ímpeto de inspiração que deu nisso. Vou deixar que vocês julguem. Por isso, sugestões, reclamações, opiniões? Escreva, sua opinião é muito importante para nós!

(Acho que preciso ir dormir, né?)

Obrigado e Beijos da Li.