O grupo CCS não me pertence como eu gostaria que sim, mas não. Pertence ao Clamp. Eu sou uma fã tresloucada sem nada melhor que fazer.

Amor ao quanto tu obrigas

Finalmente

Ao final de 18 longos anos finalmente Sakura Kinomoto, a Sakura é uma jovem com os mais belos olhos verdes alguma vez vistos com um longo cabelo castanho para o acobreado e nem era baixa nem alta, vai começar algo sem a supervisão do seu irmão. Não é que ela não gostasse dele, ou de ser protegida por ele, pois ela amava-o, é só que ele era super-protector, quase que a sufocava de tanta protecção, usava sempre a desculpa de ser mais velho do que ela e por isso mesmo, ele ter razão. O único problema e que Toya Kinomoto, o Toya era muito mais alto que a Sakura visto medir cerca de 1.83 e ela medir 1.68, tem olhos castanhos chocolate e cabelo preto como a sua mãe, só era 10 minutos mais velho que Sakura.

Desde o Jardim infantil que estiveram sempre juntos na mesma turma, sempre tiveram o mesmo grupo de amigos e claro todos os rapazes que tentasse se aproximar dela fugia de medo do seu querido irmão. Agora isso já não vai acontecer, porque eles vão estudar na universidade de Tóquio, mas em cursos completamente diferentes. Enquanto Toya vai tirar Gestão de Empresas de modo a que um dia possa gerir bem as empresas da família, que neste momento são controladas pela sua tia Sonomi. Sakura vai tirar Enfermagem, ela quer prestar cuidados aos outros ajudá-los de todas as maneiras possíveis quando as pessoas mais precisarem. Apesar de ambas as faculdades estarem localizadas no mesmo campus da universidade de Tóquio (N.A: Não sei se é assim que ela se chama, se não for digam) não iram dividir a mesma casa, e esta e razão principal para a felicidade da Sakura.

"Nem penses Sakura! Achas mesmo que iria deixar-te morar sozinha naquela cidade? Tu vais morar comigo e com o Yukito!" – disse o Toya, Yukito era um dos melhores amigos do Toya o único que conseguia reter os ataques super protectores para com a Sakura e o Yukito rapaz que o Toya não se importava que estivesse a menos de 1 metro de distância da sua irmã, era ele e os rapazes que ele conhecia e que já namoravam.

"Nem morta, isso vai acontecer! Já chega! Eu quero, e vou morar com a Tomoyo e com outras raparigas! Eu vou! E não há nada que tu possas fazer para me impedir!" – Sakura disse, ela já não suportava esta discussão e teimosa como era não iria deixar prevalecer a vontade do seu irmão.

Esta discussão já durava há duas semanas, e parecia não ter fim, faltava ainda um mês para o inicio das actividades lectivas e quanto menos tempo faltava mais as discussões se intensificavam. A Sakura queria ir morar com a sua melhor amiga e prima, com amigas de escola e raparigas iria conhecer em menos de um mês, era um dos seu muitos sonhos e desejos, e ela teimosa como era iria realizá-lo. Já tinham tudo organizado desde a autorização dos pais, á casa onde iriam ficar e com quantas raparigas iriam ficar, só faltava mesmo era irem de vez para lá, pois a maior parte da sua roupa e objecto pessoais já se encontravam, na fraternidade que iria ser a sua casa durante os próximos 4 anos.

"Sabes se continuares a insistir em que eu vá morar contigo, o mais provável de acontecer é eu ir fazer o curso noutra universidade!" – disse a Sakura.

"O que queres dizer com isso?" – perguntou o Toya.

"Eu recebi as respostas ás bolsas de estudo a que eu concorri a Londres, Nova Iorque, Lisboa, etc., e estou tentada em aceitar".

"Mas não vais mesmo!"

"Isso é uma decisão..."

"Só dela, e não tua Toya deixa a tua irmã decidir o que quer, o que acha melhor para ela" – Fujitaka Kinomoto, Fujitaka já tinha perdido a cor dos cabelos que já foram com os de sua filha agora eram meio acinzentados, usava óculos e tinha um ar meigo e sábio mas quando queria e tinha que ser sabia impor o respeito principalmente ao Toya, tinha a mesma cor de olhos que o seu filho, era tão alto como ele e apesar de tudo era um arqueólogo renomeado, adorava o seu trabalho mas principalmente os seus filhos e a sua adorada esposa e falecida Nadeshiko que falecera quando as crianças tinham apenas 3 anos, interrompe a conversa já farto desse assunto – "o que a tua irmã precisa já tem, é a minha autorização para o que quer que ela queira fazer, e tu não tens nada a ver com isso, é a vida dela e é uma decisão que ela terá que tomar sozinha! Estamos entendidos!"

"Mas pai ela é só um crianç... "– Toya tenta argumentar.

"Quando é que vais perceber que tu e ela nasceram no mesmo dia, no mesmo mês e no mesmo ano?"

"Mas eu continuo a ser ..."

"O mais velho!" – dizem a Sakura e o seu pai em conjunto, interrompendo o que o Toya estava a dizer.

"Mas isso não quer dizer que possas viver a vida da tua irmã, pois isso cabe-lhe só a ela. Só ela pode dizer o que quer e quando o quer fazer, e não tu nem eu!" – continuou o Fujitaka.

"Está bem, está bem, mas se depois ela voltar a chorar porque foi magoada, não digam que eu não avisei!" – diz o Toya, com um ar de vencido.

"Não te preocupes, que eu não volto a chorar!" – termina a Sakura com um sorriso vencedor na cara.

'Mas se tu pensas que eu não vou andar de olho em ti estás muito mal enganada' – pensa o Toya.

"Deixa-a sossegada, eu não a quero ouvi-la queixar-se que tu não a deixas respirar. Estamos entendidos?" – diz Fujitaka num sussurro, como se tivesse lido os pensamentos do Toya.

"Mas como ..."

"Eu sabia o que tu estavas a pensar?" – Toya afirma com a cabeça, ao qual Fujitaka simplesmente responde – "Tu és meu filho e eu conheço-te!"

A Sakura nem se apercebeu desta pequena troca de palavras, porque ela estava tão feliz, finalmente iria poder fazer o que quisesse sem o irmão estar a observá-la de tão de perto. " É claro que o Toya não vai desistir assim tão facilmente, mas eu estando num prédio e ele noutro ele não vai ter tanto tempo para me controlar os movimentos! Finalmente um pouco de paz e sossego, sem o meu guarda-costas/ irmão a olhar sempre por mim!". A Sakura por vezes podia parecer ingénua mas na verdade e, certas situações não o era.

Sakura entretanto lembrou-se que iria partir em breve de férias e ainda não tinha nada pronto. E os seus saltos e gritos de felicidade transformaram-se em saltos e gritos de pânico. O seu pai e irmão reparam.

"Então kaijuu (monstro), o que se passa já não basta causares um tremor de terra quando estas feliz agora porque entraste em pânico? Não me digas que já te arrependeste de ires morar com a Tomoyo? Tão depressa!" – Disse-lhe o Toya com um tom de gozo.

"Quantas vezes é que eu já te disse que não sou um KAIJUU!" – dizendo isto pisa-lhe o pé.

"Ouch! Escusavas de ter feito isso não achas?" – Argumentou o Toya.

"Não, não acho. Acho é que está na hora de me deixares de chamar kaijuu."

"Prontos está bem. Mas porque estás com ar de que o mundo vai acabar?"

"Bom é que... "– começou a Sakura – "esqueci-me de preparar as coisas para a viagem de amanhã" – terminou num sussurro.

"Hã, Não percebi muito bem o que disseste, mas espero que não tenha sido que ainda não preparaste as tuas coisas para a viagem."

Todos os anos desde já algum tempo depois das férias que passavam com o pai iam um tempo só com os amigos antes do começo das aulas acampar para uma vila conhecida por poucos à beira mar. Este ano algo ia ser diferente pois o Toya iria ter que trabalhar part-time nas empresa da família, as empresas Daidoudji (n.a: acho que é assim que se escreve mas não tenho a certeza se não for corrijam-me) para ter experiência quando terminasse o curso e tomasse o lugar da sua tia, visto que a sua prima iria tirar um curso de moda e design ao mesmo tempo um de canto e música, ninguém sabe como ela iria fazer os dois cursos ao mesmo tempo mas de alguma forma seria. Mas até ao começo das aulas ainda haveria muito tempo para a Sakura e a Tomoyo se divertirem e o Toya trabalhar (hehehehehe).

"Mas como é que ainda não arrumaste as tuas coisas, este ano nem fomos de férias com o pai! Eu há mais de uma semana que tenho as minhas coisas arrumadas" – disse-lhe o Toya. – "Realmente mas também com o tamanho de roupas que um kaijuu como tu tem que levar que mais seria de se esperar" – termina o Toya com um sorriso maldoso.

"É que com a mudança par a casa em que vou morar, esqueci-me completamente..."

"Tu és completamente impossível não sei como é que consegues viver assim. E como pensas conseguir viver sozinha?"

"É muito simples basta lembrar-me que tudo vai terminar bem". : - P – diz-lhe a Sakura. – "E vou conseguir desenvencilhar-me muito bem, muito obrigada!"

"Tu no meio dessa confusão toda não te esqueceste que este ano só vou ficar duas semanas, pois a tia Sonomi está cada vez mais a precisar de ajuda pois a empresa tem tantas sucursais, em toda a Ásia. E além disso vamos tentar abrir uma nova." – diz ele todo orgulhoso – "Na China."

"Isso quer dizer que as empresas estão bem até tu ficares com o controlo delas! Até lá posso ficar descansada!" – disse a Sakura sarcasticamente, já farta de o ouvir dizer que os pacientes vão fugir dela por ser uma "kaijuu".

"O que queres dizer com isso, propriamente?"

'Pode ser que só por estas férias algum rapaz queira conversar comigo, mas também isso agora não importa eu quero é divertir-me' pensa a Sakura enquanto engole uma gargalhada.

"Estás-te a rir de quê? Pode-se saber?"

- "Nada. Absolutamente nada!" – diz a Sakura com um sorriso nada convincente e um pouco corada.

O Fujitaka ria-se discretamente, mas já previa que iria iniciar-se uma nova discussão decide intervir. Era como se tivesse lido os pensamentos da Sakura.

"E quem é que vai com vocês este ano?"

"Bem vamos todos, visto ser provavelmente o último ano em que estamos todos juntos, já que uns vão fazer a faculdade fora... "– começa a Sakura.

"...Outros simplesmente ficam connosco mas em cursos diferentes, mas mesmo assim não vai ser a mesma coisa. Cada um vai para um curso diferente tirando eu e o Yukito." – terminou o Toya.

"Então temos que aproveitar este ano ao máximo como uma boa despedida para todos até para ti maninho. Onii-chan!" – diz a Sakura num meloso quando diz "onii-chan".

"O que queres dizer com isso?" – pergunta o Toya um tanto ou quanto chateado e aborrecido com o tom de voz que ela usou.

"Só quero dizer o que realmente disse. Que este ano é provavelmente o último ano que sairemos juntos para algo. Pois depois das férias tu eu irei directa para a casa em que vou morar. Lembras-te disso não?" – pergunta-lhe com quem não disse nada de errado.

"Sim, mas eu tinha esperança que ..."

"A tua irmã voltasse contigo de férias, e passasse o resto das férias trancada em casa – interveio o pai deles antes que se gerasse outra discussão (N.a: já reparam como o Toya e a Sakura discutem devido a ele ser super protector).2

2Sabes Toya, eu sei que ainda vamos ter 2 semanas pela frente mas depois eu vou lá ficar durante o resto do mês, e de lá vou quase directa para a casa onde vou morar durante os próximos quatro anos."

"Eu sei disso! Mas eu ainda tinha esperança que voltasses comigo..." – disse um Toya num tom exasperado.

"Como eu estava a dizer eu só volto a Tomoeda para me despedir da Tia Sonomi, do avô, do pai e de ti. Do pai pois caso te esqueças ele nessa altura estará de partida para uma nova escavação e não sabe quanto tempo esta vai durar."

"Mas mudando de assunto" – disse o Fujitaka – "Sakura se ainda não tens as malas prontas não achas que está na altura das ires arranjar, especialmente se ainda quiseres ir comprar algo ao centro comercial. E não te esqueças que o Yukito e a Tomoyo vem buscar-vos de manhã cedo."

"Eu não tenho problema nenhum com isso. E tu kaijuu?"

"Também não e já te disse para parares de me chamar kaijuu."

No dia seguinte

"ding dong"

"Viste eu não disse kaijuu, eles já chegaram e tu nem comeste ou acabaste de te arranjar!" – disse-lhe o Toya.

"Desta vez chamares-me kaijuu passa. E ajudava se saísses da minha frente e fosses abrir a porta, pode ser que já tivesse pronta." – disse uma Sakura furiosa.

O Toya vai á porta, enquanto a Sakura termina o seu pequeno-almoço. Entretanto ouve o Toya dizer que estão quase prontos só estão com os mesmo imprevistos de última hora como todos os anos.

"Ou seja, a Sakura adormeceu de novo" – disse a Tomoyo Daidoudji num tom divertido, a Tomoyo ao contrário da Sakura não tinha o cabelo longo e sim curto apesar de já o ter usado longo, agora era ao nível do pescoço, o cabelo era de um tom peto para o lilás, com uns olhos violetas uma cor rara, era da mesma altura que a Sakura, era a sua melhor amiga e prima.

"Não sejas má Tomoyo tu sabes que a Sakura é alérgica a levantar-se cedo. E se ela não chega atrasada, não é a nossa Sakurinha!" – continuou o Yukito Tsukishiro, Yukito era da mesma altura que o Toya usa óculos e os seus olhos são prateados para o azulado, o cabelo é cinza, é o melhor amigo do Toya, usando também um tom divertido. Como a Sakura e a Tomoyo eram melhores amigos desde sempre e o único rapaz a ter permissão de se chegar ao pé da Sakura sem nunca ter lutar ou explicar as suas intenções pelo Toya. Isto deve explicar que a Sakura ao contrário de todas as suas amigas nunca teve um namorado, mas teve o seu primeiro beijo com um amigo que conheceu nas férias de Verão, ela só se lembra do beijo dele, de como se sentiu e de cor eram os seus olhos, os olhos eram azuis como o azul do céu é à meia-noite nas noites de lua cheia, ela nem se lembra qual é o nome dele.

Ficaram todos a rirem-se da amiga querida e passados alguns minutos, finalmente aparece uma Sakura com falta de ar.

Sakura P.d.V (ponto de vista)

Prontos está visto que estou atrasada e sou novamente alvo de gozação, porque é que isto só acontece comigo e nunca com os outros.

A culpa é toda do Toya, mas finalmente isso vai chegar ao fim pois a partir destas férias eu serei uma mulher, prontos uma teenager, universitária completamente independente da garra do autoritário do meu querido irmãozinho.

De volta ao ponto de vista Normal.

"Estou pronta! O que vos aconteceu?" – perguntou achando estranho estarem todos vermelhos e com falta de ar, sem saber que a razão era de rirem dela.

"Bem é que ..."- tenta a Tomoyo, mas ao ver a cara da Sakura de poucos amigos pois tinha percebido que a razão de tanto riso era ela, muda de ideias pois já tinha sido muito difícil de convence-la a ir pois por ela neste momento estaria em Toquio a organizar o seu quarto para o começo das aulas. Decidiu-se por dizer aquilo que todos estavam a pensar – "Finalmente estás pronta! Finalmente podemos ir! Finalmente as férias vão começar... "– disse com uma enorme alegria na voz e aos pulos.

Saíram todos da casa dos Kinomoto, depois de se despedirem do SrºKinomoto.

Entraram no carro e deram inicio á viagem.

"Tomoyo..." – começa o Toya que ia a dirigir, iam fazer a viagem por turnos, pois apesar de não ser muito distante preferem assim, claro que a última é a Sakura.

"Sim, Toya ... "– diz a Tomoyo com um tom de voz meio entediante, pois o Toya vai fazer a pergunta que sempre faz.

"Vamos todos não é?" – pergunta o Toya, e aí está ela, pois o Toya não gosta muito de fazer amigos novos, não pensem que é por ele não, é pela Sakura para ela não ter novos rapazes a andarem atrás dela e assim o Toya não se ter que se preocupar nem com ela nem com a Tomoyo. O Toya deve sofrer do Síndrome da super protecção, que proteger tudo e todos.

"Sim vai o Yamazaki, a Naoko, A Chiaharu, a Rika, o Ken, O Timmy, entre outros. Os de sempre."

"Mas vão só esses?" – pergunta com um tom meio desconfiado, e olha para a Sakura que está com uma cara esperançosa com a possibilidade de conhecer novas pessoas.

"Como é que sabes?" – perguntam o yukito e a Tomoyo ao mesmo tempo.

"Eu ando sempre bem informado, e gosto de saber de tudo para depois não ter surpresas desagradáveis. Não é, Sakurinha?" – diz o Toya dando ênfase ao "Sakurinha", como quem diz estou de olho em ti.

Ah! Está bem! Chato! – resmungou num murmúrio a Sakura.

Mas esses só chegam daqui a duas semanas! – diz a Tomoyo com esperança de ajudar a Sakura e a si mesma, pois sabe como o seu primo é.

Sakura, vê lá o que vais aprontar por lá pois nem eu nem o Yukito vamos lá estar.

Era só o que me faltava – murmurou a Sakura já chateada com o rumo que a conversa estava a levar.

O que disseste? (.)

Nada, absolutamente nada!

Please R&R Não sejam mauzinhos.

Esta é a minha primeira fica e era para ter sido publicada há algum tempo, mas quis deixá-la normal na medida dos possíveis. Pois quero um dia conseguir escrever com uma das autoras de fic favoritas as A. C. Lennox, Miaka Hiiragizawa e Yoruki Hiiragizawa.

Próximos capítulos em breve!