Fic: Presente de Natal

Sinopse:

Harry Potter nem imagina o que pode acontecer no Natal. Principalmente quando Hermione Granger tem uma idéia estranha, e resolve por em prática. Um Presente de Natal pra lá de esquisito. Presente: Lílian Evans, Tiago Potter e Sirius Black. Presenteado: Harry Potter. Presenteador: Hermione Granger. Quem não tem nada a ver e entrar junto na encrenca: Ronald e Gina Weasley. Resultado: Muita, mas muita bagunça.

Shippers:

Harry/Gina, Rony/Mione, Lílian/Tiago

Spoilers:

Livros 1, 2, 3, 4, 5 e 6 (até a metade).

Nota da autora:

Bom, eu não faço idéia de como começar, mas eu já comecei, não é mesmo: ) Então, continuemos. Primeiro: um belo dia, uma vagal vagando vagamente e vagarosamente pela escola, na hora do intervalo, deixa o pensamento vagar por onde bem entender (confesso que havia uma pessoa tagarelando sem parar do meu lado, e eu não me recordo de uma palavra sequer da 'conversa'). Ele vaga, vaga e vaga, e resolver vagar por um universo interessante: Fanfics. Nas que eu estava lendo. Dezenas. Não sei como consigo lembrar das histórias pelos nomes, mas deixemos isso de lado no momento. Desisti de tentar descobrir o que ia acontecer na NENA, da Karen, e meu pensamento vagou para os Marotos. E eu me lembrei de uma fic que eu estava escrevendo, narrada pelo Sirius. Bom, decepcionada por um bloqueio, mudei de maroto. Tiago Potter. Lily veio no pacote. E então, entretida em pensamentos quase inúteis (quase, porque eles geralmente aparecem de novo no meio de alguma fic, e ajudam muito), não percebi que ainda estava andando... e trombei com alguém. Bom, eu não caí. E não era Sirius Black (quem me dera, aiai), era um amigo meu. Eu não o via há uns 5 dias. Quinta, sexta, sábado, domingo e segunda (e agora eu descubro que era uma terça-feira...). Depois de "tudo bem? – Eu não tinha te visto – machucou? – eu nem caí... – fez algo de bom desde que eu te vi na quarta? – nada... e você? – fui no cinema... – assistiu...? – Click. – Você foi assistir CLICK, com ADAM SANDLER, e NÃO me levou? Ah, eu mato você! – Calma... – Você não me viu nervosa..." creio que já deu pra entender que não foi muito difícil fazê-lo me contar pelo menos a base do filme.

Certo, se alguém tiver chegado até aqui, deve estar se perguntando: "o que raios isso tem a ver com a fic?" eu respondo, eu respondo. Quase tudo. Estando decepcionada por causa do bloqueio da fic do Sirius (que não passou, aliás), eu fiquei feliz – e só não comecei a pular no meio do pátio porque eu posso ser maluca, mas prezo pela minha imagem perante o resto da escola – quando estalou na minha mente: 'Passar o tempo'. 'Se eu fizer passar o tempo, e Lílian, Tiago e Sirius (meus preferitti) irem parar em 1996... COMO??? Eu pensei isso mesmo?' Respondido? Espero que sim. Segundo: Eu já li muitas fanfics. E advirto: Qualquer fato que bata com outra fic, pode não ser mera coincidência. Me pergunte antes de tomar qualquer decisão, qualquer previdência. Eu terei capacidade suficiente para admitir se a idéia foi minha ou se eu peguei emprestada. Eu garanto: Se eu perceber que alguém já escreveu algo assim antes, eu irei falar com a pessoa antes de postar o capítulo. Espero que tenha ficado bem claro. Eu tenho pavor de algo assim.

Bom, voltando a assuntos calmos, essa é a primeira fic que eu posto, mas não a primeira que escrevo. E acho que a minha ansiedade fez essa nota – que era pra ser bem pequena – ficar gigantesca!

Espero sinceramente que gostem da história. Estou aberta a criticas e sugestões, principalmente as que contribuírem para corrigir erros e melhorar o que deve ser melhorado... Bjinhus.

Shofis (ou §øPøttër)

o.o.o.o.o.o.o

Capítulo Um – 1974

PAF.

Pode até ter doído minha mão. Mas o rosto daquele idiota, babaca, besta e imbecil, ganhou a marca da minha mão.

Não sei se por orgulho, mas ele não levou a mão ao rosto. Apenas voltou a virá-lo para mim.

— Nunca mais, Potter, nunca mais. - falei. Quem ele pensa que é? – Quem você pensa que é pra me beijar quando bem entende? Saiba que você não é NINGUÉM!

E, raivosa, dei-lhe as costas. Agora, me fale se ele não é egocêntrico? Mais uma prova? Bom, eu já estava quase no final do corredor quando...

— Fillipe. - eu ouvi a voz do Feto (que é como eu me refiro carinhosamente ao Potter. Eu sei, estou xingando os fetos, mas eles que me desculpem). "Estranho" me lembro de ter pensado "Não conheço nenhum Fillipe". Virei-me por pura curiosidade. Eu admito... sou extremamente curiosa... qualquer hora eu vou me dar muito mal por causa dessa minha curiosidade desenfreada... mas voltemos ao Feto. Não. Ao fato. Na verdade, ao fato com o Feto. Enfim...

— Que Fillipe? - curiosidade idiota.

— Potter. Vai ser o nome do nosso filho. - Certo. Ele merece um prêmio. Por maior idiotice dita na face da Terra.

— Ah, claro. Viajou na geléia agora. Primeiro porque eu não vou ter filho nenhum com você. Segundo que essa conversa é ridícula e descabida. Terceiro que esse seria o último nome que eu colocaria em um filho meu. Harry é muito mais bonito.

Depois disso eu realmente fui embora. Me lembro de ter visto o Feto realmente pensativo. Como se considerasse algo. Talvez tenha se tocado de que é um completo babaca. Já é a segunda vez que eu o chamo de babaca nesse curto espaço de tempo. Estou ficando realmente repetitiva...

O caso é que eu não tenho mais paciência para agüentar o Feto Potter. Ele é um imbecil inteiro! Idiota, imbecil, inútil, ignóbil, descerebrado, débil, ridículo, egocêntrico, besta, babaca...

E foi pensando nesses adjetivos fofos – que eu uso quase que exclusivamente com o Feto – que eu trombei com alguém.

Percebam agora como Lílian Evans é sortuda. Eu estava com a mochila apoiada num ombro só. Cheia de livros que eu tinha acabado de pegar na biblioteca para me distrair nesse Natal. Pesados, convém lembrar. Acabo de gritar com o Feto-Potter. Estava pensando em sinônimos para Tiago Potter. E trombo com alguém tão idiota quanto. Quem pensou em Malfoy... errou. Se pensou em Snape... errou também. Eu disse idiota, e não desagradável. Eu trombei com Sirius Black. O melhor amigo do Feto. E, é claro, quem caiu fui eu.

Já estava disposta a dizer impropérios para o babaca (como eu gosto dessa palavra, não?) que não estava prestando atenção por onde andava, mas quando vi o rosto preocupado dele, minhas feições se atenuaram.

— Você está bem, Ruiva? – ele me estendeu a mão, na qual eu prontamente segurei para poder me levantar.

Agora, você tem um nó na cabeça, não? Primeiro, eu xingo o Potter, aí, trombo com Sirius Black, te digo que ele é um idiota, comento que ele é o melhor amigo do Feto-Potter, quem por um acaso do destino eu odeio. E, então, eu ajo amavelmente com Black e vice-versa? Bom, eu sou amiga do Black. Aliás, eu sou muito amiga do Sirius. Muito mesmo. Qualquer dia eu conto como foi que ficamos amigos.

— Mais ou menos.

— O que houve? – nós começamos a andar. Eu não percebi que estava sendo levada para onde acabara de sair. Truque sujo? Talvez. Sabe que não tinha parado para pensar nessa hipótese ainda? Hum...

— O de sempre. – respondi, enquanto puxava a mochila mais para cima. "Porcaria que fica escorregando" pensei. – Hei! – exclamei quando Sirius a puxou para si, tirando todo o peso de perto de mim.

— Ah, não reclama. Tá pesada pra você. Não sei pra que tantos livros nas férias. Ainda mais de Natal.

Eu não reclamei. E nem falei nada sobre os livros. Apenas dei de ombros. Quanto à mochila... eu podia fazer alguma coisa? Bom, se você quer saber a verdade, até podia... mas ele é mais forte que eu, mais alto... então, não. Pode carregar, que eu não ligo. E ele sabia que eu não ia reclamar. Estava mesmo muito pesada. E, bom, um ato de cavalheirismo é sempre bem-vindo. Ainda mais vindo de Sirius Black, certo?

— E então? O que é 'o de sempre'? Não me diga que é o Pontas outra vez...

— Se você não quer que eu diga, eu respeito. – ele riu.

— O que foi que ele fez dessa vez?

— Sir, você deve imaginar o que foi que ele fez...

— Sei? Será que sei? Será que Sirius Black sabe?

— Pra que tantos 's', Sir? esse é um apelido carinhoso... percebe-se, não?

— Pra combinar com o meu nome.

Creio que a parte idiota de Sirius Black já deu pra compreender levemente, não? Bem levemente... Ah, eu ri, é claro. Aliás, nós dois rimos. Babaquice pura.

— Fala sério. – falei sorrindo, enquanto virávamos o corredor.

— Já voltou, Lily? Tudo isso é saudade de mim?

O sorriso se perdeu do meu rosto no momento em que eu ouvi a voz daquele... daquele... daquele FETO!

— Não. – respondi. Percebi que Sirius havia parado ao meu lado. – Eu só me distraí quanto ao caminho. E eu não te devo explicações, aliás.

— Ah, Lils... – Sirius começou a falar.

— A minha mochila, Sirius. – eu quase nunca o chamo pelo primeiro nome. É sempre Sir pra cá, Sir pra lá. Ele olhou para mim, e depois para o Potter. — Sirius! Eu estou esperando!

— Mas... não tá muito pesada...?

— Eu não sou de porcelana. A mochila, Sirius.

Ele me entregou a mochila um tanto quanto relutante. Sinceramente! Embora ele fale que eu sou a irmã que ele não tem, e use isso como artifício para me "proteger", tem horas que é superproteção. E isso tudo mundo sabe que irrita. Ainda mais a mim! Hunf!

— Tchau Sir. Eu te vejo mais tarde.

E saí. Dessa vez não trombei com ninguém no caminho. Quinta-feira, 23 de dezembro, férias. Pra onde eu fui? Pro meu dormitório, oras! E estou por aqui ainda. Esperando Melanye chegar. Onde será que ela foi?

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— O que foi que você fez com ela, Pontas? – perguntei. Sabe, às vezes eu acho que ele se transforma no animal errado. Sou da opinião de que devia ser um burro ao invés de um cervo.

— Eu?

— Não. Tiago Potter. Conhece?

— Ah, ele.

— Pontas... ­— não é todo dia que eu consigo me irritar com o Pontas. Mas a Lils estava transtornada! – O que foi que você fez com a minha irmãzinha? Ela estava alterada!

— Beijei. – ele falou num fiozinho de voz.

— Você o quÊ?

— Ah, Almofada, não se faça de idiota.

— Ridículo e prepotente?

— Sabe que faz quase dois anos que você fala isso e eu ainda não sei o porquê?

Bom, 'Idiota, ridículo e prepotente' é meio que uma brincadeira minha e da Lils. Mas não deu pra segurar, hehe. E a culpa não é minha se nem eu nem a Lils – ela muito menos – estamos a fim de contar para o Pontas de onde isso se originou. Isso vem junto com a nossa amizade. Bom, são duas coisas que ele quer saber como começou, mas que ninguém quer falar.

— Vai continuar sem saber. E ela?

— Me deu um tapa e depois de gritar um pouco, saiu e me deixou sozinho no corredor.

— Acho que não preciso mais perguntar de quem é essa mão no seu rosto. Mas não foi isso que eu perguntei, seu veado.

— Cervo!

— Que seja... E?

— Ela não correspondeu. Tá vermelho?

— Dá pra ver a mão dela certinha. Todos os cinco dedos.

— Bosta de dragão.

— Você não vai desistir dela, né?

— Claro que não. E, bom, mesmo que quisesse, eu já fui muito longe pra voltar atrás.

— Hum, então tá. – nós começamos a andar. – Vai fazer o que hoje?

— Não sei, mas acho que vou ser alugado pela Pamela.

— Pela Sexton? Você ainda tá saindo com ela?

— Eu ia terminar hoje de manhã. Afinal, hoje são 23 de dezembro.

— Se eu não te conhecesse ia dizer que é só pra não dar o presente dela.

— Que horror, Almofadinhas! Quem você acha que eu sou? Mas hoje eu termino.

— A Lily não jogou na sua cara que você tá saindo com a Sexton?

— Não. Ela deve ter esquecido.

— Ou talvez seja informação considerada inútil pelo cérebro dela.

— Como?

— Não tente entender. Ela é um mistério completo.

— Se é assim... Mas vamos comer alguma coisa. Brigar com a Lily me dá fome.

— Sei. Não fui eu que...

— Calado, cachorro, calado.

Esse Pontas tem cada uma... veja só... brigar com a Lily dá fome... fala sério... nós pegamos um atalho conhecido que leva até a cozinha. E como já era de se esperar, fomos tão bem recebidos que passamos horas por lá. Conversando baboseiras. Nada relevante.

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— Sirius, eu du-vi-do. – falei. – Você não vai conseguir.

— Claro que eu vou. É fácil. – Sinceramente, meu caro amigo cachorro se acha. Demais. – Até a Lils concorda.

— Sirius... – comecei a falar, mas alguém falou ao mesmo tempo.

— O que é que tem eu aí? – paralisei ao ouvir a voz dela logo ao meu lado. Ela não estava gritando, nem irritada como quando se dirige a mim. Parecia... feliz? Virei-me para vê-la, e pude ver um sorriso curioso no rosto delicado do meu lírio.

— Você? Sabe quantas Lílian tem na escola? Poderia ser qualquer uma delas.

— Sir, pra começar, existem, comigo, três Lílian na escola. Uma delas está no primeiro ano da Sonserina. A outras, no terceiro da Corvinal. E, bom, você na falou Lílian, você falou Lils. E quem é que você chama de Lils, hein? Eu!

Ela sorriu triunfante. Estava alegre, como se fosse apenas uma criança brincando com um amiguinho. Pude ver que Sirius estava sem resposta. Abriu e fechou a boca duas vezes. E se rendeu ante ao olhar penetrante da ruiva. Ou pelo menos parecia...

— O Pontas está duvidando que eu consigo derrubar três jogadores da Sonserina num mesmo jogo. E eu disse que além de ser fácil, você concorda que é fácil.

Ela balançou a cabeça.

— Tem certeza de que essa é a verdade, Sirius Black? – perguntou inquisidoramente. Como é que ela o conhece tão bem a ponto de saber que ele mentiu?

— Tá, vai. – Almofadinhas falou, dessa vez derrotado. – Embora eu não saiba como é que você sabia que eu estava mentindo, agora é verdade. O Pontas está duvidando de que eu consiga, e que seja fácil, fazer com que a Monique Parson termine o namoro dela com o idiota do Joseph Casey.

Ela manteve o olhar por mais alguns segundos em Sirius, e então desviou-o para mim. Demorou-se exatos 5 segundos e então olhou para o Aluado. E depois para o Rabicho.

— Bom – falou por fim –, dessa vez passa. E, bom, é realmente fácil, Sir, já que ela tem um leve precipício por você. E também é uma vaca. Mas eu não o aconselharia a tentar.

— Por que? – perguntei. Ela olhou para mim e revirou os olhos antes de responder, olhando para Almofadinhas.

— Pelo simples fato de que várias das tietes de vocês têm uma pequena, mas muito pequena queda por ele. – ela sacudiu os ombros. – ­ Principalmente as suas, Potter. Ah, e ela também é um chiclete, não desgrudaria nunca mais de você, Sir.

— Como é que você sabe? – Almofadinhas perguntou, inclinando-se para frente na poltrona, em direção a Lily, que estava de pé do lado do Aluado.

— Eu freqüento as mesmas aulas que elas, os mesmos banheiros, e, principalmente – ela suspirou, parecendo cansada –, divido o dormitório com duas delas. Então... bom, deixem a Monique com o Joseph. É melhor pra todo mundo.

— Nossa, Lils, às vezes você me assusta. – Almofada falou.

— Ah, eu tenho algo pra falar pra você, Sir. E acho que serve pra você também, Potter. Deixe-me ver... – ela fechou os olhos e encostou as mãos nas têmporas. Não levou mais de um segundo, mas foi tempo suficiente para que eu e Almofadinhas trocássemos um sorriso cúmplice. – Ah, claro! – ela abriu os olhos. ­– É uma reclamação. Prestem atenção porque eu não vou repetir. Vocês têm que cuidar melhor das suas fãs. Algumas delas estão revoltadas pelo fato de que você, Sir não foi visto com ninguém desde sexta-feira, e pelo fato de que o Potter ainda está com a Sexton. Bom, pelo visto elas acham que isso as impede de ser a próxima. É, acho que é só isso.

— Não se preocupe. Eu vou terminar com ela hoje. – por que foi que eu falei isso? Eu sou estúpido? Eu só dei margem pra...

— Eu não me preocupo. Nem ligo ou me importo. Você faz o que você quiser da sua vida, sabia? Não tem pra que me dar explicações. – as feições dela, antes tão delicadas, serenas, agora estavam fechadas. Quase que com... raiva? Eu nunca consegui entender as reações dela. E parece que vai continuar assim... – E, Remo, eu preciso falar com você.

Remo então se levantou e falou que já voltava. Os dois saíram. Mesmo. Passaram pela Mulher Gorda e tudo. Mas eles são monitores. E o problema é deles.

Se tem uma coisa que eu não consigo entender sobre a Lily – existem muitas, mas essa em especial me incomoda – é essa facilidade de ser amiga dos meus amigos. Aliás, na verdade o que me intriga é o fato de ela ser MUITO amiga dos meus MELHORES amigos, e ME detestar. Será que eles falam muito mal de mim pra ela? Se não, poderia, pelo menos, me defender, melhorar a minha imagem perante ela, qualquer coisa do tipo.

— Relaxa. – eu ouvi a voz de Sirius. Olhei intrigado para ele. – Eu vou falar com ela qualquer dia desses. Fazê-la ver que você é diferente do que ela imagina.

— Mesmo? – ele assentiu. – Ela me acha um monstro, né? – Almofadinhas estava sério. Não se via no rosto dele um fiapo do usual sorriso. Nada. Muito estranho.

— Acha. – falou por fim. A "notícia" me doeu um pouco. Não muito, porque eu já imaginava, mas... bom, eu imaginava, não precisava ser verdade. – Mas não adianta apenas eu fazer alguma coisa para que ela possa mudar de opinião. Você é tudo o que ela acha que não está certo. Bom, não tudo, mas boa parte. Você vai ter que mudar se quiser mesmo a Lils.

Mudar? Eu, Tiago Potter, artilheiro da Grifinória, e capitão do Time de Quadribol da mesma casa, mudar por uma garota? Não. Mudar por "a" garota. É, parece que o Cupido conseguiu finalmente me acertar. E foi uma flecha certeira.

Eu não me pronunciei imediatamente, sabe. Eu tenho muito a fazer para conquistá-la. Ela vale a pena. Mas e se no fim for tudo e vão? E se ela, sei lá, continuar a não me querer? Perguntas como essas me passam pela cabeça até agora. Eu me lembro de ter confirmado com a cabeça para Almofadinhas. E de o sorriso ter voltado ao rosto dele. Mas, enfim...

Será que algum dia Lílian Evans vai gostar de mim? E, afinal, até que Harry é muito mais legal que Fillipe...

N/A: Lily, Sirius e Tiago. Ficou bom? Legal? Horrível? Podem dizer, eu agüento. Críticas, sugestões, qq coisa... aliás, se você leu até aqui, pq naum se demorar mais um pouco e deixar reviews, hein? Vai contribuir pra minha felicidade e pra q o próximo cap venha mais rápido, certo?

Bjus Mil

§høfi§