Minha amiga, Minha perdição.

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Capítulo 2 – Sem amor?

Aquelas duas semanas se passaram com uma velocidade intensa para Sango e Mirok que não viam a hora de se casar, mas para InuYasha e Kagome passou devagar como se nunca fosse acabar, era sábado a noite, véspera do casamento e desde o domingo retrasado os dois ainda não haviam se visto ou se falado, Izayo até estranhou o silencio que ouve entre os dois durante o jantar do domingo passado. Inuyasha dormira todas as noites no apartamento de Kikyo, era obvio para ela que ele a estava evitando, já que teve a cara de pau de ter pedido a Mirok pra buscar algumas roupas dele na casa dela.

Sango estava eufórica e pedira que ela e Rin fossem até o apartamento de Mirok para acalmá-la. Mirok também estava uma pilha de nervos, Sesshoumaru tinha até sugerido uma despedida de solteiro mais Sango ameaçou não se casar se ele sequer pensasse nisso, então resolveram alugar uns filmes e ficar em casa apenas pra relaxar e acabar com a pressão do casamento.

Havia três sofás na sala posicionados na letra em frente à televisão, Kagome olhou para Mirok e Sango deitados juntinhos em um dos sofás, e também Sesshoumaru e Rin no outro, sentiu se sozinha por InuYasha não estar ali deitado junto com ela, pois era ele que ficava com ela nesses momentos. Estava com muitas saudades de seu velho amigo e de seu novo amor.

Estavam no meio do filme quando Inuyasha chegou. Viu Kagome sozinha no sofá e lembrou-se que podia estar ali agora deitado ao seu lado aquecendo à com seu corpo e acariciando-lhe os negros cabelos, mas era de mais pra ele não conseguiria tocar nela novamente sem reacender aquele fogo que os queimou de desejo naquela noite em que descobriu o quanto a amava, o quanto à sempre amou e o quanto a sempre amará.

Sorriu sem graça pra Kagome, cumprimentou a todos e foi até o seu quarto, Rin aproveitou a interrupção pra fazer mais pipoca. Pausaram o filme e Mirok começou a berrar da sala com InuYasha.

# - Vai dormir aqui hoje InuYasha? – gritou Mirok sentando-se no sofá.

# - Não! – gritou ele de volta - Só vim buscar meu terno pro casamento. – apareceu na sala com o terno pendurado no cabide jogado sobre as costas. Deu uma olhadinha pra Kagome que continua sentada no mesmo lugar – Eu já vou indo, nos vemos no casamento amanhã. - Saiu de casa.

# - Kagome? O que está acontecendo entre vocês? – Perguntou Sesshoumaru.

# - Nada. – respondeu se fazendo de inocente.

# - Kagome eu sou um Yokai e sei muito bem que vocês transaram. – Falou Sesshoumaru olhando a nos olhos – O InuYasha anda estranho, nem tem se concentrado no trabalho, nem sido ele mesmo esses dias. E também não quer dizer o que foi.

# - Eu não sei o que está acontecendo Sesshoumaru, nos transamos e de manhã ele disse que quando voltasse do trabalho queria conversar serio comigo, ele até foi lá em casa mais não disse o que era. – Respondeu recebendo uma vasilha cheia de Pipoca de Rin. – Ele te disse algo?

# - Não só que vocês transaram e que foi bom. – Respondeu devagar tomando cuidado com as palavras.

# - Então, vamos ver o filme. – Falou Sango, vendo que o clima tinha pesado.

Após a sessão de vídeo, Sango e Kagome foram pra casa, milagrosamente Sango fora dormir na casa de Kagome mais só por que iria se arrumar para o casamento ali, todas as suas coisas e as de Mirok já estavam no apartamento novo deles que era o penúltimo do prédio, bem abaixo de Kagome, estreariam apenas depois da Lua de Mel.

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Rin estava sentada na frente da penteadeira com sua com sua camisola branca de seda observando um calendário em suas mãos e sorria pra ele, Sesshoumaru não pode deixar de notar a expressão feliz da esposa desligou a televisão e perguntou:

# - Por quê o sorriso?

Ela o olhou emocionada.

# - A minha menstruação está quatro dias atrasada. – Contou a ele que lhe sorriu emocionado também, uma lagrima escorreu dos olhos castanhos dela. – Ainda tem que esperar duas semanas de atraso para fazer o teste.

Sesshoumaru viu o nervosismo e a ansiedade nos olhos dela.

# - Querida vem cá, não fica assim! – Chamou ela pra cama, está se levantou e foi se aconchegar nos braços dele. – Não fica ansiosa assim, pode te fazer mal. Agente vai conseguir você vai ver.

# - Por que e tão difícil, eu queria tanto ser mãe. Tem que dar dessa vez. – Choramingou tendo o conforto do peito másculo de Sesshoumaru pra lhe consolar.

Enquanto isso na cobertura do prédio Kagome, estava se preparando pra tomar um banho, e lembrou se de algo importante. Voltou ao quarto e pegou dentro da bolsa a cartela de anticoncepcional, fazia nove dias que havia deixado de tomar pra que a menstruação viesse e nada dela vir.

# - Oh merda! Isso só pode ser brincadeira.

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O grande dia havia chegado, a cerimônia seria no jardim da mansão dos Taysho, IzaYo estava mais do que emocionada por estar casando mais um filho, e melhor ainda ele estava se casando com a mulher que amava, olhou reprovativa para os bancos do fundo onde viu Kikyo sentada propositalmente vestida com um longo e brilhante vestido branco, todos sabem que num casamento a única a usar branco e a noiva mais obviamente ela queria provocar Sango.

InuYasha viu que a mãe olhava para Kikyo e disfarçou, entregou um lenço a Mirok que suava como se estivesse numa sauna.

# - Respira fundo, conta até dez e solta o ar. – Falou InuYasha.

# - Por que ela está demorando tanto será que ela desistiu? – Perguntou Mirok obviamente nervoso.

# - A Rin se atrasou meia hora lembra? Isso e normal, e só um charme que as mulheres fazem pra nos apavorar. – Tentou Sesshoumaru acalmá-lo.

# - É claro. – Suspirou, suas mãos começaram a tremer.

Mas foi então que viu Rin e Kagome, que eram as damas de honra se posicionarem pra entrar, a musica começou a tocar, Kagome fora a primeira a entrar, InuYasha não pode deixar de sorrir ao ver Kagome entrar deslumbrantemente bela num vestido rodado em cor pêssego, haviam flores brancas em seus cabelos, nunca a havia visto tão linda, Kagome notou o sorriso de InuYasha e adorou o modo como ele lhe olhava, não pode conseguir não sorrir também.

Após a entrada de Rin, Mirok quase desmaiou ao ver sua Sango vir em sua direção, o véu bordado sobre o rosto não escondia o sorriso estampado no rosto dela. Como estava linda.

Trocaram os votos de amor e fidelidade perante todos os convidados.

IzaYo tentou mais não conseguiu segurar as lagrimas, era emoção de mais que uma mãe pudesse suportar.

Mirok e Sango valsaram felizes, a festa foi um sucesso, e ninguém pode perceber que a noiva expulsou da festa uma certa convidada indesejada que apareceu sem convite e pior usando um vestido branco, teve vontade de sair no braço com ela mais amassaria e sujaria seu vestido então optou novamente pela pimenta. Mas em resto tudo foi maravilhoso. Foi Kagome quem pegou o belo buquê de lírios que Sango jogou as solteiras da festa.

O fim da festa chegou rápido após a saída dos noivos. Kagome estava sentada junto de Rin e Sesshoumaru, observou as flores em suas mãos tentando imaginar um modo de dizer a InuYasha que sua menstruação estava atrasada agora a dez dias, e havia a possibilidade de uma gravidez não planejada.

# - Eu posso ter o prazer de dançar com a moça mais bela dessa festa? – Perguntou Inu No Taysho a Kagome.

# - Deixa a tia Izayo ouvir o que o Senhor disse que eu sou a mais bela. – Falou Kagome brincando.

# - Eu ouvi Kagome, e não deixo de concordar com ele. – Falou Izayo aparecendo atrás de Taysho de braço dado com InuYasha.

# - Assim eu fico magoada. – Falou Rin fazendo beicinho.

# - E a mais bela pra mim. – Falou Sesshoumaru a abraçando pela cintura.

# - Tubo bem, eu corrijo o que eu disse, eu posso ter o prazer de dançar uma das três mais belas mulheres que eu conheço. – Reformulou Taysho estendendo lhe a mão.

# - Seria um prazer. – Kagome pegou a mão dele e foram juntos até a pista de dança vazia. Começaram a valsar com maestria.

InuYasha observava quieto os dois dançarem, e IzaYo observou ele.

# - Eu quero saber o que está acontecendo entre você a Kagome e quero saber agora. – ordenou Izayo.

InuYasha arregalou os olhos pela surpresa de ver a mãe lhe dando ordens assim.

# - Não está acontecendo na...

# - InuYasha! Vocês não trocaram uma palavra o dia inteiro, então nem vem com essa historia de que nada aconteceu, conheço muito bem os dois e sei que há algo errado, diga. – Interrompeu Izayo.

# - Nos só transamos...

# - É então você finalmente descobriu que a ama. – cortou Izayo revelando a verdade, novamente InuYasha arregalou os olhos em surpresa.

# - Como sabe?

Sesshoumaru e Rin apenas olhavam a conversa ser rebatida de um lado para o outro. Também estavam surpresos pela revelação de que Inuyasha amava Kagome, quantas e quantas vezes os dois juraram nunca passar de bons amigos na frente dos namorados de Kagome e das namoradas dele também.

# - InuYasha de uma boa olhada em todas as namoradas que você já teve na vida, todas são morenas de cabelos longos e olhos azuis.

# - É verdade eu nunca tinha reparado antes. – Falou Rin se dando conta da verdade.

# - Ah nem todos eram assim mãe. – Reclamou InuYasha, sabendo que era mentira.

# - Vamos fazer uma lista então, Kikyo a modelo prepotente, Shimi a italiana folgada, Hadija a francesa mal cheirosa, Catalynna a cantora vulgar. – Izayo contava nos dedos as namoradas de Inuyasha.

# - Ah, mãe, a senhora sempre foi tão gentil com as minhas namoradas. – Ironizou InuYasha.

# - Sofie a travesti Brasileira. – Brincou Sesshoumaru.

# - Eu tava bêbado e nem cheguei a sequer beijar ela, ele... Ursss – Rosnou InuYasha lembrando-se do ocorrido.

# - Marcilia a atriz pornô. – Lembrou Rin.

# - Essa foi a melhor de todas. – Falou InuYasha sorrindo.

# - Lello a boba alegre, Jocellyn pisca-pisca, ela era uma piada, eu nem sei como você conseguia transar com aquela mulher sem se distrair com aquele tique nervoso que ela tem nos olhos. – Reprovou Sesshoumaru.

# - De quatro! – Respondeu InuYasha. – Assim eu nem precisava olhá-la nos olhos, adoro essa posição.

# - É o Sesshy também gosta. – Falou Rin sem perceber o tinha falado.

InuYasha começou a rir coma cara feia que Sesshoumaru olhou para Rin.

# - O TaYsho também gosta, isso e um extinto, afinal eles são Yokais cachorros e assim que os cachorros fazem. – Falou Izayo com naturalidade fazendo InuYasha parar de rir na hora.

# - Ah eu não queria ter ouvido isso, eu não queria ter ouvido isso, mãe. – Falou InuYasha claramente contrariado.

# - Eh, eu também não! – Concordou Sesshoumaru.

# - Romilda, foi a que eu mais gostei. – Falou Rin

# - É verdade ela foi a menos pior. – Completou Izayo.

# - Até agente descobrir que era ela lésbica e só estava namorando com o InuYasha por causa da Sango. – Falou Sesshoumaru.

# - Não me esqueço à cara da Sango quando descobriu que era a Romilda quem roubava as suas calcinhas. – Rin gargalhou junto com o comentário.

# - É o pior de tudo foi o Mirok ter sugerido um ménage entre os três. – Lembrou InuYasha.

# - Mas filho você entendeu a questão – Diz Izayo voltando ao ponto importante da conversa - Todas as suas namoradas eram copias fieis da mulher que você sempre amou, Kagome Higurashi. – IzaYo ergueu se um pouco do encosto da cadeira e acariciou o rosto dele.

# - Mas ela só gosta de mim como um amigo, mãe. – Falou InuYasha aceitando o carinho da mãe, aproximou e depositou a cabeça no ombros dela.

# - Por que pensa assim?

# - Assim que eu sai de manhã da casa dela o Houjo apareceu e eles voltaram a namorar eu vi quando eles começaram a celebrar o novo e importante começo. – Contou InuYasha.

# - Oh filho, você perguntou a ela se foi isso mesmo que aconteceu? – Perguntou IzaYo.

# - Não importa mais mãe, agora com o Mirok casado eu vou morar sozinho então resolvi morar com a Kikyo. – Izayo o afastou na hora.

# - O que? – Perguntou incrédula.

# - Nos vamos morar juntos já levei quase tudo pra casa dela. Nos até tínhamos combinado de contar no jantar de domingo que vem, mas pra que esperar, não é mesmo? – Diz Inuyasha sabendo que qualquer noticia referente a isso não deixaria sua mãe feliz.

# - Por quê vai da um passo desse se sabe que ama Kagome? – Perguntou IzaYo tentando entender a verdade.

# - Porque com a Kikyo as coisas são sempre fáceis de se lidar e com a Kagome é tão... Difícil. – Falou ele olhando para o buquê esquecido em cima da mesa.

# - Em outras palavras se as coisas não derem certo entre você e Kikyo, você não sairá magoado, mas com Kagome com certeza partiria seu coração. Filho, você é um fraco. – IzaYo mostrou todo o seu desgosto.

# - Mãe! – Exclamou ele assustado com a revelação da mãe.

# - Você pode ter uma vida feliz, repleta de paixão, mas não luta por ela por medo. Eu nunca estive mais decepcionada. – IzaYo levantou-se e foi pra dentro de casa. Taysho estranhou seu comportamento, desculpou-se com Kagome e a seguiu para dentro de casa.

Kagome voltou para a mesa e pegou seu buquê nas mãos.

# - O que deu na tia IzaYo? – Pergunto dirigindo-se a Sesshoumaru.

# - Ela acabou de descobrir que o único filho dela e um imbecil. – Sesshoumaru olhou para InuYasha reprovativo.

# - Eh, eu descobri isso há duas semanas atrás. – Falou Kagome olhando pra ele, mas este sabendo que ela o olhava não teve coragem de lhe fitar. – Mentiroso, disse que nada mudaria entre a gente. - Kagome virou-lhe as costas e foi embora pra casa.

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Já fazia quatro dias que Mirok e Sango embarcaram para sua Lua de Mel, Kagome estava na hora do almoço andando pelas ruas do centro de Tókio, não conseguia trabalhar ou se concentrar, queria ter alguém pra conversar, mas pela primeira vez se viu sozinha, Rin estava deprimida, pois diferente de Kagome sua menstruação já havia descido já fazia três dias indicando novamente a falta do filho, Sango estava em lua de Mel e Inuyasha não falava mais com ela, além do mais nem poderia conversar com ele sobre isso.

Agora já completavam treze dias pela falta da menstruação. Já estava desesperada, nunca em toda a sua curta vida havia se imagina mãe de uma criança. Ela nunca receberá o devido amor que uma mãe dedica ao seu filho, como poderia ser mãe agora. Não saberia ser. Não uma boa mãe como IzaYo era.

InuYasha jamais a perdoaria se ela retirasse o bebe e quanto a Rin e a Sesshoumaru provavelmente jamais voltaria a falar com ela. Eles que queriam desesperadamente uma criança e ela ali cogitando a idéia de retirar o que provavelmente crescia em seu ventre, ainda não havia ido ao medico mais tinha certeza de que estava grávida.

Como? Como ela poderia ser mãe, se não sabia como era ter uma de verdade. Não conseguiria fazer isso sem o apoio de InuYasha e nem queria fazer isso sem ele. Mas o que diria a ele, como ele reagiria, apesar de conhecê-lo melhor do que a si mesma, nunca o ouvirá falar que desejava ser pai. Nunca mesmo.

# - Kagome? – Uma voz soou atrás de si.

Virou o rosto deparando-se com seu Ex-Noivo, Kouga, um Yokai lobo de cabelos negros, amarrados no topo da cabeça e um par de olhos azuis com um lago cristalino.

# - Kouga! – Exclamou feliz ao vê-lo, o abraçou.

# - Então vejo que finalmente você e o InuYasha se entenderam. – Soltou-se do abraço dela.

# - Por quê diz isso?

# - Sinto o cheiro dele em você, profundamente. – Respondeu ele erguendo as sobrancelhas.

# - Na realidade não nos entendemos, apenas tivemos uma noite que acabou com a nossa amizade. – Falou mostrando sua decepção – O que faz por aqui?

# - Horário de almoço.

# - Quer companhia? - Perguntou ela com o olhar pidão.

# - Claro, mas só como amigos, certo? Olha... – Ergueu a mão direita onde brilhava uma aliança de ouro. - ...Eu achei a minha alma gêmea.

# - Oh, que bom Kouga, eu fico feliz por você. – sorriu pra ele. – Vamos então tem um restaurante logo ali na esquina, e ao ar livre e fica de frente a praça. – Segurou em seu braço e o puxou. – Quem e a sortuda?

# - Você costumava ter ciúmes dela. – Deu uma dica.

# - Ayame, a sua secretaria, acertei?

# - Ela mesma. – Revelou rindo.

# - Eu te disse, que ela gostava de você, não disse? – Perguntou ela rindo.

# - Bom, foi exatamente por você ter dito que eu passei a reparar mais nela, então depois do nosso rompimento ouve um beijo e depois uma noite quente de sexo no meu apê, e agora nosso casamento e daqui a duas semanas. – Contou Kouga.

# - Por que eu ainda não recebi o convite? – Perguntou kagome Irônica.

# - Não achei que fosse querer ir. - Chegaram ao restaurante onde escolheram uma mesa na parte que dava de frente para a praça. Sentaram-se e logo vieram os pedidos.

# - Ayame se importa se eu aparecer? – Perguntou curiosa.

# - Vou falar com ela, mas não posso prometer nada. – Respondeu Kouga.

Kouga observou a feição preocupada de Kagome.

# - Se eu te perguntar uma coisa você me respondi com sinceridade? – Perguntou ele.

# - Claro, fala.

# - Você dormiu com ele enquanto estávamos juntos?

# - Não Kouga, eu nunca te trai. É quanto a você? – respondeu rindo.

# - Uma certa vez eu quase te trai, mas o efeito da bebida acabou antes.

# - Homens! – Exclamou indignada.

Kouga reparou que Kagome remexia a comida com os talheres e não a comia.

# - A sua comida está fria?

# - Não eu só estou um pouco enjoada, nada tem parado no meu estomago. – Confessou ela.

# - Você devia ver um medico, você sempre foi desleixada Kagome, mas não com a saúde. Não pode se brincar com essas coisas. – Reprovou Kouga.

# - Eu não estou doente... – Suspirou cansada - ...Eu só estou Grávida. – Revelou fazendo o quase cuspir a comida.

# - Kagome Higurashi, grávida? – Questionou intrigado. – Foi um acidente? Não me diz que o InuYasha e o pai?

# - Uma pergunta de cada vez Kouga, sim foi um acidente e sim e do InuYasha. – Disse com pesar nos olhos.

# - Como isso aconteceu? Quer dizer você sempre se cuidou nesse ponto, pelo menos comigo, mesmo tomando a pílula você sempre me fez usar camisinha, Kagome?

# - A coisa toda foi tão intensa que eu nem lembrei na hora. – Elevou o copo na boca e bebeu um pouco de água.

# - O InuYasha já sabe?

# - Não. Ele não fala comigo desde o acontecido e agora resolveu morar com a bisca da namorada. – Reclamou Kagome enciumada.

# - Ele simplesmente parou de falar com você? Algo deve ter acontecido, como ele pode ter deixado pra trás uma amizade que vocês diziam ser tão importante só por que fizeram sexo? – Kouga mostrou sua irritação.

# - Eu não sei o que aconteceu, ele saiu lá de casa dizendo querer conversar comigo, então o Houjo apareceu querendo conversar também eh...

# - Quem é Houjo? – Interrompeu Kouga.

# - Meu mais atual Ex-Namorado. Nos tínhamos terminado um dia antes.

# - Oh, Kagome você sempre foi meio ingênua assim – Kouga sorrio com a cara de confusão de Kagome.

# - Ingênua? – Questionou se irritando com Kouga

# - O InuYasha te viu com o Houjo?

# - Sim.

# - Ele está com ciúme! – Revelou Kouga.

# - É por que ele teria ciúmes? O Houjo e eu estávamos dando um fim a nossa curta historia, você é que e o ingênuo Kouga! Só encontrou essa teoria porque você mesmo e ciumento. – Brincou Kagome.

# - Kagome, como pode dizer que o Inuyasha não é ciumento, em quantos rapazes ele já bateu por sua causa? – Questionou divertido.

# - Ele só batia nos que não ele não gostava.

# - Ou seja, todos. Não se lembra como nos dois não nos dávamos bem, ele tentava me afugentar, e só parou porque você disse a ele que queria realmente ficar comigo. Mas mesmo assim ele acabou conseguindo me tirar de perto de você. – Kouga falou mostrando que sua ferida ainda continuava aberta.

# - O InuYasha não foi o responsável pelo nosso rompimento Kouga. – Brigou Kagome.

# - Kagome – Kouga segurou a mão dela entre as suas – A razão deu sempre ter tido ciúmes do InuYasha era por que eu via que nunca iria conseguir ser mais importante do que ele é, na sua vida. Nenhum homem vai conseguir, enquanto ele estiver por perto. – Kouga falou, Kagome olhou fundo em seus olhos e percebeu a verdade em suas palavras.

Era verdade nunca ela pos nenhum dos seus namorados na frente de Inuyasha, ele sempre fora o mais importante pra ela, esteve por toda a vida apaixonada por ele e agora que descobrirá isso não poderia ficar com ele, pois ele havia escolhido por outra.

# - Que cheiro de xixi de cachorro. – Falou Kouga, tirando Kagome de seus pensamentos.

# - O que?

# - Parece o cheiro do... – Kouga não completou a frase apenas virou o rosto em direção a praça, e lá ele viu InuYasha parado elegantemente em seus terno azul escuro, Kagome olhou na mesma direção vendo que InuYasha os observava, ele balançou a cabeça em sinal de reprovação deu as costas e foi embora.

# - Droga! – Exclamou Kagome.

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Na noite daquele mesmo dia Kagome resolveu ir até a casa de Sesshoumaru e Rin.

# - Como ela está? – Perguntou a Sesshoumaru após entrar na casa.

# - Ainda chorando, realmente achamos que fosse dar certo dessa vez. – Respondeu Sesshoumaru notoriamente chateado também.

# - Eu vou lá falar com ela.

# - Toma cuidado com o que você vai dizer. – Recomendou Sesshoumaru.

Ao entrar no quarto viu Rin deitada na cama do casal, toda encolhida como uma criança, e chorava, muito.

# - Rin? – Deitou-se ao seu lado. Viu ela enxugar as lagrimas.

# - Eu não consegui de novo. – Falou entre os soluços.

# - Eu sei, amiga. Eu sinto muito. – Acariciou o rosto vermelho dela pelas lagrimas. – Rin, eu queria te perguntar uma coisa, mas não quero te deixar mais triste.

# - Pode falar Kagome.

# - Por que você quer tanto ser mãe, o que há de tão maravilhoso na maternidade? – Perguntou Kagome.

Novamente Rin secou as lagrimas, entendeu que Kagome questionava a sua vontade por causa da própria mãe que nunca lhe dera o devido valor, lembrava se das brigas que presenciará entre a Kagome a mãe, e as varias vezes que ela jogava na cara da filha que ela nunca seria nada na vida se não desse o devido valor ao dinheiro. Kagome sempre tentou impressioná-la com boas notas, e sendo uma boa filha, mas nunca era bom o bastante para ela.

# - As mulheres tem esse dom milagroso de gerar a vida, isso e uma coisa da qual nenhum homem nunca vai ser capaz de experimentar. Ter uma vida crescendo dentro de você, e depois que ela nascer cuidar dela, afagar lhe os cabelos quando ela chorar, protegê-la, e ver ela se tornar uma boa pessoa, se casar, lhe dar netos. O que pode ser melhor do que isso, saber que você veio a terra e plantou as suas raízes. Nascer, crescer, reproduzir e morrer, essa a missão de cada ser humano na terra. – Rin lhe respondeu.

# - Você sempre foi à sonhadora do nosso grupo. – Brincou Kagome com uma lagrima escorrendo lhe dos olhos. – Mas você consegui me ver dando amor a uma criança. Sendo mãe?

# - Por que pergunta Kagome? – Questionou Rin.

Kagome ficou em silêncio, sabia que se contasse que estava grávida, a magoaria por ela não se encontrar no mesmo estado.

# - Você está grávida? – Perguntou Rin entendendo o seu silêncio.

# - Acho que sim. – Respondeu deixando mais lagrimas cobrir lhe os olhos.

# - E como o Houjo reagiu?

# - O Houjo? – Questionou desentendida.

# - Eh? Ele e o pai, não é? – Perguntou Rin já quase sabendo a resposta.

# - Não, eu o Houjo não transávamos há dois meses, paramos antes mesmo do nosso rompimento. – Respondeu esperando que ela entendesse que era do InuYasha que ela estava grávida.

# - Rompimento. O InuYasha disse que vocês reataram Kagome?

# - Não reatamos, de onde ele tirou isso?

# - Ele contou no casamento da Sango que viu que vocês dois estavam comemorando um novo começo. – Contou Rin.

# - O começo de uma amizade. Ele entendeu errado. – Falou Kagome meneando a cabeça, não acreditando no que ouvia.

# - Isso é tão injusto, o Sesshoumaru e eu tentamos há um ano fazer um filho e você conseguiu em uma noite só.

# - Me desculpa.

# - Me desculpa eu. Essa foi à coisa mais horrível que eu já disse na vida. É que... – Tocou o ventre de Kagome. - ...eu tenho tanta inveja de você.

# - Eu e que te invejo pela sua menstruação ter descido e a minha não. – De repente lembrou se de algo. - Não pode contar pro Sesshoumaru ele vai contar pro InuYasha, promete! – Pediu Kagome.

# - Vai contar quando?

# - Eu ainda não confirmei se estou mesmo grávida, vou ao medico amanhã. Mas Rin, eu não sei se quero ficar com ess...

# - Se você completar essa frase eu juro que dou um murro na cara. – Falou Rin erguendo se na cama.

# - Eu não sei o que e ter amor de mãe, como eu poderia ser mãe?

Kagome deixou a pergunta no ar, sabia que Rin não lhe saberia responder isso.

Na sexta feira, Kagome faltou ao serviço pra ir ao medico, acompanhada de Rin que insistiu querer ir junto.

# - É você está mesmo grávida. – confirmou o Dr. olhando o exame nas mãos.

# - Droga! – Esbravejou Kagome.Rin passou a mão em suas costas tentando mostrar que aquilo não era tão ruim.

# - Gravidez indesejada eu presumo. – Falou o Dr. Olhando pra Kagome. Que lhe confirmou com a cabeça. – Deite-se vamos ver no ultra-som de quanto tempo você está.

Kagome deitou-se como o medico pediu, passou gel no aparelho, e pos no ventre dela, logo a imagem na tela começou a se formar, era do tamanho de uma azeitona.

# - Pelo tamanho diria que já esta de duas semanas.

# - Em quanto tempo se pode ver o sexo? – Perguntou Rin entusiasmada. Kagome olhou pra ela e viu que estava emocionada por ver o ultra-som.

Que tipo de mãe Kagome seria? Estava ali deitada vendo seu filho, e não sentia nada, não estava emocionada como Rin e muito menos feliz. Na realidade estava desesperando implorando aos céus que aquilo fosse um pesadelo.

# - Tudo depende da posição em que o bebe estiver então o melhor e sempre depois do quarto mês. – Falou o Dr claramente entusiasmado com a alegria de Rin. Kagome sentiu-se invisível como se a própria mãe do bebê fosse Rin.

Após o exame, Kagome foi se vestir de volta, Rin ficou junto com o Dr no consultório, queria lhe fazer perguntas mais tinha medo das respostas, mas decidiu encarar.

# - Doutor posso lhe fazer uma pergunta, não sobre Kagome, mas sobre mim mesma?

# - Claro, minha filha, o que foi? – O Senhor já estava avançado na idade, era muito carismático, daquele tipo de avô que toda criança quer ter.

# - Eu queria muito engravidar. Já faz um ano que o meu marido e eu tentamos mais nada da certo. – Confessou Rin.

# - Olha tente fazer o seguinte esqueça essa historia de ter filho por uns dois meses.

# - Esquecer? Mas é o que eu mais quero? – Falou Rin não gostando do que o Dr disse.

# - E exatamente por isso que deve esquecer, muitas vezes o problema não está no corpo e sim na mente. Você fica na expectativa de querer engravidar, deixando seu corpo tenso, e provavelmente você fica tensa ao fazer amor com seu marido, imaginando que naquele exato momento pode estar concebendo um filho, relaxe, faça apenas por puro prazer, a ansiedade também não e uma boa amiga nesses casos. Olhe dois meses assim sem expectativas ou ansiedades, apenas descanse e relaxe, se possível tire uma folga no serviço e tente manter seu marido relaxado também, ele com certeza sofre da mesma tensão e ansiedade que você, no fim do mês volte ao meu consultório, depois de descansada a mente, faremos exames e veremos se o problema e no corpo. Pode fazer isso? – Pediu o medico.

# - É eu estou mesmo cansada de tentar, tentar e não conseguir. – Falou Rin suspirando. – Prometo que vou tentar descansa.

# - Ótimo, já vou deixar então sua consulta marcada. OK?

# - Ok.

# - Então eu já posso ir? – Perguntou Kagome voltando já vestida.

# - Sim, aqui está a sua receita. – Entregou o medico. Kagome a puxou de sua mão e saiu da sala. – Rin? – Chamou o Dr antes que ela saísse. – Cuide pra que Kagome não faça nenhuma besteira.

# - Pode deixar.

Chegaram ao prédio por cerca do horário do meio dia.

# - Kagome, vamos subir eu te faço um chocolate quente. – Pediu Rin.

# - Não eu preciso ficar sozinha Rin, suba, vá conclui o seu livro aposto que há meses não escreve uma linha nele. – Falou Kagome tentando se livrar da amiga.

# - Está bem, mas passe lá em casa quando voltar.

# - Ok. Tchau. – Rin saiu do Mercedes preto de Kagome e a viu sair cantando pneu. Estava preocupada com Kagome, tinha certeza de que apesar dela já ter 25 anos e não precisa do auxilio de InuYasha em questões financeira, Kagome não estava preparada pra formar uma família.

Prometerá não falar nada a Inuyasha, mas estava com medo de que ela fizesse algo do qual se arrependesse. Falaria com Inuyasha, sim. Virou-se pra entrar no prédio, mas lembrou-se da recomendação do medico, relaxar, fazer sexo por puro prazer. Ao invés de entrar atravessou a rua e andou até o quarteirão seguinte, lá havia uma loja Sex Shop da qual sempre tivera vergonha de sequer passar na frente, mas agora, não importava mais.

Entrou decidida na loja.

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Kagome estava cansada já de tanto dirigir, deveria ir até uma farmácia pra comprar as vitaminas que o medico receitou, mais não queria ir. Estacionou no shopping, estava com desejo de comer pizza, após ter devorado oito fatias de uma pizza de mussarela e bem gordurosa, resolveu olhar as vitrines, a tempo não fazia compras. Entrou em uma grande loja onde viu uma saia de seu gosto, a pegou e andou até o provador foi quando no caminho observou a sessão infantil. Colocou a saia em qualquer lugar e foi olhar as roupas infantis mais de perto.

Não havia ninguém naquela sessão, estava silenciosa. Teve vontade de sentar no chão e chorar. Por que aquilo havia acontecido com ela? Por que justo com ela? Por que não com Rin, que queria tanto um filho?

Viu um pequeno vestidinho branco todo rendado e cheio de laços. O pegou nas mãos pensando.

"Até que não seria nada mal uma menininha com aquelas orelhinhas fofas que o InuYasha tem." – assustou-se com o próprio pensamento.

Por que havia pensado justo em uma menina, porque não um menino? O que aconteceria a essa menina se ela a tivesse, a trataria com frieza como sua própria mãe a tratou, nunca elogiaria suas qualidades, apenas daria ênfase aos defeitos. E a transformaria num ser humano incapaz de amar? Sim era o que faria.tentou tanto ser diferente mais no final acabaria como a mãe, uma mulher infeliz, presa pela ambição num casamento sem amor. E tornar infeliz a vida de todos ao seu redor.

Puxou o vestidinho e o colocou junto ao ventre, fechou os olhos tentando imaginar o rosto da filha. Não conseguiu.

# - Acho que essa roupa não vai te servir Kagome. – Falou uma voz masculina bem a sua frente. Reconheceria essa voz a quilômetros de distancia, era InuYasha. O que diria a ele.

Abriu os olhos e o encontrou parado a sua frente, estava sem a grava e sem o palito, e tremendamente encantador com os três botões da camisa branca abertos. Estava segurando varias sacolas uma de cada loja diferente.

# - O que está fazendo na sessão infantil?

Ela não conseguiu responder estava tão feliz em vê-lo e por ele estar falando com ela, soltou a roupinha e se jogou em seus braços, todas as sacolas dele caíram no chão, e retribuiu o abraço.

Sentiu pelo chacoalhar de suas costas que ela estava chorando logo sentiu sua camisa se molhar pelas lagrimas. Apertou-a em seus braços.

# - Kagome, me desculpa, desculpa pelo modo como eu agi com você. Eu simplesmente não consigo mais... Não consigo mais... – Apertou a mais ainda. - ...Agir só como um amigo. Não... Não dá... Simplesmente não dá...

# - InuYasha! As minhas sacolas. – Falou uma voz estridente atrás de si.

O dois se soltaram na hora, InuYasha viu que era Kikyo reclamando das compras que haviam caído. Agachou-se para juntá-las.

# - Kagome, não é romântico o InuYasha tirou o dia de folga só pra me fazer companhia durante as compras, vamos amor. – Falou ela passando sem ajudá-lo a juntar as sacolas.

Kagome sentiu uma pontada na boca do estomago, InuYasha estava mesmo apaixonado por Kikyo, naquele dia em que ela pediu que faltasse ao serviço pra ficar na cama com ela ele recusará.

# - Nos vemos domingo? – Perguntou InuYasha ao se levantar.

# - Eu preciso de você, preciso da sua ajuda, agora mais do que nunca, fica, por favor. – Pediu ela ainda chorando.

# - Não posso. – Sua voz não passou de um sussurro deu um passo pra traz e a olhou nos olhos vendo o quanto estava magoada com ele – Desculpa.

Foi embora.

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- - - - -Atenção: Hentai muito pesado. - - - - -

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Sesshoumaru chegou em casa no horário de sempre, mas a casa não estava como sempre.

Havia velas por todos os cantos da casa, um cenário exótico. Um cheiro bom de flores no ar vinha dos incensos colocados por Rin. Véus de varias cores jogados sobre o encosto do sofá e pendurados no teto como se fossem cortinas.

Ele nem ousou se mexer estava tudo muito sexy, mas suspirou cansado, provavelmente era mais um modo maluco de Rin conseguir engravidar, desde que ela soube as coisas que Sango e Kagome fazem passará a inventar cada coisa. Não que ele achasse ruim, mais Rin o procurava mais de uma vez à noite, e a expectativa da possível gravidez o deixava tenso e preocupado, noite passada chegara até a tomar um estimulante sexual, pois também dependia dele fazer o possível pra engravidá-la.

# - Bem na hora! – Exclamou Rin atrás de Sesshoumaru.

Ao virar quase teve um infarto ao ver o quanto à esposa estava magnificamente linda, chegou a deixar sua fiel pasta de trabalho cair no chão. Ela usava um espartilho branco, a avaliou de cima a baixo, a calcinha minúscula provavelmente fio dental era mais transparente do que branca, pois podia ver os pêlos da feminilidade de Rin.

# - Dá uma voltinha. – Pediu ele sorrindo sensualmente queria se certificar se era mesmo um fio dental.

Rin sorriu vendo que seu plano estava dando certo, queria muito agradar Sesshoumaru há tempos o sexo entre eles era feito apenas pra conceber o tão desejado filho.

Ela lentamente girou pra que ele observasse cada centímetro dela.

# - Gostou?

# - É você ainda pergunta? – Falou Sesshoumaru há fazendo notar o volume crescente em suas calças.

# - Que bom. Eu acompanhei a Kagome ao medico hoje e aproveitei para perguntar sobre o nosso problema – Sesshoumaru encostou-se nas costas do sofá já vendo a dimensão da conversa. – O medico disse que nos devíamos relaxar, e transar apenas pelo puro tesão, sem tensão ou dever. – Explicou Rin, aproximou-se de Sesshoumaru e retirou sua gravata. – Acha que e uma boa idéia? – deslizou o paletó pelos ombros largos dele.

Sesshoumaru pos as mãos na cintura de Rin, e desceu pras nádegas, apertou as com ambas as mãos e a trouxe um pouco mais pra perto dele. Enquanto isso Rin já havia aberto toda a camisa dele e já tentava empurrá-la ombro abaixo.

# - Acho uma ótima idéia. – Respondeu ajudando a retirar a própria camisa. Voltou às mãos pra cintura dela e com um impulso só a ergueu do chão colocando a sentada em suas grossas pernas com uma perna de cada lado.

Beijou-lhe o pescoço com fúria e abriu os botões do espartilho com uma puxada só. Chupou lhe os seios com tanta força que chegaram a ficar vermelhos, os seios dela eram pequenos e durinhos, sempre adorou o corpo perfeito que Rin tinha, ela segurou o corpo com as pernas em volta dele e deixou o tronco cair pra dar a ele melhor acesso aos seus seios. Nunca esteve tão excitada antes.

Sesshoumaru também já estava pronto pra entrar nela. Rasgou as laterais da calcinha dela e puxou por trás deixando a completamente nua. Ela beija-lhe a boca com exigência, enquanto com uma mão impacientemente tentava abrir lhe o cinto e as calças.

Ele vendo a dificuldade dela a segurou nas costas pra que ela não caísse e então com as duas mãos ela conseguiu abrir lhe a calça e libertar o membro rígido dele. Rin o tomou nas mãos e o posicionou na entrada de sua feminilidade. Mal tinha retirado as mãos Sesshoumaru a puxou pelos quadris penetrando por completo o membro nela. Rin gritou de prazer viu que atrás da cabeça do marido haviam dois véus presos ao teto, pegou um em cada mão e deitou o corpo um pouco para trás.

Sesshoumaru delirou com a visão privilegiada do corpo da esposa, segurou-a pelo quadril pensando em começar as investidas mais Rin não o deixou, pediu que ficasse parado apenas olhando. Soltou então as mãos do corpo dela e a viu manejar habilmente os quadris em direção ao corpo dele. Sorria de tanto prazer que recebia, e realmente era delicioso ver seu membro ser engolido pela feminilidade dela.

Os gemidos de ambos eram intensos. Sesshoumaru começou a sentir as contrações na vagina de Rin sinal de que o orgasmo já havia chegado, segurou rápido a cintura dela percebendo que ela perdia as forças nos braços, a trouxe de encontro ao seu corpo e a abraçou forte deixando que sentisse todos os espasmos do prazer alcançado.

Foi difícil não gozar junto com ela, pois o prazer estava intenso, mas conseguiu se segurar, agora que Rin o atiçou iria ter que agüentar até seus desejos estarem saciados.

Levantou-se do encosto do sofá trazendo a junto consigo, deu a volta nele e a sentou. Ele afastou e retirou de vez a calça, Rin o viu se aproximar entendendo as intenções dele segurou em seu membro e o enfiou na boca, ainda não era muito experiente nisso mais já conseguia lhe dar muito prazer. Enquanto chupava a ponta com a mão e estimulava o restante do membro.

Ele a parou antes que ejaculasse em sua boca.

# - Senta no encosto do sofá. – Pediu ele ajudando a se levantar ainda estava meio mole e cansada pelo exercício.

Ela fez como ele pediu. Abriu-lhe as pernas e enterrou o rosto entre elas. Chupou a com intensidade, queria senti-la estremecer de prazer em sua boca, Rin estava tão ardente que nem demorou muito pra que novamente explodisse no mais delicioso clímax, quase caiu do sofá gemendo auto o nome do marido que sorria ao vê-la satisfeita.

Rin escorreu pelo encosto até ficar sentada, Sesshoumaru acariciou os cabelos dela, enquanto ela ofegava de cansaço.

# - Rin deixa eu te pegar por trás. – Pediu ele, Rin arregalou os olhos não esperando mas lembrou-se que ele ainda não havia gozado, então fez a vontade dele, ajoelhou se no sofá deitando o tronco sobre o encosto, ela estava tão lubrificada que nem precisou fazer força para entrar, beijou-lhe as costas enquanto suas mãos apertavam-lhe os seios, desceu uma das mãos até a feminilidade dela e estimou lhe o clitóris enquanto começa as investidas.

Foram forte e rápidas, Rin suava de cansaço. Quando percebeu que ela novamente se aproximava do orgasmo parou as investidas para provocá-la.

# - Sesshy...assimmm... eu não agüento...Ohh... – Gemeu Rin.

Sesshoumaru voltou a estocar mais rápido e mais forte, estava louco pra inundá-la com sua seiva mais queria sentir o orgasmo junto do dela, então esperou até sentir as contrações que não demoraram a chegar, os gemidos do deleite dela foram tão deliciosos aos seus ouvidos que não agüentou mais expeliu seu sêmen dentro dela explodindo-se no mais extraordinário gozo de sua vida.

Caíram exaustos sobre o chão, Rin ofegava pelo cansaço, abriu os olhos e viu que Sesshoumaru também ofegava ao seu lado, mas o melhor era o sorriso que não desaparecia de seus lábios.

Soltou uma risadinha fina que chamou a atenção dele.

# - Que foi?

# - Você não para de sorrir. Fico feliz que tenha gostado. – Rin engatinhou até ele e deitou a cabeça em seu peito.

# - Eu vou sorrir mais se você fizer isso mais vezes. Acho que eu vou mandar flores pra esse medico. – Brincou Sesshoumaru.

Rin explodiu numa gargalhada, era primeira vez que via seu marido fazer uma piada na vida, aquilo foi extraordinário.

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Kagome voltou pra casa arrasada depois do encontro com Inuyasha no Shopping, deitou-se na cama e nem sequer tirou os sapatos, deitou-se na cama desejando dormir e não acordar nunca mais. Estava sozinha, e era aquela maldita criança que a deixava assim, não sabia o que a deixava pior, pensar que a culpa era do bebe ou simplesmente já estar amaldiçoando a vida que crescia dentro de si. As duas alternativas eram horríveis.

Mas não ficaria assim, não tinha o apoio de InuYasha, ele jamais poderia culpá-la por matar o filho dele, já que ele não a ajudou quando ela precisou, tudo que ela queria dele e que a abraçasse e dissesse em seu ouvido que tudo ficaria bem, que ele jamais deixaria ela se tornar a mulher desprezível que era sua própria mãe, mas ele não está ali.

Então tomou a decisão sozinha, abortaria. Não teria o apoio de Rin, muito menos o de Izayo, só havia uma pessoa que a daria coragem para cometer tal pecado.

Sua mãe.

Continua...

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Eu sei que havia prometido postar só sexta feira, mas eu fiquei tão contente com as reviews que resolvi dar essa colher de chá as leitoras, então está ai o capitulo 2, está um pouco melancólico por parte da Kagome, mas espero que gostem, e claro deixem reviews. A capítulo final eu só vou postar sábado, vai pegar fogo aguardem.

B-jinhos a todos