Gigolô

Título: Gigoló

Autora: Nit

Original: http://www(ponto)slasheaven(ponto)com(barra)viewstory(ponto)php?sid(igual)2027

Tradutora: Alexa Black

Beta: Bibiss

Resumo: Harry já é professor em Hogwarts, mas é penalizado por um incidente com Snape. Terá que fazer uma tarefa para emendar seu erro.

Parejas: Harry/Severus

Advertências: Este fic contém slash. Se não gostam das relações homem/homem, busquem outra coisa para ler.

Disclaimer: Os personagens e o universo de Harry Potter são propriedade de J.K. Rowling, Scholastic & Editoras Associadas e Warner Brothers. Esta fanfic não possui fins lucrativos.

NT: Aleluia!!!!!!!!!! Não estava conseguindo subir esse capitulo nem com reza brava!! Mas finalmente consegui e espero que vcs gostem.

Esta é uma tradução da fic "Gigoló", que está sendo realizada com total consentimento da autora da fic. Tendo Nit todos os créditos pela criação da fic. Espero que gostem da história tanto como eu.

BOA LEITURA!!!!!!!!!

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Um castigo muito especial

Tinha passado alguns anos desde que Harry deixou de ser aluno de Hogwarts. Agora era um dos melhores e mais populares professores que tinha o colégio. Dedicava-se a lecionar Defesa Contra a Arte das Trevas (DCAT).

Já não era um menino, era um jovem de 21 anos que teve que amadurecer muito antes que seus companheiros. Sua vida estava cheia de sofrimento mais também de alegrias, que aumentaram ao derrotar Voldemort. Era feliz lecionando, pela primeira vez em muito tempo se sentia livre.

Ainda via seus melhores amigos, alguns eram professores no colégio, como Neville que dava aula de HerbologiaRony e Hermione estavam casados e se viam sempre que podiam, eram inseparáveis. Ainda era o menino-que-sobreviveu mas não tinha tanta pressão como antes e levava bem, era muito respeitado.

Os professores eram amigos seus, já que agora eram colegas de trabalho. Bom, Snape como sempre tratava Harry com seu particular caráter. Por muito tempo que passaram juntos derrotando Voldemort e que agora o moreno era seu companheiro, a relação permanecia como no começo. Talvez não era tão fria a relação, poderia chamar-se cordial ou até respeitosa. Eles se agüentavam o máximo possível, embora evitassem se encontrar e só falassem o necessário.

- Senhor Potter, não deveria ser tão calmo com seus alunos. Assim eles não o respeitarão e farão o que quiserem.

- Professor Snape, eu sei como tenho que dar as aulas. Além do mais não acredito que você seja o indicado para me dar conselhos de como tratar os alunos.

- Pois eu acredito que sim, já que a mim nenhum aluno nunca desafia.

- Eu não quero que os alunos tenham medo de mim, apenas respeito e admiração. Claro que eles nunca o desafiara, eles o temem bastante para isso.

- E isso é o melhor – disse o adulto com uma expressão de satisfação.

- Sabe, não acredito que esta conversa leve a algum lugar. Nunca faria o que me disse. – essas palavras e o tom que utilizou Harry, não agradou muito ao professor de poções, o havia falado com desprezo.

- Olhe, não permito que fale assim comigo. É igual ao seu estúpido pai, insolente.

- ESTOU FARTO DE QUE QUANDO QUER INSULTAR-ME UTILIZE A MEU PAI. – o rapaz estava cheio de raiva. Não suportava que Snape lhe dissesse coisas de seus pais, agüentou demais durante sua época de estudante. Agora como professor não ia deixar que o ex-comensal saísse com a sua. – DEIXE DE UMA VEZ DE SE METER NA MINHA VIDA.

- Você sempre tão parecido a ele, me dá náuseas – essas palavras lhe feriram profundamente. Sem pensá-lo duas vezes sua mão direita se encolheu em forma de punho. Impactou no maxilar esquerdo de Snape.

O professor maior caiu no chão, se tocou e descobriu que tinha sangue. Olhou seu ex-aluno e sorriu. Era uma clara provocação por sua parte. Harry não suportou que zombasse dele, tanto que se jogou sobre seu oponente começando um combate.

- Já está bem – a voz do diretor soou atrás de Harry, fazendo com que se separasse de Snape.

- Harry o que acredita que está fazendo – Lupin o olhava um pouco incrédulo.

- Eu... bom a verdade é que – não sabia muito bem o devia dizer.

- Isso é impróprio de você – o recriminou o lobisomen.

- Harry, vi como atacou Severus – o diretor começou a falar – já sabe que isso eu não posso permitir, as regras do colégio tem que ser cumpridas tanto pelos professores como pelos estudantes.

- Sei, mas...

- Não diga nada, vi que foi o primeiro a agredir – de repente o jovem entendeu porque Snape sorria, sabia que o diretor estava vendo. Sua vontade de matar o seu antigo professor aumentaram – por outro lado sei que deve ter acontecido algo, para que reagisse assim – disse olhando a Severus interrogativamente.

- Albus, eu só tentava dar a ele uns conselhos para suas aulas.

- Severus, nos conhecemos muito para saber que o provocou. Mas ainda assim Harry, não pode sair batendo cada vez que te provocam.

- Sei disso professor – afirmou com a cabeça abaixada.

- Bem, espero que isso não volte a se repetir. E digo para os dois – os dois professores assentiram – Embora teremos que penalizá-lo Harry.

- Que? Vão me expulsar?

- Não rapaz, é o melhor da sua matéria que tivemos até hoje. Seria uma grande perda para nós. Além disso, acredito que não tenha sido sua culpa completamente.

- Qual será minha penalidade então.

- Isso deixarei com Severus, seguro que encontrará um castigo apropriado para você.

Harry abriu seus olhos o máximo que pode. Sabia que Snape lhe daria um castigo enorme – mas para sua tranqüilidade eu terei que estar de acordo com o castigo, o mesmo com Remus. – Isso animou ao jovem, Lupin nunca deixaria que o machucassem. Enquanto Snape apagou seu sorriso que havia durado toda a conversa ao ouvir as últimas palavras do diretor. Estaria vigiando o castigo e isso não era tão divertido, queria que Potter aprendesse uma grande lição.

Depois disso, cada um voltou a suas respectivas aulas. O moreno seguia pensando no castigo que seria dado por Snape. Não queria nem imaginá-lo. Na cena, a tensão era palpável entre os dois professores. Tentavam ignorar, mas era difícil.

Passaram dois dias até que Harry foi chamado para ir ao escritório do diretor. Quando se aproximava da porta, pode notar como seu nervosismo aumentava, ao mesmo tempo que o temor por saber o que ofereceria o estúpido ex-comensal. Ao entrar na sala viu Remus, McGonagall, Dumbledore (isto o reconfortava, sabia que eles o apreciavam e não deixariam que fizesse nada humilhante) e Snape, quem o olhava satisfatoriamente.

- Harry já sabe por que te chamamos, sim?

- Sim, já tem o castigo.

- Bom não é exatamente um castigo, é... digamos assim que é uma tarefa extra. – disse a vice-diretora.

- Minerva tem razão. Não o tome como um castigo, já não é um garoto – reconsiderou Lupin.

- Severus nos apresentou várias tarefas que podia fazer. Depois de supervisioná-las uma por uma, decidimos qual era a melhor para suas características, - essas palavras e o sorriso que tinha o diretor não lhe acalmou nem um pouco.

- Qual é essa tarefa? – estava bastante preocupado, não era para menos, Snape havia elegido essa "tarefa" que tinha que realizar.

- Será melhor que você conte, Severus. Deve saber que tem todo nosso apoio e acredito que não a rejeitará. Além de te ajudar a se relacionar com as pessoas.

- Relacionar-me com as pessoas? Que tarefa será essa?

- Potter, acompanhe-me a meu escritório e eu o direi. – Snape tinha um sorriso que Harry não gostava em nada. E as palavras do diretor lhe incomodavam, o que lhe fariam fazer?

- Tranqüilo – disse Lupin enquanto o jovem seguia atrás de seu ex-professor de poções.

O moreno tentava adivinhar o que teria que fazer. Mas não lhe ocorria nada, isso o deixava muito nervoso. Entrou nas masmorras e viu como Severus se sentava e o olhava atentamente.

- Antes de tudo Potter, quero que saiba, que se fosse por mim lhe daria um castigo maior, mas não posso. – "como sempre tão simpático" pensou Harry.

- Eu sei, não preciso que repita. Embora não devia ter me comportado desse modo. Sinto muito, não devia ter te batido – disse olhando ao chão "não, não devia te bater, mas sim matar" voltou a pensar.

- Acredita que por essa desculpa se livrará disso? Nem em sonho, Potter.

- Não, sei que não me vou livrar, mas acredito ser correto me desculpar.

- Sim – Snape soube que sua desculpa era de verdade – eu não devia ter te provocado. –Harry se surpreendeu com essa confissão, mas antes que pudesse dizer algo, o professor continuou – durante cinco finais de semanas, e isto inclui sexta, sábado e domingo, deverá realizar a tarefa que designei. Está de acordo?

- Mesmo que não esteja, não fará diferença.

- Essa arrogância Potter – advertiu.

- Sinto muito, qual é a tarefa que tenho que fazer.

- Vai se encantar – no rosto do professor se desenhou num sorriso. Ao contrário do de Harry, nada bom poderia vir dele. – terá que ser gigolô.

- Que? Ficou louco? – Gigolô? Isso não era possível, tinha que ter ouvido mal – Gigolô, esta falando sério? Como eles puderam estar de acordo com isso? "vou matá-los", esse pensamento se repetia em sua cabeça.

- Isso mesmo Potter, gigolô. Você não gosta de ajudar as pessoas? Pois esta é uma maneira muito bonita de ajudar. – Snape fazia todo o possível para não rir.

- Sim, gosto de ajudar, mas não vendendo meu corpo. – não lhe parecia nada engraçada aquela atividade. Harry era demasiado romântico para isso. Mais que a maioria das pessoas, isto era pela falta de carinho em sua vida. E era inconcebível fazer sexo sem amor.

- Não é exatamente isso Potter. Você sairá com as pessoas que o solicitem. Terão minha supervisão. – "excelente. Snape arrumará os encontros, vai desfrutar com isso como jamais pôde imaginar" Harry não sabia como reagir. – digo isso porque ao ser famoso, muitas pessoas irão querer e só o citaremos com pessoas mais necessitadas – "por Merlin, vai me colocar com ninfomaníacas", a expressão do jovem era um poema. – E ainda, tudo o que ganhe será destinado para fins benéficos.

- Terei que... vamos que se...

- Sexo?

- Sim – o rubor do moreno se fez presente nas suas bochechas.

- Isso será se você quiser. Eu não me meto ai. É mais um gigolô terapêutico. Se eles quiserem e você não, terá que se virar para distrair a tensão sexual de seus encontros.

- Estupendo, ainda por cima tenho que fazer isso. Empenhar-me para que não queiram sexo comigo. Verdadeiramente genial – o tom sarcástico não podia ser mais evidente.

- Entenda que ajudará a muita gente Potter.

- Você está desfrutando muito com isso, não é verdade?

- Absolutamente – a diversão de Snape era patente em seu rosto.

- Está bem, mas juro que vai me pagar.

Dito isso Harry saiu dos aposentos do professor bastante irritado. Severus viu como o rapaz desaparecia, enquanto uma gargalhada, como não fazia há algum tempo, o invadiu por completo. "Potter, o terror das meninas" pensava, nunca imaginava que ia se divertir tanto com um castigo.

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NT: Espero que tenham gostado dessa nova fic que estou postando. É uma das minhas fics preferidas de HP, foi paixão à primeira vista quando comecei a lê-la não consegui parar até terminar de ler toda a fic. Então espero que tenham apreciado tanto como eu. Deixem suas opiniões sobre a história, sobre a tradução, sobre o que quiserem. Nós vemos logo, logo.

E quanto ao capítulo 5 de fic Profecia já está traduzido, mas ainda não foi betado porque não consegui entrar em contato com as minhas betas. Então não sei quando vou postá-las, mas se alguém quiser me ajudar eu agradeço de coração.

E mandem reviews!!!!!!!!!

Não fere e não mata ninguém!!!

Bjus

Alexa Black

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