Olá! Não, vocês não estão vendo alucinações, estou sim atualizando em menos de uma semana! HUSAUHSAUHSAHUSUHA Infelizmente o próximo pode demorar mais do que isso, porque eu já comecei a escrevê-lo mas ele ainda não está pronto. Esse aqui eu tava no gás do anterior e gastei só um dia pra terminar praticamente. O próximo já é outra história, porque eu tenho que tratar de umas coisas muito importantes e que estão meio difíceis de pensar em como colocar tudo o que eu planejei pra ficar legal (além disso, minhas aulas voltam segunda/amanhã. Que tristeza T.T).

Só falo que o Capítulo XIII envolve informações, tortura e missão não autorizada para ir até o QG dos Volturi (~spoiler violento~ quase que contei o cap inteiro SHUAUHSAUHSAHU)

Obrigada a todas as reviews, suas lindas. Fiquei feliz em ver que ainda tem gente interessada S2 De agora em diante farei de tudo pra responder todo mundo, e se mais gente começar a comentar eu passo a responder por PM e os sem login por aqui (me perdoem pelo excesso de emotions hahahahaha Não aguento digitar sem colocar carinhas no meio do texto). Então, vamos lá, um obrigada especial para:

Camilinha EGO: Eu entendo completamente, depois de tanto tempo a gente acaba esquecendo os detalhes e tudo mais. Espero que o resumão do cap anterior te ajude a pelo menos acompanhar por agora! A do Jacob... É um segredo HUSAHUSAUHSUA Só lendo pra ir entendendo. Obrigada pela review, espero que goste desse cap ein :D beijos

Ann: Obrigada pela review! Fico feliz em saber que ainda gosta da fic e que vai acompanhá-la, espero que goste da atualização :D beijos

Kiaraa: Muito obrigada pela review! Fiquei feliz demais em ver que vai continuar acompanhando :) Agora a coisa vai! USAHSAUHSAUHS Espero que goste :D beijos

Lina Furtado: SAHHSAHUSUHAS Nem eu acreditei quando aquela vontade incrível de escrever essa fic voltou XD Fico feliz em saber que gosta, muito obrigada pela review! Espero que goste desse cap também :D beijos

Paaaam: VOLTEI! Dá pra acreditar numa coisa dessas? USHAHSUAHUSHUA Obrigada pelo apoio Pam - que linda gente, ta quase formando! Apesar de que trabalhar E estudar é barra, ugh. Orgulhosinho de você S2 - e olha que eu to no início da facul ainda! Mas até passar, ugh, foi dose. O que acontecerá com a Bella? Oh meu Deus, é uma boa pergunta! XD A do Jacob é segredo, só lendo pra ir entendendo 8D Muuuuito obrigada pela review, fiquei TÃO feliz em ver que você tinha mandado uma sua linda S2 Espero que goste desse cap também :D beeeijos

lucimasencullen: Muito obrigada pela review! Me senti bem vinda realmente, porque depois de tanto tempo achei que ninguém ia se pronunciar ): Então obrigada mesmo. Espero que goste da atualização :D beijos

Thais: SUHAHUSAUHSAHU Parecia que eu ia largar né? Ugh, sou terrível mesmo. Fico feliz que ainda goste da fic! Muito obrigada pela review, fiquei ainda mais feliz em receber ela :D E espero que goste da atualização ein! beijos

NiNa. Bia: NIIIINAAA SUA LINDA S2 Sério? Eu não to acompanhando tanto mais o fandom, então não to sabendo tanto. Mas as antigas eram as melhores né, todo mundo meio que se conhecia XD Ai Nina, fiquei feliz DEMAIS em ver que você tinha mandado review, me lembrou da nossa época de orkut acredita lol E espero que goste dessa atualização, escrevi esse cap com muito gosto S2 Beeeijos

GGSA: SAUSHUAHUSAHUSA Eu imagino, já passei por coisas semelhantes lol Ai que bom que você gostava e que ainda gosta! Fiquei feliz demais com a review, muito obrigada :D Não vou desistir não, pode deixar. Eu demoro mas acabo postando XD Só que dessa vez estou tentando não demorar tanto. A próxima att pode tomar um pouco mais de tempo, mas não vai ser como esse hiatus não, pode ficar tranquila. Espero que goste do cap! :D beijos

Polly Salvatore: Muito obrigada pela review! Fiquei muito feliz :) E sim, a história ta se repetindo. Como dizem, karma is a bitch! SHUAUSAUHSUHAS A Jane foi esperta por muito tempo, ela só não contava com a intensidade dos sentimentos do Ed pela Bella S2 Você vai ver, espero que goste desse cap 8D beeijos

Paola: Heey! Muito obrigada pela review, não tem problema, o importante é que você acompanhava antes e não me abandonou agora que voltei, fiquei feliz demais viu S2 Eu vou tentar não demorar tanto com a próxima att, farei o impossível pra ver se agilizo. Não vai ser tão rápido como essa foi, mas também não vai ser um hiatus :D Espero que goste do cap! beijos

E é isso! Obrigada também às pessoas que favoritaram e adicionaram a fic em suas listas de alerta! :D

Nesse capítulo eu preparei duas surpresas pra vocês. ESPERO QUE GOSTEM! :D


PROTECTING YOU


CAPÍTULO XII – DESCOBRINDO O ESPIÃO

As palavras de Alistair pareciam ecoar dentro de sua mente sem nenhuma previsão de quando iria parar. Edward sentia como se estivesse mergulhado em uma piscina, podendo ouvir somente os próprios batimentos cardíacos e não conseguindo ver claramente as coisas ao seu redor. Ele não conseguia acreditar que Esme tinha tirado Bella da responsabilidade dos Cullen. Ele não tinha conversado com ela uma hora antes? Ela mesma não tinha lhe dado forças para fazer com que os Volturi se arrependessem de terem nascido?

Ele não conseguia entender o que estava acontecendo. Engoliu em seco, tentando voltar o próprio foco a realidade ao seu redor quando percebeu que o velho amigo de Carlisle tinha voltado a falar. - ... então não se desespere ainda. Como eu devo milhares de favores pro Carlisle e porque, apesar de tudo, eu tenho um coração muito bom...

Se ele não estivesse chocado e machucado demais com a nova reviravolta, Edward teria rido daquele último comentário.

- Respondendo a sua pergunta... Sim, garoto, tinha um dispositivo no rádio de uma das Mercedes que não deveria estar ali. Possivelmente se eu procurar no meio de todas as ferragens das outras três eu vou encontrar o mesmo aparelhinho nelas também. – O velho comentou, caminhando até o ruivo e mostrando sobre a palma de sua mão coberta por uma luva o pequeno aparelho eletrônico que tinha achado, formado principalmente por um chip de memória e por pontos de escuta e de transmissão. Edward fez que ia pegar o dispositivo, mas não conseguiu, pois Alistair fechou a própria mão cobrindo todo o aparelhinho. – Não posso deixar que você fique com ele, pois ele agora faz parte das evidências.

A mão ainda levantada do ruivo se abaixou lentamente. – Tudo bem. – Suspirou. – Já foi de muita ajuda você ter me falado que ele existia.

- Tsc, minha alma é muita boa mesmo. – O velho comentou com arrogância, bufando levemente e se virando, começando a caminhar até a mesa de análise. – Ah, garoto, não fale para ninguém que eu te contei.

- É claro, Alistair, não se preocupe. Obrigado! – Agradeceu, recebendo resmungos e um aceno de mão indiferente como confirmação que o outro tinha escutado, e logo começou a caminhar de volta para a porta do laboratório. Passando perto de Alice, que de tão concentrada não tinha escutado a conversa dos dois, puxou-a pelo braço feminino com gentileza e a guiou até a porta.

Assim que saíram, ele deixou que ela terminasse o que fazia em uma forma de esperar por Emmett também. Aproveitando aqueles instantes pra tentar absorver aquela reviravolta e pensar racionalmente, ele tentou controlar as próprias emoções. Ele ainda tinha a escolha de agir sem ordens e correr o risco de perder o distintivo, ou acatar as ordens e deixar Bella nas mãos dos outros agentes escolhidos pra tarefa.

Ele quase riu alto com o próprio pensamento. Escolha? Não, não tinha escolha nenhuma. Ele não deixaria Bella nas mãos de ninguém, porque ele sabia que nenhum outro grupo tentaria de todas as formas salvá-la dos Volturi como a família Cullen iria. Por mais que ela não tivesse tido tanto tempo de contato com todos eles, a conexão que ela criara com ele já era suficiente para que o restante da família também se empenhasse. Além disso, o fato de já terem perdido Tânia também fazia com que o ego e a reputação dos Cullen também entrassem no jogo, e conhecendo Emmett ele não deixaria que ninguém olhasse para ele ou mesmo para Rose com superioridade.

Edward respirou fundo, acalmando-se rapidamente ao notar que aquela decisão de Esme não mudaria nada de importante. A única diferença era que as coisas ficariam mais difíceis de serem conseguidas, pois ele teria que agir quase que na ilegalidade; mas, ainda assim, ninguém conseguiria impedi-lo de atingir o objetivo que ele almejava. Os inúmeros favores que variadas pessoas deviam a Carlisle poderiam ajudar também, enfim.

Edward nunca pensou que agradeceria mentalmente seu pai por ser tão obcecado com o trabalho.

- Ed, Alice! – Os dois pularam de susto quando Emmett surgiu de repente, chamando-os com a voz exaltada. – Vocês não vão acreditar no grupinho de pessoas que se encaixam no que nós pensamos.

- E pro meu horror, quando eu comecei a listar toda a nossa ação daquela noite eu acabei percebendo que somente alguém que estivesse a par intimamente do nosso planejamento poderia ter ajudado os Volturi. – Alice completou sombriamente, olhando para os dois com as sobrancelhas abaixadas em preocupação.

- As duas informações em conjunto vai nos ajudar a eliminar bastante gente. – Edward comentou, começando a sair da sala dos laboratórios e sendo seguido pelos irmãos. – Alistair não podia me dizer, mas acabou contando que tinha sim dispositivos aderidos ao sistema de comunicação. Acho que quem quer que os tenha colocado não teve tempo nem oportunidade de retirá-los depois dos acidentes. Pelo o que eu percebi o velho ainda não terminou de analisar as Mercedes e provavelmente não saiu do laboratório hora nenhuma.

- Perfeito! Estamos indo bem. – Emmett comemorou, não vendo a cara de confusão que Alice fazia.

- Mas, como assim ele não podia falar? Ele normalmente faz quase que um charme para falar – Com os olhares que recebeu, Alice logo acrescentou, - do jeito dele, ué. Mas em nenhuma das vezes que precisamos dele, ele simplesmente falou que não podia nos ajudar.

Edward coçou a nuca em desconforto. – Esme nos tirou do caso. Oficialmente, Bella não é nossa responsabilidade mais.

Os dois pararam de andar, forçando o ruivo a parar também. O silêncio que se seguiu era repleto de choque e de incredulidade. Para eles, aquela era a primeira vez que eram tirados de um caso como se não fossem bons o suficiente para cuidarem dele. Edward começou a contar os segundos mentalmente.

Quando sua contagem chegou a dez, a explosão que ele esperava veio sem surpresa.

- O QUÊ?! – Emmett gritou, assustando os poucos funcionários que passavam naquele mesmo corredor e os olhava de forma repreendedora, o que foi ignorado pelos três sem problemas. – O QUE DIABOS ELA ESTÁ PENSANDO?!

- Shh! Pare de gritar Emm! – Alice o repreendeu, puxando a manga da camisa do irmão. – A situação acabou de ficar pior do que imaginávamos, e se nós não nos controlarmos podemos perder ainda mais!

- Alice, você ouviu o que o Ed disse? Mesmo? Você ouviu que a nossa mãe, mesmo que não a de sangue, acabou de nos dar um golpe pelas costas? Ela acabou de anunciar pro restante da agência que nem mesmo ela acredita que os Cullen são capazes de uma missão de proteção à testemunha!

- Eu ouvi Emm, e estou muito chateada. – Ela o disse friamente, fazendo com que Emmett se encolhesse. Ver Alice com raiva era uma coisa, vê-la furiosa era outra completamente diferente, uma raridade. – Mesmo que eu não concorde, se for pensar por fora da nossa família para quem está assistindo a tudo isso, nós realmente não somos capazes de fazer esse serviço. Não quando as testemunhas são alvejadas pelos Volturi. – A pluralidade na fala fez com que Edward se encolhesse também, sabendo bem que ela estava falando de Tânia. – Só que, se já chegamos a esse ponto, pode ter certeza que o espião está confiante de que Bella nunca mais será salva.

- Como assim, Alice? – Emmett perguntou subjugado, olhando para a irmã em derrota.

- Parecendo ou não, nós ainda somos uns dos melhores agentes. Por mais que todos estejam acreditando que não, por ser a segunda vez que falhamos com uma testemunha de algum crime dos Volturi, nós ainda somos uns dos agentes que possuem a maior porcentagem de missões completadas com sucesso. – Alice começou a responder, não carregando a voz com arrogância e dizendo cada palavra como alguém que está contando que o céu é azul. – Então, nos tirar de um caso que pra eles é importante que seja deixado de lado é exatamente o que eles mais queriam. Eles sabem que justamente por nossos histórico e pelo passado do Ed, os Cullen seriam os mais determinados a achar Bella antes que eles a matem.

- Então se, aparentemente, nós não pudermos fazer nada, o espião está confiante de que nós fomos jogados pra escanteio, que ele está seguro sem ter sido descoberto e que os Volturi não terão problemas novamente com o risco de serem levados ao tribunal. – Edward completou a linha de pensamento, acariciando o próprio queixo em pensamento. – Faz todo sentido, Alice.

- E ainda tem mais. – Ela comentou, olhando para o chão. – Nós não estamos mais em foco. A nossa segurança é importante, mas não prioritária. Jasper e Rose correm mais perigo agora do que antes.

O peso daquela constatação fez com que os dois sentissem seus corações afundarem em seus estômagos. Era verdade. A situação já era delicada em ter os outros dois vulneráveis no hospital, mas agora que a urgência em trazê-los de volta a ativa para terminarem aquele trabalho não existia tudo tinha piorado substancialmente.

- Vamos fazer o seguinte. – Edward começou a propor, recebendo a atenção completa dos irmãos. – Antes de tudo Emmett vai nos contar o que ele conseguiu com Charles e Makenna. Depois, nós vamos conversar com Esme e fazer uma pequena cena, pra não criar suspeitas. Em seguida, para criar a imagem de que apesar de insatisfeitos nós vamos acatar as ordens dos nossos superiores, eu vou pro meu apartamento pra "descansar"... E vocês vão ficar ao lado de Rose e de Jasper o tempo todo. – Completou, fazendo o sinal de aspas com os dedos.

- Mas nós vamos precisar manter contato entre nós. – Alice comentou fracamente, concordando com o plano mas se sentindo mal em pensar que Bella poderia não ser ajudada se ele fosse executado.

- Nossos celulares. – Edward propôs, vendo Emmett negar com a cabeça.

- Com certeza nossas ligações vão ser monitoradas por um lado, pelo outro ou até mesmo pelos dois.

- Nós vamos ter que usar códigos. Coisas banais que querem dizer mais do que aparenta estar sendo dito. – Edward completou, fazendo com que o grandão desse uma pausa no próprio pensamento antes de responder qualquer outra coisa.

- Acho que pode dar certo. – Alice concordou, sorrindo.

- Desse jeito vocês conseguem proteger Rose e Jasper e ao mesmo tempo continuamos na corrida para salvar Bella. Sem que nossa mãe suspeite. – O ruivo resumiu, olhando para os outros dois com determinação. Ele ajudaria toda a família, incluindo Bella e até mesmo Esme, que não poderia ser acusada de ajuda-los se ela nem mesmo soubesse o que eles estavam fazendo.

- Pode dar certo, pode dar certo... Pode dar certo. – Emmett concordou, repetindo para os três como um mantra. Em um último momento, antes que começassem a agir contra as regras da agência, eles se abraçaram.

- Sim, Emm. – Alice sussurrou, sentindo-se segura e confiante de que conseguiriam fazer tudo o que precisavam. – Pode dar certo. Eu sei que vai dar certo.

Quando eles se separaram, Emmett apertando o ombro de Edward e Alice apertando as cinturas dos dois, em contatos de conforto e de apoio, o ruivo encarou o grandão com determinação e seriedade. – Agora, enquanto caminhamos pro escritório da Esme, você pode contar tudo o que descobriu.

Acenando afirmativamente, os três começaram a andar automaticamente.

– Quando cheguei ao escritório do Charles e da Makenna, eles me trataram bem como sempre e nem mesmo apresentaram obstáculos pra me ajudar. Acho que a Esme tinha deixado pro Alistair avisar os dois que, teoricamente, eles não deveriam me dizer nada. – Emmett começou, falando baixo para que somente Alice e Edward escutassem. – Então, explicando mais ou menos o que eu queria, eles buscaram no sistema a lista de pessoas envolvidas no preparo das Mercedes. Até aí tinha inúmeras pessoas, o que não ia nos ajudar em nada. Então, eles foram restringindo a pesquisa e acharam os responsáveis por instalar o sistema de comunicação, por checar se estava tudo certo e por dar uma última olhada fazendo testes e tudo mais. – Continuou, ficando mais agitado a medida que a história continuava. – Eu até pedi pra eles checarem se os responsáveis pela instalação eram os mesmos que faziam esse serviço em várias outras missões, e eles confirmaram. Pedi então pra confirmar de forma semelhante se as pessoas que checavam se estava tudo certo eram as mesmas também, o que eles falaram que sim.

- Logo, o problema não estava na instalação e na checagem, pois os outros serviços que essas pessoas realizam são tão importantes quanto era o nosso, e as outras missões não apresentaram problemas de vazamento de informação. – Edward concluiu, recebendo um aceno de confirmação de Emmett.

- Foi exatamente o que eu pensei. Então, quando eu pedi pra eles checarem quem tinha dado uma última olhada e realizados testes, eles me mostraram uns nomes interessantes. – A forma com que ele olhou para os dois com os olhos repletos de uma fúria silenciosa e controlada, fez com que eles já previssem que não iriam gostar de saber. – O time do Mike, sabe, ele, o Tyler, a Jéssica, a Ângela, a Lauren e o Eric; e a Jane, secretária da Esme.

- A Jane até da pra entender, já que ela é a secretária da Esme e ela é uma das que tem acesso a todos os preparativos mesmo. – Alice comentou, fechando a cara para aquela informação. – Mas o que o time do Mike tem a ver com os carros da nossa missão?

- Pois é. – Emmett concordou. – Não é proibido que outros times vejam como os preparativos de algumas missões estão indo, mas não é exatamente de praxe. E nós conhecemos bem os tipinhos do Mike, do Tyler e da Jéssica. – Ele olhou para os irmãos com o olhar repleto de significado.

- Claro. Aqueles três sempre quiseram ter estatísticas melhores que as nossas. – Edward comentou sombriamente, se lembrando da forma que o trio o tinha encarado horas antes quando ele se direcionava para o escritório de Esme pela primeira vez após ter saído da ala hospitalar. – Eles acreditam fielmente que teriam sido capazes de transportar Bella para o local seguro sem problemas. – Continuou, sentindo um gosto amargo na boca ao pensar na falha da mudança.

- Nós não temos nenhuma prova de que foram eles. – Emmett disse. – Mas se tiver sido, eu não duvido nada de que a motivação para nos trair fosse justamente a vontade de nos desmoralizar na agência. – Ele logo se calou quando entraram no corredor que levava diretamente ao escritório de Esme.

Eles não precisaram fingir que estavam irritados quando chegaram até lá. A raiva de pensar que Mike e os outros poderiam ter feito algo tão burro e frio os deixavam furiosos. E, para piorar, quando chegaram à porta com a plaquinha de ouro com o nome de Esme, eles quase trombaram com o mesmo grupo que discutiam enquanto eles saíam da sala que eles mesmos queriam entrar.

Edward, Emmett e Alice encararam paralisados Mike, Tyler, Jéssica, Ângela, Lauren e Eric saindo do escritório. Já era preocupante saber que alguém do grupo ou até mesmo o grupo inteiro estava na lista de suspeitos de serem espiões dos Volturi infiltrados no FBI, mas era ainda pior ter a coincidência de encontra-los ali no escritório momentos depois que descobriam que tinham sido tirados do caso de Bella.

Não era difícil de entender o que aquilo significava.

- Se não é o restante dos Cullen! – Mike comentou alegremente, levantando os braços em saudação. – É realmente uma pena que vocês tenham sido tirados de forma tão fria e decepcionante do caso, mas agora eu estou em paz em pelo menos saber que a menina Isabella vai receber a ajuda que ela merece. – O sorriso arrogante que apareceu em seus lábios fez com que o sangue dos três borbulhasse. Tyler e Jéssica fizeram caretas de pena, zombando ainda mais o trio e fazendo com que eles ficassem ainda mais irritados.

- Crianças. – Ângela, sempre a mais quieta e discreta do grupo,repreendeu os três do grupo firmemente. – Esme espera por vocês. – E avisou para os três irmãos, logo puxando o restante do próprio grupo para longe do escritório com Mike, Tyler e Jéssica rindo abertamente com a nova situação.

Edward respirou fundo, lembrando-se mentalmente que eles não tinham desistido de Bella, que por baixo dos panos eles ainda estavam na missão de protegê-la e que ninguém iria impedi-los de continuar lutando por ela. Ele precisou respirar fundo mais algumas vezes para se lembrar de que matar colegas não era algo bem aceito na agência também.

- Vamos. – Chamou os dois irmãos, logo entrando no escritório de ombros e nariz erguidos. Assim que entraram, eles viram os pais trabalhando em uma papelada, o que deveria ter surgido por causa dos problemas envolvidos no caso de Bella, e Jane a um canto tentando organizar toda a situação no computador de Esme e com sua agenda.

Quando Esme e Carlisle viram os três, eles logo trocaram um olhar repleto de tensão. Eles instantaneamente se prepararam mentalmente para a briga que viria a seguir.

Ninguém melhor do que eles para conhecer bem o temperamento dos Cullen.

.

.

Ela não sabia quantas horas tinham passado. A escuridão continuava a mesma, sem nenhuma variação de luz que indicasse a passagem de tempo. Bella sabia que se ela ficasse ali por um período prolongado seu relógio biológico ficaria todo bagunçado; mas, claro, se ela sobrevivesse por um período prolongado, talvez ela nem mesmo se importasse em ter que se acostumar novamente com os hábitos , tentando impedir que os dentes continuassem a bater uns nos outros daquela forma.

Ela tinha acordado justamente pelo frio que passava. A roupa tão fina e fraca que aquela mulher, Heidi, tinha lhe dado após o banho não isolava o calor de seu corpo de forma nem mesmo satisfatória; além do que, o fato de não ter tido uma toalha para se secar antes de vestir aquele conjunto fazia com que ela tivesse a sensação de que a roupa que vestia ainda estava molhada. Na verdade, ela não duvidava nada que a roupa ainda estivesse úmida, pois naquela cela seria simplesmente impossível que o tecido secasse.

Decidida a não morrer de hipotermia, Bella se levantou com dificuldade pela intensidade dos tremores que pareciam comandar seu corpo; e, enquanto atritava suas mãos em seus braços em uma tentativa de se aquecer, começou a andar em círculos naquele cubículo de pedra fria. Quanto mais se movimentasse, por mais cansada e necessitada de ter algumas horas de sono ela estivesse, maior seria a chance de que ela sobreviveria para ver o dia em que Edward a salvaria.

Pensando isso, ela até esperava que ele aparecesse antes dos homens que foram responsáveis por torturar, abusar e matar Tânia chegassem.

É claro.

Riu com a própria linha de pensamento, logo fazendo uma careta. O tempo passava sem que ela soubesse o quanto, mas Bella sentia como se já estivesse ficando louca.

Seus pensamentos voaram para todas as interações que ela tinha tido com Jacob até então. Ela não queria criar simpatia por ele, não quando ela ainda se lembrava vivamente a forma fria e assustadora com que ele tinha agido no dia em que Edward a levara até o shopping. Ele tinha matado um dos próprios subordinados sem nem mesmo mostrar um pingo de remorso, como se ele verdadeiramente não se importasse. Ela se lembrava, também, da forma com que ele tinha tirado sarro de Edward na perseguição de carros, adotando uma postura de superioridade por, aparentemente, saber os exatos planos dos Cullen e ter conseguido prever cada movimento com seu próprio contra ataque. Toda aquela maldade em sua forma mais fria a deixara apavorada por vários momentos, e mesmo que ela já não tivesse mais tanto medo por confiar que Edward a salvaria, ela não queria se acostumar com a presença de Jacob. Não por ter medo de sofrer uma das formas extremas da Síndrome de Estocolmo, se apaixonando pelo próprio raptor; não, disso ela não tinha medo, pois Edward parecia dominar cada espaço de seu coração sem qualquer concorrência. Porém, ela tinha medo de permitir que os dois criassem um laço de amizade quando no fundo ela sabia que a única a sair em desvantagem nesse caso seria ela.

Mordendo o lábio inferior e continuando a caminhar, Bella tentou não pensar em como aquele assassino a sangue frio tinha, por algum motivo que ela não conseguia entender, tentado de todas as formas manter seu pai vivo e até mesmo bem cuidado dentro do possível. Não tinha lógica! Mesmo com toda a inocência que ainda lhe restava, Bella não queria aceitar que Jacob poderia ter um lado bom também.

Sentindo-se mais aquecida, ela voltou a se sentar no mesmo lugar de antes, notando com desistência que o pouco calor que o chão tinha do tempo em que permanecera ali já tinha se dissipado.

Voltando a dormir, ela nem mesmo imaginava o que estava acontecendo acima da prisão em que ela se encontrava.

A enorme sala dos tronos estaria vazia se não fosse pela presença dos três líderes da gangue e de Jacob. Aro, Caius e Marcus observavam atentamente o mais novo entre eles falar no celular com Jane, recebendo as últimas novidades dos acontecimentos no FBI em um aparelho descartável para evitar qualquer tentativa de rastreamento.

- Certo. Pode deixar que eu digo. – O tom de voz indiferente, de quem realmente não se importava com o que estava ouvindo parecia não fazer efeito em nenhum deles. Como se eles já esperassem e já tivessem se acostumado com a postura mais do que desrespeitosa de Jacob. Assim que ele fechou o pequeno aparelho, ele ajeitou despreocupado o próprio sobretudo. Tudo o que ele queria era dormir, já tinha duas ou três horas que ele tinha deixado Isabella na cela e terminado seu turno oficial de atividade. – Bom, desculpe Aro, mas Jane mandou avisar que ela não podia conversar com você dessa vez. Por mais que ela acredite que está segura na posição de espiã, ela não quer chamar atenção para ela mesma.

- Ah, minha Jane querida. – Aro falou com adoração, sorrindo bobamente enquanto os outros três rolavam os próprios olhos.

- E quais são as novidades? – Caius interveio, sabendo bem que o irmão começaria um discurso quase infinito de como sentia saudades da mulher se ninguém fizesse o assunto seguir em frente.

- Com um deles em coma, a outra seriamente ferida e Isabella em nossas mãos, aparentemente os peixões do governo não estão muito satisfeitos com os Cullen. – Jacob começou, sorrindo maniacamente enquanto os olhos escuros pareciam não ver humor algum no que ele falava. – Então, por ordens maiores do que as de Esme, eles foram tirados do caso. Aparentemente até fizeram uma ceninha dramática de que "Mas nós somos capazes!" e coisas do tipo, mas ordens são ordens, não é mesmo? Jane até conseguiu mexer uns pauzinhos e colocar um dos nossos no novo grupo e outros que não são exatamente os melhores agentes no ranking do FBI.

- Maravilhoso! – Caius festejou, abrindo um enorme sorriso satisfeito em seu rosto.

- É, é, muito bom. – Jacob concordou sem calor algum.

- Nós não temos mais com o que nos preocuparmos. Ah, isso até pede por uma comemoração! – Aro comentou alegremente, fazendo com que Marcus gemesse quase que em dor com o que ele sabia que viria a seguir. – Vamos fazer mais uma de nossas festas de comemoração. Jacob, avise Heidi e os outros para que eles façam os preparativos para amanhã a noite!

- Pode deixar, Aro. – Jacob respondeu entediado. – Bom, se me permitem, vou dar uma dormida. – Continuou, não esperando uma confirmação e logo se virando para sair.

- Espera, Jacob. – O tom mais sério de Aro fez com que ele congelasse no lugar em que estava. Sem se virar para encarar o mais velho entre os líderes, ele continuou parado enquanto esperava para ouvir o que Aro tinha de tão sério a dizer. – Eu não preciso te lembrar daquela garota ruiva, meiga, tão pequena e frágil para que você faça seu trabalho, não é? Sei que nós já passamos dessa fase.

As mãos de Jacob se fecharam fortemente, até o ponto em que as unhas masculinas pareciam perfurar superficialmente as suas palmas. Ele agradecia mentalmente sua tão conhecia falta de respeito por não ter se virado para encarar Aro, pois o olhar repleto de ódio e fúria que dominava sua face teria com certeza lhe dado problemas.

- Não, Aro, realmente não precisa. Como disse, nós já superamos essa fase e eu sei que devo fazer o meu trabalho sem necessitar de qualquer lembrete. – Ele respondeu frio. A ameaça estava ali, e ele sabia que aquilo era obra de Heidi. A mulher poderia muito bem ter exagerado barbaridades sobre as horas que ele tinha gasto na companhia de Isabella. – Só isso? – Perguntou, virando ligeiramente o rosto para o lado de forma a olhar de relance para trás.

- Só isso. Pode ir. – Aro concordou sombriamente, observando o mais jovem se afastar com passos firmes e largos e sair do cômodo sem nem mesmo olhar para trás. – Félix ligou e avisou que ele, Alec e Demetri vão chegar um dia antes do previsto. Provavelmente estarão aqui para nossa festa de comemoração. – Aro continuou, vendo os dois irmãos se levantando. – É uma pena que Jacob não sabe disso, não é?

Caius sorriu de forma quase felina, entendendo bem o que o irmão mais velho sugeria. – Ah, é perfeito. Torturas psicológicas sempre são deliciosas de se ver.

Marcus desceu lentamente os pequenos degraus, olhando uma última vez para os outros dois. – Esse novo golpe mental é desnecessário. Esse garoto nunca vai escapar, Aro. Nós já tiramos o resto de família que ele tinha, e você ainda tem o que é de mais importante para ele no alcance de suas mãos. – Encarando diretamente o irmão mais velho e apertando as vestes na altura do próprio coração com a mão direita, como se as palavras que dizia o lembrassem de algo da própria história, ele logo completou. – Alguém que ele ama mais do que a si mesmo.

.

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A briga tinha sido uma cena memorável. Os gritos indignados de Emmett, as palavras ditas de forma fria por Alice e o olhar de decepção e de traição que Edward lançava para Carlisle e para Esme tinham causado o efeito desejado. Os dois ficaram de coração partido em forçarem o trio a acatarem as ordens dadas, mas acreditaram sem dúvidas de que Edward e os irmãos estavam aceitando a nova situação.

O ruivo nunca tinha imaginado que ele e os irmãos eram tão bons atores.

Na ida de carro para o próprio apartamento, ele tentava se preparar para todas as lembranças que iriam assolar sua mente assim que pusesse os pés dentro do prédio. A todo o momento ele tentava lembrar a si mesmo de que eles estavam caminhando para o instante em que descobririam quem é o espião. Ele tentava lembrar a si mesmo que, apesar de todos os riscos de perderem os próprios distintivos, Alice e Emmett também estavam tentando ajuda-lo.

Quando ele guardou o carro da agência na garagem, próximo ao seu volvo prateado, ele já sentiu o coração saltar dentro de seu peito. Os últimos momentos antes da perseguição daquela noite fatídica vieram como um flash na frente de seus olhos, e logo ele podia se lembrar dos últimos instantes que tivera com Bella.

"Eu irei esperar por você."

Ele podia praticamente ouvir a voz de Bella em sua mente quando ele pensava naquelas palavras. Seu tom de quietude, de promessa, de alguém que confiava completamente nele. Fechando as mãos fortemente, ele entrou no elevador e apertou o botão do próprio andar.

Logo ele estava dentro do próprio apartamento, olhando para a TV e se lembrando das reclamações de Bella por estar entediada e já não aguentar ver mais o programa da Oprah. Passou as mãos pelos cabelos cor de bronze e olhou para o tapete entre os sofás, se lembrando de quando a ensinara a jogar xadrez, de quando aceitou brincar de verdade ou consequência. Ele se lembrava tão perfeitamente bem da forma com que ela sorrira a cada momento que ele abaixava as próprias barreiras.

Quando ele passou na frente da porta da cozinha, ele se lembrou de ter conversado com ela ali tantas vezes. Edward se lembrou de terem cozinhado juntos, provocado um ao outro, brigado até mesmo pelo direito de lavar os pratos.

Mais a frente, quando ele passou ao lado do quarto em que ela tinha se hospedado, ele não pode deixar de entrar no cômodo e tentar sentir o cheiro da pele feminina nos lençóis, o cheiro de seu cabelo no travesseiro. Ele nunca pensou que aquilo podia um dia acontecer, mas ele sentia saudades de Bella mesmo quando eles se conheciam por tão pouco tempo.

Quando ele finalmente chegou ao próprio quarto, as inúmeras lembranças que existiam em sua própria cama quase fizeram com que ele voltasse para a agência no mesmo instante decidido a ser posto de volta no caso de Bella.

Suspirando pesadamente, ele se jogou na cama, puxando o travesseiro que ela tinha usado para entre seus braços, deixando-o colado a seu corpo em uma tentativa de conforto.

Antes que ele percebesse, o cansaço dos acontecimentos dos últimos dias o alcançou com vingança e ele adormeceu, dormindo por poucas horas mas sonhando com Bella em todas elas.

Quando ele acordou novamente, Edward nem mesmo perdeu tempo na cama pensando, ele simplesmente pulou em pé e pegou o próprio notebook. Era como se aquelas horas de sono tivessem organizado seu cérebro novamente, e todas as pistas que ele tinha até então criavam um quebra-cabeça pronto para ser montado.

- Como a Alice disse, o espião tinha que ter um conhecimento praticamente íntimo do nosso planejamento... Incluindo até mesmo os planos secundários caso tudo desse errado... Para que os Volturi tivessem conseguido nos pegar desprevenidos daquela forma. – Ele murmurou para si mesmo, ignorando o próprio e-mail repleto de mensagens novas e se preparando para entrar no sistema da agência sem causar alvoroços.

Usando os dados de Esme.

- Então não tem lógica que o grupo de Mike tenha colocado os dispositivos nos carros. Ou até mesmo, partindo do pressuposto que eles tenham mesmo colocado, eles o teriam feito sob ordens. – Mordeu o lábio inferior, entrando sem dificuldades no sistema de câmeras. Ele não era um bom agente do FBI ainda tão novo por nada. Além de todas as outras características promissoras de seu próprio treinamento, Edward tinha aprendido ao longo da adolescência a bela arte de ser um hacker. – Eu só preciso ver quem colocou os dispositivos e depois tentar ver se alguém ainda checou se tudo estava certo, inclusive essa adição não autorizada.

Não tirando os dedos das teclas do computador por um segundo, ele conseguiu em sua tela as horas de gravação da oficina da agência, onde os carros foram preparados. Calculando mentalmente os dias e os horários em que as Mercedes ficaram por lá, ele logo procurou os últimos dados daquele intervalo. Tentando ser o mais rápido o possível para evitar que o sistema de segurança percebesse que não era Esme que estava visitando as gravações, ele buscou freneticamente os momentos em que o outro grupo de agentes estiveram na oficina.

Quando Edward finalmente assistiu as filmagens, ele tinha o queixo caído em incredulidade por três motivos diferentes.

Ele nunca imaginaria que de todos no outro grupo, a responsável por ter adicionado o dispositivo nos carros sem que aparentemente o restante soubesse de que ela o fazia fosse ser Ângela. Pela forma com que todos do grupo de Mike sondavam os carros com o mero interesse de quem tinha inveja dos que andariam nas Mercedes em uma missão tão importante, era quase óbvio que Ângela depositava cada ponto de escuta e de rastreamento sem criar suspeitas, ficando um pouco para trás em cada carro como se estivesse interessadíssima em olhar o interior de cada automóvel.

Porém, o que o surpreendera ainda mais do que ver que Ângela era uma traidora, foi ver que aparentemente ela era uma traidora dos dois lados. Quando todos estavam preocupados em conversar alguma coisa desinteressante com o mecânico que cuidava de tudo, depois de terem olhado as quatro Mercedes, Ângela olhou diretamente para uma das câmeras da oficina, como se quisesse verificar se o ângulo da câmera a contemplava, e desviou os olhos disfarçadamente enquanto fazia pequenos sinais de mão como que mandando uma mensagem para quem estivesse assistindo. Era chocante ver como a mulher parecia ter previsto tudo o que aconteceria nos dias seguintes pelo simples fato de ter deixado aquele recado para trás.

Então, para o completo e máximo choque de Edward, o próprio conhecimento de linguagem de sinais traduziu aquela mensagem em seu cérebro de forma quase automática.

O ruivo ficou sem ar, com a boca seca, com o coração batendo acelerado e com um nó nos próprios pensamentos, incapaz de compreender como aquilo era possível.

Procurando assistir as gravações finais, ele vislumbrou algo que confirmou a verdade do aviso de Ângela e que o encheu de fúria, de um ódio tão poderoso quanto os Deuses antigos.

Ver Jane completamente desacompanhada na oficina, entrando em cada carro e testando cada rádio com um visível celular na orelha foi o suficiente para fazer com que Edward jogasse o próprio notebook na parede, estragando-o além de qualquer possibilidade de conserto. Com a visão em vermelho de raiva, ele trocou de roupa rapidamente vestindo uma de suas fardas pretas e saiu do apartamento apressado.

Já ligando para Emmett, Edward não conseguiu parar de repassar em sua mente as palavras de Ângela, como uma verdadeira fita estragada incapaz de seguir em frente.

Ele voltaria para a agência. Ele descobriria a localização de Bella nem que fosse à força. Ele a recuperaria.

Ele a salvaria como tinha prometido que faria.


Então o circo começa a pegar fogo. O que a Ângela disse será dito no próximo cap.

Os torturadores e assassinos de Tânia estarão de volta antes do previsto, Edward está com sangue no olho ao descobrir que Jane é a espiã dos Volturi, Jacob é mais do que ele aparentava ser e os Cullen vão ter que agir pelos meios obscuros do FBI pra conseguirem se envolver em um caso que eles estão fora de forma oficial.

Então só digo que se segurem em suas cadeiras e se preparem, pois os próximos capítulos serão pura emoção!

E mandem reviews claro, quero saber o que acharam do cap novo S2