Oiee gentee!! 8) Pra quem não me conhece, eu sou uma escritora novata tanto aqui no fanfiction como no mundo das fics. Ou seja, essa é a minha 1ª fic, então por favor, tenham calma e paciência comigo porque eu sou mesmo lerda na hora de postar! ¬¬' Ah, e mais uma coisa: eu quero dar esse 1º capítulo da minha fic de presente de Natal pra Tsuki Hime no Baka. =) Ela foi uma das pessoas que me ajudaram muito me incentivando a fazer a minha fic! n.n

Então aqui está aqui o seu presente de Natal, espero que goste!:D

Sem maios delongas, vamos logo a fic! Espero que vocês gostem!=D

Disclaimer(não sei se é assim que se escrever): SCC e seus personagens não me pertencem, mas quem sabe um dia? ;)

– Blábláblá – Falas

– "Blábláblá"- – Pensamentos

Capítulo 1:

Adeus

Sakura Kinomoto era uma adolescente de 17 anos que morava com os pais: Nadeshiko e Fujitaka.

Nadeshiko era modelo e posava para calendários e revistas, ganhando um salário razoável com o seu trabalho. Já Fujitaka, era um arqueólogo que muitas vezes viajava a trabalho, mas não deixava de arrumar um tempo para passar com sua família. Ele recebia um salário razoável, que, junto com o salário de sua esposa, dava para manter um bom apartamento e atender às necessidades de sua família.

Sakura estudava em uma escola particular, tinha vários amigos e adorava os seus professores. Ela era uma garota muito sorridente e feliz. Até aquele trágico dia...

Sakura descia saltitante as escadas, quando encontrou o seu pai com uma cara nem um pouco feliz. – O que houve? – Perguntou preocupada.

– Sakura, eu tenho uma coisa para te falar... –Fujitaka começou a falar com o semblante sério. –... sua mãe passou muito mal ontem à noite e agora está no hospital em estado grave.

– O quê?! –Ela não queria acreditar no que estava ouvindo.

– Parece que ela já sofria de uma doença e isso foi piorando com o passar do tempo.

– E POR QUE VOCÊ NÃO ME ACORDOU PARA EU IR NO HOSPITAL COM VOCÊ? – Ela parecia que havia explodido naquele exato momento.

– Eu não queria te preocupar...

– Eu estou me preocupando agora de qualquer jeito! Vamos logo para o hospital!

– Ok. –Fujitaka limitou-se a responder rapidamente já se encaminhando para a porta e sendo seguido por Sakura.

Chegando lá, Sakura foi correndo pelo hospital a fim de encontrar o quarto no qual sua mãe estava e acabou dando de cara com o médico. – Onde está a minha mãe? –A aflição e o desespero estavam estampados no seu rosto.

Ele soube quem Sakura era assim que viu Fujitaka que estava bem atrás dela. – Ah... você deve ser a senhorita Kinomoto, filha de Nadeshiko.

– Sim. –Ela respondeu quase chorando. – Agora me diga, como está a minha mãe?

O médico rapidamente ficou com a expressão mais séria. – Ela está em estado muito grave...talvez não resista.

Fujitaka começou a ficar mais preocupado do que já estava e ia falar algo com o médico quando uma enfermeira que estava desesperada a procura do médico com o qual eles estavam conversando apareceu:

– Doutor!! A paciente está perdendo rapidamente os seus sinais vitais!

– Droga! –Foi a única coisa que ele conseguiu dizer antes de sair para a luta pela vida de Nadeshiko.

Sakura, assim que avistou o doutor, foi correndo obter notícias da mãe. – Como ela está?

– ...

Começando a ficar cada vez mais preocupada e desesperada com o demora do doutor para responder, ela começou a chorar. – ME DIZ LOGO COMO ELA ESTÁ! – Definitivamente, aquela não era a Sakura que todos conheciam. O que o desespero não faz com alguém?

– Ela, infelizmente...não resistiu. – Dava para ver o quanto o médico não gostava de dar aquela notícia, seja para quem fosse. Mas, ele tem que dar esse tipo de notícia a várias famílias todos os dias. E hoje, era a vez de dá-la à Sakura e Fujitaka.

Sakura começou a chorar, enquanto Fujitaka lamentava baixinho, para si mesmo. Afinal, eles nem conseguiram falar com Nadeshiko antes dela morrer. Não conseguiram nem dizer um "Adeus".

Fujitaka estava indo dar um "tchau" para Sakura, pois iria trabalhar. Eram 11h00min e Sakura ainda estava dormindo. Ela estava de férias, mas logo todo esse descanso iria acabar, pois eles estavam no final de Fevereiro e as aulas estavam para começar.

Parou no batente da porta do quarto de Sakura e foi tirado de seus pensamentos quando ouviu Sakura, ainda dormindo, murmurou: "Mãe, por favor...não vá." Ele foi até ela, se agachou e tentou acordá-la balançando levemente seu ombro. – Preciso falar com você. –Ele disse mais sério.

Sakura, percebendo o tom sério do pai que ele normalmente não usava, se sentou na cama e pôs-se a escutar.

– Sakura, você precisa esquecer o que aconteceu e seguir em frente com a sua vida. Já se passaram quase 3 meses desde que sua mãe morreu, e desde aquele dia você não é mais a mesma. Eu sempre te encontro chorando pelos cantos, embora você tente disfarçar. E você já não é aquela garota sorridente e feliz que eu conhecia.

– Pai, tente entender...desde aquele dia tudo mudou: por causa do seu trabalho extra para poder sustentar o apartamento, a escola e tudo mais, nós tivemos que nos mudar para essa cidade que nem conhecíamos. E, pela falta de dinheiro, estamos morando em um apartamento e estou estudando em uma escola pública. Não que eu ligue para esse tipo de coisa, mas as coisas mudaram drasticamente desde que aquilo aconteceu. Além do fato de que perdemos a minha mãe... – Ela disse ameaçando chorar, mas se contendo.

– Eu sei disso...mas temos que tentar não lembrar do que aconteceu e levar adiante nossas vidas. – Ele deu uma pausa. – Você não participou de um sorteio em que está concorrendo a uma bolsa de estudos em um ótimo colégio? – Ele disse, numa tentativa de mudar de assunto e animar a filha.

– Ah...aquilo? Eu não tenho chances de não tenho sorte. – Ela disse ainda desanimada.

– Minha filha...por favor, não fique assim. Como você acha que sua mãe se sentiria se te visse desse jeito? Sofrendo por ela? – Deu uma pausa ao ver o semblante pensativo da filha. – Ela não se sentiria nada bem Sakura. Então levante-se logo e vá fazer as compras porque é você quem vai preparar o almoço hoje! – Ele disse em um tom brincalhão.

– Ah, é mesmo! Esqueci disso! – Ela disse já se levantando da cama de um jeito todo desajeitado e se dirigindo ao banheiro para tomar o seu banho.

Sakura chegou à portaria de seu prédio com duas sacolas pesadas cheias de compras, pegou as correspondências com o porteiro e depois subiu para o seu apartamento.

– Papai! – Gritou procurando o seu pai assim que abriu a porta do apartamento. – "Ele ainda deve estar trabalhando. Daqui a pouco ele chega." – Pensou consigo mesma.

Pôs as compras e chave do apartamento no balcão da cozinha e abriu uma carta que estava endereçada a ela. Assim que começou a ler, seus olhos se arregalaram e sua expressão foi de total surpresa. Mas seus pensamentos foram interrompidos pelo interfone que tocava ininterruptamente:

– Alô?

Senhorita Sakura... – o porteiro começou a falar parecendo bastante sério. – ...a polícia está aqui em baixo querendo falar com você.

Continua...

***********************************************************************************************************

Genteee...eu sei que o capítulo ficou pequeno, mas eu juro que vou compensando vocês aos poucos, tá bem? ;) E então, gostaram? Espero que sim.

Eu queria agradecer muuuito a:

-- Layle-, que é a minha revisora e que me ajudou muito! Valeu mesmo! =)

--minha irmã Raquel, pelo apoio que ela me deu e sempre me dá quando em mais preciso...sem ela, esse capítulo não estaria aqui, e eu acho que essa fic também não...Eu te amo muito Raquel! ^^

--minha amiga Luciana, que me ajudou muito a resolver vários assuntos da fic...me deu idéias, me corrigiu, melhorou as minhas idéias, enfim...Obrigada mesmo! 8)

--Tsuki Hime no Baka, que também me incentivou muito e me apoiou muito! Obrigada! n.n

Ah, e mais uma coisa, não se esquecem de deixar reviews, ok? Porque são as reviews que me incentivam a continuar a escrever. Mandem críticas, elogios, sugestões, opiniões, qualquer coisa! *-*

Vou tentar postar o próximo capítulo o mais rápido possível! Só não sei se vou conseguir! o.o'

Kissus =^.^=