Nota: Continuação de 'A magia do Natal' (Quem não leu... Bem, acho que teria que ler para ter um maior entendimento dessa continuação. E se lerem, mandem reviews viu? SUHAHUSA). Eu sei que o nome é meio, estranho, mas foi o único que eu consegui arranjar para definir o que aconteceria UHSAUHSAUHS

Obrigada a todas as revies em 'A magia do Natal', AMEI TODAS! Espero que gostem dessa fic também, ainda não sei quandos capítulos ;)

Depende das reviews neh? x)

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A magia do Casamento.

Por: Juju ou Juh ou Juliana ou Kagome Juju Assis. Como preferirem :D

Os cabelos castanhos estavam esparramados pelo travesseiro, e mesmo sendo de forma desgrenhada, deixavam à face pálida de Bella ainda mais bonita, ali adormecida. Os olhos verdes dele observavam cada traço daquele rosto angelical, e passava os dedos levemente para não acorda-la e para continuar se convencendo que, finalmente, eles ficariam juntos.

Ela o amava, mesmo depois de largá-la sozinha. E aquilo fora o maior presente de Natal que ele poderia ter pedido. E agora eles estavam noivos já havia três meses. Ela voltara a trabalhar, e ele também voltara para o hospital. Mas no meio dos dias e horas de folga que os dois conseguiam, eles se empenhavam em arrumar as coisas do casamento. Aquela palavra preencheu o coração de Edward com um sentimento puro de felicidade. Eles iriam se casar, eles ficariam juntos até a eternidade, porque suas almas também se casariam.

Riu levemente com seus pensamentos. Quando Tânia o largara ele pensara que nunca conseguiria se casar com alguém, mas agora, ele iria se casar, em apenas algumas semanas.

Rolou na cama com cuidado, para não acorda-la. E como em todos os domingos desde o Natal, ele se levantou lentamente, e caminhou até a cozinha. Levaria o café na cama para Bella.


Capítulo I.

Disclaimer:Todos os personagens são de autoria de Stephanie Meyer.


Eu encarava o relógio do meu escritório – sim, eu fui promovida novamente! – em total ansiedade. Sair para o almoço era a coisa mais desejada nesse momento. Não que eu não gostasse mais de trabalhar, acredite, continuava afundada no serviço. Mas sempre com minha segunda - terceira, quarta e assim por diante – mente pensando no Edward, na folga, e no nosso casamento. Tudo estava tão perfeito ultimamente, desde o Natal que simplesmente não conseguimos parar de nos completar e ansiar um pelo outro - não que isso seja ruim, claro.

E quando o ponteiro vermelho completou sua volta, e que o resto fez seu trabalho, eu me levantei rapidamente, pegando nos braços o meu sobretudo e minha maxi-bolsa Louis Vuitton. Ó liberdade, Edward, beijos, almoço! Quanta coisa boa meu deus!

Desliguei o monitor do meu computador com toda a agilidade do mundo, e saí correndo até a porta. Quando a abri, encarei com um enorme sorriso no rosto, a minha secretária.

"É meu horário de almoço. Você já sabe, qualquer recado é só anotar." Eu disse simpática, fazendo-a sorrir. E então com toda a paciência que eu consegui reunir em meu ser, eu caminhei lentamente até o elevador.

Já dentro dele, meu coração acelerou muito drasticamente. Era tão bom sentir meu coração feliz, como eu mesma estava. Passara tanto tempo sofrera, sentindo dores fortes, que eu ainda não acreditava que estava plenamente feliz. Apertei o botão do térreo, e encarei o lindo anel de noivado que Edward me deu. Tudo estava terrivelmente perfeito. Estávamos morando juntos, e nos decidimos por ficar no apartamento dele. Apesar de que minha cobertura permanece lá, com minhas coisas. Quando nos casarmos nos mudaremos para uma casa enorme, para termos filhos e tudo mais. Seremos uma família feliz, mas não somente uma a mais na multidão – como seria se eu casasse com Jake -, seremos uma família única.

Encarei-me no espelho do elevador rapidamente, para dar uma ajeitadinha. Eu vestia uma calça jeans clara da Diesel um pouco gasta, mas confortável e bem apresentável. Uma blusa azul escura, de manga comprida e gola no pescoço. Nos pés uma nova sapatilha preta da Jimmy Choo, que eu comprei.

Ouvi o 'bip' do elevador, indicando que cheguei ao térreo, e vesti meu sobretudo da Prada, de couro preto, por cima da minha roupa prendendo-o no pescoço.

E então saí do prédio, descendo as escadinhas e caminhando até meu carro. Eu simplesmente não conseguia parar de sorrir. Meu chefe até havia dito que me promovera por causa da minha competência, mas por causa também do meu humor, que estava influenciando todos ao meu redor. Era como se eu estivesse sendo um exemplo de pessoa trabalhadora e feliz. Eu achei simplesmente ótimo ouvir isso dele, porque convenhamos, não é sempre que seu chefe parece gostar do seu trabalho.

Acelerei quando já estava dentro do meu lindo carrinho, e rumei para o restaurante costumeiro. Já era rotina, almoçarmos lá, já que era justamente no meio do caminho dos nossos trabalhos. Então, não demorei praticamente nada, e já estava estacionando em frente ao restaurante. Tranquei-o com o controlezinho, e quando olhei para a enorme janela de vidro, vi alguém tirando a plaquinha de 'Precisamos de garçonete ou garçom'. Que bom, alguém havia sido empregado.

Viva a diminuição do índice de desemprego!

Entrei no restaurante, e avistei os cabelos cor de bronze desajeitados, e os ombros largos dentro de um casaco branco. Caminhei até a mesa, e dei um beijo estalado na bochecha dele, e me sentei na cadeira a sua frente. E como sempre, lá estava seu sorrisinho de lado, e seus olhos verdes brilhando. Oh, eu me questionava como consegui que um deus grego que nem ele me amasse, sério mesmo.

"E então, como está indo seu dia de trabalho?" Ele me perguntou, aparentemente alegre. Eu sorri, colocando minha bolsa na cadeira vazia do meu lado.

"Bom. Eu tive que organizar várias coisas, ligar que nem uma doida para muita gente... Mas, nada que já não esteja acostumada." Respondi, encarando-o.

"Eu nunca pensei que você se tornaria uma pessoa tão dedicada ao trabalho." Ele pensou alto. Eu sorri um pouco triste, me lembrando do porque que eu me tornara daquele jeito. Eu tenho certeza que ele tinha noção que fora culpa dele, do seu sumiço. Mas eu nunca falara alto que fora isso.

"Lutando pela gerência." Eu comentei, transformando aquele comentário em um objetivo bom, para não pensarmos no tempo ruim que passamos. "E você? Como vai no hospital?" Isso pareceu animá-lo.

"Meus antigos clientes estão voltando de pouco em pouco a se consultarem comigo. E novos clientes estão criando confiança no meu trabalho." Ele respondeu parecendo muito orgulhoso de si mesmo. E eu também estava. "E Emmett voltou a me passar vergonha nos corredores, com os outros funcionários." Ele completou, mexendo a cabeça negativamente, me fazendo rir levemente.

"Tudo está voltando a ser como era." Eu comentei alegre. "Só que com algumas diferenças..."

"Do tipo, nosso casamento." Ele completou sorrindo abertamente, daquele jeito que contagia. "Está quase tudo arrumado." Ele disse pegando na minha mão, por cima da mesa. Apertei sua mão com força, e sorri. Depois daqueles três anos sofrendo com seu sumiço, depois de passar o melhor Natal de toda a minha vida, eu finalmente iria me casar com ele.

Oh, parecia até irreal.

"Faltam poucas coisas." Eu comentei. Meu vestido de noiva – um novo, porque o que Jacob me dera simplesmente assombrava meus sonhos com seus brilhoszinhos assassinos, e bem, Jake me dera para o nosso casamento – estava a cargo de Alice e Rosalie. Fiz uma careta com esse pensamento. Ninguém tem nem idéia de como é arrumar esse vestido de noiva com as duas... Principalmente com Alice.

Bem, Rosalie era... Rosalie. Para ela meu vestido tinha que ser simplesmente per-fei-to. Acho que ela meio que não aceitava um vestido feio já que ela estaria no casamento.

E Alice... Era Alice. Sempre com sua mania de ser uma verdadeira estilista. Então, juntando as duas, se meu vestido não chegasse perto da perfeição era simplesmente uma blasfêmia.

E o problema era justamente, esse 'chegando à perfeição'. Para isso eu tinha que experimentar mil e uma vezes... Oh, fiz outra careta.

"O que tanto pensa?" Edward me perguntou rindo, me acordando de meus pensamentos terríveis. O encarei.

"Nada." Respondi ainda com uma careta no rosto.

"Você não sabe mentir." Ele disse. E então um garçom veio nos atender.

"Vamos pedir, não temos todo o tempo do mundo." Eu disse fugindo do assunto. Eu simplesmente não sei por que, mas acho que assuntos de vestido de noiva não são conversados com o noivo em questão. Ele suspirou divertido, e então nos viramos para o garçom e pegamos os menus. Ele pediu o meu preferido como entrada, e eu pedi o preferido dele como principal.

Éramos tão fofinhos, não?

"Esme está 'profundamente agradecida' por termos concedido a ela a responsabilidade de decorar nosso casamento." Ele falou. E toda vez que eu o escutava se referindo ao nosso casamento com tanta animação e carinho, minha respiração falhava drasticamente. "Apesar de que, Alice disse que morreria se Esme não a deixasse ajudar." Ele comentou rindo, e me fazendo rir também.

"Charlie chega daqui uma semana." Eu comentei, lembrando da reação do meu pai quando eu liguei falando da notícia. Ele ficou tipo: 'Mas você não ia se casar com Jacob?'

Falando nisso.

"Convidei Jake para nosso casamento." Eu contei, e ele me olhou de uma forma meio maligna. "Ele está namorando uma garota chamada Reneesme, então a convidei também." Completei, vendo que o olhar dele se tornou animado. Sorri maliciosa. "Edward Cullen morrendo de ciúmes." Ele olhou sério para mim.

"É claro, você é minha, e Jacob já tentou te roubar de mim uma vez." Ele respondeu com uma naturalidade tremenda.

E eu bem, nessa eu tive que hiperventilar.

Eu comecei a me abanar com o cardápio, a procura de ar, e Edward mesmo que divertido com a minha reação a sua fala, se levantou disfarçadamente para não chamar a atenção dos outros que já almoçavam, e foi até mim, dando leves tapinhas nas minhas costas.

"Ok, já estou melhor." Eu disse quando consegui controlar minha respiração. Ele riu levemente, e voltou a se sentar. Assim que nos normalizamos, chegou o prato de entrada. Comemos calmamente, e evitei ao máximo encara-lo enquanto comíamos, para não ter uma reação profunda a seus olhos verdes intensos me encarando. Quando terminamos, chegara o prato principal.

"Impressionante como você me conhece." Ele falou enquanto começava a comer, e eu sorri, também aproveitando da comida. Quando terminamos o prato, bebemos um pouco do vinho que estava em nossas taças. Estava tudo tão perfeito!

Já estava praticamente na hora de voltarmos cada um para seu local de trabalho, então ele pediu a conta. Eu ainda protestei um pouco, querendo pagar.

Acostumara-me tanto em pagar minhas contas quando ele sumira, e mesmo discutindo muito com Jake por causa disso, sempre dividíamos.

Mas, Edward, teimoso do que jeito que ele é, e extremamente cavalheiro, ignorou meus protestos e entregou o dinheiro para o garçom. Ficamos ali esperando o troco.

"Edward! Oh! Não acredito que seja você!" O silencio entre nós foi quebrado quando escutamos uma voz, conhecida mas que eu não conseguia me lembrar de quem era, e nos viramos para encontrar Tânia.

A garçonete que veio nos entregar o troco, a mulher que abandonara Edward há cinco anos atrás, que fizera ele me abandonar, que me fizera sofrer por três anos.

E eu tinha que ter imaginado que tudo estava perfeito demais.

E vendo o olhar de Edward, eu percebi que não era tão bom assim conhece-lo tanto.


E agora? O que acontece depois que a Tânia simplesmente volta? Por mais que Ed ame a Bella, ele ainda tem um sentimento forte por ela, já que as coisas entre eles ficaram meio inacabadas. Vocês querem a continuação? '-'

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