Preferi não comer nada. Já não tinha mais fome, e quando dei por mim minhas pernas já me levavam para a rua de casa, mas na verdade nunca cheguei a sair de casa, pois uma mão me segurou fortemente e ouvi aquela voz que há tempos não penetravam meus ouvidos:

- Aonde vai ruiva?

Virei-me confusa para trás ao reconhecer aquela voz.

E lá estava ele. Tiago Potter todo sujo por causa da lareira. Tentei sorrir ao ver seu rosto, mas senti mais vontade de chorar do que antes.

Por que eu tenho que ser tão vulnerável a aqueles olhos castanhos esverdeados? Sinto-me tão entregue a aqueles olhos...

Só senti o dono dos olhos me puxando e me abraçando.

Incrível foi que ele não tentou me beijar como de costume ou coisa do tipo. Só me abraçou e eu fiquei ali sentindo aquele cheiro gostoso que saía de sua pele morena. Um cheiro tão suave e família que me acalmava.

Fiquei ali chorando sobre o seu casaco enquanto sentia ele passando as mãos gentilmente no meu cabelo.

Quando finalmente parei de chorar e olhei para ele as coisas voltaram a piorar:

- Está melhor? - ele me perguntou com um olhar. Preocupado?

Sim... Ele estava preocupado comigo e aquilo se fazia nítido em seus olhos.

- Como...? Por que está...? - mas nunca cheguei a terminar a pergunta, pois a Petúnia entrou na sala já me xingando.
- Já não mandei você ficar longe da sala aberração? Aqui é só para pessoas normais. Pessoais sem cérebro e imprestáveis feito você não poderiam nem ao menos existir piorou se mostrar em público. O que os outros vão pensar se te virem? - ela parou de falar por um instante e ficou olhando para o Tiago que ainda me abraçava. - E quem é esse aí? - perguntou de repente um pouco mais calma.
- Um amigo. - respondi tentando não voltar a chorar.
- Pagou quanto para ele vir aqui e fingir que é seu amigo? Aberrações não têm amigos! - ela gritou rindo com gosto.
- O que houve? - perguntou meu primo descendo as escadas e se deparando com nós três na sala. - Quem é esse aí? Por onde ele veio? Não escutei a campainha.
- Olha o que você fez aberração. Além de tudo ainda consegue estragar a vida das pessoas. A minha mãe já não falou para você não a deixar com vergonha por você ser uma aberração?
- Sua mãe é a mesma que a minha. - eu disse já mais nervosa que antes. Ela estava dizendo tudo isso na frente do Tiago, já é demais para a minha cabeça. - E não é vergonha nenhuma ser uma bruxa!

Meu primo fez uma careta contorcida, acho que ele estava na dúvida entre ficar espantado com a informação ou rir pensando que é mentira.

Então ele optou por rir e foi assim que o Tiago saiu do transe que estava e me soltou. As risadas do Mateus cortavam o ambiente enquanto o olhar assassino da Petúnia nos trazia a realidade, que estávamos no meu inferno particular, mas agora eu tinha pelo menos um pedacinho do céu naquele lugar.

- Por que não vamos conversar em um lugar mais calmo ruiva? Não quero ir para Askaban tão novo. - me disse aquela voz doce do meu amor proibido ao meu ouvido.
- Que horror! Ela arrumou um namorado! Eca! Quem iria gostar de uma retardada como você? - me perguntou a Petúnia enojada vendo o Tiago sussurrar em meu ouvido.
- Todos que tem um cérebro vêem o quanto essa ruiva é especial e até quem não tem cérebro vê como você é infantil e se acha tão superior aos outros, quando na verdade não é nada. Ninguém é melhor que ninguém, se contente com isso.

Uau! Isso foi tão lindo...

Tenho que acrescentar que me derreti toda com o que ele disse? Acho que não... Qualquer uma ficaria encantada.

Enquanto o Mateus ficava nos olhando com cara de bobo e a Petúnia tinha uma careta reprimida no rosto eu peguei o Tiago pela mão e o levei para o meu quarto para poder mostrar a coruja dele.

Assim que fechei a porta do quarto ele olhou para a coruja que ainda tinha uma faixa enrolada na asa.

- Está explicado por que ele não voltou. - me disse o Tiago sorrindo e olhando a coruja dele.
- Ele? - perguntei sem entender.
- É macho Lily. - ele me respondeu rindo.
- Vamos dizer que meu primo trouxa atacou meu livro na cabeça da sua coruja... - eu respondi envergonhada.
- Fiquei preocupado quando ela não voltou e achei melhor vim ver o motivo. - ele me explicou indo fazer carinho na coruja que soltou um piu baixo.
- Não tive como responder sua carta ou avisar sobre a coruja, aliás só li sua carta agora pouco.
- E por que as lágrimas? - ele me perguntou preocupado me olhando novamente.
- Você pode não acreditar, mas eu choro quando estou com raiva. - respondi timidamente.
- Já lhe disse que pode ir lá para casa sempre que quiser. - ele me respondeu sorrindo. - Sua irmã não deveria falar essas coisas para você! Não ligue para isso Lily. Ela não sabe o que diz... Não têm consciência de seus atos. Ela não é tão inteligente quanto você... - ele me disse gentilmente.

O que eu poderia fazer diante destas palavras? Sério... Fiquei chocada... Nunca pensei que Tiago Potter tinha um lado sensível... Fiquei impressionada!

Não sei por que, mas a vontade de abraçá-lo foi maior que eu então só passei meus braços envolta do seu pescoço e encostei minha cabeça no peito bem definido dele.

Ele só me abraçou de volta e ficamos ali por mais algum tempo que eu não saberia dizer exatamente quanto tempo foi.

Escutamos a voz da minha mãe da sala e nos afastamos rapidamente.

- Minha mãe chegou e ela não pode te ver aqui, ela não pode nem ao menos sonhar que você está aqui. - eu disse desesperada.
- Ela vai saber... Sua irmã vai contar Lil. É melhor eu descer e me apresentar. - ele me disse com um sorriso singelo no rosto.
- Mas... - eu ia protestar, mas ele estava certo. Como eu odeio quando ele está certo. - Vamos! - eu disse abrindo a porta e seguindo rumo à sala onde minha mãe já me chamava.

Fiquei estática quando vi um sorriso vitorioso no rosto da Petúnia. Minha mãe mantinha um olhar severo que até me assustava.

Foi quando o Tiago entrou na sala sorrindo gentilmente e beijou a mão da minha mãe:

- Olá senhora Evans. Sou Tiago Potter, estou com Hogwarts com a Lily e vim lhe fazer uma visita. Desculpe por não ter avisado antes, mas é que meu meio de comunicação com a Lily teve um pequeno problema. - ele foi logo dizendo sem nem ao menos deixar minha mãe abrir a boca para falar alguma coisa.
- Petúnia, leve seu primo para dar uma volta. - minha mãe pediu para a Petúnia que abriu ainda mais o sorriso.

Realmente... Minha mãe iria me matar e não queria testemunhas.

- Mãe eu... - comecei assim que o Mateus e a Petúnia saíram, mas minha mãe não me deixou terminar.
- Sente-se senhor Potter. - ela pediu se sentando no sofá mais próximo.

Agora sim as coisas vão ficar complicadas... Minha mãe deve estar uma fera!

- Se conhecem de onde? - minha mãe perguntou enquanto eu me encolhia ainda mais no sofá ao lado do Potter.
- Da escola. Estamos no mesmo ano e somos da mesma casa, Grifinória. - respondeu o Tiago sem tirar o sorriso do rosto.

Acho que se ele sorrir mais vai acabar ficando com dor no maxilar.

- Você não é daquele grupo de baderneiros que a Lily tanto fala? - perguntou minha mãe desconfiada.
- Não são baderneiros mãe... São só arteiros... - eu tentei amenizar as coisas.
- Para falar a verdade sou sim senhora Evans, mas não sou mais o mesmo garoto imaturo de alguns anos. Admito que fazia coisas que não deveria e aprontava muito, mas agora amadureci e estou mais responsável.
- Mais responsável? Aparecer na casa das pessoas sem avisar? - minha mãe está pegando pesado com o coitado.

Coitado? Eu disse mesmo isso do Potter? Realmente minha sanidade me abandonou.

- Me desculpe senhora, mas não tinha como falar com a Lily. Minha coruja sofreu um pequeno acidente e não pode enviar cartas, então o jeito foi vir sem avisar mesmo.

Ele não contou que foi culpa minha a coruja dele estar impossibilitada? Foi muito lindo da parte dele! Eu ia ficar um mês de castigo se minha mãe suspeitasse que ando escrevendo cartas com o Mateus em casa.

- Para ser ainda mais sincero fiquei extremamente preocupado com sua filha. Afinal ela não mandou mais notícias e pensei que ela poderia estar doente. Fiz mal em visitar uma amiga que poderia estar doente? - ele perguntou sem mudar o tom gentil em sua voz.

O incrível foi que minha mãe ficou comovida com o que ele disse. Não acredito que ele enganou minha mãe com tanta facilidade...

Ela simplesmente sorriu (sorriu até de mais).

- Não quer ficar para o jantar? - ela perguntou para ele toda gentil.
- Eu bem que gostaria, mas infelizmente tenho que voltar para casa. Eu disse para a minha mãe que iria ver se a Lily estava bem e voltava logo. Aliás, já está tarde. Tenho que ir. - ele disse se levantando.
- Eu ligo para a sua mãe e digo que ficará conosco. - minha mãe disse de repente.

Como ela pode mudar de humor com tanta facilidade? Ela iria matar ele a minutos atrás e agora esta babando em cima dele.

- Ligar? - ele perguntou confuso.
- Mãe... O Tiago é bruxo... Ele não tem telefone... - tentei explicar.
- Mas ele é uma gracinha... Por que vocês não namoram? - ela perguntou nos olhando.

Acho que fiquei muito vermelha. Pronto. Agora o mala vai falar que eu não quero nada com ele e minha mãe vai ficar me perturbando para ficar com ele.

- Não senhora... Por enquanto somos só amigos, quem sabe mais para frente... - ele respondeu deixando minha mãe ainda mais animada.
- Vou deixar vocês conversarem um pouco. Fique a vontade. - ela disse indo para a cozinha.

Fiquei ali com a boca aberta de tanto espanto... Ele não disse nada! E ainda deixou minha mãe feliz...

- Fecha a boca Lil. - ele me disse rindo assim que minha mãe saiu.
- Você não... - eu comecei ainda espantada.
- Não disse nada. Você não iria gostar, mas não podia deixar sua mãe pensar que eu não tenho intenções... - ele me respondeu sorridente.

Me recuperei do susto e me sentei ao lado dele no sofá, o que já é um ato insano, se tratando de Lílian Evans.

- Você realmente não está bem... - ele me disse preocupado. - Certeza que não quer passar o resto das férias lá em casa?
- Acho que não... Melhor ficar em casa... - eu disse meio incerta.
- Certo... - ele disse já se levantando. - Tenho mesmo que ir. Não avisei ninguém que eu vinha para cá.
- Por que não? - perguntei preocupada.
- Imagine a Grifinória inteira na sua casa... - ele brincou.

Realmente, todos iriam querer vir também e a confusão estaria armada.

- Tem razão...
- Obrigado por cuidar do Edd. E espero noticias dos dois. - ele me disse já entrando na lareira.
- Mandarei noticias assim que possível. - respondi sorrindo.
- Se cuida! - ele me disse sorrindo antes de sumir pela lareira.

E lá se foi o meu pedacinho do céu.

Assim que subi para o meu quarto as coisas começaram a piorar novamente. Eu estava distraída pensando na vida quando dei de cara com o meu primo:

- Quem era aquele? - ele perguntou desconfiado.
- Um amigo. - respondi sem importância.
- Ainda não acredito que você arrumou um namorado. - disse a Petúnia furiosa saindo do quarto. - Agora que a mamãe não está aqui você pode falar... Quanto pagou para ele vir aqui e fingir que era seu namorado? Não foi muito, afinal você é tão inútil que nem ao menos tem dinheiro.
- Me deixe em paz Petúnia! - eu disse me irritando novamente.

Me tranquei no banheiro novamente (o único lugar longe da Petúnia e o Mateus). Fiquei lá por muito tempo enquanto a Petúnia me xingava e batia na porta enraivecida.

O banheiro até que está sendo um lugar legal... Ultimamente passo praticamente metade do dia lá me escondendo.

Queria pelo menos poder me esconder em um lugar decente. Quem sabe uma chave no meu quarto já não ajudaria?

Acho que ajudaria...

Sabe o que eu fiz depois? Sai do banheiro enfurecida e tirei a Petúnia do meu quarto a ponta pés (literalmente falando). Logo em seguida expulsei o Mateus jogando as roupas dele junto. Tudo foi para o corredor... E eu estava livre daquele inferno.

Passei a chave na porta e liguei o rádio alto para não escutar os gritos dos dois. Peguei meu livrinho maravilhoso e fiquei ali naquela paz lendo.

Fique ali tanto tempo que só percebi que não havia jantado quando a casa já estava em completo silêncio, sinal que todos já estavam dormindo.

Abri a porta com cuidado e fui assaltar a geladeira, vi no relógio que já passava às duas da manhã.

Finalmente tive um tempo de paz na minha casa.

Comi um lanche qualquer e fui dormir. O problema veio quando acordei, ou melhor, do jeito que acordei.

Acordei com um estrondo forte e logo a porta do meu quarto estava estirada no chão. O pó já começava a irritar meu nariz e vi minha mãe me olhando furiosa enquanto uma Petúnia radiando de felicidade entrava no meu quarto logo atrás.

- O que você pensa que está fazendo trancando essa porta? - me perguntou a minha mãe extremamente nervosa.
- Me livrando do inferno que vocês transformaram essa casa. - eu respondi já não conseguindo me controlar.

Uma hora a paciência de todos termina... E a minha chegou ao fim no minuto que acabaram com a minha porta.

- Você está fora de controle Lílian. Não te criei para ser assim... Cadê a aquela menina doce? - me perguntou a minha mãe.
- Não era doce, e sim boba. Ela foi embora e não volta mais, assim como eu. Vou embora dessa casa.
- Você não sabe o que está falando. - minha mãe disse já parecendo pensar na possibilidade deu realmente ir embora.
- Vai tarde! - me disse a Petúnia revirando os olhos.
- Ótimo! - eu disse irritada saindo do meu quarto.

Eu não tinha mala, a única que tinha estava lotada com as coisas de Hogwarts então fui até a vizinha ver se conseguia uma mala, mas não consegui.

Quando voltei para casa minha mãe tinha saído e meu primo já estava instalado no meu quarto de novo, mas estava com a maior cara de irritado. Bem feito! Agora ele sabe que não é bem vindo no meu quarto.

A Petúnia já estava deitada no sofá sorrindo feliz da vida quando eu subi batendo o pé novamente.

Arrumei minhas coisas e deixei um bilhete para a minha mãe:

Mãe,Estou fugindo desse inferno. Depois que a Petúnia casar quem sabe esta casa vire um lugar habitável.Fui para a casa dos meus amigos. Quando chegar na escola eu te mando noticias.Até maisLílian.

Pronto. Eu estava fugindo daquele lugar... Não veria a Petúnia tão cedo e não veria meu primo tão cedo... Desci ainda irritada por ter que sair de casa para ter paz. A petúnia estava na sala quando eu passei para entrar na lareira.

- Onde vai aberração? - ela me perguntou me olhando estranhamente.
- Não é de seu interresse. - eu disse antes de jogar as malas na lareira e entrar lá logo em seguida.
- Vai tarde! E não volte nunca mais. Você não fará falta.

Peguei a coruja do Tiago entre os braços e com uma das mãos joguei o pó de flur na lareira. Logo escutei alguém gritando:

- Galera corre aqui!

Foi quando as coisas começaram a aparecer e vi várias varinhas apontadas para mim. Realmente eu não fui parar no lugar que eu esperava: uma casa caindo aos pedaços e imunda (com habitantes como os marotos, impossível uma casa ser diferente disso), mas a casa era enorme, pelo menos o cômodo que eu estava era gigantesco, tudo tão branco que até brilhava.

- Se soubesse que iria me receber tão bem eu teria ficado em casa. - eu disse nervosa enquanto todos me olhavam confusos.
- É a Lily gente. Abaixem essas varinhas! - gritou a Gabi feliz da vida se jogando no meu pescoço e me abraçando. - Esta livre da sua irmã Lil.

Senti lágrimas manchando o meu rosto enquanto sentia todos me abraçando. Um por um, enquanto alguém tirava minhas malas da lareira.

- Isso que é chegada ruiva... Sem avisar... - brincou o Sirius.
- Só vim trazer uma coruja doente. - menti mostrando a coruja. Logo um pequeno sorriso involuntário surgiu em meio às lágrimas.

Não sabem o motivo do sorriso?

Meu céu estava lá me olhando... Aquele sorriso detestável e lindo que ele tem estava mais perfeito ainda diante dos meus olhos.

- Fiquei te esperando ontem... - ele me disse sorrindo.

E para o meu espanto quando dei por mim estávamos a sós na sala.

- Bela casa... - comentei para desviar a atenção.
- O que houve? - ele me perguntou preocupado. - Ou tudo isso é só por que sentiu a minha falta? - ele me perguntou rindo.
- Um pouco de tudo... - eu respondi limpando uma lágrima do meu rosto.
- Até a parte de sentir a minha falta? - ele perguntou com um estranho brilho no olhar.
- Até essa parte. Querendo ou não eu confio em você! - eu quase sussurrei a ultima parte.
- Sua mãe sabe que você veio para cá? - ele me perguntou com um sorriso maroto.
- Mais ou menos... Eu disse que ia para a casa de um amigo. O que não deixa de ser verdade.
- Eu discordo. - ele me disse no mesmo instante.
- Discorda por quê? - perguntei colocando a mão na cintura e fazendo uma cara de irritada.
- Por que depois de hoje você não será mais só minha amiga... - ele me disse sorrindo maroto.
- Serei o que então? - perguntei desconfiada.
- Isso é você que vai me dizer ruivinha. - ele me disse antes de me puxar delicadamente pela cintura e grudar seus lábios no meu.

Sabe... Eu estava mentindo quando disse que o Tiago era um pedacinho do meu céu... Na verdade ele é o céu inteiro... O beijo maravilhoso dele é que um pedacinho do céu.

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gente como é dificil escrever short rsrsrs É tão mais fácil escrever long fic rsrsrsrsscomentem please, preciso saber se a fic não ficou tão ruim quanto parece rsrsrsBjos e leiam as minha outras fics.

Obrigada pelos comentários no cap anterior e espero que tenham gostado ainda mais desse.

Debora Souza:obrigada por deixar um comentário... isso me deixa mto feliz. Gostou do último cap? rs acho que é impossivel gostar daquele primo e da irmã da lily.. ô familia!!! rsrsrs

Bjão