It's not true, is it?

Capítulo 1: A Mudança

Nesse dia eu realmente queria desaparecer.

Meu nome é Sasuke Uchiha e estou dentro do carro do meu pai a caminho do aeroporto. Eu queria desaparecer porque estou sendo obrigado a ir para um colégio interno em Los Angeles, porque meu querido pai disse que eu e minha irmã tínhamos que melhorar nosso comportamento. Na verdade ele nunca ligou para gente. O Sr. Uchiha está nos mandando pra esse internato pra se livrar de dois adolescentes rebeldes, as ovelhas negras da família, segundo ele.

O meu pai, Fugaku Uchiha, ou melhor, o Sr. Uchiha é dono de uma das maiores – se não a maior - empresa de tecnologia de todo o mundo: A Uchiha's Company. Com isso, temos fácil acesso a qualquer novidade em aparelhos tecnológicos. Eu geralmente só falo com ele quando discutimos ou quando eu levo sermões. Ele é um terrível marido, bom, pelo menos eu acho, já que é um péssimo pai. Vive trabalhando e só pensa nos negócios, e nunca tem tempo pra família.

Minha mãe, Mikoto Uchiha é uma pessoa doce, amável, justa e compreensiva, embora um pouco doida. Ela está quase sempre em conflito com o meu pai, defendendo eu e minha irmã. Sinceramente não sei o que uma mulher como ela viu em uma pessoa como meu pai. Bem que dizem que o amor é cego. Nesse caso deve ser surdo e mudo também. Ela é uma das razões pela qual ainda não cometi um suicídio, porque viver em uma casa com o Sr. Uchiha e a cópia mal feita dele é realmente um inferno. Com seus 38 anos, cabelos longos e olhos negros, ela é uma pessoa alegre, criativa, meio doida até, e muito sarcástica.

Tenho dois irmãos: Itachi e Dejiko Uchiha.

Itachi é mais um estorvo do que um irmão. É um "Mini Sr. Uchiha", fica enfurnado na empresa, vive implicando comigo e me fazendo perder a paciência. Deve ser por isso que ele é o preferido do meu pai. É um bastardo insuportável. E também o mais velho de nós três. Ele tem 21 anos, cabelo castanho-escuro como o do meu pai e olhos negros.

Dejiko é minha irmã preferida. A caçula dos Uchiha tem cabelos e olhos negros assim como eu e minha mãe. Apesar de não ser atraente pra mim, ela tem belas curvas para uma adolescente de 15 anos. Ela é minha parceira de encrencas, meu álibe mais seguro, e minha melhor amiga. Nós somos dois gênios na arte da encrenca, por isso a minha mãe sempre fala: "Um dia vocês param na máfia.". De certo modo nós somos bem parecidos. Ela também não suporta a empresa. Ela também não suporta o Itachi. Ela também não suporta o meu pai.

Eu tenho cabelos negros rebeldes, olhos ônix e 16 anos. Meu pai quer que eu me torne como ele, mais isso não vai acontecer. Nunca. Prefiro morrer. Tenho um gênio bem parecido com o da minha mãe, embora ás vezes use a máscara indiferente tão conhecida do meu pai. Sou bastante rebelde assim como a minha irmã. Tudo para o meu pai é culpa nossa até que se prove o contrário.

Moramos – ou, pelo menos, eu e a Dejiko morávamos – numa grande e luxuosa mansão em Manhattan. Os donos das grandes empresas são considerados pela imprensa como "A Elite das Elites", e com a minha família não é diferente, tanto que somos convidados para várias cerimônias luxuosas na qual eu e Dejiko batemos o pé e fazemos questão de não participar.

Meu pai sente muito orgulho do Itachi e joga isso na minha cara toda hora. Mas eu realmente não ligo, já que não pretendo herdar a empresa, pra desespero do meu pai e orgulho da minha mãe. Ela também não gosta do tempo integral que seu marido dedica à Uchiha's Company.

Entramos no aeroporto e os flashs das câmeras me cegaram momentaneamente. Ah, claro, os paparazzi. Eles não poderiam nos deixar de lado, afinal os filhos mais novos do grande Sr. Uchiha estão indo a um dos colégios internos mais famosos e grandiosos do mundo. Isso só aumenta mais minha irritação.

Seguimos para uma sala privativa onde geralmente as celebridades – ou pessoas de alto poder aquisitivo - ficam, para evitar justamente fotógrafos e fãs enlouquecidos.

- Pai, nós não queremos ir... – disse minha irmã, numa última tentativa de súplica.

- Como se alguma vez tivéssemos alguma escolha. – me pronunciei pela primeira vez desde que saímos de casa.

- Vocês dois, não adianta reclamarem, vocês vão e ponto final.

- EU NÃO ME CONFORMO FUGAKU! VOCÊ ESTÁ TIRANDO OS MEUS BABY'S DE MIM!

- Ora, Mikoto, eles não são mais bebês!

- Papai tem razão mãe.- concordou Itachi - Esses dois precisam de limites.

Os olhos da minha mãe faiscavam cheios de veneno entre meu pai e o bastardo do Itachi. Ela foi totalmente contra a nossa ida, tentou fazer de tudo, mais nem ela conseguiu persuadir o Sr. Uchiha dessa vez. Fato realmente preocupante.

Desde que meu pai tomou essa decisão, minha mãe não tinha uma conversa civilizada com ele. Na verdade, ela só gritava com ele faz uma semana.

- HÁ, QUER SABER? EU VOU DAR UMA VOLTA!

- Mas mãe, você vai pra onde? Lá fora tem paparazzi e fotógrafo pra todo lado!

- EU SEI LÁ SASUKE! PRA QUALQUER LUGAR, ORAS! MAS SE EU FICAR AQUI MAIS MEIO SEGUNDO EU VOU FICAR VIÚVA E PERDER UM FILHO! – e lá foi ela, trincando os dentes, pisando duro e batendo a porta com extrema violência.

- Dejiko, é melhor você ir atrás dela. – eu disse, minha irmã assentiu e saiu correndo atrás da minha mãe. Antes que ela matasse alguém, literalmente.

- Eu só espero que ela não faça um escândalo. – disse meu pai massageando as têmporas tentando inutilmente diminuir a irritação - Seria muito ruim para a nossa imagem.

Nossa imagem. Nossa imagem. Ele quis dizer pra imagem dele e da empresa. É nessas horas que eu mal vejo a hora dessa porcaria desse avião chegar logo pra eu não ter que ficar aturando esses dois. Eu não agüentaria mais muito tempo ali. Alcancei a porta praticamente correndo e murmurei um "vou dar uma volta", e sai tão rápido que nem dei chance pra que eles protestassem.

Andando por um corredor - que parecia ter várias daquelas salas à prova de som – entrei em um cômodo que mais parecia uma sala de estar do que uma sala de um aeroporto. Encontrei minha irmã sentada confortavelmente em um grande e espaçoso sofá de couro branco e minha mãe andando em círculos na frente dela, furiosamente. Caminhei até elas, mas não era preciso. Os berros da minha mãe eram audíveis do corredor.

- QUEM ELE PENSA QUE É?

- Seu marido e o dono da Uchiha's Company.

- E DAÍ? ELE PODERIA SER O PAPA RODOLFO XIX E AINDA NÃO TERIA ESSE DIREITO! – por mais descontrolada que minha mãe estivesse, ela ainda estava certa. Meu pai não podia nos obrigar a ir, não era justo. Mas quem disse que ele se importava com isso?

- Mãezinha querida, você está errada.

Olhei chocado pra minha irmã. Como ela podia estar falando isso? Porque ela estava defendendo o meu pai? Não havia motivos pra ela estar defendendo ele. Ele iria nos mandar para uma prisão, ande só sairíamos poucos dias por ano e teríamos que estudar muito. Ela faz idéia disso?

Minha mãe mostrou-se surpresa, mais não mais chocada do que eu. O olhar dela era um misto de surpresa e indignação. Ela deu uns passos para trás, meio assustada. E eu estava estático e chocado demais para me mexer.

- O que ele fez com você? Te comprou? Te drogou? Te embebedou? – por incrível que pareça minha mãe dessa vez não gritou. Na verdade, agora ela sussurrava num tom muito baixo, que me pareceu preocupado e meio esperançoso. – Fala que eu processo ele antes do avião decolar!

- Dejiko, nossa mãe está certa – protestei.

- Não está não.

- Ele não tem o direito de fazer isso com a gente, não importa o argumento – minha voz soava meio indignada. Não, indignada era pouco. Irada é a melhor palavra.

Dejiko soltou uma risada e nós olhamos confusos pra ela.

- Não era sobre isso que eu estava falando!

Se não era sobre isso, do que ela estava falando?

- Sobre o que então? – minha mãe pareceu ler minha mente e perguntou o que eu estava pensando – Não me lembro de ter falado nada que não tenha a ver com isso.

- Mãezinha querida, me refiro ao papa. Se você não reparou, ainda estamos no Bento XVI, sabia?

Fez-se um segundo de silêncio enquanto eu absorvia as informações. Minha irmã estava se preocupando porque minha mãe falou o nome do bendito papa errado ao invés de prestar atenção na situação que nos encontrávamos, que não era nada boa:

1º) Tínhamos que deixar Manhattan e nossa mãe para ir pra um colégio interno.

2º) Teremos que ficar o ano todo nesse colégio estudando o dia todo, ao invés de passar o dia na praia e só estudar de manhã.

3º) Meu pai está mais bravo do que o normal com a gente nesses últimos tempos, porque reclamamos e aprontamos mais do que de costume.

4º) Minha mãe está para ter um colapso.

Era isso mesmo? Bem, resolvi não falar nada, já que minha mãe não ia esconder a indignação.

- VÁI Á MERDA DEJIKO! EU AQUI PREOCUPADA COM O FUTURO DE VOCÊS E VOCÊ CONTANDO O NÚMERO DO PAPA! NINGUÉM MERECE! QUASE ME MATA DE PREOCUPAÇÃO! ACHEI QUE ESTIVESSE DROGADA! E DAÍ VOCÊ ENTRARIA NO MUNDO DAS DROGAS! DAÍ VOCÊ IRIA CASAR COM UM MACONHEIRO E FUGIR PRA JAMAICA! DAÍ PRA PROSTITUIÇÃO É UM PASSO! E DAÍ VOCÊ FICARIA GRÁVIDA COM 15 OU, NO MÁXIMO 16! E DAÍ... – ok, eu não tava tão indignado assim. Eu não tava brincando quando disse que minha mãe era criativa. Sabe, pra isso a imaginação dela dá e sobra. Veja bem, ela desviou do assunto do papa, e foi pra com quem e quando a minha irmã provavelmente iria se casar. É maluquice. Ou pode ser talento. - FOI SÓ UM PEQUENO ERRO DE CÁLCULO!

Quando minha irmã ia abrir a boca para protestar, um empregado do aeroporto apareceu e nos disse que nosso vôo não iria demorar a decolar e que ele já tinha avisado meu pai e o Itachi, e eles estavam a nossa espera na sala de embarque.

Enquanto nós íamos ao encontro dos dois, minha irmã parecia tranqüila, mais não estava. Os punhos fechados com força comprovavam isso. Ela queria parecer forte e que não estava ligando para tudo isso por causa da minha mãe, mais no fundo ela estava tão desesperada quanto eu. Quando entrar no avião vai soltar esse nervosismo todo, eu tenho certeza. Eu também me mantinha indiferente embora estivesse uma pilha de nervos. Minha mãe não precisava de outro problema, ela já tinha muitos.

Minha mãe mirava o chão pensativa com um misto de frustração, indignação e tristeza no rosto. Era muito difícil pra ela se separar da gente, pois agora imagino que ela irá ter uma vida solitária dentro daquela imensa mansão. É claro que tem os empregados, mas não é a mesma coisa.

Entramos na sala de embarque – que tinha os vidros que separavam a sala de espera e a de embarque bem escuros, para evitar fotógrafos e repórteres, e onde também era proibida a entrada dos mesmos – e minha irmã fechou ainda mais o punho, as unhas começando a deixar marcas vermelhas na pele branca de porcelana. Eu permaneci indiferente, e minha mãe ainda pensativa. Eu me perguntava se ela estava pensando em um último jeito de tentar convencer meu pai de que era melhor e gente não ir, ou qual era o jeito mais doloroso de matar ele. Se eu conheço a minha mãe, provavelmente era a segunda opção.

- Você não vai realmente fazer isso, vai? – disse ela

- Olha Mikoto, você tem que entender...

- EU NÃO VOU ENTENDER MERDA NENHUMA!

- Mãe...

- ITACHI, CALA A BOCA!

- Owch! – disse com um meio-sorriso

- Ui! – minha irmã riu da cara de tacho que meu irmão fez – Caraca... Te cortou na tora!

- Engraçadinhos – disse o bastardo com cara de desdém. Eu mereço... Leva esse corte e ainda acha que tem moral pra isso. Eu já disse que ele é um bastardo?

- OLHA AQUI, FUGAKU – ameaçou minha mãe - SE VOCÊ FIZER MESMO ISSO EU JURO QUE... SUMO COM OS CARROS! É ISSO AÍ! AÍ VOCÊ VAI TER QUE COMPRAR UMA LHAMA!

Tanto eu e minha irmã quanto meu pai e meu irmão, olhamos com uma cara confusa pra minha mãe. Ela enlouqueceu? Coitada, não achei que nossa partida fosse fazer tanto mal tão rápido. A gente nem embarcou e ela já ta nem falando coisa com coisa!

- Mas mãe, pra que ele vai precisar de uma lhama? – disse a minha irmã.

- COMO PRA QUÊ!? ORA... PRA ELE SE LOCOMOVER! OU VOCÊ ACHA QUE UMA BICICLETA VAI AGUENTAR ISSO? – disse ela com uma onda cruel de sarcasmo na voz e apontando sem dó nem piedade pra barriga do meu pai. Mas, olhando tecnicamente, meu pai não é gordo. Mas tenta dizer isso pra uma Mikoto muito enraivecida!?

- Mas por que tem que ser uma lhama?

- SÃO ANIMAIS RESISTENTES! E, SE DERMOS SORTE, ELA AINDA COSPE MEIO LITRO DE SALIVA E MATA SEU PAI AFOGADO!

Meu pai soltou um suspiro frustrado enquanto eu e minha irmã rimos e meu irmão permaneceu indiferente.

- É BOM DE AGORA EM DIANTE VOCÊ DORMIR COM UM OLHO ABERTO E UM FECHADO, FUGAKU! SENÃO VOCÊ VAI ACORDAR MORTO!

Kami-sama, agora eu estou realmente preocupado com a minha mãe. A mulher pirou? Surtou de vez? Se ela continuar assim, meu pai a interna com menos de um mês! Onde já se viu acordar morto?

- Mãe, se ele vai estar morto ele não vai... – o Itachi parou assim que viu o olhar mortal que minha mãe lançou pra ele do tipo: "se continuar quem vai estar morto é você". Adoro quando ela faz isso.

De repente ouvimos a voz da recepcionista: "Passageiros do vôo 512 com destino à Los Angeles, por favor, dirijam-se ao portão de embarque três, imediatamente".

Pronto, foi a gota d' água pra minha mãe. Se antes ela estava espumando de raiva feito um cachorro, agora ela poderia ser comparada a um chafariz. Grossas lágrimas escorriam de seus olhos ônix além dos soluços perfeitamente audíveis para nós. Ela abraçou a Dejiko com tanta força que poderia chegar a machucar, mais pelo visto, minha irmã não ligava já que abraçava minha mãe do mesmo jeito. Mas sem derramar uma lágrima, embora estivesse com os olhos marejados. Depois minha mãe se dirigiu ao meu pai.

- Fugaku, por favor, não... – sussurrou ela num tom baixo e suplicante.

- Vai ser melhor pra eles.

Dessa vez ela não protestou, não reclamou e não gritou. Ela só veio até mim e me abraçou do mesmo jeito que abraçou a Dejiko, ainda chorando. Eu não gosto de ver ela assim. Eu precisava fazer alguma coisa. Eu tinha que dizer alguma coisa.

- Mãe, não precisa ficar assim. Nem deve ser tão ruim. – eu tentei acalma-la, e parece que consegui pelo menos um pouco, já que os soluços pararam, mais ela ainda chorava silenciosamente. – Não chora...

- Essa é uma das duas coisas que eu não vou poder fazer hoje.

- E qual é a outra? – perguntou minha irmã interessada.

- Matar o seu pai e o seu irmão assim que esse avião decolar. – Vi meu irmão engolir em seco, afinal, do jeito que minha mãe estava agora ela era bem capaz de fazer isso mesmo.

Minha irmã riu e eu dei um dos meus costumeiros meio-sorrisos. Ela já estava voltando ao normal.

Ouvimos a voz da atendente novamente: "Última chamada para o vôo 512 com destino à Los Angeles, pedimos aos passageiros que se apressem e estejam dentro do avião o mais breve possível."

Minha mãe se livrou do abraço de urso que me dava e deu um beijo estalado na bochecha de nós dois.

- Se não vierem me visitar nas férias eu vou até o colégio e mato os dois. – ordenou ela com um bico de criança e eu não pude deixar de sorrir.

Nos despedimos do Sr. Uchiha e do Itachi com leves acenos de cabeça e seguimos para o avião. Ao passar pelos portões de embarque o nervosismo começou a tomar conta de mim. Tentava me concentrar - e acreditar - no que eu disse a minha mãe. Não podia ser assim tão ruim, podia?

YO HONEYS!!!!!!

Bom, espero que tenham gostado da idéia da fic! Bom, a verdadeira, verdadeira idéia da fic não tá na cara mais já vai aparecer nos próximos cap!

Só no cap 2, (que eu estou começando a escrever) o meu lindo computador desligou duas vezes e eu perdi tudo o que não tinha salvado (praticamente tudo.). A vida me ama. E o computador me odeia.

Esse cap ta menor e menos engraçado porque tá no começo, mais depois melhora, juro. Juro não, porque jurar é pecado. OK, ENTÃO EU PROMETO!!!

Gente, uma sugestão: leiam a fic "Mistério no Colégio Interno Sasuke Version" da Debby Uchiha. Fic MARA! (*-*), e deixem reviews, ok!? ;)

Galera... A Mikoto é meio doidona, né não? Bem, pra fazer a personalidade dela eu tive uma idéia: Como seria eu sendo mãe? Tá certo que ta longe pra caramba, mais foi uma idéia. Então eu fiz uma enquete: Que tipo de mãe eu seria? Bom, a maioria massacrante dos votos foi: Doida, sem juízo algum, provavelmente pára num anacômio antes dos 30.

EU DEVIA ME SENTIR INDIGNADA!

Mais eu gostei da Mikoto assim! Amei ela!

E o que vocês acharam?

Tá boa? Tá horrível? Querem me matar?

Mandem review :D

Mas lembrem-se: se me matarem sem cap 2!! xD

Sintam-se beijadas!!!

Keiko Haruno Uchiha