n/a: como eu disse, mal consegui esperar um dia pra postar! Minha última n/a dessa fic :,) nem sei o que falar direito, até porque eu nunca terminei uma fic antes, e fiquei emocionada *-* principalmente com os comentários maravilhosos que recebi, e que foram o chute que eu precisava para continuar escrevendo ^^ então muito obrigada a todos, espero que todas as dúvidas fiquem esclarecidas, e se não ficarem não me importo em responder por email, ou qualquer outro modo que exista pra se comunicar, hehe. Eu só esperava ter mostrado um pouco mais de Sirius/Scarllet, mas acabei me prendendo apenas a James/Lily mesmo ^^ Tenho outra fic em andamento, mas só vai ser postada quando eu terminar de escrever. Ela vai ser bem curtinha, com capítulos rápidos, e já estou quase na metade, e agora que a universidade onde estudo resolveu adiar o começo das aulas por causa da gripe suína (¬¬') vai ficar pronta mais rápido :D eu tenho que fazer meu próprio merchandising, não é?

Aline Cullen: eu gosto de finais felizes (:

De Weasley: que bom que está gostando amor *-* obrigada pelo comentário (:

nath krein: e a maioria das brigas de mulheres é por causa de homem, então a coisa é feia mesmo :s é terrível se apaixonar pela mesma pessoa que a tua melhor amiga, mas eu não teria coragem de fazer o que ele fez, eu abriria mão ;~ obrigada nath *--*

Mari IP: eu tentei fazer essa cena ficar bonitinha *-* acredita que eu também fiquei com raiva dele? Ahhaahha. Isso é algo que vai ficar explicado no epílogo, mas como dizem, nada como um grande amor para esquecer o outro (; e eu fico feliz que você tenha acompanhado até o fim ^^

Delly Black Fênix: devia ser um saco mesmo isso de ter que se casar com quem não quer :s é, eles é quem vão acabar fazendo a história dos pais realmente acontecer :D

Marismylle: obrigada. Postadinho ^^

Jen Valentine: eu acho completamente imperdoável também! Acho que nem sei o que faria se algum amigo meu fizesse isso comigo .-. no final as pessoas sempre acabam se dando conta de seus erros, mesmo que nunca admitam para ninguém.

Layla SD: na verdade é amor a primeira vista, algo bem clichê, mas eu gosto. E agora que você falou, eu não desenvolvi mesmo o relacionamento deles e exagerei em vários aspectos, e isso foi ruim, mas também não pretendo lançar um livro ou filmes, eu escrevo pra me divertir e passar o tempo, e não para me igualar a um escritor como Shakespeare (sem comentários sobre a Meyer…embora eu goste de Twilight, ela está longe de ser uma boa escritora) . Obrigada mesmo pelo comentário, confesso que me assustou um pouco, mas é bom pra eu usar em futuras fics (:


"Emily se arrumava para o seu casamento com Raoul Evans. Ela não conhecia o rapaz direito, e também não tinha muito interesse em conhecer. Era Charles Potter quem estava em sua cabeça dia e noite, e agora mais do que nunca. Não tinha coragem de desafiar seu pai, e isso a consumia por dentro.

Alguém batera a porta.

- Emily? – uma voz conhecida chamou e ela se virou num pulo.

- Charles! – o abraçou fortemente. – Eu sinto muito, muito mesmo! – ela disse com os olhos verdes-esmeralda já cheios de lágrimas.

- Pshh, não sinta. Eu quem devo sentir. Deveria ter falado com seu pai antes. – ele alisou seus cabelos cuidadosamente para não estragar o penteado. – Você está linda com essa roupa.

- Queria estar vestida assim para você. – ela falou e ele secou uma lágrima de seu rosto.

- Não chore. Eu sempre estarei por volta, sempre que precisar.

- Ouvi falar que você vai viajar. – ela fala ainda chorosa.

- Vou, ficar uns tempos fora, mas daqui alguns meses eu volto. – sorriu carinhosamente para ela. – Aqui, tenho um presente para você. – remexeu nos bolsos e então, estendeu a ela um embrulho em veludo verde.

Ela pegou com as mãos tremendo, e o abriu. Ficou sem palavras ao ver uma presilha toda trabalhada com diamantes.

- Charles, eu… isso é… - Emily se atrapalhou ao falar, o fazendo rir. – Isso é lindo.

- É um presente. Eu o daria a você no nosso casamento, mas já que isso não é possível, quero que fique com ela agora. Pertenceu a minha mãe, e a mãe dela, e assim por diante. Como sou filho único, fui eu quem o recebeu para passar para quem eu quisesse. – ele sorriu. Não iria chorar. O que seria dela se ele chorasse? Tinha que se mostrar firme.

- Não posso aceitar. – ela gaguejou.

- Mas agora não pode recusar. É seu, e não quero de volta. – Charles pegou a presilha e colocou no cabelo vermelho dela.

- Me prometa uma coisa.

- O que você quiser.

- Que encontrara uma mulher que o faça feliz. Que casara com ela, e que vocês terão filhos. Que serão felizes de verdade. – ela pediu, mais lágrimas vindo a tona.

- Não posso prometer isso… - ele murmurou.

- Por favor…

- Verei o que posso fazer. – falou rapidamente, beijou demoradamente a testa dela, e então se foi. Sabendo que nunca mais chegaria tão perto dela de novo.

E ele encontrou uma mulher que o fez feliz. Sara. A conheceu em uma de suas viagens, e se apaixonaram rapidamente. A princípio, nada comparado com o que ele sentia por Emily, mas os anos foram seguindo e seu amor por Sara crescendo, e Emily tornou-se distante, tão distante para ele que a paixão se transformou em carinho. Agora Sara era sua amada, e ela nunca soube sobre Emily, nem o que ele sentiu por ela, e Charles nunca deixou transparecer que algum dia já amou outra."

- Olá Charles. – ele sorriu ao ouvir o cumprimento de Lily, que entrava em seu quarto já com o vestido de noiva. A Ama vinha logo atrás para arrumar seu cabelo. Ele estava no quarto de Lily, esperando que ela aparecesse. Faltava pouco tempo para o casamento, e essa cena era muito familiar para ele, com a diferença que essa teria o final certo. – Não esperava encontrá-lo aqui.

- Gostaria pedir uma coisa. – ele falou e andou até a penteadeira dela, e procurou com os olhos até achar. – Quero que use isto. – entregou para ela a presilha de diamantes.

- A presilha de minha mãe. Ela gostava muito dela. – Lily comentou com um sorriso.

- Achei que ela gostaria que a usasse em seu casamento, já que ela usou no dela. – contou, mas omitindo boa parte da história, que Lily desconhecia.

- Você foi ao casamento dela? – pergunta curiosa, entregando a presilha a Ama, para que esta pudesse colocá-la em seu cabelo.

- Passei por lá no dia. – ele sorriu, lembrando de algo. Lily ficou sem entender, e também não perguntou. – Eu sei que nunca admiti isso, mas James tem muita sorte por ficar com você no final. – mais uma vez ela não entendeu, mas sorriu em agradecimento.

Charles saiu do quarto, deixando uma Lily sorridente, e foi para os jardins da casa, onde seria o casamento. Lá sentou-se ao lado de Sara, que o recebeu com um grande sorriso, o qual ele retribuiu do fundo do coração. Olhou ao redor e viu Raoul Evans conversando com um homem jovem, mas com um grande bigode e barriga. O reconheceu como Valter Dursley, o marido de sua filha mais velha. Evans quando viu Potter, apenas acenou, e o outro riu, notando que ele parecia bastante entediado em conversar com o genro.


Lily não conseguia parar de sorrir. Principalmente por seu pai não ter negado levá-la ao altar. Enquanto andava pelo corredor de cadeiras, não pode deixar de notar os olhares curiosos das pessoas, a maioria não conseguia entender que uma Evans estava se casando com um Potter. Mas ela era apenas sorrisos, e este aumentou ainda mais quando seus olhos encontraram Scarllet sentada bem a frente, ao seu lado estava Sirius. Era incrível como os dois pareciam perfeitos um para o outro. Assim como ela e James.

Por falar em James, ele estava mais bonito do que nunca, esperando por ela em frente ao altar, com as mãos para trás, e um sorriso orgulhoso e apaixonado brincando em seu rosto.

Raoul teve um pouco de dificuldade em soltar Lily, mas o fez assim que sentiu o olhar perfurador da Ama sobre ele.

A cerimônia fora linda e perfeita. James e Lily não poderiam estar mais felizes, assim como Scarllet e Sirius, que se casariam dali um mês. Fazia apenas seis meses que eles se conheciam, mas tinham total certeza que um pertencia ao outro, e essa certeza só aumentou quando conseguiram dar um tempo na grande rixa familiar, que parecia realmente extinta, embora os mais velhos ainda se recusassem a falar entre si.

Depois dizem que o amor não é capaz de derrubar barreiras. O deles, com certeza, foi.

Marry me Juliet, you never have to be alone,
I love you, and that's all I really know…

Cause we were both young
When I first saw you.