Disclaimer: esta fanfiction é uma tradução de "Sí,amo" então nada aqui me pertence, os personagens pertencem a Stephenie Meyer e a história pertence a Janelle Mindfreak.

Disclaimer: este fanfiction es una traducción de "Sí,amo" entonces nada aquí pertenece a mí, los personajes pertenecen a Stephenie Meyer y la trama pertenece a Janelle Mindfreak.

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Sinopse: Tradução. humanos. Bella perde uma aposta feita com Edward. O castigo? Tornar-se sua escrava por alguns meses e fazer tudo que ele disser. Mas o que exatamente quer dizer esse "tudo"?


Sim, mestre...

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"Pegue as algemas... sou sua prisioneira"

1.- Uma escrava em iniciação.

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Últimos dias de Agosto, 2007. Forks.

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Tinha o pressentimento que ia ser um dia daqueles.

O despertador não havia tocado e quando percebi, tarde demais, já havia passado da minha hora de levantar, apesar de que não havia dormido bem naquela noite. Os cobertores da minha cama não me protegeram do estranho frio que fazia nessa noite da recém chegada primavera, e o vento que batia nas madeiras da casa fazia elas rangeres ruidosamente – outro fator que interferiu nos meus sonhos, tirando os roncos ruidosos de Charlie, meu pai – mas, o mais importante de todos era que hoje seria o "grande dia", como havia apelidado minha colega de classe, Jessica Stanley, e os nervos me comiam por não sei o que ela havia planejado ontem, e muito menos compreendia seu otimismo.

Uma parte de mim se arrependia de aceitar o acordo. A outra se encantava com a opção de sair vitoriosa.

Tentei apagar essa lembrança de minha mente e me levantei rapidamente, um pouco tonta e com o sono impregnado em minha pálpebras, que gritavam para serem fechadas, alguma coisa me dizia que a noite mal dormida me traria graves consequências. Agradeci por não ter batido contra a porta entreaberta do banheiro e conseguir entra no chuveiro com água quente, sem escorregar.

Quando terminei fui para o meu quarto e vesti a primeira roupa que encontrei. Uns jeans e uma camiseta verde pistache, tava pronta. Peguei minha mochila e fui atrás do meu café da manha, que me propus a arrumar rapidamente um pedaço de pão e um copo de leite.

Saí com pressa quando Charlie gritou que eu tinha somente dez minutos para chegar no colégio. Foi um daqueles momentos em que desejei ter um carro melhor que meu pobre Chevy – um presente do meu pai quando me mudei para Forks, abandonando minha querida Phoenix – Suspirei quando entrei na cabine e liguei o motor. Ele rugiu desafinadamente e fechei os olhos com força, como se alguma parte do meu corpo estivesse doendo. Pisei no acelerador com força e, de alguma forma, soube que Charlie me daria um bronca quando voltasse para casa, o arranque do motor reclamou aos exatos 100 km/hrs. Acredito que escutei o chefe de polícia Swan gritar meu nome, tentei ignorar ele e colocar a culpa na minha imaginação.

Quando cheguei ao estacionamento ainda restavam alguns minutos para que o sinal para a entrada tocasse. Fechei os olhos e agradeci a Deus quando eu estacionei em um lugar um pouco afastado do resto, conseqüência do meu atraso. Peguei minhas coisas e saí apressada para a entrada. Pude avistar a distância a pequena silueta da minha melhor amiga, Alice Cullen, que me cumprimentou aos pulinhos. Quando cheguei ao seu lado falou:

- Preparada? – perguntou. Não teve que me dizer ao que se referia, tudo era muito claro como cristal.

- A verdade? Não... – suspirei, mas a oportunidade não deixava de brilhar para mim – Mas eu confio em vocês.

Ela rio quando começamos a andar para nossa primeira aula. Foi quando demos o segundo passo que o sinal tocou nos informando que a aula havia começado. Deixei que Alice deixasse o assunto de lado por uns minutos, e me concentrei mentalmente no exercícios que teríamos que resolver na aula de matemática.

Mas, como sempre, seria um dia daqueles.

- Foram preparados o suficiente, você já sabe, eu vivo com dois deles – sussurrou. Também entandi ao que e a quem ela se referia.

- Só espero ganhar – sussurrei mais para mim do que para ela. Alice me olhava com curiosidade em seus olhos azuis – E se perdemos, me lembre de socar a Jessica por me obrigar a fazer a aposta.

Ela assentiu divertida.

Já havíamos passado pela porta da sala quando continuamos conversando. O corredor estava quase cheio e alguns olhos nos olhavam com curiosidade. Percebi um vindo de Eric Yorkie, quando passei ao seu lado, sabia que era puro sarcasmo. Toda a turma se encontrava por dentro da aposta de a tarde conheciam as consequências do perdedor – eu, ou........ele - .

Me sentei com Alice em nossos respectivos lugares, duas mesas atrás da de Eric e Lee, seu colega de mesa. Eric sussurrou algo para o outro garoto, e ambos riram e depois olharam para mim e minha amiga. Os fulminamos com os olhos. Não seriamos motivo de riso, não essa tarde,e nem nunca.

- Ganharemos deles. – disse Alice.

O professor entrou justo para me interromper quando eu ia gritar alguns insultos a Yorkie por seus sinais de morte – o típico dedo indicador pelo pescoço -; tive que me conter e responder aos sussurros para Alice.

- Mansen é um homem morto.

Ela assentiu e depois suspirou, algo me dizia que ela tinha algumas coisas planejadas para quando chegar em sua casa com seus irmãos, com um deles em especial.

A aula começou sem mais piadas de Eric, e eu, mentalmente, me lembrei de dar a ele alguns socos antes do início do jogo que tínhamos combinado.

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- Jessica, não vou usar esse uniforme!

Meu grito foi escutado por todo o banheiro feminino, e mais um par de olhos se virou para me olhar e comprovar o que eu havia falado. Outras meninas assentiram em minha defesa, as outras se ocuparam em se vestir com aqueles vestidos tão apertados. Era estupidez se arrumar tanto para a aula de ginástica, ainda mais quando estava quase na hora de enfrentarmos os meninos. Jessica, do meu lado, colocou as mãos em meus ombros, atrás de mim, e suspirou pesadamente.

-Bella, você esta bonita – disse arrastando as palavras.

Meu instinto me disse que ela não falava serio. Mais ainda quando Alice também se aproximou, disposta a concordar com Jessica.

- È verdade, Bells, você está muito bonita – recitou com sua musical voz de soprano.

Me olhei mais uma vez no espelho. Aquela camiseta branca, um pouco transparente e apertada demais no meu corpo, não deixava espaço para a imaginação da minha roupa intima, inclusive eu poderia jurar que estava aparecendo a flor azul do meu sutiã, do lado esquerdo do peito. E o short preto também. Era muito.....curto. Pra falar a verdade eu nunca me preocupei muito com as minha pernas ou qualquer outra parte do meu corpo, e agora me arrependia. Por que eu não tinha pernas tão bonitas quanto as de Alice, ou as de Jessica, e até mesmo as de Angela?

E falando na Angela...

- Jess, Bella tem razão, você passou dos limites com isso – Graças a Deus alguém com sanidade.

- Por mim está ótimo – disse Alice, encolhendo os ombros. Mas é obvio para ela estava tudo ótimo com aquele corpo lindo e delicado.

Isso fez eu me arrepender um pouco de ter deixado a responsabilidade de arranjar novos uniformes com a Jessica. Por alguma razão desconhecida, eu fui a escolhida das meninas para liderar a equipe feminina de esporte do terceiro ano. Nunca soube que inseto havia picado elas ou o que elas pretendiam com isso, eu nunca fui muito boa na área esportiva, e isso já me fez perder algum dinheiro e dignidade em algumas apostas antigas, mas......líder? Não, não.

Mas o que está feito, está feito. E eu me arrependia do que tinha feito! Eu ia matar Jessica Stanley pela segunda vez.

Alice me pegou olhando no espelho, e chegou mais perto sem fazer barulho enquanto Angela falava com Jessica. Se apoiou no meu ombro e olhou comigo para o espelho.

- Você está bem Bella, você é muito bonita.

- Claro – disse rolando os olhos, não é que a minha auto-estima esteja alta demais...

- E muito menos se preocupe com o jogo, nós vamos ganhar. Temos Rosálie e Lauren do nosso lado, e você sabe que elas jogam muito bem – me consolou enquanto começava a me fazer um penteado.

Como se a tivessem convocado, a mais velha dos irmãos Hale apareceu por trás da sala de armários. Diferente de mim, o uniforme lhe caíra muito bem o que me comeu de inveja, seu esbelto corpo ficava uma maravilha com a camiseta e o short apertados. Seu cabelo loiro platinado estava preso em uma "Maria- Chiquinha" baixa, uma em cada lado do seu belo e perfeito rosto, dando a ela um toque doce a sua figura felina.

Imaginei que a auto-estima da outras garotas, havia baixado para zero. E eu não era uma exceção

-Já estamos prontas? – perguntou com sua bela voz.

-Sim – respondeu Lauren, que acabava de entrar. O uniforme também caia bem nela, mas não tanto como em Rosálie.

- Então vamos! – se animou Alice quando ouviu o apito do professor, chamando os dois times.

Por um minuto, somente por um minuto, o otimismo das meninas se apoderou de mim. Pena que não durou muito. Durou apenas até a porta do banheiro se abrir, dei de cara com um par de olhos verdes que, no começo, me olhava com zombaria, depois....com um pouco de curiosidade, mas o sorriso dos lábios do dono daquele par de esmeraldas não desapareceu em momento algum, e somente era visível um sentimento: confiança.

Ele não ia tornar as coisas fáceis para mim. E muito menos.....eu para ele.

Eu, obviamente, jogava para ganhar.

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Começo de Setembro, 2007. Forks.

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Todas as pessoas quando me conhecem bem sabem que eu tenho uma característica que não é muito bem vinda para uma menina com eu: uma suposta estudante normal, tranquila e com boas notas. Por trás dessa máscara brilha um autentico espírito competitivo, mesmo que eu o guarde muito bem guardado. Sempre gostei muito de apostar, em qualquer ocasião que a oportunidade tenha me aparecido, em segredo normalmente; aproveito para ganhar um pouco de dinheiro, um pouquinho de orgulho e o direito de dar um chute no traseiro do perdedor. Mas, de qualquer forma, é melhor manter as aparências e seguir aparentando que não tenho interesse em nada mais que meus amigos e meus estudos...

... mesmo assim as vezes é divertido ganhar dinheiro do Charlie, quando os Yankees ganham.

Pena que tudo tem um lado negativo, e para mim havia tocado no pior ponto de todos, pelo menos eu via desse modo. Não havia nada pior que...

- Bella, ainda não terminou meu dever de Biologia? – perguntou uma voz a qual eu queria mandar fritar macacos na África.

Suspirei, e o lápis se dobrou ligeiramente em minha mão. Desejei poder jogar esse livro pela janela.

Sim não havia nada pior do que perder uma aposta com um prêmio tão grande. E agora eu estava na casa do doutor Cullen, fazendo seu dever com ele me observando de perto, Edward Masen, o ganhador da aposta. Adivinha quem foi que perdeu? A pergunta é tão óbvia como o ganhador é um tapado.

Escutei sua estúpida e melodiosa risada vindo da sala de estar, também ouvi a voz de Jasper Hale, seu melhor amigo, tentando dizer alguma coisa sem rir, e Emmet Cullen, o meio-irmão de Edward, rindo como se fosse uma piada muito boa. Os três viam um jogo de futebol na a estúpida TV a cabo que meu pai com seu emprego de chefe de polícia jamais poderia pagar. Alice estava do meu lado fazendo seus deveres de línguas; me corroia a vontade de ajudá-la com a minha matéria favorita, mas o estúpido trato não deixava eu me mexer até que tivesse terminado o que Edward me mandou fazer. Xinguei o Mansen muitas vezes em voz baixa.

Alice riu baixinho.

- Podia ser pior – sussurrou enquanto respondia uma pergunta em seu caderno.

Fiquei a olhar por alguns segundos seu cabelo muito curto, com pontas que apontavam para todos os lados. Ela era tão baixinha que seus pés ficavam dependurados quando se sentava em essas cadeiras altas da cozinha americana que tinham os Cullen. Ela era tão fadinha.

- Eu sei – disse a ela com um meio sorriso. Imaginei que Alice era o pouco que me restava de apoio depois que me tornei a escrava pessoal de seu meio-irmão maior. Ao me lembrar dele mais uma vez o xinguei.

Voltei a minha maldita obrigação enquanto movia o lápis o mais rápido que eu podia. Depois Edward teria que reescrever com a sua 'elegante e perfeita caligrafia' e sua borracha não será muito útil com os fortes e escuros traços do meu lápis. Me deu vontade de rir ao imaginar seu livro cheio de rabiscos e borrões mal feitos.

Enquanto fazia outro exercício do estúpido dever que o professor nos havia passado, reprovava a mim mesma por ter aceitado aquele desafio, aposta, ou como quiserem chamar. E também odiei ter-la perdido.

Entre as muitas coisas que eu faço, o esporte é a pior de todas. Por causa de Mansen! As poucas vezes que perdi alguma aposta foi por causa dos esportes e meu estado físico, isso me irritava e me enchia com facilidade quando as coisas não saiam como eu as tinha planejado, ou quando perdia minha mesada por uma aposta. Então tentava outra aposta louca para me animar e colocar algum dinheiro no bolso.

Mas, como eu disse, os esportes não são meu forte; e ainda me pergunto por que aquela tarde aceitei a aposta proposta por Mansen de jogar aquela partida de basquete.

-Vamos, Swan – me provocou, eu não pretendia aceitar até que ele acrescentou – O que é você tem medo de perder contra minha equipe? – aquilo acabou por tocar no meu orgulho, Jessica, ao meu lado, me sussurrou palavras de incentivo e algumas outras de insulto para o líder da equipe inimiga.

Minha pobre equipe feminina d basquete, entre as quais estavam Alice e Rosálie, foi esmagado pela imatura equipe masculina. Devo acrescentar que o estúpido treinador se colocou ao lado daqueles portadores de cromossomo Y, por mais que Rose tenha Le mostrado o quanto justo estava seu uniforme em seu corpo? O pior foi que todos sabiam do trato que Edward e eu tínhamos...

...o que não faltou foram risadas diabólicas dos inúteis machos ao conhecer minha conseqüência. Emmet Cullen rolava no chão como um porco na lama.

- O perdedor será escravo do outro por.....quanto tempo? – havia perguntado a ele.

- Dois meses – aceitei rapidamente nesse momento, pensando no muito que me seria útil Edward Masen em meus deveres de trigonometria.

Ele riu maliciosamente, para só depois oferecer sua mão para mim. Eu a apertei sem medo. Posso dizer que uma espécie de corrente elétrica passou por meu corpo quando ocorreu o contato. A verdade era que a presença do misterioso filho do doutor Cullen me intimidava um pouco, por razões que eu não confessei a ninguém somente a meu diário. E o que acontecia era que, existia alguém a quem um garoto com a sua personalidade não provocava curiosidade?

- Espero que se queime com seu próprio fogo, Swan – sussurro enquanto me olhava com os olhos, com aquelas orbes esmeraldas que brilhavam com a excitação de uma vitoria segura, pena que eu não pensava igual até então.

- Não se preocupe, Masen, tem calor suficiente para você – sussurrei em resposta, sustentando seu olhar e colocando minha mãos na cintura. Era uma rivalidade saudável, uma aposta, um pequeno jogo nada de mais.

Estúpido Masen que marcou no ultimo momento, graças a aquela inútil da Jessica Stanley que estava muito ocupada olhando suas unhas em vez de defender o aro como havia sido mandado. Agh! Sim, eu me frustro muito quando as coisas não saem com são planejadas.

E, supostamente, perder aquela aposta era, com certeza, algo que eu não tinha planejado.

- Droga... – murmurei enquanto pressionava com mais força o lápis.

- Você é daquelas que não gosta de perder, não é? – perguntou Alice, enquanto pegava suas coisas, estava tão concentrada em minhas desagradáveis lembranças que não havia percebido que ela já havia acabado.

- Duvido que exista alguém que goste de perder – sussurrei, com a testa franzida.

Pude escutar sua risada de soprano ao passar atrás de mim.

- Então pode-se dizer que você e meu irmão são iguais nisso.

Tentei desviar do que ela havia falado, não gostava de ser comparada com Edward.

- Emmet não gosta de perder? – perguntei a ela com a voz mais inocente que pude, mas Alice não é uma boba coma a Stanley.

Revirou os olhos e suspirou pesadamente. Foi então que ela se encostou sobre a saída da cozinha, me observando, com o livro, o lápis, entre minhas mãos e me olhou o rosto novamente. Negou com a cabeça enquanto deixava de lado sua cara feia.

- Vou te ajudar com isso – acho que meus olhos se iluminarão quando ela disse aquilo, assim eu terminaria mais rápido e poderia ir para casa e fazer o meu próprio dever de casa – vou guardar isso e já volto.

-Alice, você é a melhor – eu disse antes que ela saísse, com um sorriso enorme em meus lábios.

Para falar a verdade, era muito mais rápido quando alguém me ajudava. Terminei o dever de Edward uns dez minutos depois que Alice começou a me ajudar, silenciosamente. Supostamente eu devia fazer o dever todo sozinha, mas eu não sou maluca.

Suspirei pesadamente enquanto me levantava da cadeira. Alice bocejou baixinho. Olhei para o relógio que estava na parede da cozinha, eram 6:43 pm. Ainda teria tempo para chegar em minha casa. Quando me levantei da cadeira a mãe deles entrou pela porta que dava para o quintal, com uma cesta cheia de roupa. Imaginei que eram para passar.

- Outra vez aqui Bella? – ela me perguntou com um sorriso, minha presença não a incomodava em nada, mas as minhas visitas agora eram constantes com os caprichos de Masen – que eu devia cumprir - .

- Tinha que fazer o dever para Edward – suspirei, ela sabia da aposta –, você sabe.

Ela nego lentamente, mostrando seu desagrado.

- Esse menino...

E falando do Rei de Roma, eis que ele surge na porta.

- Esme, deixa isso aí – falou com sua voz aveludada e com um olhar maléfico, me perguntava o que ele estava planejando -, Bella se encarregara disso.

O meu queixo caiu de surpresa, quanto tempo ele queria que eu ficasse aqui esse.....cara? O fulminei com o olhar, e ele se encarregou de me devolver um encantador sorriso que não me comoveu nem um pouquinho.

-Edward.... – Esme o ameaçou.

- Me perdoa, mamãe, mas trato é trato – disse com aquele sorriso angelical, e dando os ombros – Pelo menos a minha roupa.

Esme colocou o cesto de roupas em cima da mesa da cozinha, e colocou suas mãos na cintura lançando um olhar de reprovação para Edward. Por um momento queria que ele levasse a bronca que a mãe dele estava prestes a lhe dar, mas por outro lado.....ele tinha todo o direito de me pedir qualquer coisa......

......inclusive passar a sua roupa. Suspirei, cansada e irritada. Trato é trato, pensei e franzi a testa, e eu perdi.

- Deixa pra lá, Esme – eu disse a ela suavemente, deixando ela com aboca aberta – Ele....tem razão, trato é trato.

Um olhar triunfante se apoderou do resplandecente rosto de Edward Masen quando eu disse aquelas palavras. Mas eu já, já iria perceber.....que eu pagaria por elas.

- Bom – sussurrou com um sorriso sarcástico nos lábios – acho que minha roupa não se passara sozinha, escrava.

' Estúpido Edward, estúpida aposta, estúpida roupa...'

Eu mordi minha língua para não gritar para ele alguns palavrões. Tive que lembrar para mim mesma que a mãe dele estava dentro daquela quatro paredes, e que olhava com reprovação a atitude de seu 'filho'.

- Sim, mestre... – o esforço para falar a palavra foi enorme. Não imaginava como eu iria sobreviver os meses seguintes.

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N/A(autora original): Chan, Chán!

È verdade que eu gostaria de ter como escravo o Edward, seria tão sexy.. :3

Alguém por aí me disse que ficaram algumas dúvidas; Por que Edward é chamado de Mansen se ele vive com os Cullen? Oh! Esse é um fator muito importante dentro da história e dentro do clímax, parte do prefácio. Como já haiva falado, esse capitulo é uma introdução, então só estamos começando. A diversão começará em breve.

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N/T (minha): então pessoal gostaram da tradução? Só continuo se gostarem lembrando que a fic não foi feita por mim e que estou apenas traduzindo-a do espanhol e como já disse a autora ela promete!

Então continuo?

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Agradecimentos: a Janelle por autorizar que eu traduza a fanfiction, obrigada.

Perfil da autora: link no meu perfil.

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bjinhos.