Disclaimer: Todos os personagens e os acontecimentos de acordo com o livro não me pertencem. (Quem dera!)


Um Casamento Mais do Que Conveniente

Traduzido por LiLa_GraNgeR

Original: A Marriage Most Convenient, by Anne M. Oliver


Resumo: Hermione Granger já esteve em um casamento fracassado e não estava procurando por outro, no entanto, quando seu marido a deixou, ele também a deixou enterrada em dívidas. Se ela quiser manter seus negócios e sua casa, ela tem que arranjar dinheiro, rápido.

O playboy Draco Malfoy não ligava se passasse a vida toda solteiro, no entanto, ele estava quase chegando aos 30 anos e com essa data vinha também uma terrível verdade... ele teria que se casar, e logo, se ele quisesse manter a fortuna da família e os negócios de seu pai.

Portanto, Hermione Granger e Draco Malfoy decidiram entrar em um acordo de negócios, ou em outras palavras, um casamento mais do que conveniente. Ela casaria com ele para que ele pudesse herdar sua fortuna. Ele casaria com ela para que ela conseguisse manter seu pequeno negócio, sua casa... e sua filha? Espera!? Draco sabia que ela tinha uma filha? E porque a menina tem olhos azuis, cabelo loiro e se parece, demais, com ele?



Capítulo 1: Prólogo – Quatro anos e nove meses antes.

"Perdão, eu não sabia que tinha gente aqui," Draco Malfoy disse enquanto entrava em um cômodo, que ele achava estar vazio, na casa de Marcos Flint. O local era escuro, sua única iluminação era a luz da lua entrando pelas frestas da cortina, a qual a mulher segurava aberta. Ela deixou o tecido escapar de suas mãos quando o escutou falar.

"Não, tudo bem, eu vou sair," ela disse. Ela contornou a grande mesa de bilhar que havia no quarto e Draco se jogou em uma cadeira perto da lareira.

"Você pode ficar. Você estava aqui primeiro. Mas se não se incomodar, eu gostaria de ficar por um tempo também." Ele puxou a máscara que cobria seus olhos e a deixou cair no chão. Tomou um grande gole da bebida que segurava na outra mão e disse: "Eu odeio essas coisas, você não?"

"O quê? Bailes de máscara?" ela perguntou.

"Sim, claro, isso que quis dizer." Ele tomou o resto da bebida, esticou as pernas e se pôs a observar enquanto a mulher de vestido branco atravessava o quarto. Ela começou a avaliar os tacos de bilhar que estavam na parede. "Eu vi você no salão mais cedo," ele disse a ela.

Ela olhou pra ele por cima do ombro, "Como?"

"Eu estava dizendo, que eu notei você mais cedo. Você me pareceu familiar. Eu disse ao meu amigo que você me parecia familiar." O que ele realmente disse a Marcus Flint foi que a mulher de vestido branco, máscara branca e com o longo cabelo cacheado era a mulher mais linda em toda a mansão, e ele mal podia ver todo seu rosto. Ele desejava alguns momentos a sós com ela. Quando ele entrou no salão de jogos da mansão de seu amigo, ele estava simplesmente tentando escapar das ações de sua mãe tentando dar uma de cupido, no entanto ele deu sorte, pois a mulher de branco estava esperando por ele.

Esse baile de máscaras era uma piada, em vários sentidos. Sua mãe havia convencido uma amiga a promover esse evento, convidando os mais puros puro-sangue, para que seus dois filhos, solteiros, pudessem achar suas noivas. Ele tinha apenas 25 anos, mas sua mãe estava preocupada. Ela ficava o lembrando que se ele não casasse antes dos 30, ele perderia toda sua herança. A mansão, o dinheiro, os negócios... Tudo iria para a mão de seu odiável primo: Talbert Malfoy. Tudo culpa de uma mágica antiga que seu bom e velho ta-ta-ta (quantos ta's?) ta-ta-taravô colocou em seu testamento, muitos anos atrás.

Se os homens da família Malfoy não se casassem antes dos 30 e produzissem um herdeiro até 3 anos depois, eles perdiam tudo para o primo mais próximo. Draco já havia pedido para seus advogados procurarem por uma brecha no testamento, mas era irrevogável. Mas Draco não estava preocupado. Ele ainda tinha muito tempo. Ele não seria forçado a se casar antes do tempo certo.

Isso não significava que ele não podia se divertir um pouco. "Então, qual é o seu nome?" ele perguntou.

"Isso é um baile de máscaras," ela respondeu, embora com nenhum tom de defesa ou desdém. "Nossas identidades devem permanecer em segredo, Draco Malfoy."

"Viu, eu estou em desvantagem," ele disse. Draco se levantou e andou até a mesa de bilhar, pegou uma das bolas e jogou em um dos buracos. "Eu tirei minha máscara, portanto agora você sabe quem eu sou."

"Eu saberia de qualquer forma, seu cabelo é muito distintivo."

"Se eu não soubesse que você é uma puro-sangue, eu diria que também sabia sua identidade. Seu cabelo me parece muito distintivo também." Ele disse com um pequeno sorriso. Ele havia pensado, por um breve momento, quando ele a viu pela primeira vez, que ela podia ser sua conhecida de infância, Hermione Granger. Ele nunca havia dito a ninguém que tinha uma quedinha por ela enquanto estavam na escola. Não havia razão para acreditar que ela estaria naquela festa. Ele bem sabia que sua mãe convidara apenas as puro-sangue.

Ela sorriu e ficou de frente pra ele, do outro lado da mesa, pegou uma bola e jogou no ar. Ela disse: "Sim, somente puro-sangue estão aqui hoje, certo?!"

"Certo, o que significa que somos todos amigos aqui, então me diga seu nome," ele falou se aproximando dela. Seu perfume era maravilhoso.

Ela sorriu e disse, "Isso provavelmente nos faz parte da mesma família também." Ele riu. Ela ainda estava com uma bola na mão, mas ele se aproximou e a tomou, seus dedos fazendo uma rápida carícia na mão dela. Ela olhou para a mão dele e então para seus olhos cinzas.

"Façamos disso, mulher misteriosa," ele começou, "se eu conseguir acertar a bola oito com essa bola e derrubá-la naquele buraco ali," ele apontou para um buraco distante, "você tem que tirar sua máscara. Não me contento mais apenas com um nome."

"Se você não conseguir, o que eu ganho?" ela perguntou e se aproximou. Ele olhou rapidamente para o corpo da morena. O vestido era justo no colo, fazendo com que o decote se aprofundasse cada vez que ela respirava, o deixando maravilhado. Com uma mão segurava a bola, usou a outra para alisar o braço dela.

Ele a olhou nos olhos, se aproximou ainda mais e disse: "O que você quer, meu amor? Diga seu preço. Você já sabe meu nome, já conhece minha aparência. O que mais tem pra pedir?"

"Que tal um beijo?" ela disse corajosa.

Ele deu um sorrisinho faceiro e então riu. Então disse: "Esqueça tudo, amor. Você ganha!" Ele pegou a bola que tinha na mão e a jogou em uma direção qualquer, fazendo-a cair no chão. "Errei a bola oito. Você ganhou. Pode pegar seu beijo."

Hermione Granger não podia acreditar que ela estava sendo tão sem-vergonha, e com Draco Malfoy, entre todas as pessoas. No entanto, era aparente que ele não sabia quem ela era. E qual era o problema com um simples beijo? Ela sempre havia se perguntado como seria beijá-lo, e quando ela teria outra chance como essa?

Ela estava naquela festa com sua amiga, Kelly McKenzie. Que era de fato uma sangue-puro. Ela estava ali porque precisava de uma noite de folga longe de seu marido. Ela estava casada há apenas seis meses e já era infeliz. Não sabia o que fazer quanto a isso, seu casamento era uma fraude. Ele falou mil e uma coisas para fazer com que ela se casasse com ele, e ela, cega, acreditou em todas as mentiras... Principalmente quando ele dizia que queria uma casa cheia de crianças, como ela tanto sonhava. Então, durante os últimos quatro meses, eles estavam tentando, tentando e tentando engravidar, e toda vez que aquele momento do mês chegava, ela chorava. E ele a confortava. Comprava presentes e dizia que eles tentariam mais uma vez no mês seguinte.

O mentiroso de merda.

Ela ligou pra ele no trabalho naquela manhã pra dizer que estava ovulando e ele precisava ir pra casa naquela momento pra que eles pudessem trabalhar no que ela chamava de "projeto bebê". Ele disse que estaria logo em casa, pro almoço e pra sobremesa. Ela decidiu o surpreender e foi até o escritório dele em casa. Ficou completamente nua, sentada na mesa dele o esperando (algo que ela normalmente nunca faria). Então lá estava ela, esperando, quando o telefone dele tocou. Ele devia ter esquecido. Ela abriu a gaveta para procurar o aparelho e foi ai que ela viu aquilo. 'Aquilo' sendo uma conta médica, de um consultório trouxa, cobrando um procedimento que ele havia feito seis meses atrás e ainda tinha que pagar... Uma vasectomia.

Hermione começou a tremer de fúria, medo e confusão. Ela olhou a conta novamente, olhou para a data e viu que a consulta havia ocorrido duas semanas antes do casamento deles. Durantes seis meses ele estava mentindo pra ela, a consolando quando ela chorava, dizendo que eles logo teriam um filho, 'não se preocupe', 'não tema'. Ela amassou a conta em uma bola, jogou o telefone que ainda tocava contra a parede, saiu do escritório e foi pra casa de sua amiga.

Kelly a convidou para vir com ela a esse baile, e por tudo que era mais sagrado, ela decidiu que ia sair e se divertir. Kevin chegaria em casa e ficaria se perguntando onde ela estaria, se preocupando e esperando. Ele mentia pra ela há seis meses, ela podia mentir pra ele agora.

Hermione se afastou da mesa de bilhar e rodeou o homem a sua frente com um olhar predatório. Draco Malfoy era um homem maravilhoso. Feições perfeitas, lindos olhos, alto e muito inteligente. Ele provavelmente faria bebês lindos, e Hermione se perguntou o que seu marido diria se ela chegasse pra ele e dissesse, "Querido, advinha? Eu finalmente estou grávida!"

Ele finalmente assumiria a mentira? Ela apostava que não. A única coisa que iria acontecer seria que ela finalmente ia ter seu tão sonhado bebê. Se ela deixasse essa chance passar, certamente ela não teria outra.

Ela continuou a inspecioná-lo e ele continuava a sorrir. "Talvez eu não queira um beijo agora." Ela disse.

"Ah... voltando atrás na aposta, não é? Isso não é muito nobre da sua parte." Ele pegou um dos cachos dela entre os dedos e começou a brincar com ele. "O que você quer?"

"Oh, Draco Malfoy, você não faz idéia," ela disse com uma voz rouca e baixa. Ela decidiu que deveria tentar esconder ao máximo sua identidade, a começar pela voz. Não serviria de nada se ele descobrisse quem ela era. Agora ele a circulava, como se ele fosse um leão faminto e ela, sua presa. O único problema com essa analogia é que ela estava mais do que disposta a ser pega.

Ela alisou o rosto dele e ele perguntou. "Então, me diga seus termos, meu amor."

O coração dela batia tão forte, que ela tinha quase certeza de que ele podia ouvir. Ela moveu os dois de forma que ele estava com as costas encostadas na mesa. Mordeu o lábio inferior, prestes a desistir de tudo, prestes a correr e se esconder, quando ele, delicadamente, tocou seu lábio e disse: "Então?"

O dedo dele ainda estava perto de sua boca, então ela tomou a mão dele na sua e beijou o dedo do loiro com delicadeza. E então, em um ato completamente insano, que ela certamente não faria se estivesse sem aquela máscara, ela colocou o dedo dele em sua boca e o chupou. Draco fechou os olhos. "Eu quero fazer amor com você," ela disse enfim, soltando o dedo do loiro. Ela abriu o zíper do vestido que usava e o deixou cair. Ficou somente com a calcinha que usava.

Quando a seda branca escorregou pelo seu corpo, parando ao redor de seus pés, ela teve que conter a vontade de se cobrir com os braços. Ela estava quase gritando. Ela estava com medo. Ele afrouxou a gravata, a jogou no chão, se aproximou de Hermione e foi em direção a sua máscara.

A morena balançou a cabeça em negação. "Esse é o acordo, Draco. Você não vai saber meu nome, ou como eu sou. Essas são minhas condições."

Os olhos dele percorreram todo o corpo dela e ele disse: "Eu posso muito bem ver como você é, amor, mas eu entendo que você está com todas as cartas, figurativamente falando, claro, já que você não tem onde guardá-las. Tudo bem, faremos do seu jeito. Estou dentro, se você estiver."

Ele pegou sua varinha e trancou a porta. Depositou a varinha na mesa e se despiu lentamente. Como algum sonho erótico e sensual, quando estavam em nada mais que roupas íntimas, eles ficaram se encarando por um momento que pareceu durar séculos.

Finalmente, ele tentou alcançá-la novamente e ela se esquivou. "Eu quero apenas beijá-la. Você pode continuar com essa maldita máscara."

Ela concordou. Ele posicionou sua mão atrás do pescoço dela e a puxou de encontro a ele. O colo dela subia lentamente a cada respiração profunda. Ele desejava os lábios dela... Desejava devorá-los, prová-los, possuí-los. Sua boca tocou a dela e o gosto era mais doce do que ele imaginara. As bocas lutaram em um beijo que não era gentil, nem exigente, algo entre os dois.

As pontas dos seios rosados dela tocaram o peito dele, e uma das mãos dele capturou um dos seios na mão, beslicando o mamilo. Com a outra mãe ele segurava o logo e cacheado cabelo. Draco não conseguia acreditar que aquilo era real. Coisas daquele tipo não aconteciam na vida real. Ele havia entrado naquele cômodo porque estava entediado, e queria ficar sozinho, e agora ele estava ganhando bem mais do que podia ter imaginado.

O pulso de Hermione acelerava mais e mais. As mãos de Draco estavam por toda parte. Ela não se sentia como ela mesma. Nunca havia se sentido tão sexy, erótica, e tão consciente do próprio corpo antes. Era maravilhoso. Dava a sensação de algo proibido, mas ela não ligava pra isso.

Antes que ela se desse conta do que acontecia, eles já estavam completamente despidos e ele a colocava sobre a mesa de bilhar. Ele passou a mão por todo o corpo dela, começando do pescoço, passando pelos seios, barriga, e continuou descendo. Ela fechou as pernas e quase disse para que ele parasse.

Draco sentiu a hesitação dela e, se ele fosse um homem melhor, ele daria a chance dessa misteriosa mulher desistir de tudo, mas ele não era um santo. Era tarde demais pra isso, e se ela se negasse, ele se afastaria... Provavelmente.

Enquanto os dedos dele começavam a explorar entre as pernas dela, a boca do loiro nos seios dela, Hermione decidiu que era tarde demais pra voltar atrás. Ela o tomou em sua mão. Ele era grande, grosso e maravilhoso. Ela começou a acariciá-lo e ele gemeu. Parando a atenção que dava aos seios dela, ele levantou a cabeça, "Assim, meu amor, assim está ótimo."

Para Hermione parecia que tudo estava indo rápido demais, mas pensando bem, aquilo não era um encontro, não era uma noite com um namorado. Não havia preliminares quando dois 'estranhos' transavam sobre uma mesa de bilhar. Ela puxou o cabelo dele com força e o beijou novamente, nem um pouco gentil, faminta.

Ele a segurou pela nuca com uma mão e a beijou na mesma intensidade, contornando cada traço daquela boca. Ela tinha um gosto tão bom, tão doce, como chocolate e menta. Ele cortou o beijo e voltou para os seios dela, chupando com força um mamilo. Hermione arqueou as costas e gemeu.

Ele olhou pra ela e implorou, "Me diga seu nome."

Ela só conseguia balançar a cabeça em negação. Ele colocou um joelho entre as pernas dela e começou a falar sacanagem. Hermione normalmente odiava aquele tipo de coisa, mas havia algo libertador em escutar Draco Malfoy falar sacanagem e indecências ao seu ouvido enquanto transavam. Uma transa. Não era amor. Não estavam fazendo amor. Era apenas uma transa, primitiva, básica, natural, e se ela fosse sortuda o bastante, certamente engravidaria.

Mas então ele disse: "Merlin, eu não tenho proteção. Deixa eu pegar minha varinha." Ele tentou alcançar a varinha que estava em cima da mesa e Hermione entrou em pânico. Pegou a varinha dele e jogou do outro lado do salão.

E então, fazendo o mesmo que seu marido, ela mentiu. "Está tudo certo, já cuidei disso, não vai acontecer nada." Ela o empurrou, fazendo com ele ficasse deitado de costas, começou a beijá-lo no peito, ficou por cima dele, uma perna de cada lado, e fez com que ele a penetrasse por completo. Ela estava no comando. Ele se contorceu embaixo dela e chegou a gemer de prazer.

Hermione pendeu a cabeça pra trás e começou a se movimentar. Ele segurava os quadris dela, logo depois passando para os seios. Ela pensou que seria capaz de morrer de tanto prazer.

As mãos dele passeavam pelas costas dela, pelos quadris, pelas pernas. Hermione não parava de se mexer e sua cabeça pendia pra trás em sinal de prazer. Draco percorria pelos seios e barriga da morena. O quarto era escuro e ele não podia ver quase nada, mas ele sentia. E o que ele sentia, era maravilhoso.

Ela não fazia nenhum som, enquanto ele gemia abertamente embaixo dela. Ele não ligava. As chances eram que ele provavelmente nunca mais veria essa mulher... mas ele queria vê-la novamente. Ele queria vê-la agora!

Draco abriu os olhos. Os dela estavam fechados enquanto ela continuava a se mover para cima e para baixo em cima dele. Uma mão apoiada no peito dele e a outra atrás dela. Ela era a coisa mais linda que ele já havia visto em toda sua vida, mesmo com aquela máscara no rosto. Os lábios de Hermione se entreabriram e a respiração dela ficou ainda mais ofegante, e então ela emitiu seu primeiro som... Uma só palavra... "Assim!"

Os quadris dela giravam contra ele, e quando ela começou a massagear os próprios seios, Draco enlouqueceu embaixo dela, começou a se movimentar fora de controle. Ele estava tão perto. Ele levou uma mão a onde os dois se encontravam, para ajudá-la. Mas ela não precisou. Tão logo ele gozou, ela veio logo atrás.

A força do orgasmo dele foi tão grande, que ele arqueou as costas, fazendo com ela fosse elevada e caísse para frente contra o peito dele. Quando tudo acabou, nenhum dos dois podia se mexer. Ele continuou dentro dela, e ela por cima dele. Então, em um ato altamente doce, ele acariciou o cabelo dela, descendo para as costas e depois tomando o rosto dela entre as mãos, fazendo com que ela olhasse para ele e o beijasse.

Ele se moveu, fazendo com que ela ficasse ao lado dele e a segurou em seus braços. Aquilo a surpreendeu. Ela não sabia o que fazer ou dizer. Ele finalmente disse alguma coisa: "Eu vou ter que comprar uma nova mesa de bilhar pro Marcos."

Hermione não pode evitar. Ela riu. Ela se sentou e riu. Ele acariciou o contorno do rosto dela. "Deixa eu ver o seu rosto, por favor."

Ela concordou e disse: "Tudo bem, mas vamos nos limpar e nos vestir primeiro." Ela saiu de cima da mesa antes dele e se vestiu muito mais rápido. Ela se virou, afastando-se dele, mas ele foi atrás dela e fechou o zíper do longo vestido. Ele a beijou no ombro e tentou alcançar a máscara, mas ela se virou rapidamente.

"Só um segundo," ela disse. "Eu acho que deixei minha bolsa e minha varinha perto da janela, onde eu estava quando você entrou. Você pode pegar pra mim?"

Ele concordou. Terminava de se vestir enquanto andava até a janela. Afastou a cortina, mas não viu bolsa alguma, muito menos uma varinha. "Desculpa, meu amor, mas não consigo encontrá-las." Ele virou em direção a ela. Estava sozinho no cômodo.


N.T.: A séculos estava devendo uma fic a minha querida sis, Pink Potter. Ela se conformou em me deixar traduzir uma, e eis que achei a perfeita. Adoro todas as fics da Anne M. Oliver e ela acabou de começar essa. Pedi permissão pra traduzir e assim que ela me autorizou, eu comecei!! Ela tá recebendo milhões de comentários na versão original e eu prometi que traduziria todos os comentários pra ela. Se alguem quiser já deixar em inglês, sinta-se a vontade. Espero que vocês gostem e sis, obrigada por betar!! ;D