Não há nada mais verídico do que ouvir a história através da pessoa que a viveu.


Parte I - Um começo

Foi assim que começou.

Eu tinha quatorze anos. Estava em meu quarto fazendo a lição de inglês ao som de Destiny's Child. Meu pai odiava quando eu ficava ouvindo musica ao mesmo tempo que fazia o dever, mas eu tinha o argumento certo de que não funcionava no silêncio.

Uma pedra acertou a janela, outra entrou, parou embaixo da minha cama. Eu não as ouvi ou vi. Vi quando uma passou pela janela e bateu na cômoda atrás de mim, me assustou.

Levantei confusa e outra pedra acertou o vidro da janela. Optei por abri-la por inteiro de uma vez e ele estava lá em baixo.

-LEAH! – Gritou. – LEE-LEE!

-Sam! Ficou maluco, quer quebrar minha janela ou o quê? – Perguntei, pendurada no parapeito.

Ele sorriu e passou as mão nos cabelos.

-Quero que você namore comigo! – Disse e eu paralisei. – NAMORA COMIGO LEAH?

Eu ri. Quero dizer, ele estava falando sério? Queria namorar comigo?

Mas mais engraçado que isso era o meu pai correndo atrás dele.

-SOME DAQUI, SAMUEL! – Meu pai gritou, fazendo Sam disparar pela rua.

-VOU ESPERAR SUA RESPOSTA!

Fiquei olhando-o virar a esquina e depois olhei pro meu pai no lugar que Sam estivera antes.

-Pai, que exagero...

Ele me lançou um olhar de repreensão e entrou em casa novamente.

Mais tarde, quando minha mãe me mandou ir ao mercado comprar algumas coisas para fazer bolo, ele estava lá. Não que estivesse me seguindo ou coisas do tipo, mas estava lá e me bloqueou na saída, me encostando na parede e impedindo de sair de seus braços.

-O que você me diz? – Perguntou, olhando-me nos olhos.

Bom, na verdade eu queria dizer que adorava aqueles olhos escuros, adorava a linha que eles tinham com as sobrancelhas. Eu adorava seu cabelo que nunca estava do mesmo jeito e o modo como ele sorria para mim. Adorava ficar sem ar quando estava perto dele – o que é bem estranho, ninguém gosta de ficar sem ar. Mas eu o amava, amava desde que me lembrava.

Eu queria dizer que o amava, mas não disse.

Devo ter corado. Sabe? Quando a gente fica nessas situações que são tudo que a gente espera, tende a fazer essas coisas.

Ele se aproximou. Quase larguei as sacolas depois dessa.

-Lee-Lee?

Suspirei e sorri extasiada. Sem pensar, juntei meus lábios nos dele.

-Sim. – Sussurrei e ele me puxou pela cintura, beijando-me novamente.


N/A: Olá galere =D

Aqui estou eu novamente, com um novo projeto. Vou contar. Lá estava eu feliz e contente ouvindo o meu lindo Rated R e escrevendo a Natural, quando paro pra reparar na letra de uma música em específico: Fire Bomb. E, de repente, eu percebo que a música é tipaçim: total Leah/Sam.

Vou dar uma dica pra vocês, ouçam essa música e procurem a tradução (se você não for um gangsta no inglês, rs). Vocês vão ver do que estou falando (H) q

E aí eu simplesmente não conseguia parar de pensar em escrever essa história =O Por isso eu comecei :D

E eu realmente espero que vocês gostem da ideia, acompanhem, comentem, recomendem, aumentem minha pop e -OIOIOIq

Ta, sem pedir demais oks? Comentem e recomendem pros amiguinhos se esse começo te agradou. Conto com vocês.

E só pra todo mundo saber, é uma shortfic em três capítulos.

Enfim, divirtam-se :D

xoxo;*

BL