Aviso: Não sou dona nem de Twilight ou Hell.

Nota da autora: Esta história é muito baseada no livro Hell, de Lolita Pille. Não é minha, então por favor não processe. Todos são humanos e fora dos personagens. Para aqueles que ficam facilmente chateados, não leia: trata-se de sexo, drogas, álcool, aborto e todos aqueles assuntos sensíveis. Para aqueles que forem comentar (o que eu espero), por favor, não me diga que aborto é errado ou que é um assassinato, porque isso me irrita até o fim. Todo mundo tem direito à sua própria opinião, mas eu não tenho que ouvir a sua se você não gostar, então se abstenha.

Nota da tradutora: Então como você vê, esta fic é uma ADAPTAÇÃO da história já existente do livro Hell Paris. Todos os direitos reservados à Lívia Cullen, Lolita Pille e Stephenie Meyer. Para quem quiser ver o perfil da autora, basta visitar o meu perfil.

Hell

Prólogo

~ Bella ~

Eu sou uma putinha. O tipo de putinha que você não pode suportar, o tipo de putinha que você odeia. Eu sou tão putinha, que eu tenho certeza de que você deseja que eu esteja morta. Não se preocupe querida, eu desejo o mesmo para você. Eu sou o símbolo deslumbrante do capitalismo e de privilégios. Eu não me importo com nada, exceto por mim. Eu gasto mais tempo me maquiando e bronzeando do que você faz trabalhando a fim de sustentar suas pobres e patéticas pequenas necessidades. Eu sou o produto puro da geração Think Pink, meu credo: ser linda e consumir. Sou a musa da boa aparência cujo eu alegremente sacrifico mais dinheiro do que você dispõe em um mês.

Sou um pouco do lado superficial, eu sei. Eu devo parecer uma prostituta totalmente vestida de Gucci da cabeça aos pés. Você pensa que eu sou burra e superficial. Bem, isto deve ser verdade, mas você estaria errado em me subestimar. Sou muito lúcida sobre a vida que eu levo. Minhas boas aparências são as minhas armas. Elas irão me ajudar a encontrar um marido no mínimo tão podre de rico quanto o papai. Eu não trabalho. Eu serei uma mulher troféu. Eu não me importo. É assim que eu fui educada para ser.

Eu te desprezo. Eu nem ao menos te vejo; você não faz parte do meu mundo. Existe você e existe nós.

Nós vivemos uma vida a 200 mil por hora. Nós misturamos álcool com erva, erva com cocaína e cocaína com ecstasy. Os rapazes transam com prostitutas em pelo e depois gozam dentro das irmãzinhas de suas namoradas que estão, afinal de contas, dispostas a participar de orgias do amanhecer ao anoitecer. Nós estamos em um delírio completo de sexo, drogas e dinheiro. Nós tomamos Prozac como você toma Tylenol e gostaríamos de cometer suicídio a cada extrato bancário.