Título: Questões existenciais.

Autor: Reece River©

Pseudo-BetaReader: Noah Noose

Ship: Mello/Near/Matt – Isso mesmo gatinhas, Ménage a tróis!

Gênero: Gen/Humor(?) Fic Slash.

Classificação: T (?)

Disclaimer: Tsugume Ohba tem a fama, as mulheres, o dinheiro. Eu tenho o anonimato, mas uma vida feliz. (WTF?)

Nota: FELIZ ANIVERSÁRIO MELLO EVANS!


Mihael Keehl, com toda a certeza, era um cara que pensava bastante. Afinal ele tinha raciocínio lógico pra quê? Pois bem. Mas ele nunca, nunquinha em toda a sua vida pensou em coisas como. Por que o céu é azul? Será os gases ou aquilo tudo era uma mentira lavada? Ele poderia, com um pouco mais de vontade, deixar aqueles chocolates e prestar mais atenção nisso. Ele até que filosofava, não que fizesse isso na frente de alguém, mas naquele momento, naquele exato momento nem 0,01% de seu cérebro estava funcionando. Por quê? Muito simples meu caro. Ele estava ocupado demais servindo de escravo para o certo branquelo que ele detestava. Isso mesmo. Aquele branquelo irritante. Nate River. Mello não conseguia nem raciocinar o porquê da merda daquela língua ser tão habilidosa e onde é que Near tinha aprendido a chupá-lo tão bem.

Near não pensava em nada. Por que ele pensaria no motivo do maldito céu ser azul durante o dia? Aquilo não mudaria sua rotina metódica. Então... Pra quê filosofar? E naquele momento não seria muito interessante pensar naquilo. Na realidade ele estava ocupado demais analisando a cara lisa e de deleite que o loiro fazia a cada chupada que ele dava e com muito gosto, diga-se de passagem! O pequeno e inocente Near estava ocupado demais dominando aquele outro depravado todo aberto em sua pequena caminha, ele queria que ele ficasse ali por um bom tempo. Assim Nate veria o seu recorde de quanto tempo fazia o loiro esquecer a sua barra de chocolates. Near provaria que conseguiria bagunçar o juízo de Mello de todas as formas possíveis – até mesmo com a língua. Bom, ele estava realmente conseguindo.

Mail Jeevas nunca se perguntou o motivo da bosta do céu ser azul. Até por que ele via mesmo aquele negócio cinza de tanta fumaça que saia de sua boca após um longo e prazeroso trago. Ele não costumava filosofar e acho que até tinha medo de pessoas que fazem isso, ele sempre estava ocupado demais passando de lives no seu game. Aquilo sim era legal. E ele não pensava em mais nada além de como derrotar o tal monstro para passar de fase e naquele exato momento é que ele não iria pensar em por que veio ao mundo, em agradecer por ter uma bela vida para viver, por ter saúde e essas coisas todas. Ele estava ocupado demais. Na realidade eram seus olhos é que estavam ocupados demais vivenciando aquela cena que ele não esqueceria jamais. Na realidade absoluta, ele queria era estar no meio daqueles dois. Ele até que estava filosofando. Pensando em qual ângulo a língua gulosa de Near passeava melhor no membro ereto de seu amigo.

Mello não estava raciocinando. E talvez nem quisesse mais. Near podia ficar como sucessor de L quando chegasse a hora deles saírem daquele orfanato, mas se ele tivesse um pingo de bom senso ele se lembraria de empurrar Near para longe dele, comeria seu chocolate e lembraria que seu amigo agora ajudava o albino na árdua tarefa de levá-lo a loucura.

E talvez assim ele até se lembrasse que o céu era azul.

Fim.


N/Reece:

Cara, eu fiz um pseudo-lemon *-* Porra, eu fiz. Nossa. Esse negócio é legal. He.

Mello, presente de aniversário! Consegui fazer o seu slash. Eu te amo.

Gente... Eu quero review. Eu juro que quero. Nessa eu quero.

Nota da Pseudo-BetaReader:

Cara, eu me mijei de rir. Puta que pariu! Ah! Não me crucifiquem caso aja erros.

Reece, primo, tá Mara!

E FELIZ ANIVERSÁRIO MELLO! Depois te dou o meu presente, quando tiver só nós duas. –qq

E gente. Review, né?

(Edit in 30/10/2010)