Disclaimer: Essa história pertence a Cunning Angel, que me autorizou a tradução, os personagens em sua maioria pertencem a Stephenie Meyer.

Nota da Autora: Isto é ficção, não tem nada a ver com a realidade dos personagens que pertencem a Stephenie Meyer, eu só brinco com eles, e os manipulo, e os faço sofrer, só as vezes...

Sinopse: Mesmo começo de Crepúsculo, mas Edward é um perfeito Incubus, aproveitando de suas habilidades vampiricas… Ele sabe que pode procriar, então se cuida, e se dedica a desfrutar de mulheres como Jéssica, Lauren, inclusive Ângela tem aquecido sua cama. Veremos o que acontecerá quando Bella chegar.


Epílogo

Eu deslizei minha língua sobre os meus dentes, ainda com a essência do meu vampiro encantador impregnado neles.

Era um alívio que morávamos sozinho, caso contrário, tenho certeza de que teria de suportar mais de uma piada do maior dos Cullen.

Foi doloroso deixar a casa que Edward tinha comprado para mim, todo o ambiente que envolvia o lugar dava a nossa vida diária um aspecto irreal e fantástico. As luzes da rua, como o projeto da casa, tudo.

Mas havia mais do que vale a pena. Já tinha se passado dois anos desde que nos mudamos para a Inglaterra sozinhos, Edward e eu. À primeira vista, parecia um casal muito jovem casado, com seus eternos dezessete, mas nós éramos muito mais do que isso. E certamente não precisávamos de um estúpido papel para sabermos que pertencíamos um ao outro.

A nós nos unia algo mais forte do que um contrato, o veneno de Edward se encontrava impregnado dentro de mim. A marca dos dentes mostrou orgulhosamente impressa na pele do meu pescoço, meu corpo inteiro estava mergulhado em sua essência, como provas claras de que nós éramos um. Nossa relação foi além das leis da lógica, do que uma união conjugal, o nosso era muito mais que isso, era um caminho para a eternidade.

Seus ronquidos eram infantis e desajeitado, mas adorável. A única coisa mais linda do que ver Edward pelado na cama ao lado de mim, é ver Edward nu fingindo dormir depois de fazermos amor.

O sentimento de que pertencíamos nos ligava era sublime na sua totalidade, sua marca estava impressa no meu corpo. Com seus beijos, carícias, com cada toque ligeiro de língua e mãos, maçou-me como sua, não só através da aliança eterna que nos uniu por ter me mordido. Mas o fato de estar unidos por uma força mais intensa como era o nosso amor.

Meu amado deus grego começou a se mexer inquieto na, até agora, cama muito quente, não possuíamos sangue quente, mas se não pelo atrito de nossos corpos minutos atrás. Eu assisti-o nessa posição e como cada manhã, ele me deixou sem palavras.

Edward Cullen era glorioso.

Dediquei-me a deslizar os dedos pelo seu resplandecente rosto. E suspirei, ainda não estava convencida de que tudo isso era real, que a minha felicidade tinha nome. Era muito bonito para ser real.

Fiquei uns minutos delineando suas angulosas características. Seus cabelos cobriam parte dos olhos e sobrancelhas, e agradecia ao astro rei que nos honrasse com essa vista do dia de hoje, empurrando através das cortinas semi-abertas da janela, apesar do fato de que Londres não seja utilizado para aproveitar os dias ensolarados. Dessa forma, os primeiros raios de sol inundavam o nosso quarto, lavando nossos corpos entrelaçados e dando o vampiro que descansou a cabeça contra meu peito, um rosto ainda mais impressionante. Baixei a cabeça e sussurrou em seu ouvido seguindo o jogo.

— Querido – ele me ignorou soltando um bocejo tão falso quanto mais cedo era o seu ronco.

—Amor, é de manhã, hora de acordar – na última coisa que eu disse que não pude contém o riso e estávamos levando mais de dois anos com este jogo. Não que me incomodava, pelo contrario apreciava muito nosso despertar, mas isso não invalida a ironia da questão.

Não mostrou sinais de querer sair da cama – clássico dele – assim que eu comecei a separar os nossos corpos, naturalmente sem esforço, e eu poderia ter o poder excessivo que me deu o presente estado de neófito, mas Edward era o proprietário uma habilidade impressionante. Lutar contra ele não me traria bons lucros.

Pouco a pouco, eu estava deslizando para o lado esquerdo da cama desarrumada, mas antes de terminar o meu trabalho, ele tinha-me sob seu corpo.

Genial – Eu pensei sarcasticamente, não me incomodava a começar uma nova rodada de sexo selvagem. Mas as aulas começavam hoje, e fazer amor com Edward não era algo que se limitava a um par de horas. Especialmente quando tínhamos ido caçar no dia anterior.

Sua mão sujeitava com força as minhas, imobilizando-as sobre minha cabeça. Enquanto a outra segurava com força o lençol. Observei cuidadosamente este ato, tentando conter o barulho que estava lutando para sair da minha boca. Não devia mostrar fraqueza diante do caçador. Nem quando eu queria sair da cama antes do cair da noite novamente.

— Você sabe o que acontece com as senhoritas que se atrevem a acordar um leão faminto? – Sussurrou em meu ouvido, enquanto deslizava seu nariz por todo o comprimento da minha garganta. Ele parou de lamber minha cicatriz nessa área, e sim, fez efeito. Isso era tudo que precisava para os papéis serem invertidos.

E eu odiava o quão fraca me tornava quando se tratava desse maldito vampiro! Que pelo jeito amava com loucura.

Eu soltei minhas mãos e posicionei contra o seu peito, levantei o meu rosto até que meus lábios tocaram sua pele. E sorri quando ouviu o rosnado estrondoso que o meu amado vampiro liberava diante do meu ato. Seus olhos se fecharam bem quando comecei a morder seus mamilos, e sorri. Eu o tinha exatamente onde eu queria.

Antes que pudesse suspeitar ou prever movi minhas mãos agarradas ao seu tronco esculpido impulsionando-o longe do meu corpo em colisão contra a parede.

Um tanto atônito se levantou, sacudindo sua cabeça e com a mandíbula tensa, seus olhos estavam desconfiados e irritados. Movi em velocidade de vampira até chegar ao seu lado e dei um beijo casto na testa.

— Desculpe amor, você sabe que hoje não posso. - Eu disse, antes de correr. Eu sabia que Edward foi mais rápido, e que não lhe custava trabalho chegar até a mim, mas se estava convencida de que alguma coisa era que acima de tudo, ele respeitava a minha decisão.

Eu coloquei minha cabeça sobre a Volvo, com alguma nostalgia, ao que parece Edward pensava em troca-lo por algum da mesma marca, mas um modelo mais novo. Respire fundo, apesar de não precisar de oxigênio começando a encher meus pulmões, e derramei boa parte do ar através de um suspiro.

Já era tempo.

— Ainda por se arrepender – disse meu marido, enquanto abria a porta.

— Nem sonhe Edward Cullen, eu estive trancada em um quarto por dois longos anos.

— E você apreciou cada segundo – disse, sorrindo com orgulho. Diminuir o ego de Edward era uma tarefa que me levaria pelo menos metade da eternidade.

— Além disso, não ficou preso, saiu para caçar.

— Você chama sair, correr pela floresta em busca de comida? Edward, você usava como desculpa para lamber os restos de sangue que eu deixava no meu corpo devido a minha falta de prática.

— Não é minha culpa que você é excepcionalmente descuidada na hora de beber. Mas eu não estou reclamando, é incrivelmente delicioso ser eu quem cubra cada centímetro do seu corpo com as mãos e língua, para o bem maior é claro.

— Você só pensa em sexo! – soltei exasperada, avançando em direção à escola. Edward segurou meu braço e me virou até que eu estava encostada na porta do Volvo.

— E a isso te encanta – disse com a voz aveludada, de imediato, mergulhou seus lábios na minha boca. E não havia nada a dizer, é claro que eu amava se Edward tinha sido viciado em meu sangue, quando ele ainda era humano, eu agora o era, mas por seu corpo, sua boca, sua língua, o atrito requintado dava-me o comprimento de sua dureza incrível dentro de mim.

Eu arranquei esses pensamentos na minha cabeça para mentalizar o que esperar nas próximas horas. Hoje seria o teste decisivo, após dois anos, eu enfrentaria um perigo real, os seres humanos.

Eu sabia que não seria fácil resistir a eles, seu calor, o cheiro requintado de seu sangue... Mas deveria. Eu estava forte, sobrevivi a coisas muito mais difíceis como foi o desamor do meu namorado, poderia lidar um pouco com isso, ignorando o fato de que cheiravam muito bem, e minha boca estava cheia de veneno só imaginar o que doce sabor.

— Por favor, Edward, isso é importante para mim. - falei enquanto formava um biquinho com minha boca. Ele amaldiçoou baixinho e balançou a cabeça.

Mergulhamos nas instalações do lugar, Edward mostrou calma e diferente de a minutos um sorriso sardônico se encontrava gravado em seus deliciosos lábios. Eu assumi que era porque eles já tinham assegurado que compartilhássemos todos os assuntos.

Estranhamente, tal como nós fomos avançando, não havia uma alma em todo o lugar. Eu disse a mim mesma que este teria uma boa explicação. No entanto, o mistério chegou ao seu mais alto grau quando curiosamente Edward tirou uma chave do bolso para abrir os portões enormes que guardavam o recinto.

Eu levantei uma sobrancelha como um sinal de ceticismo, mas ele apenas encolheu os ombros.

— O quê? Não é minha culpa que você está extremamente pontual, a maioria das pessoas não costumam arrastar o seu parceiro fora da cama e o jogar contra a parede. Na verdade, se eu posso ser honesto, eu aposto que qualquer em seu lugar preferia mil vezes estar comigo partilhando uma sessão deliciosa de sexo animal, antes de serem apresentados neste patético e enfadonho lugar.

Sim, de fato, reduzir o ego Edward me levaria pelo menos metade da eternidade...

Em algum ponto, entre corredor e as janelas que se abriam para um jardim negligenciado aterrissamos em um laboratório de…biologia?

— Os alunos não vão chegar certo? - Ele sorriu, embaraçado, antes de negar.

— Professores?

— Eles podem ter sido...

— Eu não entendo.

— Talvez, se tivéssemos vindo a essa escola… talvez vinte ou cinquenta anos atrás, este lugar estaria cheio de alunos e professores. – admitiu sem olhar para mim, e que desde que ele olhava fixamente para algum ponto desse terrível lugar.

— O que você está tentando dizer? - Claro que eu entendi o que ele estava dizendo, maldito.

Ele trouxe-me enganada para uma escola abandonada!

—Você disse que queria vir para a escola…Este é um deles. – raiva, impotência, mas principalmente decepção realmente era tão difícil parar de pensar por um segundo nele?

Por acaso o que pedi era tão dificil? Frustrada e aborrecida, eu deixei a droga do laboratório, antes de acabar fazendo algo que eu me arrependeria. Especialmente porque ele não tinha dúvidas de que, se eu agarrasse ao redor do pescoço, o bastardo não resistiria, mesmo quebrando a carne furiosamente.

Não tinha avançado nem dez metros já tinha me segurado, seus fortes braços rodeando minha cintura, apegando-se ao meu torso.

Por que tinha que ser tão rápido? Não mesmo transformada em uma vampira poderia fazer uma saída digna e inferno eu também precisava de privacidade, eu não poderia passar vinte e quatro horas por dia sob a sua supervisão.

Não contive em absoluto o grunhido que jorrou do meu peito, pesei ao senti-lo ficar tenso. No entanto, afrouxou o aperto.

— Pode, pelo menos, ouvir? - Murmurou contra o meu cabelo, colocou um beijo longo e forte na minha cabeça.

— Por favor, desta vez eu quis fazer as coisas direito – ele suspirou no meu ouvido antes de soprar o fôlego sobre ele.

— Eu te amo, Bella, eu preciso de você. Eu sou um demônio, por natureza, sou muito egoísta Bella. Assim me conheceu, assim me aceitou, e ainda assim jurou me amar.

Só você é mais importante do que o meu próprio bem-estar, a minha própria satisfação, apenas sua felicidade é mais importante do que minhas necessidades Bella, entende amor. Não posso me arriscar a fazer algo louco. Apenas tem dois anos que se converteu, você realmente não espera que eu arrisque deixar que você cometa um ato com o qual seria obrigada a carregar para o resto da eternidade. –

Fiquei espantada, a força de seu aperto aumentou na minha cintura, o frescor da sua respiração na minha garganta até delicadamente para descansando em meu peito. O incrível amor e verdade que destilava de cada uma das palavras que ele professava naquela voz aveludada.

Eu me senti insignificante, e que por muito me custasse assumir minha atual condição de vampira despertava aspectos que eu verdadeiramente odiava, o egoísmo, que envolvia o meu poder, o orgulho de me vangloriar por ter Edward comendo na minha mão. Era simplesmente demais, ainda havia momentos como agora. Em que tanto ele quanto eu podíamos ver o outro, sem bloquear a arrogância cega. E, de fato, este era o Edward que eu amava, que me colocava em primeiro lugar, só ele poderia fazer um esforço para me trazer um lugar vazio e longe de riscos e tentações, mas ainda assim cumprindo sua palavra. E essa era 'levar-me para a escola'.

Virei para ver aqueles olhos de ouro líquido assistindo-me nervoso, os finos lábios carmim, eles estavam em linha reta, cuidadosos e inseguros. Passei minha mão pelos seus cabelos e a pressão de suas mãos na minha cintura desceu para ficar no meu quadril. Exercendo uma maior força em contato e me fazendo sentir o que ela representa em toda sua magnitude. Eu sufoquei um gemido com seu entusiasmo óbvio.

Ele sorriu quando viu que minha raiva tinha passado e acrescentou com vergonha.

— De fato… tinha a esperança de que revivêssemos seu primeiro dia de aula em Forks, claro dessa vez sem fantasiar com cem formas diferentes de te levar ao bosque e devorar-te.

— Bem, para mim a idéia não me parece de todo ruim, você sabe o quão feliz eu iria morrer em seus braços. – sussurrei perto de seus lábios, aspirando o seu hálito fresco, mas sem permitir que estes se tocassem.

— Vamos lá, há muita matéria para conhecer. – Sibilou rápido, mas sabendo que eu iria ouvir, sem demora, por Edward me colocou em suas costas, como se ainda fosse humana, e me levou correndo em uma velocidade que supera a minha mesmo convertida. E como desfrutei de como meu namorado ser mais rápido do que um vampiro médio.

Em menos de meio segundo estávamos no laboratório abandonado. Eu desci de sias costas para tocar terra firme e encara-lo.

— Então, você lembra de alguma coisa sobre a divisão celular?

— Ao inferno a mitose – rugiu antes de avançar sobre mim, rasgando completamente as minhas roupas, então, obviamente, terminaríamos o que havíamos começado de manhã. Mas se você pensar bem, no caso de Edward nunca acabaria.

FIM!


Acabou ='( Amei traduzir essa fic e espero que tenham gostado de ler.

Agradeço a todos que deixaram reviews, eu leio cada um deles.

Obrigada por tudo, e principalmente a Liss (Cunning Angel) por ter me autorizado a traduzir

Beijos.

LeiliPattz!