Dominant's Creed

Disclaimer: Essa história pertence à ExiledEddie que me autorizou a tradução. Os personagens em sua maioria pertencem a Stephenie Meyer.

Sinopse: Edward é um Dom bem conhecido no círculo D/s. O que acontece quando ele conhece uma mulher sem experiência BDSM, que quer ser sua nova sub? Por que é que ele de repente está envolvendo sentimento emocional e quebrando todas as suas regras?

Tema forte com lemons, se você não gosta disso então passe longe dessa fic.


Prólogo

Meu nome é Edward Cullen e tenho 26 anos, sou dominante ou dom, como costumam me chamar. Eu sou um desde que tinha dezesseis anos. Se eu faço isso com sentimentos? Não, eu não. Achei o sexo insensível desde que estava com a minha primeira namorada, Ângela.

Eu comecei a fingir sobre esses sentimentos logo após meu aniversário de dezenove anos. Eu tinha afastado da minha cidade natal, e eu pensei que seria uma ótima maneira de fingir os meus sentimentos quando se tratava de sexo. Mudei de Chicago para Seattle e encontrei na internet um local de Dom. Logo descobri o que era e eu queria seguir em frente.

E a melhor maneira de saber como era ser um dom, era depois de ser submisso?

Eu fui um submisso por um ano antes eu de ter a primeira menina como um dominante. O nome dela era Jessica. Ela já tinha sido submissa por alguns anos e não precisava ser treinada. Foi o melhor, tenho certeza. Olhando para trás, eu não conseguia me ver sendo capaz de treiná-la naquele momento. Estivemos juntos por alguns anos, mas como a maioria das pessoas nós cansamos um do outro e terminamos sem ressentimentos.

Seis meses depois de ela ir e sete semanas depois do meu aniversário de 22 anos, abri o The Dom's Lounge no centro de Seattle. É um bem conhecido clube privado. Você só pode entrar por convite de um dos membros dom. Claro que temos uma noite livre uma vez por mês para que as pessoas venham e dêem uma olhada.

Mas diferente dos membros Dom e garotas/garotos submissos eles não precisavam de convite.

Dois meses depois que o The Dom's Lounge abriu, eu conheci Kate. Kate foi minha segunda submissa. Ela também tinha sido uma sub antes e eu não tive que treiná-la. Ao contrário de Jessica, as coisas com Kate pioraram rapidamente.

Eu não preciso de submissas que não podem manter seus sentimentos sobre mim fora da relação. Eu me importava muito com a menina, mas eu não a amava como ela me amava.

Fim da história.

Não demorou muito até que Tanya caiu no meu colo. Ela, ao contrário das outras, nunca foi uma submissa. Ela foi à primeira sub que eu treinei. Estávamos juntos, até nove meses atrás. Ela teve poucas cenas comigo, e acharam que era muito mais adequado ela ser uma dominante. Ela agora é um dos membros Dom no clube.

Não houve ressentimentos com isso. O organismo quer o que o corpo quer.

Minha família não tem idéia sobre a minha vida e eu pretendo manter isso dessa forma. Eu não quero mandar minha mãe para uma sepultura antes do tempo.

Então, aqui estamos nós. Eu sou um abençoador de subs, dom.

Mas agora você sabe sobre a minha vida. Talvez você tenha algumas perguntas?

Eu acho que sim.

O que é um Dom?

Hum. Pergunta pesada, mas é algo que precisa ser dito antes de você entrar na minha história.

Tudo realmente depende de quem você está perguntando.

Todo mundo vai ter uma resposta diferente para você quando se trata de ser dominante ou mesmo de ser um submisso. É uma questão que se discuti diariamente entre D/s e BDSM. Nada especial faz de você um dominante. Todos, até mesmo o Dom, terão uma resposta diferente para o que os torna uma ou outra pessoa dominante. Mas sempre haverá algumas coisas que teremos em comum. Todo mundo é diferente, todo mundo precisa disso por razões diferentes.

Mas o aspecto mais importante de uma posição dominante é o auto-controle, ou assim creio eu, alguns podem não concordar comigo. Mas essa é a beleza de D/s e BDSM. Não há nenhuma maneira "certa" para vivê-la. É você que faz isso.

Isso não significa que sou desprovido de emoção, muito longe disso na verdade. Mas eu mantenho minhas emoções sob controle em todos os momentos sendo alguém dominante.

Eu realmente não posso te dizer o que é um dom. Não, não é o fato de que eu sou um homem enlouquecido por poder. Eu sei o que quero e isso é: submissão de alguém para mim no quarto e outros lugares que eu quiser.

Tenho a certeza de que todas as minhas submissas tenham as necessidades satisfeitas, não só no quarto, mas na vida real também. É uma relação tão significativa, é como falar sobre uma esposa ou um marido, as suas necessidades diárias devem estar e estão na vanguarda de sua mente.

Só que não nos apaixonamos e vivemos felizes na sala de jogos. Não me interpretem mal há alguns D/s que são maridos e esposas lá fora… mas caminharam por uma linha fina para chegarem lá. E eu também quero que saiba que eu amei e cuidei de todas as minhas subs.

Eu apenas não estava apaixonado por elas.

Próxima pergunta. Hum. Algo que precisamos passar por cima antes de lerem minha história de dominante.

Se eu já me apaixonei?

A resposta a essa pergunta: Não.

Portanto, se você está pronto para iniciar a leitura, vá em frente. Vire a página, mas você será advertido, a vida de um Dom não é para todos.

– Edward Cullen.

P.S.: Bem-vindo a The Dom's Lounge.