PHONOGRAPHY

Disclaimer: A história não pertence a mim, é da Liz19forever que me permitiu a tradução. Os personagens aqui citados pertencem a Stephenie Meyer.

Sinopse: Uma simples e inocente ligação, se transformou em um jogo obsessivo, levando-os a descobrir a química que às vezes pode ser a maior aventura de suas vidas. Porque quando se deseja algo com muita força, o universo inteiro conspira para que o consiga.

Advertência: Adequado apenas para maiores de 18 anos contem cenas não adequadas para aqueles sem critério formado.


Capitulo 1 – A Ligação

Vancouver – Canadá

— Bella o que você vai fazer hoje? – perguntou Rosalie.

Estava tentando me convencer de que fossemos a um clube não muito longe do hotel em que estávamos hospedadas, mas a verdade é que hoje eu estava exausta das gravações e queria só dormir, assim que pensei enquanto nos trocávamos, em uma desculpa para dizer não sem ferir seus sentimentos. Com Rosalie havíamos nos tornado muito boas amigas, mal por mal esse era o terceiro filme que fazíamos, mas a verdade é que eu não tinha intenção de passar mais uma noite como vela, já bastava com as que havia passado a noite e não precisamente divertindo-me, se não trabalhando na metade de um bosque congelado.

— A verdade é que fiquei de ligar para poder falar com Jacob pela webcam – lhe respondi e não tinha idéia se era uma boa desculpa ou não, mas não encontrei outra que fosse lógica, e suficiente para me fazer ficar no hotel em vez de ir a um clube para passar tempo com meus companheiros de trabalho.

— Oh – exclamou um pouco decepcionada – pensava em ir com Emmett ao clube, e claro até Edward vai, todos vão – exclamou levantando as sobrancelhas um tanto entusiasmada.

— Sério? Edward vai? – perguntei surpresa.

Mas ainda que de verdade me parecia tentador sair e me divertir um pouco, na realidade me sentia cansada e com o corpo exausto, depois de estar todo o dia naquele bosque sem jaqueta em pleno o inverno era um milagre que eu não tivesse gripado a essa altura e o único que ansiava era um banho na banheira quente. Mordi meu lábio inferior dando uma ultima olhada nos outros, e ver o entusiasmo de Alice que brincava com Jasper, era realmente incitante, bom todos eram realmente divertido e passávamos realmente bem, mas o cansaço era maior.

Afastei meu olhar de Rosalie que tinha um olhar de cachorro abandonado que tinha a minha metade convencida de ir, estava a ponto de sucumbir quando meu celular tocou, o olhei – numero desconhecido – dizia o identificador. Fiquei nervosa em um segundo, com desespero apertei meus lábios decidindo se atendia ou não – outra vez ele – pensei ansiosa e me afastei da minha amiga para atender.

— Alo? – respondi com o coração literalmente na mão, quando escutei essa voz que estava ficando muito conhecida eu corei.

Meu estomago se contraiu só de pensar nas loucuras que havia estado fazer desde que há aproximadamente três semanas – jamais deve entrar nesse chat – pensei enquanto tratava de articular palavra alguma sem soar ansiosa.

— Ocupada? – perguntou com essa voz sensual que me fazia tremer.

E pensar nas chamas telefônicas que havia tido com esse completo estranho a quem só conhecia pelo telefone celular e o nick que havia usado no feliz chat me fazia pensar que realmente eu perdi o juízo ao ser eu que o liguei em mais de uma ocasião, e sim as chamadas eram mutuas, e de preferência a noite, o que estava começando a me fazer ficar viciada nessa espécie de jogo que inclusive as esperava impaciente, muito mais impaciente que as do meu próprio namorado, mas a sensação de estar fazendo algo proibido e louco me fascinava, fazia que meu corpo se enchesse de estranha adrenalina, melhor que tomar drogas. Engoli saliva olhar para Rosalie.

— Não, por que? – respondi afastando um pouco mais dela, e não queria que começasse a se dar conta que esse 'completo estranho quase psicopata' continuava a me ligar – Está louca! Não devia ter dado seu numero sem saber de onde é, podia ser um psicopata! – havia me recriminado com um grito de surpresa minha querida amiga Rosalie quando havia contado de minha pequena grande aventura cibernética.

— Sozinha? – perguntou novamente e meu estomago se apertou com tanta intensidade produto do que aconteceria se me encontrasse sozinha nesse preciso momento. Foi então que eu soube que não podia ir a esse clube, de longe seria mais interessante subir ao meu quarto e ficar no hotel. Senti que Rosalie me chamava e sorri nervosa, e logo respondi ao interlocutor.

— Espere cinco minutos e eu te ligo – lhe disse desligando.

Aproximei-me dela e tratei de fazer que dessa vez minha mentira saísse melhor agora que tinha uma motivação extra para ficar.

— Quem era? – perguntou fumando seu cigarro. Suspirei e a olhei nos olhos, coloquei minhas mãos nos bolsos e esse sorriso de boa menina foi suficiente para que ela adivinhasse quem tinha me ligado. Olhou-me de volta e começou a rir.

— Ela o ligador misterioso verdade?

— Sim – confessei ficando corada até que as pupilas dos meus olhos com certeza já não eram mais marrons era vermelho como de um vampiro furioso. Eu ri nervosa e ela me liberou como a boa amiga que sempre era.

— Lhes direi que está com enxaqueca – resolveu e eu respirei aliviada, olhou para os outros que esperava na janela contraria a nossa, suspirou e olhou-me arqueando uma sobrancelha – mas é sério está ficando viciada nas chamadas noturnas da pra ver – me reprovou séria, mas eu a abracei.

— Obrigada – sussurrei enquanto ela sorria e me abraçava de volta.

Apagou seu cigarro e correu até os braços de Emmett, ao que parece lhes comento sobre minha suposta enxaqueca porque todos me olharam com cara de lastima, se despediram com a mão e eu devolvi o gesto sorrindo pesarosa. Apenas se perderam na rua embaixo e entrei no hotel.

Fui apressada até o elevador que me levaria ao meu quarto e pareceu uma eterna espera, ver como se acendia e apagavam os números que indicavam em que andar estava o elevador era tortura. Quando por fim chegou as portas se abriram e sem sequer esperar que as pessoas ao redor saíssem eu entrei, apertei o botão com o numero do andar onde estava meu quarto e me encostei contra a parede do interior. Olhei meu relógio e lhe havia dito cinco minutos faltavam dois para chegar no meu quarto. Peguei entre minhas mãos meu pequeno blackberry e sorri ao pensar na ansiedade que causavam suas chamadas.

Sem me dar conta o elevador parou no meu andar e sai, caminhei rápido pelo corredor sem poder tirar o sorriso do meu rosto, quando cheguei a porta do meu quarto, meu coração acelerou de novo. Apertei os lábios e só pensei que hoje voltaria a falar com ele sobre esses temas tão… tão educativos, e havia aprendido biologia muito mais que em meus anos escolares nessas três semanas.

Eu ri sozinha de puro nervoso e essa situação estava realmente superando-me, como dizia Rosalie, estava ficando viciada, mas não me importava. Deslizei o cartão peça fechadura e minha porta abriu, entrei. Suspirei ao ver que a luz do meu quarto estava baixo, fechei lentamente a porta encostando meu corpo uns minutos antes de fazer o que devia fazer.

Peguei meu celular entre minhas mãos, deslizei meus dedos pela tecla buscando o lugar dos contatos, o contato que me interessava ligar. Ri diante do nome que havia colocado ao meu 'ligador misterioso' Meu amor me perdoe – sussurrei apertando o botão de chamada;

Tuck, tuck, tuck.

Meu coração acelerou, minha boca secou, mordi meu lábio enquanto esperava que ele atendesse e finalmente no quinto toque ele fez.

— Completamente só – exclamei sem sequer cumprimenta-lo e essa havia sido nossa maneira de nos tratar. O qual me excitava muito, essa rudeza que ele usava era muito atrativa.

— Sentada ou parada? – perguntou com a voz entorpecidamente rouca e meu coração disparou, minha respiração ficou pesada e isso que ainda não disse absolutamente nada, sentei-me no sofá de coro que adornava meu novo quarto.

— Sentada em um lindo sofá, largo com grandes e cômodas almofadas de cor preta, é coro para ser mais exata e você? – respondi com a voz mais sensual que podia fazer ou interpretar e como me agradecia por ser atriz.

— Ao seu lado – sussurrou – justamente atrás de você, tocando levemente suas costas com meu corpo. Como está vestida? – perguntou e era realmente louco o que havia começado a fazer.

Era incrível que estava em um pais distante, tendo esse tipo de chamadas com um completo estranho, mas me encantava e havia despertado um lado que não conhecia em mim. Esse homem havia despertado minha parte pervertida ao máximo tanto que já nenhuma fantasia estava ficando sem que tivesse lhe contato. Era proibido e moralmente mal visto porque eu era uma mulher comprometida, mas me fascinava mesmo assim.

— Jeans de cós baixo, uma blusa e roupa interior preta – respondi encostando-me no sofá para ficar mais cômoda, minhas bochechas coraram levemente e minha temperatura corporal estava incrementando-se perigosamente.

— Ainda perto das suas costas – começou a dizer-me e fechei os olhos para que minha imaginação voasse como havia feito outras noites.

— Deslizo ambas as mãos por seus braços até chegar ao começo da sua blusa, separo o pano do seu corpo que esta quente e justamente perto da base do seu pescoço, começo a deslizar meus lábios perto da sua clavícula logo te dou pequenos beijos úmidos até a base da sua nuca – exclamou e era fascinante como fazia que eu me concentrasse em suas palavras perdendo a noção do tempo e o pudor.

Tomando a iniciativa que não teria se estivesse realmente parado a minha frente.

— Eu seguro em seu corpo e deslizo minhas mãos por seus músculos para sentir você – sussurrei. Mas ele me interrompeu.

— Desço minhas mãos, deslizando por seu peito, meus dedos vão tocando cada um dos botões da sua blusa, e começo a lentamente abrir uma por uma enquanto sussurro no seu ouvido, sente minha respiração quente nele?

— Aham – foi tudo o que pude articular, meu coração estava batendo furioso em minha garganta de somente escutá-lo.

Senti minhas bochechas ficarem vermelhas e agora estava completamente encostada no sofá com meus olhos apertado contendo as reações do meu corpo e com minha mão no lugar que ele estava descrevendo e fazendo exatamente o que estava dizendo.

— Marie? – perguntou chamando-me pelo meu segundo nome e o único que ele conhecia, eu tratei de respirar para seguir com minha parte da história.

— Viro – disse tossindo para fazer minha voz forte – nossos rostos enfrentando-se, estou frente a frente com você, enquanto minha blusa esta aberta deixando-lhe ver – não consegui terminar porque ele me interrompeu.

— Sua linda pele branca, quente, suave e seus seios cobertos pela lingerie preta provocativa, ambos sobem e descem juntos a sua respiração.

A reação que provocou não era de se esperar, saboreei meu lábio com minha língua e segurei o ar para não exclamar um som muito vergonhoso, agora eu o interrompi tomando o controle da situação.

— Coloco minhas mãos em seu peito e deslizo minhas palmas pelo seu torso até chegar ao seu estomago a altura da sua cintura pego entre meus dedos sua camisa e começo a subi-la até tira-la completamente, jogo no chão. Seu torso nu esta a pequenos centímetros de meu peito, me aproximo, inclino meu rosto até fazer meus lábios encontrarem seu pescoço e ali subo com a ponta da minha língua até chegar no lóbulo da sua orelha esquerda – lhe disse e tinha claro que minha voz soava bastante distorcida, mas outro efeito dele e suas conversas era que não importava, não havia vergonha com meu estranho e misterioso ligador. Mas era sua vez na conversa e não ia tirar seu 'papel'.

— Ao mesmo tempo deslizo minhas mãos por suas costas aproximando-te do meu corpo, o faço lentamente até chegar no seu quadril. Viajo com a ponta dos meus dedos até o botão de sua calça.

Minha vez pensei ao imaginar essas mãos fortes e varonil em meu zíper.

— Abro minha boca só o necessário para roçar sutilmente com o interior dos meus lábios úmidos a ponta do lóbulo da sua orelha, enquanto sussurro seu nome – e fiquei em silencio intencional, como eu gostaria de poder ter alguém que seguisse tão bem minhas improvisações.

Esse cara deveria ser ator! Pensei enquanto deslizava minha língua sobre meus lábios em uma tentativa de não perder o ar.

— Desabotoou sua calça, colocou minhas mãos frias em seu interior descendo por suas nádegas até tocar seus músculos acariciando-os – agora pude sentir que sua voz havia distorcido.

Delicioso! Era a única palavra que vinha a mente ao me tocar pensando que era esse estranho. Assim que eu continuei.

— Desço minha boca tocando seu pescoço até a base deste deslizando minha língua quente e úmida com um movimento sutil coloco minhas mãos em seu peito, deslizando meus dedos junto ao meio do seu dorso desnudo e desço dando pequenos beijos inclinando-me lentamente, enquanto o faço separo do contato do seu corpo por uns minutos até parar em seu abdômen. Está constado no sofá, deslizo minhas mãos até seu umbigo onde brinco com minha língua e olho para você.

Uma reação do meu corpo me fez calar minha voz para lhe dar vez no dialogo.

— Meus dedos desabotoam seu corpete que cai sobre meu abdômen deixando livre seus seios que tocam deliciosamente contra minha calça – exclamou ele e quando a voz calou continuei.

— Desabotoou sua calça, e a borda da sua roupa interior parece provocante, desço o zíper descobrindo ainda mais a roupa interior e talvez algo que deseja expressar-se também – agreguei e não pude evitar que um riso escapasse dos meus lábios. Ele endureceu o tremor da sua voz ainda mais rouca, o que era mais sensual e erótico.

— Levanto-me e te beijo nos lábios enquanto fazer que recue agora você sobre o sofá, deixando-me apreciar seus seios nus. Tomo um entre minhas mãos e o acaricio, massageio lentamente ainda beijando seus lábios rompo o beijo mordendo-os lentamente enquanto sinto como seu coração dispara e sua temperatura sobre ainda mais do que já está. Deslizo minha palma quente por toda a sua garganta até chegar a metade dos seus seios e daí sem deixar de olhar para você desço até o começo das suas calcas, que está desabotoada e colocou minha mão embaixo da sua roupa interior a tiro junto com suas calças, deslizando-a suavemente por seu ventre até chegar aos seus joelhos e finalmente tiro a parte exterior da sua perna e quando chego ao joelho apoio a palma para deslizar na parte interior até chegar a base da sua coxa onde deslizo meus dedo pelo osso do seu quadril subindo por seu baixo ventre detendo-me justamente no meio de…

— Ummm! – exclamei interrompendo-o quase na borda de levar isso muito longe.

— Está ai? – perguntou contendo o riso.

— Continue, por favor, não pare – lhe pedi desesperada e era macabro que ele me deixava nessa circunstancia. Suspirou e continuou.

— Beijo seu pescoço e desço até seu peito enquanto minha mão faz pequenos círculos em seu baixo ventre justamente fora as sua parte mais intima… desço beijando todo seu corpo, deslizo minha língua por seu estomago, desço minha mão por suas pernas, enterrando levemente meus dedos nas suas coxas, quando chego ao seu ventre beijo rapidamente deslizando minha língua por toda a extensão do seu ventre até que…

— Não pare! – insisti interrompendo-o com um gritinho apenas audível.

— Meus lábios se topam com seu centro e o toca com suaves beijos, enquanto sente meu hálito quente por cada beijo que te dou… minha língua se introduz junto com a ponta do meu dedo indicado e você…

Toc, toc, toc

Um suspiro forte escapou dos meus lábios, junto com o som da porta. Abri meus olhos e estava completamente nua no sofá da sala de estar do meu quarto com a boca aberta de impressão e alguém rindo muito forte no telefone.

— Tenho que desligar – anunciei tratando de controlar minha respiração enquanto sentava.

— Deve-me uma conversa onde só você vai falar – me disse acalmando seu riso.

— Amanhã, na mesma hora – assegurei divertida pensando que amanhã voltaria ao meu vicio. Desliguei sem mais.

Toc, toc, toc

Senti insistentemente enquanto colocava minha roupa interior, a camisa e as calças, arrumei meu cabelo, suspirei para acalmar meu corpo e minha mente, finalmente uns segundos depois abri a porta. Tinha Rosalie em frente a mim com um sorriso brincalhão em seu rosto.

— O que está fazendo? – perguntou divertida, enquanto entrava e olhava para todos os lados como que procurando alguém.

— Deus! Bella está muito quente aqui – advertiu abrindo uma janela e a rajada de ar frio entrou no quarto, gelando-me imediatamente e como agradeci que assim fosse. Nós ficamos conversando e ela perguntou sobre meu ligador misterioso.

Manhã seguinte Set de gravação

Nosso entrou Edward e ai estava meu "namorado vampiro" estava bastante sério, mas tinha seus lábios curvados em um elegante sorriso. Rosalie o observou com estranheza.

— Aconteceu algo divertido? – perguntou brincalhona.

— Nada em absoluto – assegurou ele sacudindo sua cabeça e logo se concentrou em seu roteiro.

Nisso entrou o coordenador de departamento Stuart e nos olhou, em sua mão tinha seu blackberry.

— Garotos que bom que os encontrei juntos – começou a explicar – dado o que passou no outro dia com o atraso de Jasper e como ninguém podia encontra-lo, necessito que me passem todos os seus números não queremos mais ninguém perdido pelo Canadá – disse olhando-nos.

Rosalie foi a primeira a dizer.

— Edward? – o chamou fazendo que se concentrar-se em nós, pegou em sua jaqueta.

— Espera não sei de memória – se desculpou e eu o olhei surpreendida.

Ele me olhou de volta com suficiência.

— É novo – comentou como se isso o fizesse ser menos culpado, nisso comecei a dar o meu

— Anote – exclamei olhando o coordenador, suspirei tomando ar – o meu… enquanto o sexy vampiro encontra o seu… é 08 – e comecei a ditar meu telefone.

Edward me deu um olhar de ódio contido enquanto lutava para encontrar seu número em sua 'nova' aquisição tecnológica.

— Aqui achei – anunciou enquanto seu rosto de iluminava – 09 – exclamou interrompendo-me e começando a dizer o dele. Mas continuamos jogando a quem terminasse antes de dizer.

— 439 – disse ansiosa.

— 544 – acrescentou ele.

— 67 – voltei a dizer junto quando tomou ar.

— 63 – exclamou ele.

— 90 – completei arqueando minhas sobrancelhas. Meus lábios se curvaram em um sorriso vitorioso até que sua voz aveludada foi escutada.

— 11 – finalizou ele.

Ambos sem poder evitar abrimos nossos olhos como pratos.

— Era você à noite. – dissemos juntos.


Hmm nova tradução. Essa fic tem como música tema: Phonography da Britney Spears. Procurem a letra e a música.

Espero que gostem dessa também, e desculpe por não atualizar as outras, mas eu estava em época de provas.

Beijos e deixem reviews, eles são abertos para anônimos.

LPattz