A/N- chegamos ao fim espero que gostem e que tenha conseguido atar todas as pontas, dedico este a todos os leitores

Primeiro Problema em Forks

capítulo Final

POV Esme

Meu telefone tocou antes que eu chegasse à estrada principal, era uma chamada local, se meu coração batesse estaria a mil por hora, poderia ser uma notícia extraordinária de que meu filho estaria bem, e também poderia ser a notícia que me reduziria a nada.

Eu podia ter muitas habilidades, mas a capacidade pra perder um filho, todos sabiam que eu não possuía, e o pior, é que não haveria penhasco que pudesse por um fim no meu sofrimento se isso acontecesse.

O celular tremia em minhas mãos incontroladas, minha filha me observava com tanta ansiedade que quase tomou o telefone da minha mão.

"Alô! Senhora Cullen?"

Eu já tinha percebido que o número não era de Carlisle, mas eu esperava que fosse ele de algum telefone público ou coisa assim, éramos novos por aqui e ninguém tinha meu número, respondi confusa.

"Sim, Esme Cullen falando."

"Aqui quem fala é Billy Black, estou dando à Sra. permissão para entrar nas nossas terras para que possamos resolver um problema."

Eu sabia quem era, embora eu não conhecesse nenhum Billy, eu sabia que os Black, eram os lideres da tribo Quileute, fiquei confusa.

"Sr. Black deve haver um engano, está procurando por meu marido Dr. Cullen? Ele é o líder que cuida dos problemas."

"Sinto muito senhora Cullen, mas trata-se da senhora mesma, se quiser ver seu filho com vida venha imediatamente, e sozinha, não permitiremos a entrada de mais de um vampiro em nosso território."

Tentei uma negociação.

"Minha filha está comigo e não vou deixá-la sozinha perto da fronteira, garanto que ela é de paz, já tem quase cem anos e nunca provou sangue humano."

"Somente a garota então, e mais ninguém."

Eu estava Feliz por meu filho estar bem, mas estava confusa se ligaria pra Carlisle ou não.

Rosalie e eu conversamos e chegamos à conclusão de que seria uma péssima idéia, Carlisle jamais permitiria que nós duas entrássemos em território dos lobos sem ele ou os meninos pra nos protegerem.

Então liguei pra ele dizendo que eu passaria em um lugar antes de voltar, não era bem uma mentira, o tom da sua voz me preocupou, ele parecia debilitado e parecia também que tinha chorado muito.

Parei o carro na fronteira e um garotinho alegre veio me guiar até sua casa, ele devia ter uns 13 ou 14, lindos cabelos compridos e um sorriso radiante.

"Olá Sra. e Sta. Cullen, é um prazer recebê-las."

Eu não pude deixar de perceber a sinceridade com que ele disse a palavra prazer, ele devia ser muito novo para metamorfose e deve achar que as lendas sobre os Frios são somente pra assustar criancinhas Quileute.

Ele entrou no banco de trás da Ferrari da Rosalie, e não conseguia ficar quieto, ele deveria ser tão apaixonado por carros quanto meus filhos, se não fosse o tratado eles até poderiam ser amigos um dia.

"Então garotinho simpático, qual é o seu nome?"

Eu perguntei disputando a sua atenção com os acessórios do carro.

"Ah sim, me desculpe Sra. Cullen, meu nome é Black, Jacob Black."

"Então Jacob, onde se encontra meu filho?"

Ele me olhou com as bochechas coradas, como se tivesse que dar um recado constrangedor.

"Mais uma vez peço desculpas, mas não tenho permissão para levá-las a ele, meu pai me pediu para guiá-las até a nossa casa, pra falar com a Sra."

"Aaaah... Vamos lá Jacob, se você me disser onde ele está, eu deixo você dar uma voltinha."

Rosalie tentou uma barganha.

"Proposta tentadora moça, mas eu gosto muito da minha pele, e meu pai me arrancaria ela no cinto, se eu fizer isso."

"Vamos fazer do jeito certo, chega cintos por hoje, não é mesmo mocinha?"

Não pude dizer qual dos dois ficou mais sem graça, se foi ele por deixar escapulir que apanha do pai, ou Rosalie por eu deixar escapulir que ela apanhou hoje.

O garoto ensinou o caminho e fomos recebidas por um índio majestoso em uma cadeira de rodas.

"Obrigado filho, agora vá brincar no celeiro com Quil e Embry, e lembre-se, não se aproxime, não é assunto seu."

"Paaaai, eu não 'brinco' no celeiro, eu conserto carros."

Ele disse olhando pra Rosálie todo encabulado por ser tratado como criança na frente dela.

"Quando os filhos vão aprender, que nunca deixam de ser crianças pra nós?"

"Billy Black."

O pai se apresentou, nem de longe tão simpático quanto filho.

"Falamos mais cedo ao telefone."

Ele continuou sem me permitir apresentações mais formais.

"Emmett Cullen é seu filho? Um garoto grandalhão de cabelos encaracolados e pretos, com olhos iguais aos seus, brigão, com piadas desagradáveis e que não consegue calar a boca?"

"O próprio."

Foi tudo que eu pude responder, senti Rose suspirar de alivio.

"É somente pra constar."

Ele explicou.

"Queremos ter certeza de que não é nenhum vampiro tentando se utilizar do tratado Cullen pra se safar com vida, e sabe como é, meu bisavô não deixou nenhuma foto de vocês."

Eu ri do que parecia ser uma piadinha pra quebrar o gelo, mas ele permaneceu sério, e o termino da explicação me fez entender o porquê.

"Matamos um hoje e outro fugiu, capturamos o seu filho, mas ele informou ser um Cullen antes de ser morto."

Minhas pernas bambearam só de imaginar meu Ursinho sendo encurralado por um bando de lobos.

Chegamos a uma cabana, um grande lobo cinza rodeava meu filho e um índio grande e corpulento de cabelos curtos com uma tatuagem Quileute no braço, como a de Efrain, nos analisou dos pés a cabeça.

O Sr. Black fez um sinal com a cabeça e disse.

"Deixe-as passar Sam, ordene Paul que se afaste, eles precisam de privacidade."

Todos saíram e Rosalie avançou abraçando Emmett e eu me juntei ao abraço, soltei um pouco para contemplar meu filho são e salvo, eles se beijaram apaixonadamente.

Rosalie se afastou um pouco me permitindo um momento de mãe, eu peguei suas bochechas fofas entre as mãos movendo seu rosto, procurando algum dano como toda mãe frenética faz.

"Você está bem meu Ursinho, alguém fez alguma coisa com você?"

"MãÃe...!"

Ele revirou os olhos olhando envergonhado pra fora pra ver se alguém teria ouvido seu apelido constrangedor.

"Eu estou bem mamãe."

Ele disse com aquele sorriso sorrateiro.

"Que bom, porque eu vou te matar."

Peguei a minha rasteirinha, e dei três chineladas nele.

SLEP! SLEP! SLEP!

"Para mãe! Tem gente olhando."

Ele disse sussurrando sem graça.

"Quer me dizer como foi que você veio parar em território Quileute?"

Eu pedi a Rosalie para buscar o Sr. Black para que eu pudesse explicar tudo a Carlisle sem omitir nenhum detalhe.

E ele começou a contar sua história, gesticulando tão empolgando como uma criança contando um filme de aventura.

"Eu me vesti assim que o pai saiu, e vim direto pelas árvores pra mascarar o meu cheiro o máximo possível, e quando eu já estava chegando próximas as terras Quileutes...BAM!"

Ele me fez saltar com o grito.

"Eu vi um vampiro nômade atacar um ser humano, e desci para ajudá-lo, tarde demais, ele já tinha morrido, foi então que o vampiro paaaaaartiu pra cima de mim achando que eu tentara roubar sua presa."

Ele disse a palavra partiu enfatizando com um soco no ar.

"Mas eu deeei uma rasteira nele, daquela que o Jazz ensinou pra gente, e ele BAM!"

Nem é preciso dizer que ele imitou o movimento da rasteira e me fez pular novamente com o bam.

"Ele correu de mim e eu o persegui até o rio, ele entrou na terra dos lobos, mas eu estava tão próximo dele que eu pensei que poderia alcançá-lo antes que eu fosse pego por eles, ele deu a volta e acabamos saindo das terras Quileute sem sermos vistos, mas espalhamos o aroma de vampiro atraindo os loôobos."

Ele formou garras e disse lobos com voz de criança contando histórias de terror, fazendo todos revirarem os olhos.

"Eu finalmente o alcancei, um parceiro dele apareceu, avançou sobre mim e me agarrou pelas costas."

Ele contou rangendo os dentes de frustração.

"O escroto fugiu..."

"Boooca!"

"Desculpe-me, o ilustre perseguido..."

Ele disse com sarcasmo.

"...Fugiu e o outro me agarrou pelo pé e minha bota saiu me libertando."

Ele apontou para o pé descalço, fazendo um bico de manha, e eu me lembrei de que eram as botas que ele ganhou do pai no aniversario de 59, e eu tive a resposta do que eu já estava curiosa pra saber.

"Estávamos tão perto do território que eu tive a brilhante idéia de servir de isca e entrei novamente, mas só que dessa vez sendo perseguido, eu sabia que os lobos já estariam por perto pela minha primeira aventura em suas terras. Dito e feito, o lobo preto..."

Ele apontou para o índio chamado Sam.

"Emmett, é feio apontar."

Eu repreendi, e ele encolheu o dedo sem graça.

"Então, o lobo preto apareceu pulou por cima de mim e o derrubou de costas no chão estraçalhando-o com os dentes."

Ele rangia os dentes contando os detalhes sórdidos.

"Quando eu já ia saindo pra pegar minha bota, o cinza ali apareceu me fazendo recuar, em quanto o outro queimava os pedaços do vampiro. Quando eles decidiram me matar eu disse a eles que eu era um Cullen e eles me trouxeram pra cá pra averiguar se era verdade."

"Super interessante, então você é um Cullen? Pensei que você fosse MacCarty..."

Eu disse colocando as mãos nos quadris, com tanto sarcasmo na minha voz que os Quileutes nem levaram em consideração a troca dos nomes, percebendo que esse era um assunto doméstico.

Ele começou a mexer nos dedos e toda a euforia foi embora.

"Sabem quem mais vai adorar essa história? Seu pai! Principalmente a parte em que você entrou em território Quileute."

Ele ficou mudo olhando pros pés com as mãos nos bolsos da frente da calça.

Olhei para o chefe Black e fiz uma pergunta curiosa.

"E por falar em pai, Sr. Black, por que o senhor me ligou ao em vez de chamar o Dr. Cullen?"

"Por que ele me deu o seu telefone e se negou a dar o do líder..."

"Pai..."

Eu corrigi.

"Certo, ele se negou a dar o telefone do pai, disse que somente você resolveria, e que seu chamasse o Dr. Cullen ele viria acompanhado de mais dois, porque agora vocês são quatro machos e três fêmeas."

"Explique-se!"

Eu dei a ele um olhar capaz de congelar o inferno.

"É que eu me lembrei de quando o papai bateu no Jasper daqueeela vez que ele fugiu..."

Ele enfatizou pra não precisar dizer na frente deles, que eeessa vez, a que ele se refere, foi quando Jasper tinha pouco tempo conosco ele teve uma recaída mordendo um humano, ele pensou que Carlisle não o perdoaria e fugiu sem deixar nem um bilhete, foi seu primeiro encontro com o cinto da disciplina.

"...E ele disse que o próximo que fizesse isso, iria apanhar onde ele o achasse, mas só que eu não pretendia voltar, mas dai deu tudo erraaado."

Ele começou a chorar antes de terminar de pronunciar a palavra errado, eu o abracei, os índios se tocaram que era assunto pessoal e se afastaram pra nos dar privacidade.

"Oooh... meu Ursinho, porque você fez isso, meu amor?"

"Porque eu só dou problema pra vocês todos. E por que eu penso que o papai não vai mais me perdoar, ele disse que eu já venho aprontando faz tempo, eu não quero ficar lá em casa só por causa da Rose."

"Você tem noção do quanto seu pai te ama e está arrasado, desesperado, enlouquecido atrás de você?"

Ele passou a mão no traseiro instintivamente, imaginando no que tanto amor e preocupação iriam resultar.

"Ele já estava indo te consolar quando você não quis falar com ele. Por quê?"

"Eu tinha ouvido a surrona que o Edie levou de vara, e antes disso eu ouvi ele contando os detalhes sobre a corrida, então quando percebi que eu é que tinha fud... estragado tudo... o Jasper e a Rose apanharam até chorar e até a Lice ganhou um monte de palmadas, eu percebi que eu só trago problema pra todo mundo."

Ele disse com uma carinha de partir o coração.

"Meu filho, você tem noção do estado em que você deixou toda sua família, a Alice, não sei por que cargas d'água, não conseguiu te ver, o Edward não conseguia te ouvir, seu pai caiu no chão quando leu o seu bilhete se referindo a todos como Cullens e a si como MacCarty. Você o fez chorar, Emmett, e eu nem preciso dizer como Rosalie ficou."

Olhei pra ela, que não se conteve e o abraçou chorando.

"Meu filho, meu filho, o que é que eu faço com você agora?"

"Mamãe, me ajuda, o papai vai me matar."

"Eu nem sei como que o seu pai está, eu nunca tinha visto ele assim, quando Edward fugiu, ele ficou decepcionado ferido magoado com a escolha dele, preocupado, mas sabia que Edward poderia voltar um dia porque sabia do seu amor. Quando Jasper fugiu, só tinha um ano que estava com agente, ele ficou preocupado com perturbação dele, mas fazia tão pouco tempo que ele sabia que ainda tinha que mostrar a ele que seu amor era capaz de perdoá-lo. Mas você Emmett, fugiu duvidando do amor dele, ele está desesperado pensando que você não sabe o quanto ele te ama."

"Eu sei que ele me ama e é por isso que eu tô frito, quando ele souber quanto risco eu corri e que você veio me buscar aqui."

"Eu sinto muitíssimo meu filho, eu verei o que posso fazer, e por falar em buscar, vamos indo que eu estou louca pra acabar com o sofrimento dele."

Quando entramos no carro Rosálie perguntou.

"Ei amor, com que dinheiro você estava pretendendo fugir se você está sem cartão de crédito desde o dia da vaca?"

Ele olhou pra mim vendo a minha curiosidade me fez prometer.

"Jura que não conta pro Papai?"

Eu passei um zíper na boca, tranquei e joguei a chave imaginaria sobre o ombro, então ele respondeu.

"Eu tenho mais de trinta mil dólares guardado, das apostas que eu ganho de vocês quatro, não dava pra ir muito longe, mas já dava pra me juntar ao circo."

Nós sorrimos todo o caminho de volta, mas ele começou a ficar tenso quando avistamos a casa e seu pai estava do lado de fora na escadaria da frente, andando de um lado para o outro.

Quando o carro parou, ele nem teve tempo de fugir, Carlisle veio ao seu encontro como um raio, e o abraçou chorando.

"Meu filho, eu te amo meu filho, o papai te ama filho, me perdoa por bater em você com raiva, me perdoa por não te abraçar depois da surra e dizer que você estava perdoado, o papai te ama tanto meu filho, eu pensei que você estivesse morto."

"Papai eu é que tenho que pedir perdão por duvidar do seu amor, eu não duvido não, eu só estava confuso, desculpe-me por assinar MacCarty no bilhete."

Ele chorava e beijava o filho na testa na cabeça na bochechas, e seus irmãos choravam vendo aquela cena. Somente Rosalie e eu não entendíamos direito o porquê.

De repente ele soltou o filho e abraçou a nos duas ao mesmo tempo. Ele dava beijos alternados e nos sufocava com abraços.

"Que é isso Carlisle?"

Por cima do ombro dele eu vi os irmãos agarrados ao Emmett, Alice pendurada no seu pescoço Edward nas suas costas e Jasper do lado com os braços em volta dos dois.

"Vamos pra dentro e vamos explicar tudo."

Ele me tranqüilizou.

Na sala o clima de festa durou por um tempo, depois deu uma amenizada quando Carlisle contou como todos chegaram a creditar nas nossas mortes, e eu contei os detalhes da aventura do nosso filho que aos poucos iam tomando forma e se encaixando nas coincidências.

Emmett foi se afastando aos poucos e se aproximando das escadas tentando sair despercebido.

Carlisle raspou a garganta fazendo-o parar no terceiro degrau.

"Onde o Sr. Emmett Cullen pensa que está indo?"

"É ... eeu... eu... estava indo guardar as minhas botas, Sá comé né?, depois de quase ficar sem elas tenho zelar ?"

"Não, não não! Pode voltar aqui Campeão!"

Emmett voltou com os olhos lacrimejando, no fundo ele sabia que depois da sua pequena aventura ser revelada ele não escaparia ileso.

"Bom, agora que tudo voltou ao normal, os castigos continuam os mesmos, mas em comemoração a vida do meu filho, da minha filha e da minha esposa eu vou abrir uma exceção, Rosalie pode voltar pro seu quarto, Jasper pode voltar para o seu e Edward pode ligar seu aparelho de som e tocar seu piano quando puderem sair dos quartos, mas só o aparelho de som e só pro Edward, vídeo games, internet e celulares ainda estão proibidos para todos."

Eles sorriram com a decisão do pai, ele estava tão feliz que eu tinha certeza, que no próximo dia mesmo, eles já poderiam sair dos quartos juntos com Alice.

"E quanto a você Emmett, eu te faço uma pergunta... O que acontece com as crianças que fogem dessa casa?"

Ele cobriu o traseiro com as duas mãos.

"No entanto, não existe traseiro capaz de pagar pela preocupação que você conseguiu causar, devo-lhe informar que você extrapolou absolutamente todo os limites, então você vai ficar por 20 anos sem sair para parte alguma sem alguém na sua cola, mesmo que seja só a Rosalie, nem faculdade eu vou deixar você fazer a menos que seja a mesma de Jasper e Rose, eu não quero tão cedo experimentar a sensação de não saber onde o Sr. está. E quanto a sua surra, você vai levar duas varadas por cada delito só pra não ficar acumulado, e mais dez por fugir, vai ser aqui na sala pra servir de exemplo pra suas irmãs que ainda não fugiram, e reforçar o lembrete dos dois fujões aqui. Agora eu quero que você vá lá em cima e busque a vara do Edward que ficou no escritório.

Ele subiu as escadas segurando choro.

"Amor você tem certeza?"

Eu perguntei com as mãos no rosto do meu marido.

"Acompanha o meu raciocínio Esme, Edward ganhou uma surra daquelas inaugurando o cinto da disciplina, Jasper teve seu primeiro encontro com o cinto da disciplina quando fugiu, todos eles sabem que eu bato com amor e porque quero protegê-los, se eu simplesmente deixar essa fuga e essa exposição ao perigo passar em branco, Emmett no fundo vai sentir que eu não me importo com ele tanto quanto me importo com os outros, e o que é pior pode virar um costume por aqui e eu não acredito que eu tenha forças pra acreditar que um filho meu morreu novamente."

Emmett desceu as escadas devagar demais até pra um humano, com a varinha na mão.

"Todos sentados no sofá e Emmett tire somente a calça."

Ele virou de costas pra não ter que encarar ninguém.

Carlisle pegou no braço dele e minhas lagrimas começaram a cair.

"Essas são por enfrentar vampiros nômades sem ajuda."

SU ÍCH!* SU ÍCH!* Aaaii!

Os irmãos se encolheram no sofá.

Ele bateu somente nas coxas para poupar o traseiro dele que já tinha sido castigado mais cedo.

"Essas são por entrar em terra Quileute sem permissão."

SU ÍCH!* SU ÍCH!* OOOoouu

Ou ele estava com vergonha de fazer escândalo, ou Carlisle estava mesmo morrendo de compaixão, ou ele sentiu que merecia pelo sofrimento que ele causou a todos nós, porque seus gritos não eram nem a metade do que ele costuma fazer.

"Essas são por mentir com meu nome pra o chefe Black chamar a sua mãe."

SU ÍCH!* SU ÍCH!* HAiiiiii

"E porque você vai ganhar essa surra agora Emmett?"

"Por favor, papai me perdoa, eu juro que eu não faço mais."

SU ÍCH!* Responda!

"AAAAAAaaaaaiiiii!Fugir, fugir, por fugir!"

O verdadeiro Emmett começava a surgir.

SU ÍCH!* PAAAARAAA

SU ÍCH!* EU NÃO VOU FIGIR MAIS NAAAAAAAO

SU ÍCH!* AAAAAAUUUUUUUU

SU ÍCH!*AAAAAAAAAAAAAAAAAAA

SU ÍCH!* PARA PAPAI PAAAAAAAARA

SU ÍCH!* EU NÃO FUJO MAIS! EU NÃO FUJO MAIS

SU ÍCH!* CHEEEEEEGAAAA!

SU ÍCH!* CHEEEEEEGAAAA!

SU ÍCH!* AAAAAAAAAAAAAAAiiiiiii

SU ÍCH!* AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

"Vem aqui Campeão..."

Ele escondeu o rosto no ombro do pai.

"Pra cima todo mundo!"

Carlisle ordenou e antes que fechasse a boca já não tinha mais ninguém na sala além de nós.

"Nunca mais faça isso comigo! Nunca mais faça isso com o papai!"

Ele chorava abraçado ao filho.

"Acabou filho, está tudo acabado e perdoado, eu te amo demais, nunca se esqueça disso, eu faria qualquer coisa no mundo pra manter você e seus irmãos a salvo."

"Eu também te amo papai, me perdoa por tudo."

"Sim meu filho sinta-se perdoado, você já foi punido, já enfrentou as conseqüências e está perdoado."

Ele limpou o rosto de Emmett com as mãos e beijou a sua testa.

"Você quer o papai vista você?"

Ele perguntou com carinho.

"Hum... na verdade, já que todos já me viram assim, e estou indo pro meu quarto eu preferiria ficar assim mesmo."

Ele disse começando a formar aquelas covinhas fofas na bochecha.

"Tudo bem filho, vá pro seu quarto vá!"

Ele subiu como um foguete.

Eu abracei minha razão de existir e caímos no sofá.

Pap - "Eu nem acredito que acabou."

Mam - "Nem eu."

Mam - "É... Primeiro Problema em Forks..."

Pap – "Como eu gostaria que parasse no primeiro."

Mam - "Éeeee"

Pap - "Mas algo me diz que ainda teremos o segundo e o terceiro e o quarto..."

Mam - "E o quinto e o sexto...mas o que importa e que estaremos sempre juntos."

Pap e Mam - "Eu te amo..."

Ed, Em, Rs, Al e Js – "Huuuuuuuuummmmm..."

Fim

A/N- Finais são sempre difíceis de escrever, e nunca agradam a todos, mas deixe-me a sua opinião.

Obrigada de coração a todos os fãs de P.P.F, vocês impulsionaram cada pedacinho dessa historia.

COMUNICADO

Você que imagina que P.P.F terá continuação está absolutamente correto, mas se predarem pra sentir saudade, pois ainda não Há previsão, mas nelluca nunca abandonará vocês. Amanhã eu começo a preparar pra postar uma historia que estava pronta a séculos, chamada "Péssima Idéia" ela não e tão grande quanto essa mas se passa em algum lugar mais ou menos em Eclipse.

Depois eu vou postar pequenas fics de 1, 2 ou no máximo 3 capítulos, que será uma coleção de flash backs de P.P.F e de "Péssima Idéia"são pequenas fics que já existiam e que deram vida a essas duas historias, a começar pelo tão citado incidente envolvendo carros que aconteceu antes, em que Carlisle deu tantos avisos. quase todas terão disciplina com castigos corporais mas nem todas.

Preview de "Péssima Idéia"

Os hormônios de Edward estão à flor da pele a ponto de ele responder o pai, sabendo o que vai acontecer, ele tem a brilhante idéia de virar as costas pra ele desafiando a sua autoridade, e se esconder na casa de Bella, onde ela descobre o segredo da casa dos Cullens, e eles trocam historias, enquanto Carlisle está em casa tentando decidir o que fazer em uma situação totalmente nova pra ele.