AVISO da Autora: Eu não possuo os personagens criados por qualquer Stephanie Meyer ou Arthur Conan Doyle.

Aviso da Tradutora: Está história pertence a Persephonesfolly, tenho a devida autorização da mesma para posta-la aqui.

Perfil da Autora: . net / u / 854398 / persephonesfolly

Link da Fanfic em Inglês: . net / s / 5598412 / 1 / Dr _ Cullen _ I _ presume

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Sinopse: A longa vida de Carlisle como um vampiro abre centenas de bonitas possibilidades. Sabemos apenas que ele passou séculos na Europa e várias décadas com os Volturi depois de se tornar um vampiro, na Inglaterra, e que ele acabou em Chicago no início de vai dizer se ele não exercia medicina por um tempo no seu país natal antes de se avançar para a América?

E quem pode dizer que ele não encontrou certo detetive famoso lá também?

Nesta versão U.A do passado de Carlisle, ele encontra Sherlock Holmes e se consulta por meio do Dr. Watson.

Capítulo Um: Londres, 1890.

Pov Dr. Watson

"Dr. Watson, gostaria de lhe apresentar o Dr. Cullen?"

Dr. Aubrey convocou-me de minha prática em Paddington para examinar com ele em um caso bastante penoso do Hospital Saint Thomas, em Southwark.

O paciente, um Tenente Coronel aposentado, queixou-se de dores de estômago. Ele insistiu que a causa foi uma bala Jezail em seu abdômen,que ele obteve quando foi ferido durante uma briga na passagem de Khyber.

Desde o início, sua atual dor foi súbita e lancinante, Dr. Aubrey supôs que a causa não poderia ser de fato à bala, mas o tenente-coronel recusou-se obstinadamente a cirurgia porque tinha sido informado de que a bala foi alojada perigosamente perto de sua coluna vertebral.

Em desespero, Dr. Aubrey me consultou, sabendo que eu também tinha servido nas forças de Sua Majestade no Afeganistão, e com razão, supondo que o paciente era mais provável de ser convencido por um companheiro veterano da campanha no Afeganistão do que por um médico civil.

Juntos ponderamos sobre o homem ter a cirurgia necessária para remover o apêndice que o Dr. Aubrey tinha por certo que fora a causa de seu desconforto.

Nenhuma sala de cirurgia estava disponível, até o final do dia, uma vez que já estavam programadas para outros procedimentos, de modo que a cirurgia só teve início nas primeiras horas da manhã seguinte, mais tarde depois da minha consulta passei para verificar o paciente.

Nós tínhamos acabado de sair do quarto do Tenente Coronel, estávamos em nosso caminho ao fundo do corredor quando Aubrey falou comigo. Um bando de jovens médicos estavam conversando na frente de uma sala,consultar suas notas.

Aubrey baixou a voz enquanto caminhava em direção a eles, esquivando-se uma irmã de enfermagem com uma maca enquanto ele falava.

"Estou grato a você, Dr. Watson, pois nem mesmo o persuasivo Dr. Cullen pode incitar meu paciente em consentir com a cirurgia que estou certo irá salvar sua vida, e o pode geralmente encantar os pássaros das árvores com seu charme."

Eu não podia ver sinais de charme cativante em qualquer um dos médicos amontoados.

Ao contrário, todos pareciam cansados e mal-humorados, a condição natural dos médicos durante as longas horas de treinamento como bem me lembro dos meus dias no Hospital de São Bartolomeu.

Mas além deles, no entanto, havia um homem se despedindo de uma mulher em um vestido de lã verde.

Ela estava segurando a mão de uma criança pequena de cabelos dourados ao seu lado. A tonalidade semelhante ao do penteado da mãe,olhando por baixo de seu chapéu dizia-se mãe e filha.

A mulher sorria enquanto apertava a mão do médico, a expressão brevemente iluminou as características desenhadas com dor, então ela levou a criança na direção da escada.

Quando ela saiu, o homem virou-se para vê-la ir. Em sua expressão iluminada,um rosto bonito e pensativo olhava a paciente se retirar.

Seus cabelos vigorosos eram louros de uma forma que alegou terem Vikings ou Anglo-Saxões em seus ancestrais distantes.

Um nariz nobre, classicamente empregado a essas características e a palidez comum a muitos durante o nosso longo inverno inglês, me lembrou de uma estátua de um jovem Adônis de um museu, inexplicavelmente transportados em roupas modernas para as salas do hospital São Thomas.

Aquilo era um impressionante exemplo de masculinidade Inglesa, e não era de se admirar que a sua paciente sorrisse para ele, apesar de sua dor.

"Dr. Cullen, eu presumo?" Murmurei de volta ao Dr. Aubrey, indicando o cavalheiro que se aproximou.

Aubrey não quis me ouvir ou fingiu que não, assim ele o chamou em uma saudação cordial.

"Cullen, meu bom homem. Eu trouxe o Dr. Watson para conhecê-lo."

O homem adiantou-se sorrindo, como poucos podem resistir a Aubrey e sua inevitável marca de alegria.

Em seus olhos havia uma expressão de bondade e compaixão que se gosta muito de ver em jovens médicos.

Demasiadas vezes, as falhas inevitáveis experimentadas em nossa profissão podem insinuar determinadas debilitação clínica. Não havia nada disso no Cullen.

Aubrey parou ao lado do Dr. Cullen e continuou. "Dr. Carlisle Cullen é um dos melhores cirurgiões que o Hospital São Thomas pode vangloriar-se."

"Como vai ?"

Apertamos as mãos por alguns instantes. Ele tinha um aperto firme, e me olhou diretamente nos olhos enquanto fazia mãos estavam hospitais antigos eram notórios por sua falta de um bom aquecimento central.

"De fato, muito bem, o Dr. Watson. Posso perguntar-lhe se você é o Dr. Watson, que escreveu as histórias de Sherlock Holmes?"

"Supostamente sim." Eu respondi surpreso e satisfeito, pois eu tinha publicado dois deles 'Um Estudo em Vermelho' e depois 'O signo dos quatro'.

Um quente sorriso enfeitou ainda mais a face do . "Então é mais do que um prazer conhecê-lo Dr. Watson, porque eu sou um ávido leitor e os métodos de investigação empregados nos contos do Senhor Holmes me cativaram. Estou esperando que você planeje escrever mais?"

Aubrey sorriu se desculpando e caminhou para se juntar aos médicos mais jovens onde a conversa no corredor crescia aquecida.

A solução ideal seria eles pararem os médicos que estavam discutindo.

Fiquei bastante contente por ele ter ido embora porque eu era novo para publicar algo, não pela escrita, e sim na intersecção das minhas atividades médicas a criatividade não era algo com que eu estava totalmente confortável.

As maiorias de doutores se publicaram algo eram no máximo, teses médica, mas as minhas aventuras com Sherlock Holmes eram muito revigorantes para guardar apenas para mim. Não que Holmes fosse implícito. Foi a emoção da perseguição que o levou, e não o respectivo a aquilo.

"Sim, bem, talvez", Eu admiti. "Há muitos mais de onde os contos vieram", Haverá muito mais Holmes se me permitisse publicá-los, negligenciei isso, pois era uma outra questão.

"Você incentiva minhas esperanças.", disse o Cullen. "Acho que o Sr. Holmes ' tem habilidades fascinantes e seu estilo de escrita é atraente."

Senti a vermelhidão subir para minha face, com a vergonha e por isso me apressei a mudar de assunto.

"E quanto a você, Dr. Cullen? Dr. Aubrey me dizia que você é um cirurgião muito bom. Amanhã pela manhã é você que vai realizar a cirurgia do tenente-coronel Waverly?"

Uma expressão de arrependimento cruzou os traços perfeitos Dr. Cullen.

"Estou receoso que talvez não possa. Eu trabalho no turno da noite. Só vim hoje um pouco mais cedo que o habitual para ver alguns doentes."

"Não o deixe enganar você",Dr. Aubrey afirmou, retornando ao nosso lado. "Como o inverno começou o Dr. Cullen tem vindo mais e mais cedo. E praticamente assumiu nossos pacientes da emergência no final da único arrependimento é que eu saio do trabalho quando ele está entrando, portanto, não somos capazes de consultar-nos tão freqüentemente como eu gostaria. "

Com algumas observações e mais cortesia de todos os lados, a conversa acabou e eu não pensei mais sobre o encontro até o dia seguinte quando voltei ao hospital Saint Thomas quando fui verificar o depois do que eu tinha planejado, e o sol do inverno estava prestes a sucumbir sob o horizonte pela janela quando eu saí do quarto Waverly.

Aubrey tinha muito provavelmente salvo sua vida, insistindo na cirurgia.

O apêndice estava perto de estourar quando o cirurgião o removeu naquela manhã, mas, desde infecção, Waverly não levantou uma boa chance de sobrevivência.

"Dr. Watson."

Foi com uma ligeira emoção do medo que eu ouvi o meu nome que emana das sombras enquanto eu descia a passos de Saint Thomas, até que vi que era o Dr. Cullen destacando-se do lado do edifício.

Foi com uma pequena dose de medo que ouvi meu nome emanando das sombras enquanto eu descia os degraus do hospital Saint Thomas, até que eu vi que era o Dr. Cullen destacando-se do lado do edifício. Ele se moveu com uma graça silenciosa que lembrou-me desconfortavelmente de um leão perseguindo sua presa.

"Dr. Cullen!"

"Eu preciso falar com você" entoou em voz baixa, olhando para a entrada principal do hospital.

"Claro, claro, vamos entrar?"

"Não, se você não se importa", respondeu ele, com firmeza e surpreendente, ele pegou meu cotovelo e puxou-me para longe do hospital, virando a esquina como a voz de Aubrey, juntamente com alguns de seus colegas médicos, vindo atrás de nós ruidosamente. Aubrey foi um bom companheiro,mas é difícil dete-lo, e a muito foi o tempo de "apenas mais uma bebida",esse ficou para trás a uns cinco ou seis anos, antes que eu pudesse me separar de seu convívio.

O Cullen me levou a um pequeno bar freqüentado pela classe operária, principalmente pescadores e estivadores*[1]. Tudo era limpo e relativamente soscessegado.O Cullen nos trouxe dois chopes e senti quando provei que era potável.

Notei que ele mal tocou,porém deduzi ser seu estado emocional ,como me contara.

"Dr. Watson, eu tenho um problema e não sei a quem recorrer. Com as peculiaridades da minha agenda... eu não consigo resolver isso sozinho e eu estou me sentindo perdido."

O coitado estava evidentemente frustrado. Nós, médicos, muitas vezes nos prendemos à idéia de que a nossa palavra é lei no campo da medicina, e tenho notado que os cirurgiões, especialmente tendem a adquirir uma certa arrogância que vem com a vida e a morte em suas mãos hábeis. No entanto, o Cullen não me parece ter esse tipo de arrogância.

"Se eu tiver uma saída, meu caro amigo, eu prometo que vou fazer o que posso."

Ele parecia se recompor das minhas palavras e começou sua história.

"Você se lembra da mulher e criança com quem eu estava falando um pouco antes de você me conhecer?

A mulher deu seu nome como Srª. Peterson, e sua filha Emily. Ela chegou ao hospital reclamando de dores de cabeça, terríveis dores de cabeça debilitantes. Examinei-a e no curso de meu exame descobri que ela era viúva de um companheiro que estava comigo em um navio que descia a mais ou menos 1 ano atrá e sua filha estão sozinhas no mundo, tanto que ela e o marido foram abandonados na adolescência, e eram ambos filhos ú situação financeira é precária.

Ela tem uma pequena aposentadoria de um avô, e trabalha como professora de canto para complementar sua pequena renda, agora que seu marido não está mais presente para fornecer para ela.

Estou te contando isso, para explicar o porquê eu acredito que é o estresse de sua situação ao invés de causas físicas que lhe trouxe a sua cabeça.

Ela também sentia a algum tempo que uma presença malévola foi vê-la, mas eu pensei que parte integrante de sua dor e isso era uma forma de descontá-la. "

Eu consenti. O sexo mais frágil, muitas vezes tem fantasias que nós meros homens não podem compreender. Minha própria esposa, Mary, tem uma aversão desproporcional aos insetos.

Dr. Cullen passou a mão pelos cabelos e olhou melancolicamente para seu copo de chope.

"Eu gostaria de poder ajudá-la, mas ela desapareceu."

"O quê? Bom Deus!"

O homem deu um pequeno sorriso amargo. "Esta manhã, no final do meu turno eu saí do hospital e vi Emily sentada nos tentou durante toda a noite criar coragem para entrar e me encontrar, mas não foi capaz de modo que ela esperou por mim para misericórdia não nevou na noite passada, pois ela certamente teria congelado lá fora ".

"Horrível!" Eu Murmurei. O pensamento de uma menina congelando até morte há passos de um hospital foi muito pavoroso,mas possível em uma instituição de ocupados,como Saint Thomas, onde uma criança poderia facilmente ser negligenciada por aqueles que vêm e vão.

"Completamente", concordou o Cullen. "Ela disse que um homem mau, havia levado a mãe embora,e desde que Emily não sabia como voltar para casa sem a mãe, ela refez os seus passos para o hospital e esperou por mim. Sua mãe lhe disse para nunca atravessar a Ponte de Londres sem ela, então ela não poderia tentar chegar em casa sem ir contra a vontade da mãe, mesmo se tivesse lembrado do sabia que a Sra. Peterson e Emily estavam sozinhas no mundo, então, sem outra escolha eu levei a criança para minha casa e deixei a minha empregada de meio período para olhá-la temporariamente mantendo um olho nela enquanto eu tentava descobrir o que aconteceu com sua mãe. Eu passei o dia falando com o proprietário da casa da Sra. Peterson,uma pessoa muito desagradável, tudo que ele me disse foi que a Sra. Peterson era uma mulher respeitável que nunca iria deixar a filha sozinha, mas que pela primeira vez em anos, ela não voltou para casa ontem à parecia mais preocupado com perda do seu dinheiro do aluguel do que com sua segurança e bem-estar. Eu fiz algumas escavações e encontrei o endereço de um prima da Sra. Peterson na América e eu escrevi para ela explicando a situação, mas vai levar algum tempo antes de eu receber de volta ".

Considerando, o estado dos correios no exterior, é provável que o Cullen realmente fosse forçado a cuidar da criança por mais alguns dias. Ele parecia jovem para um cirurgião, e jovens solteiros e crianças pequenas geralmente não combinam bem.

"Eu preciso contratar os serviços do Sr. Holmes para descobrir o que aconteceu com a Sra. Peterson", disse o Cullen.

"E eu preciso que seja feito de maneira discreta. Você sabe como os funcionários do hospital são fofoqueiros, e se sabem que estou cuidando de uma criança sem mãe..."

"Sei, sei." eu disse apressadamente. O Cullen estava certo.

As pessoas iam imediatamente chegar à conclusão de que Emily foi talvez a própria filha ilegítima do Cullen. Foi a seu crédito que ele estava disposto a tomar a menina ao invés de mandá-la para o seio indiferente da polícia, mas mais uma vez...

Eu perguntei.

"Por que não consultar a polícia?"

"Não que o Holmes não poderia resolver o seu caso, mas a polícia é a utilizadas para a busca de pessoas desaparecidas."

O Cullen apertou as mãos sobre seu copo.

Pensei por um momento que eu ouvi o vidro começa a rachar, mas os dedos se soltaram

imediatamente, e ele respondeu.

"Eu não vou causar a Sra. Peterson, qualquer constrangimento ou ansiedade se for verificado que há uma explicação perfeitamente inocente e lógica para seu desaparecimento.

Sua enxaqueca pode vir a piorar no caso e, além disso, eu não acho que ela se foi a tempo suficiente para a polícia para tratar a situação com a mesma seriedade que merece. "

"Eu vejo o seu ponto", concordei. "Mas certamente, reunindo uma mãe e seu filho..."

"É por isso que gostaria de contratar o Sr. Holmes, anonimamente, para analisar o caso. Ele é certamente mais qualificado do que a polícia a encontrar respostas para os casos quase impossíveis, não é?"

O que eu poderia fazer, além de assentir?

Eu mais do que ninguém sabia dos talentos de Sherlock Holmes. Quando tudo parecia perdido, quando os melhores cérebros da Scotland Yard tinham dado tudo a oferecer,estavam em uma perda completa, Holmes sempre veio.

"Eu vou fazer isso", disse ele. "Vou levar seu caso para Sherlock Holmes."

(N/Autora: Esta história é ambientada em 1890, e com licença poética anacrônica eu estou fingindo que o hospital Saint Thomas, ainda não foi demolido em Southwark para abrir caminho para o viaduto do caminho de ferro Charing Cross - que aconteceu em 1862, que eu não sabia quando eu comecei a história e precisava de um hospital, onde Watson Cullen e poderia atender.

*[1](N/Tr. Segundo dicionário Michaellis - "estivador 1 Operário que trabalha nas capatazias dos portos no serviço de carga e descarga de navios, quer trans portando mercadorias do armazém ao navio, ou vice-versa, querem arrumando-as no necessário empilhamento.)

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A fic tem 4 capítulos e assim que ouverem comentários eu estarei atualizando, a tradução está completa assim como a original.

Se você tem algo a dizer para a autora pode passar para mim que eu traduzo e repasso a ela.

Beijos espero que gostem ;D