I Hate You, Kiss Me

Sinopse: Bella desistiu de namoros, mas tem uma noite com o misterioso Edward Cullen. Ambos são surpreendidos quando ele consegue um emprego em seu escritório de advocacia! Os Colegas de trabalho Alice e Jasper, seu melhor amigo Emmett e a chefe sensual Rose, desempenham um papel na vida amorosa de Bella.

Disclaimer: A fanfic pertence a BittenBee que me autorizou a tradução. Os personagens em sua maioria pertencem a Stephenie Meyer. Não copie a tradução e nem a história, tudo é da BittenBee.


"Quanto mais nos doamos, menores parecemos." - Friedrich Nietzsche

"O que há de mais belo nos homens viris é algo feminino, o que é mais bonito nas mulheres femininas é algo masculino." - Susan Sontag


Capítulo 21

(Traduzido por Mili YLJJ)

O peso se deslocou e sombras se moveram lentamente atrás das minhas pálpebras. Minha mente estava flutuando com o sono, meu corpo quente e confortável. Uma sensação de cócegas e umidade em meu peito, me puxando para acordar. Santo inferno isso é muito bom...

Com um gemido, eu preguiçosamente abri meus olhos para a escuridão azul da manhã. A boca de Edward estava em cima de mim, beijando e sugando suavemente a minha pele. Já sentindo o desejo embaralhando os meus sentidos, eu abri meus olhos um pouco mais.

"Mmm..." Eu cantarolei, lentamente, flexionando os membros, começando a sentir as dores reais na superfície.

Sabendo que eu estava finalmente desperta, Edward segurou meu outro seio, provocando meu mamilo. Ele estava ansioso para transar, mas me tocava com cuidado.

"Edward..."

"Mais uma vez", ele murmurou, a ponta de seu nariz levemente correndo ao longo do meu pescoço. Eu tremi agradavelmente.

Suas mãos quentes deslizaram pelos meus lados, passando por meus quadris. "Nós já fizemos isso três vezes nesta noite." Eu me via incrivelmente mais viciada nele desde o momento em que o gelo foi quebrado, mas eu estava machucada, estremeci um pouco quando me estiquei debaixo dele.

"Eu vou ser gentil", ele sussurrou, lambendo o ponto atrás da minha orelha. "Prometo..."

Minhas pálpebras estavam pesadas com a luxúria, a minha pele arrepiando com a antecipação enquanto eu lutava contra os últimos remanescentes de sono. Seus lábios percorreram minha pele novamente, aventurando-se para baixo e meu corpo se iluminou com as tranquilas sensações. Eu suspirei, enrolando as mãos em seu cabelo, caótico e bonito antes de se moverem por seus ombros. Sua pele era tão quente e macia, esticada sobre seus músculos tonificados.

Eu viria a saber que Edward era um amante apaixonado, suas mãos hábeis e tecendo movimentos carinhosos. Havia uma intimidade tranquila e sussurrante, assobios e ingestão de ar. Ele sabia maneiras de incendiar meus impulsos eram preliminares lentas que apertavam um botão dentro de mim. Nada disso me dava uma satisfação simples. Estar com ele era uma sensação poderosa.

Ele mergulhou em mim, a princípio lentamente, aumentando gradualmente seu ritmo. Pela luz azulada antes do amanhecer, eu vi sua testa suar na luz quando ele ofegou rápido e superficialmente com golpes contidos.

"Bella..." ele sussurrou reverentemente, ajustando seu peso em seu braço, levando sua mão para onde estávamos conectados. Engoli em seco, arranhando minhas unhas em sua pele enquanto ele me pressionava firmemente esfregando círculos. Minhas pernas se apertaram ao redor de sua cintura, seus dedos me enviaram sobre a borda com força, lenta e poderosa que inundou todo o meu sistema.

Ele acelerou o ritmo, e eu gritei sem fôlego quando a sensação ultrapassou os limites. Isto era tão bom, balançando para a frente e me enchendo.

Sua mão deslizaram para o meu quadril, deslizando sobre o meu estômago até o meu peito, segurando. Grunhindo ofegante, ele continuou a se mover mais rápido, sua respiração ficou mais curta, até que ele estremeceu em um impasse. Liberando dentro de mim, ele balançou pra frente, o cabelo caindo sobre a testa, inclinando-se mais perto. Seus lábios cheios pairaram sobre os meus, e através das pálpebras pesadas olhamos um para o outro.

"Eu me sinto como algum tipo de deus quando estou dentro de você", ele sussurrou, com um sorriso em sua voz embargada.

Eu gemi com uma risada com a sua arrogância brincalhona, retornando meus dedos para seu cabelo. "Eu não acho que um Deus seria tão arrogante com relação a isso..."

Ele riu, sua respiração fazendo cócegas na minha pele - úmido de suor, ele esfregou seu rosto no meu pescoço. Nós suspiramos e nos beijamos docemente, languidamente, até que o sono começou a nos dominar novamente.

Será que sempre seria assim? Eu esperava que sim.

Edward deslizou ao meu lado, trazendo o lençol e eu me virei pra ele, pressionando minha testa em seu peito quando fomos levados novamente.

Ele manteve a sua promessa.

~ / ~ / ~ / ~

Eu estava naquele lugar novamente. Eu sabia porque ele parecia familiar, mas eu estava em um elevado. Calmo e tranquilo, de pé sobre um monte de terra. Um vento suave varria o chão e minhas roupas, mexendo com meu cabelo e tirando minha atenção. Meus olhos seguiram o caminho do vento balançando a grama até que meu olhar encontrou uma ponte. Velha e usada como se tivesse estado há décadas ali, raízes e ervas daninhas cresciam formando uma estrutura ao redor.

Um movimento chamou a minha atenção. Edward.

Ele estava do outro lado da ponte, em suas habituais calças escuras e gravata, parcialmente imerso na sombra, sorrindo. Eu sorri de volta, observando ele lá eu estava feliz por ele estar aqui comigo neste lugar estranho. Meu olhar flutuou passando por ele, vendo uma segunda ponte sobre seu ombro, mais terra e uma imensidão de céu e água.

Ele já tinha feito progressos, mas estava isolado em sua ilha, ainda separado de mim. Como faríamos para sair daqui?

Edward tirou as mãos dos bolsos, caminhando para a borda da ponte entre nós. Quando ele entrou na luz do sol, seu cabelo parecia como o fogo, brilhando em tons de cobre e ouro. Ele sorriu de novo, chamando-me para cruza-la. É claro que eu queria ir até ele, eu segurei no corrimão de corda e madeira velha.

Era instável e eu olhei para baixo para me equilibrar, pisando com cuidado sobre a estrutura desgastada. Ela rangeu desagradavelmente, balançando levemente o medo canalizou através de mim por um instante. Estávamos muito alto, acima do revolto oceano.

A água.

Eu olhei para o abismo azul escuro, eu reconheci aquela instintiva e familiar vibração aquilo era uma velha inimiga. Eu tinha estado ali antes. Envolvida e afundando como um misterioso peixe sendo puxada e levada para longe, com frases enigmáticas. Eu tinha afundado no fundo do oceano, congelando nas rachaduras e envelhecido. Sozinha.

A ponte balançou novamente quando eu inclinei meu peso em uma segunda peça. A madeira rangeu e arranhou meus nervos e eu sabia que isso seria um fracasso. As ondas batiam ameaçadoramente, as criaturas do oceano sussurravam. O terror me varreu como um tsunami, não querendo cair novamente. Me senti perdendo o meu aperto na ponte e no mundo.

Engoli em seco acordando, saltando com a quietude da cama.

Vesga pela luz do sol refletidas nas minhas paredes, minha visão gradualmente tomou foco. O rosto sonolento, perfeito e angelical, olhou pra mim. De repente alerta, mas não tendo certeza do que significava a minha expressão, uma pontada de preocupação assombrou seus olhos verdes e ele se inclinou, pressionando seu dedo em meus lábios. Todas as nossas atividades na escuridão surgiram na minha memória como um balde de água sendo jogada contra uma porta.

"Você não vai analisar nada", ele gemeu, lutando contra o sono remanescente.

Meus olhos se arregalaram por um segundo com as suas palavras. Imagens do meu sonho recuaram de volta para as camadas do meu subconsciente. Quanto mais acordada eu ficava, mais as preocupações eram filtradas para dentro. Mas, Edward estava aqui comigo, seu cabelo bagunçado contra o meu travesseiro, isso era o que eu queria. Meus olhos se encontraram novamente, mas antes que o constrangimento pudesse aparecer, eu o beijei suavemente. Ele estava quente e sólido, cheirando a chuva de ontem, fresco com o sexo, e o seu próprio adorável perfume.

Falei baixinho me afastando. "Eu só ia te dar bom dia."

"Não, não ia", ele respondeu, deslizando a mão sob o lençol, trazendo-me contra ele.

"Depois que pensei sobre tudo, eu estava..."

"Então você não está feliz por ter pulado para a melhor parte?" ele brincou, seu sorriso se espalhando.

Eu ri e deslizei meu rosto em seu peito, descansando minha testa, logo abaixo de seu pescoço. Eu estava muito dolorida e grogue para protestar. Parecia incrível estar perto dele assim e minha mente demorou a voltar da noite de paixão anterior. Eu nunca teria imaginado...

Eu queria ficar assim com ele e não pensar nas realidades que logo invadiriam. James. Trabalho. Mmm Edward.

Ele deslizou levemente os dedos para cima e para baixo na minha espinha, embalando-me de volta para o sono feliz. Eu gemi contra sua pele com um sorriso.

"Ainda temos algumas coisas para resolver." Sua voz firme vibrou em seu peito e em meu ouvido, me tirando do meu conforto. "Você guarda muitos segredos." Havia uma nota estranha em sua voz.

"Sim... eu sei", admiti, meu mal humor crescendo. Eu relutantemente estiquei meus braços e pernas para me despertar, mas ainda me mantive agarrada a ele.

"Detalhes que ainda me iludem", ele continuou, e eu deixei. "Eu pensei que eu estivesse me enganando em um certo ponto... tentando encontrar a última peça do quebra-cabeça. Tentando entender os seus métodos..."

"Eu vou explicar o que puder pra você, Edward", eu assegurei novamente, preocupada com as suas lamentáveis declarações.

"Eu sei que você vai", ele disse, com a mesma nota estranha em sua voz. Uma tensão atrelada a... sarcasmo? Intrigada, eu estava prestes a começar a contemplar perguntar quando eu senti algo gelado no meu ombro, e me virei.

Eu estava cega pela cor amarela e por dois olhos redondos.

Atordoada, o meu pensamento correu compreendendo antes da gagueira e do impasse. Era o Pato de número seis!

Eu gritei em voz alta, me separando de Edward e do emaranhado de lençóis. Eu não pude começar a compreender o meu estado de surpresa, medo e pânico. Eu tinha que agir rápido. "Oh meu Deus... me dá de volta o pato!"

Edward caiu na gargalhada, levantando a mão no alto, balançando o pato de número seis como se fosse uma medalha de ouro.

"Edward!" Eu fui estridente, desvincilhando-me dos lençóis para pegá-lo de volta. Então eu fui arrebatada de tudo, desde a noite passada, o pato de número seis era a última coisa em minha mente. Era o meu primeiro e único triunfo e meu segredo de satisfação dele. Eu tinha que pegar isso de volta.

Ele se virou, tentando se esquivar, mas eu empurrei em seu peito, empurrando contra ele. "Você tem um monte de segredos encantadores, não é?" ele brincou, batendo de leve na minha mão.

"É meu", eu ofeguei com a crescente angústia. Ignorando o protesto das minhas dores, eu me soltei para conseguir um lugar mais alto.

Ele riu maliciosamente. "Ao escondê-lo, você me desafiou".

"Você não pode pegar ele de mim", falei a sério, minha frustração crescendo.

"Eu deveria dizer o mesmo pra você", ele respondeu com um sorriso desagradável. "Eu acordei esta manhã só para vê-lo zombar de mim da sua mesa de cabeceira."

Com isso, o lençol caiu no chão quando ele se mudou para o pé da cama, com a agilidade que eu não esperava. Sentado sobre os joelhos, seu polegar pressionou o número "6", rangendo-o, provocando-me com as sobrancelhas levantadas e seu sorriso diabolicamente bonito.

Irritada, corri contra ele, esmagando meus seios em seu peito, puxando-o de volta para baixo. Nós caímos sobre o colchão em um tombo, mas eu fui mais rápida com meu desespero, subindo em sua barriga para mantê-lo preso. Eu ignorei a forma como o sol polvilhava seu cabelo e seus cílios, destacando os tons de bronze dos seus fios grossos ruivos. A sua crescente barba apontando ao longo de seu queixo quadrado e seu peito subia e descia com sua respiração. Ao chegar para frente para arrebatar o pato da sua mão, sua língua saiu e lambeu acendendo o meu mamilo.

Meu grito de indignação acabou em um gemido abafado enquanto ele chupava, a mão livre deslizando do meu lado, me fazendo cócegas. Mordi o lábio com determinação e passei meus dedos ao redor do pato de número seis.

"Ha!" Eu me gabei, sentado e segurando o pato contra o meu peito. "Truques baratos não vão funcionar comigo, Edward Cullen!"

Seu olhar escureceu, movendo-se entre mim e o pato amarelo. A contração do seu lábio chamou a minha atenção, a sombra de um sorriso passou por seu rosto, seus olhos mais impressionante do que antes. Eu olhei para trás, certificando-me de que ele sabia que eu não iria desistir. Ele era meu e ele precisava saber qual era o seu lugar.

Seu olhar vagou pela minha frente. Engoli em seco, tentando mudar o foco. Eu tinha o meu pato agora...

Quando eu escorreguei para me afastar, ele rapidamente usou suas pernas me emaranhando a ele, jogando-me para baixo tão rápido que eu mal tive tempo de reagir. O pato caiu da cama enquanto Edward prendia meus pulsos acima da minha cabeça com uma mão. "Vamos ver. Swan", ele respondeu com voz rouca.

"Por que você me trata tão formalmente assim? Você sempre faz isso quando você está se sentindo especialmente muito inteligente." Eu estava respirando pesado contra ele, ansiosa para chegar ao pato de número seis lutando com a minha necessidade de ter ele. Eu brevemente me perguntei se meu rosto estava realmente tão vermelho quanto eu sentia.

Ele não estava esperando a minha pergunta e afrouxou um pouco seu aperto, antes de apertar o seu domínio, sorrindo mais perversamente do que eu já o tinha visto. "Eu sempre te chamo de 'Senhorita Swan' quando você me provoca a um grau tão irritante que eu não quero nada mais do que curvar você."

"E me dar uma surra?" Eu perguntei, rindo. Tentei me lembrar de todas as vezes que ele tinha me chamado de Swan e era geralmente quando eu estava mais irritada com ele. Isso tinha acontecido inúmeras vezes.

"E outras coisas..." ele rosnou, apalpando meu peito avidamente, o que acendeu meu prazer.

Apertando os meus olhos fechados, eu virei o rosto, não querendo demonstrar o Mantenha seus olhos no prêmio. O Pato de número seis! De repente, senti sua boca na minha, me distraindo, embalando-me na luxúria novamente, beijando-me doce e asperamente. Eu gemi contra seus lábios, ofegante e me perdi. Nossos corpos moldados em si.

Edward liberou lentamente meus pulsos, passando as mãos pelos meus lados enquanto eu dirigia os meus dedos em seus cabelos, beijando-o mais profundo. A lembrança de nossas atividades da noite anterior me fizeram estremecer.

Eu gemi e nós rolamos juntos, trazendo-me ao topo novamente. Começamos a nos tocar com entusiasmo, e quando ele deslizou as mãos no meu cabelo emaranhado, inclinei-me para baixo, beijando seu ombro, esticando a minha mão no chão na esperança de encontrar o pato perdido. Assim que meus dedos escovaram o plástico emborrachado, o ar passou batido por mim por um momento. Minha cabeça girou enquanto Edward prendeu-me com todo o comprimento do seu peso corporal. Eu não podia me mover.

"Você não vai desistir, não é?" ele murmurou no meu ombro.

"Nem você," eu lembrei ele, em silêncio, xingando-me do quão perto eu estive de pegar o pato de número seis de volta. Mas eu não teria conseguido passar pela porta.

Ele se apoiou nos cotovelos na forma de um tigre fazendo a armadilhas para a sua próxima refeição. "Aquelas algemas vinham a calhar agora mesmo." Ele falou mais para si mesmo, me olhando como se estivesse traçando estratégias da melhor maneira de me conter.

"Nem pense nisso," eu avisei, me contorcendo sem sucesso. "Além disso, elas estão no meu carro."

"O carro que estava dirigindo na noite passada?"

Eu não tinha pensado nesta oportunidade - não que nós tivéssemos tido esse pensamento em algum momento de usá-las. Embora meus pensamentos permaneceram nas possibilidades futuras. Eu olhei de volta para Edward, encontrando o me observando. Ele quase sorriu.

Tentei subir novamente, mas Edward me impediu pelos pulsos, outra vez. Eu sabia que ele era muito mais forte do que eu. Tendo usado uma grande quantidade de energia nas últimas 12 horas, eu estava rapidamente cansada, mas eu repeti isso várias vezes, porque afinal eu era teimosa. Eu cai de volta, com a sua força, exausta e gritante. Será que ele realmente achava que poderia ganhar usando a força bruta somente?As mulheres tinham outros dispositivos e eu não estava despensando de usá-los.

Eu fingi ter desistido, afundado nos lençóis, conseguindo pontuar convincente. Assim que Edward relaxou um pouco, pensando que ele tinha ganhado, eu levei a minha mão entre as suas pernas, indo direto para o seu trunfo. Eu apertei e endureci a minha mão. Ele engasgou, e eu intensifiquei meu aperto, com o rosto em chamas com raiva e... da dificuldade? Surpreso, definitivamente.

Preocupada que eu tinha ido longe demais, minha mão acariciou, na esperança de acalmar um pouco a nossa rivalidade.

"Golpe baixo..." ele respirava arrepiando, instantaneamente afetado.

"Mmm..." Eu cantarolei em acordo, observando os olhos dele. Eu estava me tornando mais confortável com o afeto que eu tinha sobre ele e gostei de como estávamos ficando cada vez mais íntimos. "Por que você não me deixa ter o pato", sussurrei, inclinando meu queixo para cima e passei a língua sobre seu lábio.

Ele me apertou mais contra o colchão com o comprimento de seu corpo, prevenindo a minha mão de trabalhar novamente. "Você é ma". Ele resmungou, olhando pra mim com uma mistura de desejo e cautela. "Eu estava com a esperança de guarda-lo como espécie de recordação, diante do nosso recente progresso."

"Mas... "

"Você pode ficar com o pinguim da noite passada. Considere isso como um negócio , uma troca comercial", ele negociou com urgência. Seus olhos brilharam, animados e esperançosos, o que tornava difícil dizer "não".

"Ugh, não me olhe assim..." Eu gemi, o apertando novamente, mas seu peso pressionou ainda mais em mim, oficialmente travando as minhas fracas tentativas.

Ele passou a ponte de seu nariz na minha clavícula, tentando me convencer. Eu adorava quando ele fazia isso. Meus pensamentos nublaram perguntando se ele sabia que isso era uma fraqueza particular minha. Ou talvez eu só tinha uma fraqueza por Edward Cullen. Seus lábios levemente arrastaram ao longo do arco do meu pescoço, provocando arrepios agradáveis através do meu estômago. Ah, sim, ele sabia.

Eu suspirei, minha teimosia oscilou quando meu corpo traidor derreteu mais uma vez. "Quão definitivo é este acordo?"

"Eu suponho que eu possa estender-lhe direitos a visitas." Ele riu contra a minha pele.

"Como uma guarda compartilhada?" Eu não podia acreditar no que estava ouvindo. O fato de que Edward estava considerando um compromisso, ou a ideia de discutir a parceria legal sobre um pato de borracha amarelo.

"Monitoradas visitações."

"O que, você não confia em mim, de que não vou rouba-lo de volta?" Eu o provoquei, dobrando o meu rosto em direção a ele com um sorriso.

"Eu acredito que sua mente é capaz de qualquer coisa desonesta", ele disse em voz baixa.

"Então por que você não elabora os documentos na segunda-feira", eu o desafiei, determinada a ficar em equilíbrio quando ele lambeu e chupou a minha pele.

"A menos que..." ele gentilmente apertou os quadris em minha sugestivamente, "você queira fechar o negócio de uma forma mais gratificante."

Isso soou justo. Parte de mim interiormente fez beicinho, não querendo abandonar o pato de número seis. Eu lutei fracamente com suas atenções e o desejo do quente formigamento, lembrando de seus olhos esperançosos e brincalhões. Como se eu pudesse negar-lhe... Eu quase ri amargamente, pronta para aceitar. Languidamente me esticando debaixo dele, meu estômago rosnou em resposta.

Ele riu, desvincilhando-se. "Talvez devêssemos começar o dia, é quase meio-dia."

Fiquei surpresa com a facilidade com que ele me incluiu em seus planos para o dia. Eu nunca tinha acordado com ninguém antes... Isso imediatamente me trouxe pensamentos do que iríamos fazer. Eu não tinha planejado entreter um convidado e interiormente estremeci com minha geladeira que continha antigas embalagens de comida chinesa, um pouco de feijão e café. Ah, e um pequeno pedaço de queijo no fundo da gaveta.

Mas seu sorriso era contagiante, fazendo-me sentir estranhamente feliz. Isso foi tão inesperado, o meu sorriso vacilou, perguntando-me que sentimento peculiar era esse.

Perceptivo da mudança em mim, ele perguntou, "Você quer que eu vá embora?"

"Não. Não vá", eu respondi com sinceridade, olhando no fundo de seus olhos. Eu queria passar o dia com ele, mesmo que esse sentimento fosse novo e intimidante. "É só que, eu estou um pouco dolorida demais..." Eu admiti. O que era verdade, mas isso seria útil para esconder as minhas outras preocupações.

"Tudo bem", ele sussurrou, colocando uma mecha de cabelo atrás da minha orelha. Meus olhos seguiram sua mão antes de olhar de volta para ele. "Por que não tomamos banho e conversamos..." ele sugeriu depois de um momento, colocando um beijo rápido no meu ouvido e sussurrou, "junte-se a mim quando estiver pronta."

Eu concordei e ele rolou para fora da cama, admirando o seu corpo enquanto ele saia do quarto. Os músculos perfeitos e longas pernas... Meus olhos rolaram com um gemido quando minha cabeça caiu para trás nos travesseiros. Eu estava prestes a dar as direções quando ouvi o toque do interruptor de luz.

"Encontrei o banheiro", ele gritou do corredor.

"Fique a vontade", eu respondi, sorrindo para mim imaginando ele tomando banho e se ensaboando.

Quando eu vagamente ouvi a água correr e os tubos ecoando nas paredes, eu tomei um momento para pensar. Tanta coisa tinha acontecido nas últimos 12-15 horas. Havia muita coisa que ainda precisa ser esclarecida. Uma coisa eu tinha certeza sobre-estas questões eu não iria manter Edward e eu separados. Nós éramos fortes quando juntos e eu não nos queria fracos juntos.

Quanto a James, eu estava esperando passar por meu rastro de erros eu tinha trabalhado com as medidas preventivas e ele já tinha conhecimento. Edward queria estar lá para mim também. Eu tive que deixá-lo. Ele não iria me forçar, mas era hora de "homem responsável' encarar a música.

Por fim, meus pensamentos se voltaram para a minha escolha habitável de alimentos estocados e decidi levar Edward para tomar café da manhã fora na lanchonete que Emmett e eu normalmente íamos.

A consciência voltou para mim quando percebi que a água não estava mais correndo. Meus ouvidos despertaram e eu o ouvi espirrar. Duvidosamente, eu pulei para fora da cama, interessada no que exatamente Edward estava fazendo no meu banheiro. Eu assumi que íamos tomar um banho juntos. Eu tremi só de pensar nele molhado contra mim, novamente.

A luz do banheiro brilhou em uma linha longa e fina contra a porta fechada no corredor cinza. Eu cuidadosamente a empurrei, meus olhos se ajustaram à luz, amarelo forte.

Edward estava tomando um banho demorado com o pato flutuante número seis na espuma ao redor dele. Ele olhou para cima examinando o meu frasco de xampu na mão, completamente despudorado. Esquecendo momentaneamente do pato, observei o cabelo molhado e brilhando sob a luz. Meu coração se encheram, vendo-o alegremente esperando por mim, como um menininho bonito na hora do banho. O que eu fiz para merecer isso? Era impossível lutar contra essa atração magnética na minha barriga.

Empurrando a minha súbita consciência de mim mesma, dei cuidadosos passos até ele. Ele estendeu uma mão com sabão para fora, me ajudando a passar por cima da borda de porcelana para a água quente e sedosa.

"Obrigada", eu murmurei, deixando a espuma me engolir até meus ombros. Um suspiro me escapou das fragrâncias de luxo do sabão de coco e morango fazendo cócegas nos meus sentidos. Tentei me posicionar confortavelmente enquanto a banheira era de canto com a Jacuzzi de tamanho moderado, nossos membros se mantinham batendo-se e cruzando-se. Uma das minhas panturrilhas escovou contra a coxa de Edward, sem saber como me posicionar até que ele colocou a mão sobre a minha perna para me firmar. Eu a deixei descansar lá, permitindo que a nossa proximidade desencadeasse uma pequena excitação. Eu gostaria de saber se ele estava sentindo isso também.

Ficamos em silêncio por algum tempo, inclinando-me para trás e relaxando na espuma. Ocasionalmente, nossos olhos se encontraram, eu estremeci um pouco. Eu continuei olhando para longe, querendo saber como iniciar a inevitável conversa.

Eu limpei minha garganta, recebendo um olhar expectante de Edward. Estranhamente, ele não tinha nada a dizer e eu sabia que tinha que falar primeiro. Corei como uma idiota e desviei o olhar, o meu olhar caiu para o pato amarelo flutuando na minha direção ao longo da superfície da água. Estendi a mão para o brinquedo de plástico. O Pato de número seis tinha estado escondido por tanto tempo, assim como meus sentimentos por ele. Mas agora... ele estava flutuando entre nós, incontornávelmente.

"Me desculpe, eu não te contei mais cedo," eu comecei calmamente, virando o pato entre as minhas mãos. Por mais difícil era melhor arrancar o curativo de uma vez, eu sabia que isto nos aproximaria para mais perto. "Eu achava que os procedimentos legais por si só seriam eficazes, mas..." Não se atreva a chorar de novo.

Vindo em meu socorro, Edward falou. "Eu não quero você sozinha e com medo." Meus olhos se encontraram com os dele para o ver me observando atentamente.

"E eu não quero que você se sinta obrigado." Eu não queria que Edward se sentisse como o único responsável por mim por causa disso. Eu queria que ele estivesse comigo, porque ele realmente queria estar.

"Não seja ridícula, Bella." Ele mudou seu corpo para me encarar de forma mais completa. "No momento em que ele começou a planejar isto, este foi o momento em que ele me desafiou também."

Eu lutei contra o rolar de meus olhos. "Por favor, Edward. A última coisa que eu quero é você ir lá para fora empunhando sua espada. Como você disse, James é perigoso" Eu suspirei, sentindo-me mais determinada. "Eu não quero que você se machuque. Especialmente se eu sou a razão disso."

"Então eu acho que você sabe como eu me sinto", ele disse abruptamente. "Nós somos mais parecidos do que você pensa..."

"Talvez." Eu empurrei o pato livre, deixando-o deslizar na direção de Edward através de espuma. "O que você sugere que eu faça?"

Ele respondeu imediatamente, como se ele já tivesse pensado nisso. "Para começar, você vai mudar o seu número de telefone de casa."

"Ele nem sequer liga pra ele..."

"É apenas uma outra forma de contato que ele tem com você e nós vamos cortar qualquer uma."

"Tudo bem." Não valia a pena discutir. Charlie iria entender o porquê, mas eu só tinha que descobrir o que dizer a Renée.

"Em segundo lugar", ele continuou com a crescente autoridade, girando o pato na água com o dedo "depois do pequeno truque de James ontem à noite, você pode conseguir uma ordem de restrição emergencial até que uma audiência possa ser programada." Era estranho conversar com Edward em uma banheira.

Eu balancei a cabeça, meus olhos caindo para o pato entre seus longos dedos novamente.

"Eu vou estar na audiência com você também."

"Por quê?" Honestamente, eu poderia lidar com uma visita ao tribunal em uma tarde...

"James poderia ter um acesso de raiva e atacar você depois. Ele poderia segui-la até em casa ou pior..." Ele se interrompeu, irritado demais para continuar com esse pensamento. "Agora, não discuta comigo neste momento, Bella." Seus olhos imploravam por trás da furia.

Até agora, não havia razões para contestar sua mente. Eu não podia negar a sua lógica inconfundível. Eu tinha que entrar em acordo com a possibilidade de que James era capaz de tudo. Eu também não poderia deixar que o medo chegasse a mim. Receber qualquer argumento de mim, ele continuou, olhando tão digno como um homem poderia, em uma banheira cheia de água e sabão.

"Agora a respeito deste investigador particular que você contratou?" Ele empurrou o patinho para mim, criando um caminho através das bolhas deslizando na água.

"Laurent St. Jean. Ele esta localizado nesta area nobre da cidade perto do Capitol Hill." Um bairro, caro tranquilo, com uma crescente comunidade gay. Certamente com caráter e talento, assim como Laurent. Eu já sabia que Edward iria procurá-lo por isso deixei por isso mesmo.

"Espero que ele encontre alguma coisa..." ele disse para si mesmo, esfregando uma mão sobre a ponta de seu queixo, pensativo.

"E o que você descobriu? " Eu perguntei, de repente. Eu tinha quase esquecido sobre o seu lado da pesquisa...

Ele se inclinou para trás, apoiando-se quando seus olhos brilharam bruscamente. "James mergulhou a mão em muitos lugares. Negócios. " Ele enfatizou a minha expressão confusa. "Parece que seu trabalho não era completamente ' para o bem do homem trabalhador.' Eu não sei o que ele disse a você, mas..."

"Eu pensei que ele trabalhava com imóveis... comprando terras antes dos proprietários irem à falência."

Edward se irritou. "Oh, ele compra terras boas. Aparentemente, suas negociações estão mais para as linhas do suborno. Ameaçando e oferecendo recompensas em dinheiro para conseguir arrancar a propriedade dos pequenos proprietários e depois expulsá-los de sua propriedade para que ele possa construir ou revender triplicando os lucros."

Eu me perguntava por que James estava atrás de um advogado se ele tinha feito todas essas negociações. A menos que essa sua perseguição fosse algo a mais do que esta versão distorcida de possessividade romântica. Eu fiquei ainda mais preocupada, não entendendo completamente seus motivos. "Isso seria o suficiente para colocá-lo atrás das grades?"

"Houve alguns casos em que os ex-proprietários se queixaram e tentaram processa-lo, mas tudo foi abafado. Se alguma ameaça ou chantagem pudesse ter veracidade, isso podia levar a alguma coisa."

"Nós teríamos que encontrar algum desses clientes. E em seguida verificar se ele está pagando os impostos sobre a terra, e da construção também", acrescentei.

"Exatamente", ele concordou. "Condená-lo por reincidência seria bom, mas James parece ser um bastardo, sorrateiro sem vergonha." Os cantos de seus olhos apertaram. "Ele não está preocupado com muita coisa. O tratamento dele com você é prova disso."

Eu estava agradecida por Edward e subtamente, isso parecia... imprudente fazer qualquer coisa sem o seu apoio. O que eu estava pensando? Eu não queria viver com medo, sempre olhando por cima do meu ombro. Minhas decisões pareciam tão justificadas, mas agora... meu caminhar tinha sido um desastre esperando algo acontecer.

Eu flutuava perto dele através da espuma, perturbando a água. Seus olhos suavizaram um pouco, mas ele manteve a sua postura tensa quando eu toquei seu ombro. "Eu estou tão arrependida Edward. Por ser descuidada na noite passada, por tantas coisas..." Engoli em seco, olhando pra ele.

Ele não relaxou completamente sob meus dedos e eu sabia que ele ainda estava machucado por minhas ações. "Nós não estamos mais falando de James, não é?" ele perguntou.

"Não, mas eu escondi muito de você. Isto não estava certo."

Ele suspirou, sorrindo tristemente pra mim, saindo de seus próprios pensamentos. "Não se desculpe mais, Bella. Havia algumas coisas que você não sabia."

"O que você quer dizer?" Olhando pra ele com expectativa, me estabeleci debaixo da água. Edward passou a mão sobre a minha coxa em um gesto de carinho ocioso.

"Você não entendeu completamente com o que você estava lutando na noite passada. Escondi muito de você também. Então fiquei com raiva de você por não me entender. Como eu poderia esperar que você sentisse algo, além do ressentimento em relação a mim?" Sua mão passou através do seu cabelo molhado, sacudindo as gotas para todos os lugares. Eu estava muito interessada no que ele estava falando e as afastei quando elas se espalharam no meu rosto.

"Eu percebi que a maioria das minhas tentativas causaram algum dano, a confundindo ainda mais ao contrario disso." Ele fez uma careta para a espuma. "Eu fui tão fodidamente arrogante. Você não me via totalmente porque eu não deixei que você visse."

"Ver o quê?" Eu o incentivei em voz baixa. Eu não queria que ele parasse de falar.

"Minhas intenções. Elas eram apenas boas." Ele olhou para meus olhos, esperando que eu entendesse.

"Eu sei." Eu não sabia dos detalhes, mas eu sabia que era verdade. Depois de afastar todo o absurdo, eu vi o que era.

"Você sabe?" ele perguntou, surpreso com a minha boa vontade.

"Eu acho que sim. Quero dizer, você estava tentando chamar a minha atenção, se preocupando com as coisas que eu fazia e isso me permitiu conhecer você melhor. Mesmo quando isso era frustrante como o inferno."

Ele riu. "Bem, isso é definitivamente como simplificar as coisas." Era a primeira vez que ele sorria desde que começamos esta discussão. Era gratificante de se ver. E ele continuou a falar, um pouco na verdade.

Nós nos sentamos juntos e eu escutei, deixando que ele explicasse o que ele queria dizer por tanto tempo.

Ele admitiu que, enquanto ele trabalhava duro subindo a escada, ele manipulou as pessoas quando "a ocasião pedia por isso". E quando eu pensei que talvez Edward estivesse certo sobre sermos semelhantes através da independente ambição, ele fez de fato o jogo da política do escritório.

"Eu tenho um jeito de me relacionar com as pessoas, estou acostumado com as coisas vindo até a mim. Seja para conseguir um emprego... Uma mulher... todos os meus métodos pareciam inofensivos naquele momento", ele confessou relutantemente.

Nós tínhamos consciência de que, mantínhamos contato com nossas pernas cruzadas sob a água e nos tocávamos com as mãos. Edward pegou minha mão, rolando o polegar sobre os nós dos dedos em um movimento suave. Isto ajudou a difundir o peso da conversa.

"E você tentou fazer isso comigo?" Eu perguntei, olhando pra ele.

"Sim. Você sempre resistiu a mim e eu achava divertido brincar com você assim. Presumi que você secretamente gostava." Seu sorriso desapareceu. "Mas você tornou difícil para eu fazer qualquer progresso real. Então eu pensei que você fosse uma romântica em segredo e tinha preferências por ousadas ações, como qualquer outra mulher, e então eu finalmente acabei admitindo o quanto eu queria você." Ele balançou a cabeça em desgosto. "Como o idiota arrogante que eu era, depois de semanas caminhando ao seu redor, eu achei que você iria derrubar o escudo e ser minha. Eu não esperava a sua rejeição", ele concluiu, os olhos vagando sobre o meu rosto. "Eu fui um idiota."

Eu deslizei a mão sobre seu peito e ombro, trazendo um pouco da água morna e sabão. "Eventualmente todo o absurdo disso acabou dando certo no final. Não se esqueça, você me fez ir a um encontro. Namorar não era algo que eu tinha considerado por um tempo muito longo..." Acabei com meus dedos em seu cabelo molhado em sua nuca. "Até a véspera do Ano Novo." Até que você...

Ele me beijou suavemente, e em seguida, hesitantemente escovou meu cabelo molhado da minha bochecha com um dedo mordiscando minha boca. Não havia nada no mundo como beijar um quente, molhado, ensaboado e nu Edward. "Me desculpe, eu não ficaria naquela noite."

"Você estava esperando por mim", eu respirei.

Ele sorriu em meus lábios. "Sim", ele sussurrou, antes de tocar minha língua. Ele deslizou a mão atrás do meu pescoço, enquanto a outra espalmou meu peito, deslizando sobre a minha pele molhada. Eu gemi, me recuperando e deslizando contra ele de uma vez. Mãos mágicas...

Mais uma vez eu provei ele, eu sabia que sempre iria querer isso de novo. Minha língua se misturava com sua ansiosamente, o beijo tornou-se áspero. À luz de nossas pequenas confissões, nós éramos vulneráveis nos querendo. Além da simples confiança, o desejo primordial para transar começou a me agarrar. Minhas mãos puxaram seu cabelo, incitando-o para mais perto.

"Foi o melhor encontro que eu já tive." As palavras saíram da minha boca, sem pensar. Eu estava sem foco e precisando dele.

Ele me puxou para o seu colo, gemendo, já duro contra a minhas costas. Inclinei-me em seu peito quente com a barba raspando meu pescoço, sua boca sugando minha pele.

Este homem me conhecia. Ele sabia como me tocar. Suas mãos subiam na minha frente, circulando meus seios, apertando-me a ele. Minha cabeça caiu para trás contra seu ombro, os olhos se revirando com o prazer. A espuma acrescentou uma euforia de aroma floral e lubrificavam a nossa pele. Ofegante e cobiçando, eu já me arqueava, empurrando-me ainda mais em suas mãos e fechando os olhos.

Edward deslizou a mão pelo meu estômago, mergulhando sob a água para onde eu mais queria ele. Sabendo do seu destino, minha respiração ficou presa com entusiasmo quando seus dedos deslizaram para baixo, circulando e pressionando. Ele respirava quase um som selvagem no meu ouvido e eu estava apenas parcialmente consciente das minhas pernas abrindo ainda mais para ele. Cheguei por trás para embrulhar as minhas mãos em volta do pescoço, segurando-me nele enquanto a outra mão brincava com meu peito.

"Edward..." Suspirei, virando o rosto para ele. Nossos lábios se encontraram, assim como os seus dedos mergulharam para dentro de mim. Ofegante contra sua boca, começamos a nos mover juntos.

Ele endureceu ainda mais contra a minha volta e as lembranças da noite passada brilharam. Eu senti ele massageando meu peito enquanto ele me segurava em seu peito, brincando comigo, me seduzindo com sussurros. Ela era suave e doce na escuridão quando ele me empurrou contra a borda.

"É isso que você quer, Bella?" ele perguntou com a voz baixa e áspera, instigando-me como o bastardo que ele era. Como se ele precisasse saber que isso iria durar mais do que só uma noite. Meu gemido foi cortado em um huff, respirando de forma irregular. Ele queria que eu pedisse quando eu já queria entregar. Com cada movimento e toque de seus dedos, eu aumentava ainda mais minha excitação, trilhando o caminho para a libertação.

"Eu quero você", eu consegui falar quando seus dedos continuaram.

A forma como o seu peito se apertado e sua respiração acelerou, eu podia dizer que ele estava se concentrando em me agradar. Eu gemi, e ele se sentiu muito bem, mas suas confissões e perguntas confirmavam o que eu suspeitava. Embora não tivéssemos sempre perseguindo um ao outro nas formas mais diretas, o fato de que ambos estavam atraído um pelo outro, apesar de todos esses problemas, era muito profundo.

Ele me fazia me sentir desejada e apreciada. Ele queria a mim. Parte de mim ainda estava tentando entender isso, mas a outra parte queria mostrar a ele o que eu também sentia. Eu não era boa com as palavras - assim como Charlie - mas eu podia dar mais do que eu já tinha dado. Ele havia esperado muito tempo para tudo isso.

As sensações familiares vibraram sob a minha pele. Eu já estava perto e tive que parar seus dedos. Foi uma das coisas mais difíceis que eu já tive que fazer.

Forçando alguns pensamentos inteligíveis através da névoa da minha mente, eu me virei em seus braços e deslizou por seu corpo, colocando minhas coxas em cada lado da sua cintura.

Olhando para a sua expressão agora confusa, eu fiquei incerta em como dizer o que eu queria. Em vez de falar, eu me inclinei para frente, pressionando meus seios contra o seu peito dele, beijando seus lábios, seu corpo relaxou contra a parede da banheira. Ele ficou surpreso, mas receptivo, sem saber o que esperar de mim.

"Eu posso fazer você se sentir bem também..." Eu ofereci, reprimindo alguma emoção. Meus dedos lentamente encontraram seu caminho para o seu cabelo atrás da orelha quando comecei a traçar meus ansiosos movimentos.

"Eu me sinto bem", ele respondeu com uma voz grossa, apreciando a forma como os meus dedos levemente puxavam seus fios molhados. Ele estremeceu sob meus dedos, os riachos de águas rolando por sua pele.

"Eu posso fazer você se sentir melhor ", disse eu baixinho e ofegante em seus lábios, quase os tocando, provocando-o com a promessa de um beijo. Eu podia senti-lo tão duro contra a minha barriga.

Ele suspirou e se inclinou mais para trás, esperando para ver o que eu faria. Eu estava a centímetros de distância de sua ereção sob a água, mas eu decidi levar o meu tempo com o resto do corpo. Levemente colocando beijos na sua garganta, mordiscando e lambendo meu caminho, sua garganta flexionou como o seu engolir alto.

Ele estava nervoso? Eu não tinha certeza, mas ele relaxou ainda mais quando eu deslizei minhas mãos por seu peito, seus braços desaparecendo sob as espumas, me dando rédea solta sobre ele.

Inclinei-me mais perto, pressionando nossos corpos juntos completamente, permitindo que a minha parte mais sensível escovasse a sua ponta debaixo d'água, as palmas das mãos se movendo lentamente para seu peito novamente. Ele assobiou e amaldiçoou sob sua respiração, me incentivando. Puxei seus doces lábios entre os meus, beijando e mordiscando sua boca, seus lábios molhados, macios e completos. O contraste da sua barba raspando no meu queixo era tão sexy, aumentando o meu desejo por ele.

Deslizando para cima, eu chupei seu pescoço, abaixando minha mão lentamente, nos agarrando-o entre nós através da água para apertá seu estado alerta, minha cabeça virou-se para beija-lo para ver seus olhos se abrirem, sua cabeça caiu pra frente. Com um aperto mais firme, eu o agarrei com força, pressionando sua ereção ao meu calor molhado. Eu sorri quando ele sussurrou mais uma vez, xingando baixinho e enérgico. Suas respostas reforçaram o fato de que só eu podia fazê-lo se sentir assim. Era uma validação além da fisicalidade pura ou qualquer coisa que eu já tinha sentido antes.

Com um gemido, suas mãos agarraram meus quadris, mas descansaram, deixando-me liderar. As pontas dos meus seios roçaram seu peito, causando outra corrente de luxúria.

"Essa falta de controle deve estar matando você", eu provoquei. "Mas eu quero fazer algo de bom pra você."

Ele gaguejou uma resposta, sua respiração acelerando enquanto eu esfregava para baixo seu comprimento, deslizando os dedos ao redor da ponta, pressionando-o contra mim. Ele gemeu, e eu puxei de volta para beijá-lo, vendo seus olhos fechados, com a cabeça encostada na banheira.

"Como está?" Eu sussurrei, vendo seus olhos abertos novamente. Eles estavam cheios de luxúria desesperados e eu podia sentir seu pulso batendo violentamente na minha mão.

Ele não conseguia decidir se me assistia ou se relaxava. "Mmm... B-Bella." Ele gemia vacilante, sucumbindo, inclinando a cabeça para trás contra a borda de porcelana novamente expondo sua garganta.

Encantada com as suas respostas, eu aterrei nele com mais força, amando o poderoso efeito que eu tinha sobre ele. A água começou a oscilar ao nosso redor. Nós gemiamos baixinho juntos, quando eu me levantei um pouco, esfregando-me sobre ele, meu deslizar na água morna lubrificando e diminuindo o atrito.

"Merda. Você não sabe o que você faz comigo." Sua voz estava rouca ofegante-irreconhecível, com ambas as mãos apertadas contra meus quadris.

Levantei-me de joelhos, beijando seus lábios, aliviando-me em cima dele lentamente. Toda a dor de antes não importava, nós gememos sem fôlego quando ele me encheu completamente, a intrusão quente e bem-vinda.

"Cristo", ele sussurrou enquanto eu gemia de prazer, segurando a parte de trás de seus ombros agora.

Me esfreguei contra seu corpo, comecei com pequenas estocadas rasas, suavemente ondulado meus quadris com a água se movendo instável contra nós. Estremecendo com a forma como ele me enchia perfeitamente, o prazer esticado lento e persistente. Fortalecida, eu pressionei contra sua forma reclinada, encontrando seus olhos quando nós fomos conduzidos pela sensação.

Ele exalou trêmulo contra meus lábios, deslizando a palma da mão nas minhas costas, a água quente escorrendo pelo caminho de sua mão. Seus dedos deslizaram sob o meu cabelo molhado, pressionando na base do meu pescoço para aproximar o meu rosto ainda mais perto, e eu o levei mais rápido, girando meus quadris em nosso ritmo.

"Ah... meu Deus..." Ele gemeu, os dedos cavando em meu cabelo.

"Você gosta disso?" Eu perguntei, genuinamente por perguntar. Meus golpes eram circulares, levando-o mais profundo. Água e espuma começaram a espirrar. Edward ficou mais ansioso e eu corri a mão por seu cabelo, puxando os fios.

"Porra... mais do que você imagina." Ele me agarrou, em seguida, com uma mão, segurando na borda da banheira para alavancagem. Me levantando para trás, ele dobrou os joelhos ligeiramente aumentando a pressão, o primeiro movimento o fez bater mais profundo. Eu cavei minhas unhas em seus ombros quando ele começou a se mover com mais força.

Eu ignorei a superfície dura do piso da banheira sob meus joelhos e aumentando os nossos ritmos. Eu respirava com dificuldade quando a mão dele puxou do meu lado, segurando meu peito, fechando a boca sobre o meu mamilo. Gemendo quente e úmida, ele chupou a espuma da ponta antes de mordiscar então continuando, lambendo e cheirando a pele ensaboada. Minha cabeça girou, meu corpo formigou se iluminando.

Meus sons e respirações rápidas misturadas com seus grunhidos afiados contra a minha pele. Estávamos incríveis como em uma sintonia um com o outro. A intimidade ficou selvagem quando eu avencei contra ele ainda mais, movendo-me em rápida sucessão para atender seus quadris ansiosos.

"Ugh, eu vou..." Ele não teve tempo de terminar de falar quando ele gozou forte. Eu diminuí a uma parada quando seu estômago se contraiu e todo o seu corpo ficou tenso e ele estremeceu em meus braços. Eu embalei sua cabeça em meu peito, enfiando os dedos em seu cabelo.

Ele se acalmou um pouco, mas sua respiração ainda estava inconstante, ele procurou por meus lábios. Puxando os lados do meu rosto em suas mãos, beijou-me profundamente em um frenesi de paixão. Nós nos beijamos por um tempo, mais tempo do que necessário até que eu toquei o seu peito com a minha cabeça em seu ombro, ouvindo seu coração bater. Eu brincava com a espuma em sua pele, massageando o sabonete suavemente perfumado. Quando sua respiração desacelerou e ele mudou um pouco.

"Bella..." Ele suspirou, levantando meu rosto para ele. "Isso foi mais do que agradável. Quando eu pensei que sabia tudo sobre você..." Ele parou em reverência clara.

"Você tem muito o que aprender Edward," eu o provoquei.

Seu próprio sorriso rapidamente desapareceu. "Ficou satisfeita?"

"Sim", eu menti, olhando para as bolhas de sabão em sua pele. Os formigamentos haviam desaparecidos, mas eu ainda estava inchada.

"Você está mentindo", ele disse imediatamente, deslizando as mãos para cima em meus lados.

"Como você..."

"Você corou e desviou os olhos para o meu pau." Ele riu suavemente, deslizando as mãos entre nós, vagando pelos meus seios e se aventurando debaixo d'água onde nós ainda estávamos ligados. "E você esta muito alerta também..."

Fechei os olhos. "Isto era para você..." Murmurei, percebendo rapidamente que eu estava lutando uma batalha perdida.

Isso fez Edward parar e tentar se sentar, saindo de mim. Seus olhos correram brevemente sobre meu ombro. Sem me dar tempo para perguntar, ele estava de pé e levemente me empurrando de volta. Ele me olhou com avidez, inclinando-se sobre mim com as mãos arrastando ao longo das minhas coxas, sobre a curva da minha cintura. Olhando em seus olhos, eu era incapaz de pensar direito quando ele me deslizou ao lado da Jacuzzi, fixando-me na borda do canto. O ladrilho frio foi surpreendente, erguendo meus mamilos.

Ele esfregou os dedos ao longo da curva da minha pélvis e para baixo entre as minhas pernas. Eu empurrei involuntariamente para o formigamento cravado de prazer.

"Apenas relaxe..." Edward persuadiu, sua voz profunda e ofegante quando ele se ajoelhou para me tocar. Isso não era novidade para mim, mas eu estava nervosa com Edward e segurei-me a parede de azulejo atrás de mim para me manter estável. E ainda assim, eu não podia acreditar no que ele estava prestes a fazer. A antecipação só aumentou minha excitação, mas seus dedos me acalmaram ainda mais em nebulosos êxtase.

Sem parar, ele beijou por todo o interior da minha perna, sua barba raspando na minha pele. Quando eu senti seu hálito quente perto, a nervosa excitação se espalhou por todo o meu estômago. Ele tirou a mão da minha pele molhada, substituindo com sua boca. Beijando e chupando, ele me enviou rapidamente em euforia. Imediatamente, meu corpo enfraqueceu e ele inclinou a cabeça para ter melhor ângulo, suspirando de prazer contra o meu clitóris, como se ele tivesse estado secretamente ansioso pra isso.

Seus pêlos molhados, ensaboados fizeram cócegas na minha coxa, assim como quando sua língua saiu lentamente e eu esqueci tudo o mais no mundo. Ela deslizou sobre o meu clitóris latejante, extasiando-me com formigamentos e calor. Minha respiração ficou presa e foi o silêncio repentino que me fez perceber que eu estava gemendo alto, estimulado por Edward.

Ele mordiscou e começou em um ritmo constante com a língua. Instintivamente minha cabeça foi inclinada para trás e os quadris arquearam muito mais para a frente. Meus gemidos voltaram desesperados, meus dedos doloridos devido à pressão da parede. Apertada, eu balançava minha pélvis contra os seus lábios em um ritmo selvagem e impensado. Sua barba áspera deu uma vantagem deliciosamente ao prazer e eu gemia incontrolavelmente por mais.

"Mmm..." Ele gemeu baixinho, sabendo que eu estava perto, o som tão perto de onde eu doía. Indo mais rápido, ele chupou avidamente, enviando-me em um ataque de tremor intenso e um sensível orgasmo.

Minha mão voou para seu cabelo assim como o meu grito de libertação ecoou nas paredes de azulejos, fazendo-me girar os olhos de prazer.

Edward não cederia até que meus dedos se agarrassem aos seus fios de cabelos, o meu corpo tremeu e ficou fraco. Antes que eu pudesse recuperar, ele ficou de joelhos, envolvendo os seus braços em volta da minha cintura. Minhas mãos foram para o seu cabelo novamente para me apoiar, agarrando-se a ele enquanto ele deu um beijo abaixo do meu peito.

Completamente exausta, eu deslizei de volta para baixo na banheira para os braços de Edward. "Você não tem que fazer isso", eu respirei, o meu corpo sentindo formigamento e totalmente desequilibrado, suado na água morna.

"Nem você", ele disse simplesmente, enrolando os dedos nas extremidades emaranhadas do meu cabelo.

Eu me moldei para mais perto dele, oprimida, sem confiança em mim para falar qualquer coisa. Talvez fosse a intensidade do orgasmo, ou sua consideração, ou tudo o que tinha experimentado em tão pouco tempo, mas de qualquer forma, estar com ele bateu no fundo de mim.

Eu não ia chorar, mas as coisas simples que ele fez e disse eram especiais, novo e inesperado. E foi nesse momento que toda a maravilha das revelações momentâneas fizeram seu peso em minha mente. As últimas 24 horas foram pesadas em comparação com os últimos meses. Eu queria avançar sem ficar chateada sobre cada coisa feliz que me aconteceu.

Após alguns minutos de toques suaves, eu finalmente falei. "Prometa-me uma coisa, Edward?" Eu coloquei um pequeno beijo em seu peito.

"O que?" Ele tirou sua mão preguiçosamente das minhas costas.

"Eu quero que vá com cuidado sobre James. Não me empurre para o lado e comande tudo". Eu não queria que James pegasse qualquer um de nós de surpresa e, mais importante, eu não queria que Edward e eu perdêssemos isso.

Ele não respondeu de imediato.

"Edward..." Eu levantei meu rosto, mantendo o queixo que descansava em seu peito.

"Tudo bem", ele resmungou. "Eu prefiro que você fique ao meu lado do que você seguindo seu próprio caminho." Depois de um momento, ele acrescentou em voz baixa, "pelo menos eu não serei o último a saber." Sentindo-me endurecer contra ele, ele intitulou o rosto para baixo em direção a mim. "Eu sou o último a saber?"

"Não", eu disse rapidamente. Eu não queria que ele ficasse irritado com os outros por estarem sabendo. Especialmente Jasper. Não havia nenhuma razão para que isso criasse um racha em sua amizade. Por mina causa... Jasper tinha sido bom em manter a sua palavra e não dizer a Edward. Deve ter sido difícil para ele, sabendo seus sentimentos sobre o assunto em voz alta e claramente. Eu teria odiado não ser capaz de confiar em Alice sobre algo, o que só me fez sentir pior sobre minhas ações.

Eu retornei o foco em Edward, que estava me observando de novo. "Você não é o último a saber", eu confirmei, frustrando qualquer outra explicação.

Uma batida na porta soou, empurrando-nos ambos a posição vertical. Amaldiçoei sob a minha respiração com a interrupção. Poderia esse alguém usar o telefone? Se fosse Marc desta vez, eu estava realmente indo para dar-lhe uma bronca.

Antes que eu pudesse me mover, Edward rapidamente se levantou, jogando água no rosto com um movimento repentino. Limpei a água dos meus olhos, um discurso indignado já se formando na frente da minha mente. Edward se elevou sobre mim, a água em cascata para baixo de seu corpo. Palavras morreram em meus lábios, atordoada demais para fazer qualquer coisa, mas maravilhada. Ignorando a minha expressão espantada, ele passou por cima da borda da banheira, agarrando minha toalha no gancho para embrulhar em torno de sua cintura.

Foi o suficiente para eu recuperar meus pensamentos. "Edward!"

"Fique aqui", ordenou, já em estado de alerta piscando, sua postura em guarda. Era difícil levá-lo a sério usando uma toalha rosa, mas eu engoli minha risada.

Eu cruzei os braços sobre o peito. "E se houver qualquer perigo real, o que você vai fazer com uma toalha rosa?"

A batida soou novamente, mais pesada e barulhenta.

Ele me lançou um olhar e saiu do banheiro, prendeu a toalha ao redor de seus quadris. Bufando, eu Não fiquei tão bem quando eu ouvi Edward abrir a porta da frente.

Mas a voz que ouvi me fez congelar.

Silêncio. Em seguida, se seguiu uma conversa abafada. Meu rosto começou a queimar de vergonha então eu lentamente me ajoelhei para trás, para baixo da água do banho de arrefecimento, me escondendo debaixo da espuma enquanto internamente amaldiçoava Jasper por encontrar uma brecha.

"Eu vou agora mesmo no endereço dele e vou colocar a puta da merda pra fora dele." A voz de Emmett se levantou, viajando pelo corredor direto para os meus ouvidos.

Edward respondeu rapidamente com o seu próprio tom de assessoria jurídica, que recebeu varias reclamações furiosas do meu melhor amigo.

Eu podia imaginar seu confronto inicial com Emmett que esperava me ver na porta, mas ao em vez disso foi recebido com Edward em nada, mais que uma toalha rosa. Mortificação entrou em mim, fazendo-me tímida, vertiginosa, e em pânico.

Eles continuaram falando de negócios como se fosse uma reunião à tarde no escritório de Edward. No entanto, fiquei escondida, brincando com o pato de borracha número seis e minha impaciência. Depois de mais alguns momentos, Emmett gritou sem conseguir se conter, "Até mais Bella!"

Minhas mãos ainda voaram na minha cara enquanto eu afundava mais baixo, mesmo após o som da porta fechando e após a saída de Emmett. Por último, vamos falar, eu tinha sido inflexível sobre não estar envolvida e ainda, Edward estava aqui.

Segundos depois, passos acolchoados Edward ficava cada vez mais altos no corredor até que ele entrou no banheiro novamente. Sentada, eu olhava para ele ansiosamente.

"Bem, isso foi interessante", ele murmurou, esfregando a parte de trás do seu pescoço.

"Interessante?" Insisti, prestes a arrancar alguma coisa com a minha impaciência.

"Parece que Emmett descobriu sobre James um pouco tempo depois de Jasper ... " Ele revirou os olhos apertados pra mim. Eu dei-lhe um sorriso muito manco em troca. Pouco impressionado, Edward continuou. "De qualquer forma, Emmett veio para verificar e ver se você estava bem antes de ir até a casa de James por a puta pra baixo. Estranhamente, eu só dei a ele a mesma informação que você me deu antes sobre ele não sair 'correndo para balançar a sua espada'." Ele balançou a cabeça com ironia.

"Mas é disso que eu estou falando, Edward. Eu moro aqui e isso não vai mudar. Eu deveria ser capaz de atender a minha própria porta. Você não pode empurrar-me de lado e controlar tudo o que eu sou como se eu fosse um cordeiro indefeso."

"Você é um cordeiro", ele interrompeu.

Eu bufei, dando-lhe um olhar de desaprovação. Eu estava na água, liguei o chuveiro para enxaguar-me rapidamente, usando o tempo para reunir meus pensamentos. Edward se inclinou contra a parede, me olhando pensativamente com uma mão pousada sobre a toalha na cintura. Eu não queria estava brava com ele sobre isso, mas eu tinha que definir essa precedência ou nunca iríamos progredir em igualdade de condições.

"Edward... você concordou em não tomar as rédeas," eu comecei, saindo e envolvendo uma toalha em torno de mim. Colocando o pato número seis ao lado da pia, eu fui para o espelho, tentando domar meu emaranhado cabelo com uma escova.

Ele saiu da parede para ficar atrás de mim. Nossos olhos se encontraram no espelho então eu senti o calor do seu peito nas minhas costas. Sua mão parou a minha, assustando-me enquanto ele lentamente puxou a escova pra fora do meu alcance, nossos olhos permaneciam conectados o tempo todo.

"Eu menti", ele respondeu simplesmente, gentilmente arrastando a escova pelo meu cabelo para soltar os nós.


Preview do Capítulo 22

"Isto é tudo sobre James, não é? É por isso que você quer que eu passe a noite com você." Ele já tinha se esforçado em me subornar com jantar e sobremesa e outras coisas. E eu tinha sentado em frente a ele, animada e babando como uma burra hiperativa, quase caindo no amor como um cachorro demente com a perspectiva de um encontro íntimo. Meu rosto ficou quente, de repente chateada que ele tinha me enganado, recordando a minha própria tolice.

"Isso pode ser uma razão, mas não é a única", ele me diz com cuidado, ficando sério. Eu cruzei os braços sobre o peito, sentindo-me constrangida e magoada.

"Você não quer passar a noite comigo?" ele perguntou rapidamente.

Eu desviei o olhar. "Esse é o ponto."

"Não, não é", argumentou em um tom mais suave quando a parte de trás dos seus dedos traçaram o meu braço. "É a única coisa que eu conseguia pensar o dia todo." Aproximando-se perto de mim, ele passou os braços em volta da minha forma tensa, roçando sua bochecha junto a minha, e sussurrou em meu ouvido. "Todo o dia eu imaginei você na minha cama."

Não eram apenas as suas palavras, mas a forma como a sua voz falou baixo e grosso, grave, com desejo e propósito, me pegando de surpresa. Se eu soubesse alguma coisa sobre Edward, é que ele era determinado.

Minha mente protestou com mil argumentos, meu corpo fracamente resistindo. Mas o calor viajou para mim, seu cheiro cobrindo meus sentidos. Suave. fazendo cócegas nos seus lábios arrastado para baixo do meu pescoço, criando um caminho de sensações de formigamento. Os minúsculos pelos se arrepiaram na minha pele e minhas coxas apertadas.

"Para sentir a sua pele..." ele murmurou, a respiração quente na minha garganta, vibrando minha pélvis, relaxando-me ainda mais. "Para estar dentro de você", seus dedos pressionaram as minhas costas, trazendo-me apertado contra ele. Eu arrastei uma respiração instável enquanto beijava um caminho de volta até a minha orelha e sussurrou: "Para ouvir você suspirar o meu nome." Engoli em seco discretamente com um calafrio quando sua outra mão puxou meu queixo para ele, forçando-me a olhar profundamente em meus olhos. "É tão ruim mantê-la segura enquanto faço isso?"

Eu era incapaz de pensar direito. Era tão ruim assim? Eu realmente não tinha sido prejudicada ou comprometida de alguma forma real. Eu tinha dito que Edward e eu gostávamos de estar nesta juntos e bem... estávamos tecnicamente juntos. Manipulações à parte, essa foi uma das coisas mais doces que eu já vi.


Nota Tradutora

Bem ele encontrou o pato de número seis, eu chorei de rir, fato! Imaginei a cena do pobre patinho zombando dele! E a luta destes dois cabeças duras NUS oh por lord eu me divirto na tradução desta fic!

Imagine o Em dando de cara com um Edward enrolado em uma toalha cor de rosa?

Então deixe-nos uma review tão boa quanto um *cof cof*

'Não há nada no mundo como beijar um quente, molhado, ensaboado e NU Edward'

Bjos

Mili YLJJ


Ai esse capítulo é um dos meus favoritos porque eles passam o tempo todo juntos e isso é perfeito s2 Eles brigando pelo pato foi perfeito hahaha O James ainda é uma ameaça, e tomara que consigam resolver o problema antes que ele faça algum estrago.

Bem, vocês continuam sumidas, sei que tem gente comentando, mas em comparação com quantas pessoas estão lendo é bem pouco.

Eu postei o Outtake 2 da fic, está lá no link que passei.

Comentem e eu volto mais rápido do que imaginam

Beijos

xx