Cap. 7

O dia amanheceu no platô extremamente quente. Mallone e Verônica já estavam se preparando para voltar para a casa da arvore. Nenhum deles conseguia acreditar que finalmente tinha se entendido. Que agora eles realmente estavam juntos. Verônica estava louca para contar as novidades a Marguerite. Mesmo essa ainda não ter dito que também tinha se acertado com o Roxton. Fato que estava na cara de ambos. E a principal prova era que eles não vivam brigando como antes.
Já na casada arvore todos também já tinha acordado. Incluindo a Marguerite que não conseguia dormir por causa do calor. Nesse exato momento eles estavam terminando de lavar a louça do café da manhã.
_ Marguerite e Roxton vamos para a sala quero falar com vocês.
_ Bom eu vou deixá-los á sóis tenho muita coisa para fazer no meu laboratório_ disse Challenger já saindo da sala.
_ O que você quer falar com a gente mamãe?
_ Bom como eu disse ontem é sobre o treinamento da Marguerite.
_ O que tem o meu treinamento?
_ Bom agora você vai passar por uma nova fase. Nessa faze você vai ver a vida toda de sua mãe. Vai saber de tudo o que ela sabe e talvez com os fatos que você vai ver possa finalmente descobrir quem a seqüestrou. Quando você superar essa fase passara para outra.
_ Bom eu entendi muito bem e estou pronta, mas porque o Roxton está aqui?

_ Bom ele vai ver as lembranças de sua mãe junto com você. E você entenderá o porquê mais tarde. Agora você deve ter percebido que se todas as pessoas antes de você fizeram isso, você verá a vida de todas as sacerdotisas. O que levaria uma eternidade. Então apenas os fatos importantes serão mostrados. E quando isso acabar você terá a sabedoria de todas elas dentro de você. Podemos começar?
_ É claro. Mas Roxton se você não quiser fazer isso. Não precisa.
_ Se isso é importante pra você é lógico que eu vou fazer_ e dizendo isso ela pegou na mão da herdeira.
_ Já que está tudo certo eu quero que vocês dois bebam isso daqui.
Elizabeth pegou duas xícara s e entregou aos dois que na mesma hora beberam...

Assim que eles beberam os dois avistaram uma pequena menina brincando com uma mulher extremamente linda. Os dois perceberam na hora que se tratara da mãe de Marguerite e de sua avó. A semelhança entre a menina e a mulher era estrema. A menina era sua pequena miniatura.
_ Mamãe, porque nós vamos tento que ir a Londres?
_ Ora nós vivemos aqui no platô e fora dele para sabermos se alguém vem procurá-lo quais são as intenções dessas pessoas, etc.
Depois a imagem se modificou a Helena (mãe da Marguerite) e Pandora (avó de Marguerite) estava jantando em uma enorme mesa. Nessa Pandora estava numa das pontas no seu lado direito estava Richard (marido de Pandora, avô da Marguerite) e no lado esquerdo a pequena Helena. Na outra ponta da mesa estavam Viviane (a protetora mãe de Abigail, ou seja, a avó da verônica) Todos jantavam paz.
Uns minutos se passam e um avatar entra no salão. Trazendo com sigo a avó de Roxton e sua mãe.

_ É tão bom vê-la aqui conosco._ disse Pandora
_ Eu já não estava agüentando mais Londres. E aqui sei que realmente estou entre amigos. Nossa como a Helena cresceu quando eu há vi ela era apenas um bebe e agora já está uma mocinha.
_ Posso dizer a mesma coisa de Elizabeth. Vamos sentem-se e se sirvam.
A imagem mais uma vez mudaram agora eles viam Elizabeth e Helena conversando. Helena chorava muito. Algo de grave deveria estar acontecendo.
_ Não fique assim. Eu sei como dói perder um pai. Mas você tem que ser forte. Sua mãe precisa de você como nunca precisou antes._ Elizabeth tentava confortar Helena.
Mas uma vez a imagem mudou. Sendo que a cena era a mesma. Elizabeth consolando Helena.
_ Eu estou sozinha! Não tenho mais ninguém. Primeiro o meu pai e agora a minha mãe? Por quê?_ Helena estava arrasada.
_ Você não esta sozinha. Você tem a mim. Você sempre poderá contar comigo para o que for.
A imagem sumiu. Agora eles viam Helena com aparentemente dezesseis anos. Ela estavam sonhando com algo. Um rapaz com roupas de outra época.
_ Você disse que sempre estaria comigo. Disse que voltaria que não me deixaria só. E então cadê você?
_ Eu estou aqui. Eu vou te encontrar, juro. Só não sei como. Mas não esqueça que eu te amo.

E após dizer isso ela acordou assustada. Não era a primeira vez que ela tinha esse sonho e ela sentia que realmente tinha que ir atrás dele. Era como se a vida dela não tivesse sentido se não o achasse.
Depois de acordar dessa maneira ela resolveu se levantar. Arrumou-se e desceu e a primeira pessoa que ela viu era exatamente quem ela queria encontrar.
_ Preciso falar com você agora._ Helena foi direto ao assunto.
_ Bom dia pra você também. O que você quer.
_ Quero que convença a sua mãe a me deixar fazer a regressão de vidas passadas.
_ Ei você nem passou pela terceira fase e já quer chegar à quinta? A única coisa que eu posso fazer por você é pedir para ela antecipar a terceira e tentar fazer a quarta o mais rápido possível. Mas por que isso? Você ainda tem 16 anos. Só vai poder assumir o trono com 18. Então porque tanta presa.
_ Por que eu acho que eu estou em divida com alguém das minhas outras vidas e isso me está atormentando. Mas mesmo assim eu te agradeço passo pela terceira e falo com ela que já quero a quarta. Será que ela dá tudo no mesmo dia?
_ Não. Mas agora eu tenho que dar a mamadeira para o John.
_ Não deixa que eu do. Você sabe que eu o adoro. Ele é tão fofinho.
Helena entrou no quarto de bebe e pegou o pequeno John do berço para poder lhe dar a mamadeira.
_ Ás vezes você parece mais mãe dele do que eu._ disse Elizabeth ao ver como o pequenino ficava calmo no colo de sua tia.

_ A que isso ele só que é a titia o deixa fazer coisa errada, mas a mamãe não.
As duas começaram a rir e depois deixaram o quarto. Elizabeth foi atrás de sua mãe para ver se conseguia ajudar Helena. E para a sua surpresa não é que sua mãe concordou?
Elas já tinham preparado tudo. Agora era só Helena tomar o chá e veria toda a vida do conselheira ou conselheiro de sua sucessora. E assim ela fez tomou o chá de uma vez e logo em seguida entrou em transe.
Helena via duas crianças brincando uma de cinco e a outra de dez. O menino de dez ia atrás
da pequenina de cinco vendo sempre se ela estava segura. Ele era seu o pequeno protetor da
pequenina. Eles paravam em frente ao lago. E finalmente Helena pode ver o rosto da
pequenina com clareza. A menina era linda sem sombra de dúvidas. Tinha um rosto delicado, a pele bem branquinha que entrava em contraste com seus cabelos castanhos escuros. E olhos eram lindíssimos. Mas os olhos dessa menina eram extremamente familiares para Helena. Aqueles olhos eram idênticos aos de sua mãe e aos dela. Essa linda menina só podia ser uma pessoa. Sua filha. A pequena Marguerite. Ela tinha escolhido esse nome quando tinha apenas cinco anos para homenagear suas flores preferidas. As margaridas. Marguerite se virou para o garoto com um sorriso sapeca no rosto e pulou dentro da água.
_ Marguerite sai daí! Você vai pegar um resfriado.
_ Ah John deixa de ser estraga prazeres. Água está um delicia vem e entra também!
_ Não. Prefiro ficar-te vigiando para que nada de mal te aconteça.
_ Se é assim que você quer meu cavaleiro de amadura prateada.

Ela começou a tacar água nele. Brincando e rindo a dessa.
A imagem desapareceu e logo surgiu outra. A imagem de um baile. Lá nos víamos o Roxton com 25 anos. Ele olhava para todos os lados como se estivesse procurando alguém e ao seu lado tinha Willian que ria da cara do irmão. Foi quando ele parou de rir ao ver uma linda moça entrar no salão. Mas antes que esse pudesse ir falar com ela, Roxton a chamou para dançar.
_ Que saudades de você.
_ Ora Roxton eu só fiquei fora por um ano.
_ Mas esse um ano foi uma eternidade pra mim Marguerite.
_ Sei você fala como.._ ela ficou vermelha e preferiu não continuar.
_ Eu falo como se o que Marguerite?
_ Nada de mais John. E as novidades quais são?
Mas uma vez a imagem sumiu e no lugar dela surgiu uma nem um pouco agradável. John e Willian estavam brigam. E eu não estou falando de uma discussãozinha, e sim dois caindo nos socos.

_ Parem agora meninos! Vocês são irmãos não devem brigar!_ Elizabeth não sabia mais o que dizer para separar os dois.
_JÁ CHEGA!_ gritou Lord Roxton (nesse caso o pai do John)
Na mesma hora os dois pararam. E se recompuseram.
_ Eu posso saber por que motivos os meus filhos estão brigando que nem dois brutamontes?
_ Ora papai o John não gostou de algo que eu lhe disse e me agrediu.
_ E eu poso saber o que você disse para o John?
_ Eu disse que se fosse ele, ia logo procurar um emprego. Já que nada dessa casa ficará para ele quando você morrer, e eu não estou disposto a sustentá-lo. Disse para ele dar o fora agora. Por que eu não o quero morando na casa que um dia será minha.
_ Em primeiro lugar Willian, eu ainda não morri. E em segundo você vai herdar o titulo que é seu por direito mais as minhas propriedades e o meu dinheiro será divido igualmente entre vocês dois.
_ Se é assim eu saio de casa. Não fico no mesmo teto que esse daí_ disse Willian se virando para subir as escadas.
_ Não precisa se incomodar. Sou eu que saio.

E dizendo isso Roxton saiu pela porta. Ele estava bastante pensativo e resolveu sair andando pela cidade para ver se colocava a cabeça no lugar. Por que será que o seu irmão o estava tratando daquele jeito? Willian sempre teve tudo o que quis. O que ele ganharia humilhando John dessa maneira? John estava se sentido traído. Ele estava magoado. Então resolveu ir atrás da única pessoa que o faria se sentir melhor.
_ John o que você esta fazendo aqui há essa hora?
_ Marguerite eu posso conversar com você?
_ John já é tarde e os meus pais estão viajando. O que será que as pessoas vão dizer ao te ver entrando na minha casa a essa hora da noite e..._ Marguerite viu a cara de cachorro sem dono que o John estava fazendo e sabia que não podia dizer não._ A quer saber que se dane o que eles vão dizer. Entre.
John entrou na grande mansão dos San Roman (gente eu sei que isso é latino, mais não me veio nenhum sobre nome anglo-saxônico.). E foi conduzido por Marguerite até a sala de estar.
_ Você quer beber alguma coisa?_ perguntou Marguerite.
_ Não eu apenas quero me abrir com você.
Marguerite se sentou ao lado de Roxton e colocou a mão deste entre as suas.
_ Você e Willian brigaram novamente?
_ Sim. Mas dessa vez ele passou dos limites. Ele praticamente me expulsou de casa.
_ Eu sinceramente não entendo essa atitudes de Willian. Você ele sempre foram tão amigos. E agora ele faz isso com você? Como você está se sentido.

_ Eu me sinto traído. Para mim é difícil acreditar que se trata do mesmo Willian que cresceu comigo e sempre foi meu amigo. Até parece que não é a mesma pessoa. E o pior de tudo. Hoje nós caímos nos tapas. Mamãe tentou nos separar, mas não conseguiu e ai meu pai teve que intervir. Sendo que quando ele perguntou o porquê estamos brigando. Willian mentiu e disse que eu é que tinha começado a briga e utilizou como justificativas coisas que me magoaram.
_ Qual foi o motivo de Willian ter brigado com você?
_ Ele disse que eu sempre roubava as coisas que eram dele por direito. Mas tinha uma em especial que eu não poderia roubar. Que era dele. Que eu não merecia o poder que essa coisa poderia me dar. E ai partiu para cima de mim.
_ O que será que deu nele. Ele sempre teve tudo o que quis sempre foi mais paparicado que você. John tudo o que você tem você merece. Você lutou para conseguir isso. Você nunca roubaria algo de ninguém.
_ Eu sei disso. Mais dói tanto que meu irmão pense isso de mim.
Nessa hora John começou a chorar e Marguerite o abraçou.
_ Você sempre faz com que eu me sinta melhor._
Roxton levantou o rosto para poder olhar nos olhos de Marguerite. Ma ele não contava que seus rostos ficariam tão próximos um do outro. E ele acabou não resistindo e a beijou. Ele sempre fora apaixonado por ela desde criança. Mas nunca teve coragem de revelar o seu amor por ela. E para a sua surpresa ela estava correspondendo o beijo que eu a cada segundo se tornava mais feroz.

O beijo estava cheio de paixão e desejo. Roxton colocou Marguerite em seu colo. E esta começou a abrir sua camisa. Ele interrompeu o beijo e levantou.
_ Por que você parou? O que houve?_ perguntou Marguerite ainda tentando recuperar o ar.
_ Eu não posso te tratar como as outras. Eu não posso simplesmente te levar pra cama e depois fingir que isso não aconteceu. Eu te amo desde que me entendo por gente._ ele mal acreditara que finalmente havia dito isso á ela, mas se tinha tido coragem para isso ele teria que teria para a resposta que viria a seguir_ E você o que sente por mim?
_ No começo eu achava que te amava como um irmão. Você sempre me protegeu e me mimou. Mas depois que eu viajei. Eu sentia tantas saudades suas. Era como se estivesse faltando uma parte de mim. Foi quando eu percebi que te amava como mulher e não como sua irmã. Quando estava prestes a voltar fiquei com um enorme medo de você está comprometido com alguém. E ai eu volto você está sozinho, porem continua me tratando com sua irmã. Por que você não me disse o que sentia antes?
_ Pelo mesmo motivo que você. Medo. Mas agora isso não importa mais. Marguerite você aceita ser minha namorada?

_ Ora Roxton é claro que eu aceito.
Ela se lançou para poder abraçá-lo. E depois essa imagem desapareceu sendo substituída pela imagem do casamento da Marguerite e do Roxton. E para a alegria de Helena quem era o padrinho era Willian, ou seja, ele e Roxton haviam feito as pazes. E logo em cima a imagem de Marguerite e Roxton em um quarto muito luxuoso. Eles ainda estavam com as roupas do casamento.
_ Champanhe? _ perguntou o Roxton.
_ Sim respondeu_ Marguerite um pouco nervosa.
Roxton os serviu e brindou com ela. Ele posou a taça em cima da mesa e começou a tirar o smoking o que aumentou ainda mais o nervosismo de Marguerite. E John não pode deixar de perceber.
_ Por que você está tão nervosa?
_ Nervosa eu? Imagina. Eu estou ótima._ disse Marguerite tentando disfarçar. Mas não conseguia enganar ninguém. Principalmente o Roxton que a conhecia tão bem.
_ Marguerite não tente me enganar. Por que você está assim?
_ Bom hoje é a nossa noite de núpcias._ ela não conseguiu terminar. Era mito constrangedor para ela falar sobre isso.
_ E?

_ Bom é que eu nunca estive com ninguém antes._ ela estava completamente vermelha.
Roxton na mesma hora entendeu sobre o porquê Marguerite estar daquele jeito.
_ Você não precisa se preocupar com nada. Não tem motivos para você ficar assim.
A confiança que ela tinha nele fez que com essas palavras ela conseguisse se acalmar. Roxton percebendo que o seu nervosismo passara a beijou. Esse beijo em poucos minutos se tornou extremamente envolvente, apaixonado, selvagem, cheio de segundas intenções. Roxton a pegou no colo sem interromper o beijo e a colocou na cama. E a imagem desapareceu.
Helena saiu de seu transe e abraçou Elizabeth completamente emocionada. Ela contou tudo o que havia acontecido á amiga.
Helena mal podia se conter de alegria. O pequeno Roxton. O bebe que ela amava como se fosse o seu filho seria conselheiro de Marguerite e não é só isso. Eles iriam se casar algum dia. Ela não podia querer genro melhor.
Mas Helena não se esquecera do motivo pelo o qual ela pediu para que antecipassem sua terceira faze. E foi logo falar com falar com a mãe de Elizabeth para realizar a quarta fase o mais rápido possível. E para sua felicidade ela havia conseguido. Em uma semana ela estaria realizando a quarta fase.

Uma semana se passou e Helena finalmente descobriu que divida ela tinha e com quem ela tinha.
Em uma de suas outras vidas ela e sua alma gêmea tiveram que se separa, pois ela morrerá com uma grave doença. Mas antes de morrer ela jurou que voltaria para que os dois pudessem ficar juntos. E foi isso o que ela vez. Ela viajou para o passado para reencontrar o seu grande amor.
_ Oi Richard.
_ Helena é você mesmo?
E a imagem se foi...
Agora sim. Voltamos finalmente para a casa da arvore.
Quando Marguerite e Roxton saíram do transe já era noite e Verônica e Mallone já tinha regressado da aldeia Zanga e contado a novidade para todos, que ficaram muito felizes em saberem que eles finalmente estavam juntos!
Marguerite se retirou da sala dizendo a todos que estava muito cansada. Mas Roxton sabia muito bem o que a perturbava. Mas preferiu falar com ela em outra ocasião onde os outros não suspeitassem. E com isso todos foram jantar com exceção de Marguerite que estava trancada no quarto desde que saíra do transe. Eles jantaram em clima de comemoração pelo começo de relação de Verônica e Mallone.
_ E aí Roxton quando você e a Marguerite vão assumir que estão juntos?
_ cada casal ao seu tempo meu caro jornalista. Peso licença a vocês, pois já vou me deitar._ e dizendo isso ele se retirou da mesa indo em direção a seu quarto.
_ Acho que eu não deveria ter dito isso. Ele ficou chateado._ disse Mallone realmente triste por ter dito algo que fez com que o seu amigo se sentisse mal.
_ Não foi algo que você disse Mallone. Tenho certeza que é algo que ele e a Marguerite viram nessa nova fase do treinamento dela. Ou vocês não perceberam que ela também estava estranha?

Enquanto é isso no corredor que leva para os quartos da casa da arvore...
Roxton estava esperando para que todos se distraíssem para poder ir ao quarto da Marguerite. E quando isso aconteceu, ele não perdeu tempo e foi ao o local onde estava a sua amada. Nem sequer se deu ao luxo de bater na porta.
_ Marguerite como você está?
Marguerite estava de costa para a porta e nem o viu entrar. E acabou se assustando ao ouvir sua voz.
_ Oh John eu nem ouvi você entrar._ ela estava chorando.
_ Marguerite meu amor. Por que você esta chorando?_disse ele sentando na cama e a abraçando.
_ Poxa John. Se eu não tivesse sido seqüestrada nós estaríamos casados e a essa altura já teríamos filho._ nessa hora ela chorou mais ainda.
_ Marguerite esse destino pode ter sido roubado de nós, mas você e eu já vimos o nosso futuro. E será ele não é uma recompensa por tudo o que nós já passamos?
_ É você tem razão_ disse ela se acalmando um pouco.
_ Vamos mudar de assunto, ta meu amor?_ ela concordou com a cabeça._ Como você se sentiu sabendo um pouco mais de sua mãe.
_ Oh John eu adorei. Eu nunca pensei que éramos tão parecidas. E que ela ia aceitar de tão bom grado o genro.
_ HAUHAUHAUHAU. Eu sou o genro que toda a sogra quer ter.
_Convencido.
_ Como se você não gostasse?_ e dizendo isso deu aquele sorriso safado a beijou.
O beijo foi se tornando mais intenso. As mãos de Roxton circulavam por todo o corpo de Marguerite. Os dois estavam ofegantes. Roxton direcionou seus beijos que ela finalmente estava pronta para se entregar ao Roxton? Ela e lembrou-se do que viu hoje. Roxton era pra ter sido o primeiro para o pescoço de Marguerite. Para que essa pudesse recuperar o fôlego. Marguerite mal conseguia pensar naquele momento. Será homem de sua vida. E se lembrando disso teve a certeza que estava pronta. Na verdade sempre esteve pronta. Ela só não sabia disso antes.