Ricos, Famosos e Felizes?

Disclaimer: A história pertence a Karen Vera, os personagens a Stephenie, e a mim somente a tradução.

Sinopse: Edward Cullen é filho de um milionário, irmão de Alice e Emmett. Seus pais Carlisle e Esme eram o casal perfeito, até que ele toma a medida drástica de separar. Os olhos não podem acreditar, nunca viram qualquer evidência de desunião, muito pelo contrário.

Mas até então o marido e pai perfeito, esconde um jovem segredo, um amante, Isabella Swan. Edward tenta contato com ela para parar essa relação que terminou com sua família, mas vai ficar chocado quando encontrá-la…


Capítulo 7 - Companheiros de Viagem

(Tradução: Ingrid Andrade)

Cheguei na minha casa por volta das dez da noite. Subi as escadas correndo, em dois degrais de cada vez. Abri a porta do meu quarto com força, corri para o closet e tirei uma das malas. A coloquei na cama e comecei a abrir gavetas e portas desesperadamente, tirando roupas: meias, cuecas, sapatos, gravatas, e roupa informal, por quê não? Eu iria ao Brasil com a mulher mais deliciosa do universo! Como não existiria uma possibilidade de que poderíamos nos distrair. Sorri diante das minhas imagens sensuais. Além disso, tirei um par de roupas formais.

A mala estava lotada, parecia um sanduíche de alface que iria transbordar. Isso não vai fechar! Comecei a tirar tudo, arg! Inspirei menos profundo, estava um pouco ansioso. Essas coisas não eram normais em mim! Mas a notícia havia sido tão maravilhosamente imprevista que não tive mais tempo para chegar em casa e arrumar para amanhã. Agora sim tenho uma pilha de roupas relativamente decentes.

Fui até a minha mesa de cabeceira em busca do passaporte, abro, reviro, mas não acho. Vejo novamente... Nada! Passei pela cama para outra mesa de cabeceira, joguei a caixa no chão e comecei a procurar, com a adrenalina mergulhando em minhas veias. Meu Blackberry tocou insistentemente, o evitei, no entanto minha perna vibrou de novo. Quem seria tão inconveniente? Eu o tirei do bolso e o joguei no tapete.

Maaaaaamããããããeeee — gritei para Esme ouvir.

Fui até a cômoda localizada na frente da minha cama. Mudei as roupas intímas de um lado para o outro, a ponto de desestabilizar meu humor. Puxei as gavetas para o chão, enquanto olhava em descrença que isso aconteceu comigo, agora. Agora não! Se não o encontrasse eu seria obrigado a avisar para Carlisle e ele iria com Bella, arg!

Maaaaaamããããããeeee — voltei a gritar. De repente Esme se aproximou com os olhos esbugalhados ao máximo.

—O que é isso, Edward? — me olhou assustada.

—Onde está o meu passaporte? — insisti frenético.

—Como vou saber, filho? — respondeu mais tranquila.

—Preciso dele urgentemente! Amanhã viajo na primeira hora... — continuei jogando roupa no chão.

—O que é tudo isso, Edward? — Alice apareceu na soleira da porta.

—Não acho meu passaporte, ajude-me a encontrá-lo, por favor! — supliquei. Ela caminhou até as roupas jogadas no chão, ajoelhou-se e começou a procurar. De repente, paf!

—Aqui está — me olhou com um sorriso torto perverso.

—Onde estava? — joguei-me de barriga para pegar o documento das mãos da minha irmã e seus olhos brilharam com malícia.

—Nisso... — imediatamente pegou uma caixa de preservativos. Minha mãe se virou no lugar e sorriu também. Meu rosto ferveu de vergonha. Eu não disse nada mais, minha mãe e minha irmã soltaram risadinhas cúmplices. Elas se levantaram para se prepararem para sair do quarto. Esme virou-se para me olhar.

—Você vai ao Brasil com Isabella? — seus olhos se suavizaram. Assenti, confuso. Ela já sabia? Não tinha sido uma mudança de planos de última hora?

—Você já sabia? — perguntei confuso. Ela estava prestes à responder, mas meu celular começou a tocar novamente. Arg! Rastejei pelo chão para pegâ-lo. Esme se foi.

—Alô? — respondi irritado.

—Edward! — eu conhecia essa voz cantada.

—Tanya — Uf! Se eu houvesse olhado o identificador de chamadas antes, não teria atendido... eu havia combinado de ir visitá-la.

—Estou te esperando — imediatamente sensualizou sua voz. Ui, ui! Desta vez ela não me perdoaria...

—Uf! Tanya, sinto muito, mas não poderei ir... — sussurrei, enquanto tirava a roupa para tomar um banho, eu estava sujo e cansado.

—Tenho a mesa arrumada! — exclamou chateada, mas tentando se conter.

—Realmente, sinto muito! Apenas me avisaram que eu iria viajar na primeira hora para o Brasil, meu pai não poderá ir, então eu devo ir — afirmei, enquanto abria a torneira do chuveiro. O banheiro começou a se encher de vapor.

—Você poderia ter me avisado! — grunhiu pelo fone de ouvido.

—Desculpa, outro dia...? — insisti com um pé na banheira.

—Vá a merda, Edward! — tuuut, tuuut, tuuut. Desligou. Sorri, nada importava naquele momento. Amanhã eu iria com ela, longe e sem quaisquer intervenções de algum intrometido.

Molhei meu cabelo e depois coloquei o suficiente de shampoo nas minhas mãos, para espalhar o liquído espesso no cabelo. Peguei o sabonete, o umideci bem e começei a esfregá-lo no meu corpo. No final da banheira descansava uma esponja, minha mãe insistia em compra-la e eu insistia em não usá-la, "Isso é o que as mulheres usam mamãe," repetia uma e outra vez, mas ela continuava comprando. Com Emmett foi da mesma forma.

Tomei um último mergulho debaixo do chuveiro e corri a porta para minha toalha e me secar. Saí ainda com os pés úmidos e limpei o vapor do espelho para me ver. A barba estava crescendo, mas amanhã não conseguiria fazê-la, mal consigo acordar. Saí do meu quarto com a toalha úmida amarrada na cintura. De repente Emmett apareceu.

—Eu sabia que você estava indo em uma viagem com a querida do papai — ironizou, soltando uma risada.

Shhht! — coloquei o dedo indicado na minha boca para ele diminuir o volume da voz — Esme pode escutar.

—Quem se importa! Já encontrou conforto... — Me virei imediatamente com uma sobrancelha erguida e um sorriso torto.

—Então, é verdade? — perguntei com a esperança que assim fosse.

—Isso que o velho me disse — respondeu enquanto pegou minha caixa de preservativos — esses são bons? — ele se distraiu imediatamente. Arg! Assenti — há algumas que se queixam de que sofrem alergias e coisas estranhas — continuou, era evidente que o tema dos preservativos era muito mais importante na sua vida.

—Mas esses são hipoalergênicos — observei essa última palavra e ele sorriu entusiasmado.

—Então foi Carlisle quem te contou? — cutuquei na espera de uma resposta coerente. Assentiu.

—Você pode me dar alguns para eu provar essa noite? — Emmett continuou. Caso perdido! Meu irmão tinha apenas sexo em sua cabeça.

—Leve a caixa! — grunhi, enquanto coloquei a parte debaixo do pijama listrado.

—Obrigado... — murmurou feliz e saiu do quarto. Olhando as contra-indicações? Que idiota!

Deixei cair minha mala e a coloquei na mesa que estava no centro do quarto. Fechei a porta do meu quarto, programei o alarme móvel para 3h30 e liguei a TV para assistir a Champions League*. Sem perceber eu dormi.

*A Liga dos Campeões da UEFA, oficialmente UEFA Champions League (UCL), que é a sucessora da Taça dos Clubes Campeões Europeus (o mesmo nome atribuído ao troféu até aos dias atuais: Coupe des Clubs Champions Européens), é uma competição organizada pela UEFA desde a temporada 1955-56 (desde 1992-93 no seu atual formato) para os clubes de futebol mais prestigiados na Europa. O prêmio, a European Champion Clubs Cup (mais conhecida por European Cup), é o troféu mais prestigiado do futebol europeu.

Titititititit!

Ouvi o alarme e acordei com um sobressalto. Entrei no banheiro meio sonolento. Com os olhos ainda fechados, abri o chuveiro e somente quando a água começou a correr pela minha costa, acordei. Saí rapidamente, me vesti, peguei minha mala e o passaporte abençoado! O motorista de Esme me levou ao aeroporto. Cheguei às quatro e meia. Bella ainda não apareceu, fiquei ansioso. Ela havia caído no sono? Com meu pai! Arg! Olhei o horário de vôo, às quatro e quarenta e cinco era a última chamada para embarque. Peguei meu Blackberry para ligar para ela, mas não foi necessário, ela apareceu distraída pela divisória de vidro. Vinha séria, olhava ao seu redor, até que lhe fiz um sinal com as mãos. Ela se aproximou confusa.

—E Carlisle? — perguntou irritada.

—Não pode vir. Enviou-me um e-mail de última hora pedindo-me para que viesse no seu lugar — ela cruzou os braços e torçeu a boca em uma careta de raiva.

—Obrigado... — sorri falso, mas era evidente minha decepção — pensei que desde a nossa conversa no outro dia teríamos uma relação mais suportável.

—Perdão Edward, não é isso — tentou se desculpar — mas pelo menos deveria ter me avisado — mordeu seu lábio inferior e seus olhos chocolates esmaeçeram. Fiquei sem palavras, não consegui continuar falando, me senti um perfeito imbecil.

Finalmente embarcamos. Chegamos aos nossos assentos de primeira classe, reclináveis, muito comôdos, quase poderia dormir dois em um. Ela se sentou na janela, pegou seu iPod, conectando-o aos ouvidos, ignorando-me por completo. Decolamos. Peguei meu notebook e comecei a trabalhar em investimentos. Bella pegou um livro que parecia muito insinuante, "Zonas Úmidas", eu tentei fingir que não observei o que ela leu. Depois de algumas horas o sono começou a aparecer. Quando percebeu reclinou seu assento até o final e colocou uma máscara para bloquear a luz. Ela estava inconsciente em menos de dez minutos, entreabriu seus requintados lábios de cereja, e se enrolou ao meu lado, levantando seus quadris em direção ao teto, lhe dando uma perfeita silhueta de violão. De... li... cio... sa! A encarei por muitas horas, tentando descobrir os emaranhados do seus pensamentos e motivações. O que a levaria a estar com um homem como o meu pai? Dinheiro? Mmmmm, parecia não ser a razão, afinal estava indo bem em sua carreira, sem necessidade de apoio. Havia tantas alternativas para pensar que finalmente caí no sono. Dormimos ao longo da viagem, cada um em seu mundo.

"Queridos passageiros estamos prontos para aterrissar no aeroporto Antonio Carlos Jobim no Rio de Janeiro. A temperatura atual é de 16 graus Celsius, com uma umidade média de 62%..."

Acordei com a voz do alto-falante. Olhei para minha direita, ela estava acordada e novamente conectada ao seus fones de ouvido. Arrumei o assento. Bella olhava para fora da janela. O avião começou a aterrissar e imediatamente o vidro das janelas se embaçaram... Uf, a umidade! Na verdade tinham me avisado. Quando eu tinha visitado esse país, anteriormente, eu tinha apenas nove anos e mal me lembrava das praias.

Pegamos nossas malas de mão e saímos pela portinha. A aeromoça que estava na porta, uma loira voluptuosa e muito sensual, quando passei ao seu lado me deu um pequeno papel dobrado. Eu sorri. Bella não percebeu.

—Do que você está rindo? — perguntou mal-humorada.

—Nada que você se importe — fui indiferente.

Nós andamos no mesmo ritmo, passamos pelas malas e em seguida, saímo em um hall. Uma multidão de pessoas esperava com cartolinas nas mãos para transportar passageiros. Imediatamente reconheci o nosso. Naturalmente não trazia qualquer cartaz e vestia-se formalmente.

—Bem-vindos ao Brasil! — saudou devidamente e nos levou até uma Mercedes preta. Ajustou a mala e fomos embora imediatamente.

Era noite e a lua brilhava no meio céu escuro vasto. Bella olhava pela janela e eu olhava ela, mas secretamente. Depois de meia hora de trânsito infernal chegamos no hotel em frente à praia no Leblon.

A umidade, quando saímos, estava me assando vivo, senti a roupa molhada, muito grudada no meu corpo. Olhei para minha companheira e percebi que ela tinha gota de suor no nariz. Uy, uy, uy! Ela parecia ainda mais sexy. Andamos até a recepção e depois de nos registrarem deram os cartões para abrir as portas. Ela tinha o quarto 201 e eu, o 203. O elevador nos levou até o nosso quarto.

Eu entrei no quarto, estava inquieto. Desarrumei a mala e me deitei na cama. Enfiei a mão no bolso, e no final dele, percebi o pedaço de papel amassado.

Hotel Ipanema. 10h30. Vou esperar você no hall.

Fechei o papel, mas o coloquei na minha carteira em caso de necessidade. Tomei um banho e saí esperançoso por ir buscar Isabella para jantar. Bati na sua porta sutilmente.

—Olá — sorri como um estúpido — queria saber se iríamos jantar juntos... — engoli a saliva pelo nervosismo. Arg! Isso não acontecia comigo regularmente. Esperei com expectativa.

—Mmmm, sinto muito Edward, não estou com fome — estendeu seus lábios em um sorriso falso. Ela usava um roupão branco e tinha o cabelo molhado. Eu queria ficar aqui, com ela! Sua resposta foi como um tapa no meu rosto.

—Mas... certamente... acho que a comida é boa... aqui no... Brasil — apontei para o piso debaixo, tentando convencê-la. Negou com a cabeça.

—Obrigada, talvez outro dia — esse sim foi um tapa nojento. Sua resposta feriu meu orgulho masculino profundamente, nunca haviam me rejeitado dessa forma tão brutal. Pensei em maneiras de persuardi-la, mas nenhuma era boa o suficiente. Finalmente desisti, embora ainda tivesse fome e agitado demais.

Fervendo de raiva, com o rabo entre as pernas, desci até a sala elegantemente minimalista no primeiro andar, mas quando cheguei lá, em vez de ficar para comer decidi que a melhor opção era ir para o bar, não seria nada mal um pouco de álcool para passar essa decepção. Sentei-me no balcão do bar, quee dava de frente para a rua do mar. Pedi um whisky, não era para menos...

Minha mente imediatamente se distraiu quando um casal de meninas, muito bem equipadas com seios e quadris proeminentes, cinturas pequenas e bumbuns "feitos à mão", pele bronzeada, olhos expressivos de oliva e exóticas e com sorrisos sensuais, sentaram-se na minha frente. Sorriam divertidas e a de brincos longos me chamou com o dedo. Aproximei-me delas sem pensar duas vezes, eu precisava de distração.

A de brincos fala espanhol chapinhado, no entanto sua amiga, um pouco de inglês. Tentamos entender ambas as línguas, porque na verdade eu de português não sabia nada, mas nada de nada. Elas bebiam vinho branco e eu continuei com meus whiskys. Bom, finalmente, a conversa foi um ensaio para ver se eu estaria disposto a fazer em trio. Sorri, não era uma má ideia, a única coisa que tinha era que amanhã teria que acordar cedo para a reunião com os brasileiros.

Nossa negociação estava indo de vento em popa quando pelo canto do olho vi uma silhueta conhecida passar, me virei para olhar diretamente. Isabella estava saindo. Usava o cabelo preso em um coque alto, calças de cetim preto, que se ajustavam perfeitamente em suas pernas esbeltas e longas, e para completar uma blusa sensual platinada, saltos e uma carteira prata. Eu estava assistindo com um nó no estômago. Esperou no hall, um pouco inquieta, e depois um carro passou por ela. Me levantei como uma mola do assento e praticamente corri até a recepção. Toquei a campainha de mesa.

—No que posso ajudar, senhor? — uma garota ruiva bonita sorriu.

—Desculpe-me. Você sabe para onde foi a senhorita que acabou de sair? — negou com a cabeça. Arg! Mais impotência! Quem ela poderia conhecer por estes lugares? Meu coração começou a bombear sangue muito rápido e me senti como um touro cego com um único objetivo: tê-la.

Voltei para as minhas amigas com adrenalina navegando pelas minhas veias. Esperavam sorridentes, no entanto, uma delas estava bêbada demais para concretizar. A de brincos continuava firme em pé para cumprir sua oferta. Pedi outra bebida, e mais tarde outras. Bella havia saído às dez e já era uma e meia. Meu mundo dava voltas, mas pela quantidade de whisky que eu havia bebido. Eu não poderia responder minhas amigas, não cansado, bêbado e irritado. As garotas deusas partiram e eu estava esperando ansioso pela volta dela. Hoje ela me ouviria, não importa como.

Sentei-me na frente do hall de entrada. Às duas e quarenta a vi entrar pela porta. Ela andava muito ereta e nunca olhou para onde eu estava. Ela subiu pelo elevador e eu corri para a escada. Estava prestes a abrir seu quarto quando a interceptei com a língua um pouco seca.

—Onde você estava? — a repreendi, com ciúmes... muito estupidamente ciumento. Segurei a porta para ela não fechá-la. Abriu seus olhos de chocolate devagar.

—Vá dormir, Edward, você está bêbado e temos uma reunião amanhã às oito em ponto — me deu um leve empurrão, mas não me movi. Finalmente ela se rendeu e abriu a porta do quarto. Observei seus lábios carnudos, o gloss havia saído do seus lábios. Será que alguém a beijou? Arg!

—Você não devia sair assim do nada — murmurei revoltado.

—Ah, não! — me desafiou, levantando uma de suas sobrancelhas castanhas — Quem disse? Você? — zombou com uma risada infame. Pressionei os lábios, impotente.

—Não se supõe que você é a namorada de Carlisle — eu disse com raiva.

—Por acaso você é o bisbilhoteiro do seu pai? — me desafiou, enquanto tirava os saltos. A olhei com ódio, isso estava passando de castanho escuro.

—É, é, você é uma... — balbuciei com raiva, grande erro, o álcool me fez agir impulsivamente, mas eu estava ferido, muito ferido. Ela virou-se enfurecida, vermelha de raiva e se aproximou de mim, atacando-me.

—Complete a frase! — ela ordenou.

—Esqueça... — tentei retratar-me. Não consegui dizer mais nada porque o porre súbito que levei, com uma tremenda bofetada repentina, fez meu rosto se virar.

—O que você imaginou garoto estúpido? — gritou com os olhos cheios de lágrimas. Podia sentir sua mão marcada no meu rosto. Eu tinha uma espécie de nó no estômago, me virei para ir embora. Ela continuou a me olhar de uma maneira estranha. Engoli em seco e dei dois passos em direção a porta. Não mais, isso irá acabar! Me virei e andei até ela decididamente. Não lhe dei tempo para nada, peguei seu pequeno rosto em uma das minhas mãos e a beijei ansiosamente, com paixão e desejo.


Me divirto com o Edward morrendo de ciúmes da Bella... e o que será que esse beijo vai causar? Uma reação boa ou ruim por parte da Bella? Hmm...

Obrigada pelas reviews e nos vemos

Beijos

xx