Disclaimer: Essa história pertence a I'heure bleue, que autorizou eu e a LeiliPattz a traduzir, e os personagens pertencem a Stephenie Meyer.

This history belongs to I'heure bleue, who allowed me and LeiliPattz to translate, and the characters belongs to Stephenie Meyer.


- Idades para essa história -

Edward - 18

Bella - 17

Alice - 6

Jasper - 9

Emmett - 12

Rosalie - 11

Jacob - 17

Angela – 17


Tradutora: Leili Pattz

- Prefacio -

Meu nome é Isabella Swan, e sou aterrorizada pelo sol. O sol que, em poucos segundos, pode roubar minha vida. O sol que eu nunca vi. O sol que de qualquer maneira, brilha quase sempre.

Eu vivo em Forks, Washington. Eu vivi aqui por tanto tempo quanto me lembro, porque logo que meus pais receberam a notícia do meu diagnóstico, eles se mudaram para cá na esperança de que, quando eu fosse mais velha, nunca ter visto o sol não me importasse muito, porque ninguém aqui realmente vê, de qualquer maneira.

Embora, minha mãe tenha partido quando eu tinha dois anos – ela disse que eu estava segurando-a, mantendo-a longe da vida que ela queria. Eu tentei correr atrás dela… mas eu não pude. Meu pai me segurou, e protegeu o meu corpo do sol com o seu, que como destino, estava brilhando naquele dia fatídico. E então fomos somente eu e ele, vivendo cada dia na escuridão, lutando juntos em uma luta que nunca iríamos ganhar.

Eu realmente sou uma "filha da noite". Eu nasci com Xeroderma Pigmentoso - mais conhecido como XP. É uma doença na qual meu corpo não pode reparar os danos causados pelos raios ultravioleta do sol, e até mesmo uns simples segundos na luz podem causar queimaduras graves, e inevitavelmente câncer de pele… e depois a morte.

No entanto, eu não tenho ressentimento. Mesmo quando tenho de correr para o outro quarto - enquanto o papai abre a porta - para fugir da luz, ou quando eu tenho que me esforçar dentro desse traje espacial de 22 quilos, que é como um protetor solar, para correr pelo quintal até a casa do vizinho, eu não importava. Eu nasci assim, e não há nada que possa fazer para mudar isso.

E mesmo agora, enquanto estou no sol pela primeira vez em… em tanto tempo, eu não me importo.

Não posso me mover. Eu não posso correr. Porque não posso ver… porque eu sou cega, porque quando era pequena, eu perdi minha visão para a doença que me assombrava agora. Não consigo encontrar a escuridão na qual estou tão confortável em pé. Eu não consigo encontrar nada, mas o calor arde em minha pele.

Eu choramingo, e pressiono a minha mão contra o que eu imagino que seja um muro de pedra – é áspero sob meus dedos. Eu o uso como um guia, e continuo a tropeçar à frente.

Mas o sol é muito, e acabo caindo. Eu escuto pessoas gritando, chorando, dizendo para alguém chamar uma ambulância. Eu estou respirando com dificuldade, e sei que tenho que sair do sol. Tenho que sair. Tenho que sair. Tenho que sair.

"Edward!" Eu choro, mas ele não vem. Eu choramingo seu nome uma e outra vez, mas ele não me salva.

E enquanto me lembro de suas últimas palavras, enquanto me lembro o que me levou a começar a andar, o que me levou a deixá-lo, fugir, correr para este lugar estranho, eu percebo que não quero mais ficar acordada… porque ele não vai voltar. Assim como a minha mãe faz há tantos anos, ele se afastou… e ele não vai voltar.

Então eu deixei as trevas sobre mim, e a escuridão me lavar, assim como suas últimas palavras.

"Tempo Bella… Eu preciso de tempo… Eu nunca vou desistir de você. Eu s-sempre lutarei. Sempre… Mas dói muito. Preciso de tempo. Eu… eu… adeus…"


N/T: Oi pessoas, fic nova no pedaço.

Ela tem 56 capítulos, então preparem-se. Eu e minha amiga Leili Pattz vamos dividir a fic, já que a autora deu autorização pra nós duas, preparem seus lencinhos, pois eu já fiquei com os olhos cheios de lágrimas só pelo prefácio (y). Mas e vocês, o que acharam?

Post todas as quartas.

Beijos, Zah e Leili.