Disclaimer: I do not own Relic Hunter – Relic Hunter e suas personagens pertencem a Fireworks Entertainment. Esta fic não possui fins lucrativos.

Summary: Nigel narra a busca de Sidney por uma relíquia que pode mudar o destino, a pedido de um amigo de longa data. O novo rumo dos acontecimentos trazido pela relíquia trará um futuro melhor ou pior para todos?

N.A.: Cris, este cap é para você!


Caminhos errados

29. Dia número 1...

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O som de pássaros cantando despertou-me vagarosamente. Pisquei algumas vezes e comecei a espreguiçar-me, mas meu braço esquerdo estava preso e minhas pernas estavam entrelaçadas em alguma coisa. Apalpei o que estava sobre meu ombro e senti algo se mexer – enxerguei Sydney, admirado. Ela estava dormindo... em cima de mim. Lembrei do que acontecera e fiquei parado vários instantes, apenas olhando para ela; seu rosto rosado e os olhos inchados por ter chorado tanto na noite passada.

Sydney moveu-se e acordou. Ela notou que ainda estava sobre mim, mas em vez de sair dali, voltou a fitar-me novamente como se não acreditasse no que via. Esfreguei os olhos: "O que foi?"

Ela sorriu. "Nada. Bom dia, Nige." A morena ajoelhou-se e pegou o vaso de Atena, que permanecia no chão. Passou as mãos pelos símbolos gravados na relíquia. Sentei-me sobre o saco de dormir e olhei no relógio de pulso: eram oito e meia da manhã, no horário local. Observei a mulher contemplar a relíquia.

"O alabastro é lindo", comentei. Ela concordou com a cabeça e continuou analisando o objeto. "Josh deve estar orgulhoso", eu disse. Sydney pareceu congelar ao ouvir-me dizer aquele nome. Ela virou-se devagar e olhou em meus olhos.

"J-Josh?"

Fiz sinal que sim e estiquei o braço. Ela me entregou a relíquia, eu estudei os sinais escritos na superfície do vaso e franzi o cenho: "Era por isso que eu não conseguia traduzir o restante da frase. O símbolo nas pesquisas estava pela metade." Apontei para um ponto no interior do alabastro. "Agora eu sei o que isso significa: Quem nunca fez um pedido poderá acionar a relíquia. Você acionou o vaso, Syd? O que pediu para evitar a maldição?"

Um lampejo passou em frente aos meus olhos, e ouvi a voz de Sydney em minha mente: Pelo bem de Josh... Então o rosto choroso e pálido dela implorou: Desfaça... Balancei a cabeça, sem entender as imagens. Encarei Sydney, e ela parecia ter visto um fantasma. "O que está acontecendo?"

"Você está certo, quem não usou a relíquia pode acioná-la. Foi graças a isso que eu pude fazer o segundo pedido."

Fiquei sério. "Como assim?"

"Eu pedi que... o destino acontecesse como tinha que ser, sem as interferências que eu e Josh causamos com o alabastro."

Olhei para o vaso. "Quais interferências?" Sydney balançou a cabeça e esticou o braço passando a mão em meu rosto. Eu fiquei quieto, ela estava olhando-me com a mesma intensidade da noite passada quando me bei... jou... Travei naquela posição e comecei a enrubescer. Senti as bochechas queimarem. "A-ao menos você conseguiu resolver tudo a tempo para a inauguração." Eu disse, esperando pela reação dela.

"Inauguração?"

"O memorial. Vai poder ser inaugurado com a peça principal, assim como você queria, Syd." Pus o alabastro nas mãos da caçadora, dei um meio-sorriso e levantei dali, saindo da barraca. Esfreguei o rosto e comecei a caminhar em direção ao pequeno riacho, levando um dos cantis comigo. De soslaio, vi Sydney sair da tenda e seguir-me, mas ela parou quando eu alcancei a margem da corredeira e ajoelhei-me diante da água. A morena deu mais alguns passos e ficou parada atrás de mim.

"Você... não estava sorrindo de verdade agora há pouco, Nigel."

Ela deve ter percebido eu enrijecer; continuei de costas: "Eu não sei o que quer que eu diga." Sydney ficou quieta. "Viemos até aqui e você encontrou a relíquia – e conseguiu fazer isso sem um milésimo da dificuldade que eu havia previsto. Fez isso por Josh, como prometera." Não consegui esconder o tom de amargura em minha voz. Terminei de encher o cantil e virei-me para encará-la: "Eu atrasei a viagem e a obriguei a ficar no acampamento durante a noite. Você foi sozinha à caverna e trouxe o vaso, como queria fazer." Abaixei a cabeça. "Eu... estava com medo que algo horrível acontecesse quando encontrássemos a relíquia. Eu não queria duvidar de você, mas... mas..." Sydney aproximou-se e segurou uma de minhas mãos. Levantei o rosto e fitei-a nos olhos. "Me desculpe."

"Depois de tudo o que aconteceu, é você quem me pede desculpas?" Franzi o cenho, sem entender a que ela se referia. Ela aproximou-se mais e segurou meus ombros gentilmente. "Nigel, onde está Josh?"

Tentei desvendar o motivo daquela pergunta no fundo dos olhos dela, mas não consegui. "Eu sei que Josh está orgulhoso... Onde quer que esteja agora."

A professora pareceu espantada. "Ele... se foi..." Murmurou, como se o estivesse dizendo para si. Ela me soltou, e eu caminhei de volta à barraca. Ia acender a fogueira, mas Sydney impediu-me fazendo com que a encarasse. "O que está acontecendo aqui? Por que está tão misterioso no que diz respeito a Josh? E por que não estamos mais na caverna?"

"Do que você está falando?"

Ela apontou para sua faca, ainda cravada no tronco da oliveira. "Por que este acampamento está idêntico ao que montamos para encontrar a relíquia pela primeira vez, Nigel?"

Analisei-a atentamente. "Essa... é a primeira vez que viemos resgatar a relíquia. Você bateu com a cabeça na caverna? É por isso que contou aquela história estranha sobre o alabastro?"

Ela afastou-se mais de mim. "EU bati com a cabeça? Diga-me como está a SUA cabeça. Como foi que se recuperou? Você está tão bem, está tão... saudável..." Ela envolveu meu rosto com as mãos.

"E eu não deveria estar?"

"Você... não parece afetado pelo que aconteceu nos últimos dois meses... Por que estamos aqui agora?"

"Viemos para encontrar a relíquia." Reafirmei, tentando entender o que se passava na mente de minha amiga.

"Por quê?"

Alcancei as mãos dela e abaixei-as. "Para homenagear a Josh. Foi o que você disse. É o último pedido que ele lhe fizera no hospital."

"Hospital?"

"Sim. No começo da primavera, uma semana atrás, antes de ele..." Desviei o olhar e apertei mais as mãos da amiga, incapaz de terminar a frase.

"O que ele tinha?"

Franzi levemente o cenho. "Câncer."

Sydney cerrou as mãos de maneira forte a redor das minhas. "Qual tipo de câncer?"

"Um... tumor cerebral. Por que está me perguntando esses detalhes, Syd? Foi você quem passou as últimas semanas visitando Josh no hospital. Tem certeza de que não bateu a cabeça ou inalou algum tipo de tóxico nas armadilhas da caverna?"

Sydney soltou-se de mim e virou o rosto. "Eu... estou bem."

Escrutinizei a morena por alguns segundos; não acreditava naquilo. Algo deveria ter acontecido na caverna. Iria levá-la rápido dali e fazer com que algum médico a examinasse: "Certo. Ligarei para Karen e pedirei que reserve nossas passagens."

A morena concordou, e eu entrei na barraca.

•••

"Dou uma libra por seus pensamentos." Sydney, sentada ao meu lado no avião, parou de olhar pela janela e virou o rosto para mim.

"Estou pensando em como o tempo que se passou depois de termos encontrado a relíquia pela primeira vez parece não ter acontecido."

"O médico grego disse que você está bem. Tem certeza de que não foi apenas uma alucinação ou um sonho que você teve?"

Ela levou um segundo para começar a falar: "Josh dissera que estava amaldiçoado. Mas era mentira, e não havia como usar a relíquia para salvá-lo; não sem pagar um preço... e você se foi, Nigel." O olhar dela reluziu com lágrimas que começaram a se formar. Ela apertou minha mão por sobre o braço do banco e continuou: "Eu não sabia o que fazer. Josh também estava no templo e disse que não havia mais volta, que eu já havia usado o meu pedido." Continuei quieto, silenciado pela tristeza na voz dela. Sydney secou os olhos rapidamente com uma das mãos. "Eu me arrependo tanto do que fiz da primeira vez, eu queria que nunca tivesse acontecido..." Eu ia tocá-la, mas ela continuou falando: "Mas você acionou o alabastro, no último instante, e eu soube que poderia desfazer o meu erro. Então eu pedi com todas as minhas forças que a relíquia não tivesse sido usada, que tudo acontecesse como deveria ter sido sem a minha interferência ou a de Josh." Ela fitou-me intensamente. "Eu pensei que o tivesse perdido, Nigel. Mas então me encontrei fora da caverna com o alabastro nas mãos, e vi você novamente na barraca: estava rodeado por livros, com o computador ainda ligado, repousando sobre o saco de dormir. Lembrei de ter uma visão exatamente igual, várias semanas atrás. Você parecia ter acabado de pegar no sono, e estava tão bem, como costumava ser... como está agora..."

"Eu não entendo o que está dizendo, Syd", respondi sinceramente, encarando o rosto dela.

"É, eu..." Ela ajeitou as costas sobre o encosto do banco. "Eu também não. Mas eu sei que aconteceu." E parou de falar. Admirei nossas mãos dadas e fiquei quieto.

Depois disso, a morena não me soltara mais ou saíra de meu lado em nenhum momento durante a viagem.

•••

De volta a Trinity, observei a chefe largar a bolsa e entrar em sua sala. Ela encontrou o jornal que Karen havia colocado sobre sua mesa e leu, concentrada, a notícia sobre a inauguração do memorial que seria naquela tarde. Ela sentou-se à sua escrivaninha e parecia normal, não fossem os detalhes que aparentava ter esquecido sobre as últimas semanas com Josh. Fora triste ter iniciado a primavera indo ao enterro do amigo dela, talvez ela estivesse forçando-se demais a esquecê-lo. Ou talvez a história que ela contou tivesse mesmo acontecido... Fiquei parado à sua porta considerando esta possibilidade – era terrível. A morena suspirou e levantou os olhos da página de jornal após alguns minutos. Observou em volta: "Nigel, onde está o chapéu?"

"Qual chapéu?"

Ela franziu as sobrancelhas um instante, olhou novamente ao redor e ofereceu-me um sorriso. "Esqueça. Não foi nada!" A mulher passou a folhear os recados sobre a escrivaninha e as mensagens em seu computador naturalmente. Saí do gabinete, intrigado. Ela havia sorrido de maneira tão jovial, parecia bem mais animada depois da caçada. Ela não estava arrasada pela morte de Josh?

Fui para minha mesa e encontrei Karen remexendo nos arquivos ao lado da janela. A loira espiou-me pelo canto do olho e deu um meio-sorriso. "Sydney está diferente, não é?" Concordei. A secretária fechou o arquivo e encarou-me: "Você parece perturbado. O que aconteceu na viagem?"

"Nada. Eu só... estou confuso com algo."

"E o que é? Talvez eu possa ajudar."

Mordi o lábio. A loira sorriu inocentemente, para mostrar suas boas intenções, então resolvi confiar em sua perícia – ela era melhor lidando com esses assuntos do que eu. Fiz sinal para que se aproximasse e falei baixinho: "Durante a viagem, Syd... Syd, ela..." Não consegui dizer o resto, só de lembrar-me daquele acontecimento já estava mais encabulado do que nunca.

"Continue. O que ela fez?" A loira exigiu. Balancei a cabeça; eu não conseguiria dizer a Karen. "Diga, Nigel!" Apertei os lábios, e a secretária cruzou os braços: "Você me deixou curiosa. Agora terei que perguntar a Sydney."

"Não!" Impedi-a de sair dali. Recebi o olhar sem paciência da loira e tive que falar. "Ela... me... beijou." Soltei a mulher.

Karen relaxou os braços ao longo do corpo, enfadada. "E qual é o problema? Também faço isso quase todos os dias!"

"Não. Eu quero dizer que ela me BEIJOU... entendeu?"

"De uma maneira... romântica você quer dizer?"

"É, e francesa também."

Karen abriu a boca. "Uau!" Ela afastou o espanto: "E você gostou?"

Comecei a balbuciar. "E-eu não sei. Não posso dizer que não gostei, ela é ótima no que faz..." Vi a expressão de Karen de quem não precisava ouvir aquele tipo de detalhe. "Bem, eu não sei o que fazer. Há dias, tudo o que Sydney falava ou fazia era para Josh, o homem maravilhoso com quem quase se casou", recitei esta parte imitando a chefe lamentar-se. "Agora ela faz isso e depois me deixa sem qualquer indicação se era sério ou apenas precisava de alguém na hora para esquecer-se de... Josh. Você vê isso? É sempre sobre Josh! Aaarg!"

Karen revirou os olhos. "Você está certo sobre Sydney estar obcecada pelo antigo amor nas últimas semanas, mas se ela beijou você da forma que disse, isso significa algo. Conheço Sydney o suficiente para saber que ela não brincaria com os seus sentimentos. Acho que deve tentar falar com ela, bonitinho!"

Eu a encarei como se a loira tivesse duas cabeças. "Ela vai rir de mim, Karen, e me chamar de tarado ou pervertido! Foi assim da última vez!"

Ela arregalou os olhos. "Qual vez?"

Pigarreei. "Foi... um mal entendido. Já faz muito tempo."

Ela levou alguns segundos, e mesmo sem parecer acreditar na minha desculpa, deixou o assunto de lado. Encaminhou-se a sua escrivaninha. "Se não falar com ela sobre isso, outra pessoa poderá fazê-lo e você vai ficar aí se lamentando pelo resto da vida por ter sido um covarde depois de ela ter dado uma dica dessas!"

Pensei um segundo. Então segui a loira e fiquei de pé em frente a sua mesa: "Mas como eu saberei se ela não está apenas se sentindo sozinha depois de – você sabe quem – ter passado desta para uma melhor?"

"Isso é fácil", Karen disse olhando em direção à porta do gabinete. "Pergunte a ela."

"Perguntar o quê?"

Dei um salto com a voz da chefe bem ao meu ouvido: "N-nada!"

Sydney ficou ali, e então passou um dos braços sobre os meus ombros e virou-se para a loira, sem me soltar: "Karen, pode preparar os relatórios trimestrais mais tarde?" A secretária concordou. A morena virou o rosto para mim. "Hm. Como eu adoro o perfume da sua loção."

Fui pego de surpresa. "...Erm... É?..."

Sydney permaneceu abraçada: "Sim, é magnífico." Fiquei sem palavras. Distingui o sorriso enorme de Karen abrindo-se ao nosso lado. Sem saber se pronunciava algum ruído ridículo de espanto ou se desmaiava, decidi por balançar a cabeça, em sinal que sim. A morena deu-me um beijo no rosto e afastou-se dando-nos as costas. Eu e Karen a observamos voltar rapidamente para sua sala.

Eu continuei boquiaberto, estático, petrificado: "Ela... ela deu em cima de mim..." Disse, apontando para a porta do gabinete por onde Sydney sumira, ainda incrédulo.

Karen sorriu e balançou a cabeça. "Até que enfim!"

•••

Chegado o horário, estávamos eu e Sydney no museu para a inauguração do memorial. Havia vários profissionais conhecidos na solenidade. Em certo ponto, o assistente de Josh – Zack Williams – tomou a palavra e iniciou seu discurso, emocionado. No meio da platéia, aproximei-me mais para falar ao ouvido de Sydney, que estava ao meu lado: "Pensei que seria você lá na frente, agora."

Ela balançou a cabeça. "Não. É melhor que Zack o faça. Ele era um bom amigo de Josh."

"Hey, Bochecha-doce!" A voz provinda de trás de mim e Sydney fez com que nos virássemos.

"Stewie!" A morena exclamou.

Ele deu um de seus sorrisos marcantes – e nada atraentes: "Hmm, vejo que está feliz em me ver."

Sydney suspirou, ainda divertida. "Durou apenas um segundo, Stewie."

Ele fez uma careta; então se aproximou em tom de confidência: "Ei, você tem acesso ao alabastro, não é? Ouvi dizer que a relíquia pode te dar o que você quiser."

A morena balançou a cabeça, terminantemente. "Não!"

"Oh, é só uma olhadinha antes que ele vá para o museu empoeirado da Grécia. Só quero testar seu poder para ver se funciona, é puramente curiosidade acadêmica."

"É apenas um vaso de argila. Não tem poder algum depois que foi retirado do templo."

Stewie ficou sério. "Sei. Você quer usá-lo sozinha, não é? Ou quem sabe até já o usou... Você já o usou, não foi?"

"Não é da sua conta." Ela virou-se para frente, ignorando o homem.

"Isso quer dizer que já usou." Stewie resmungou. "E aquele seu discurso sobre as relíquias pertencerem a todos? Eu quero fazer um pedido também!"

"Ela já disse que o vaso não funciona. Está perturbando o discurso, Stewie!" Reclamei.

"Você diz isso porque ela irá deixá-lo usar o alabastro. Vocês dois são sempre assim, dão um jeito de me passarem para trás."

"Faça silêncio na homenagem!" A caçadora repreendeu Stewie e aproximou o ombro do meu, segurando a minha mão. Fiquei confuso entre olhar espantado para ela ou prestar atenção na expressão que o homenzinho estava mostrando ao ver nossas mãos dadas. Sydney aproximou-se, com um sorriso satisfeito no rosto, e apertou mais ainda a minha mão: "Ei, Nige, que tal jantar na minha casa hoje? Depois da inauguração, o que acha?" Encontrei-me chocado demais para responder. Abri e fechei a boca sem conseguir pronunciar nada, então voltei a balançar a cabeça em sinal de sim, igual fizera no escritório – como um completo idiota! "Vai ser ótimo", ela comentou, animada.

Continuamos daquela forma até o final da solenidade. Eu ainda estava nervoso pela súbita afeição que Sydney estava demonstrando. "Não se preocupe, Nige, este é só o primeiro dia de muitos," ela disse. Fiquei quieto, observando-a. A morena beijou o meu rosto novamente, e a dúvida em mim foi afastada pela alegria e certeza que emanavam dela. Olhei em volta e comecei a sentir-me cheio de orgulho por estar ali, de mãos dadas com aquela mulher extraordinária no meio de tantos homens que dariam a vida para estarem no meu lugar. Sorri de volta e continuamos lado a lado – ignorando o homenzinho às nossas costas, que resmungava sobre ainda querer usar o alabastro.

Assistimos ao final da inauguração e saímos do museu. E eu estava pronto para seguir este novo caminho que se apresentava. Quando Josh ressurgira na vida de minha amiga, temi que nada mais tivesse espaço dentro de seu coração além do americano. Mas parece que os tristes momentos que ela passara com seu antigo amor acabaram fazendo-lhe o contrário, e nesta despedida que eu imaginei que seria tão triste quanto o enterro do arqueólogo alguns dias antes, eu estava ao lado de uma Sydney radiante como nunca.

Eu não esperava por isso, mas no fundo algo me dizia que era o certo a acontecer. Como ela dissera: era apenas o primeiro dia, e descobri-me eufórico por ter a oportunidade de acompanhar Sydney também nesta nova aventura, neste novo caminho de felicidade ao lado dela.

• FIM •


N.A.: É isso aí. Acabou-se. Encerra-se aqui este pequeno universo de tortura de Nigel, sniff, sniff...

Minhas leitoras mais lindas do mundoooo: Cris, meu amor, te amo mais que demais! Não há como agradecer o suficiente por seu apoio e paciência, meu amor! Você é minha diva, afilhada do meu coração! Beijos e mais beijos enormes pra você, estou ansiosa para ler suas novas fics, você começou a escrever e agora não para mais! Virou uma fábrica de fics maravilhosas, menina! Cada semana tem fic mais linda sua para eu ler, que felicidade! Beijos, meu anjo! Te amo! Obrigada novamente!

Neila, minha flor mais bela! Estou super feliz que esteja escrevendo esta fic tão bonita e original sobre RH. E ainda mais feliz pelo seu apoio, meu bem! Não sabe como fico feliz por ter uma leitora como você! Obrigadíssima pela sua paciência e por apoiar nosso fandom tão amado! Milhões de beijos pra ti! Espero mais e mais fics suas depois deste crossover que está escrevendo e que está uma fofura! Beijokasss, minha flor!

Agradecimentos também às minhas lindas Lulu, Natilubby, Steamboat, Aqua, Vitória - estou com saudades! E beijos também a todos que acompanharam a fic!

Até mais, meus amores! S2