Era quase 7 horas da manh quando um menino moreno de olhos verdes ouve seu despertador tocar.
S mas um pouco, por favor.
Dizia Harry tentando desligar o despertador que gritava em plenos pum es.
Acorde dorminhoco, vamos, acorde j .
Harry havia ganho o despertador dos g meos, e como seus tios o obrigava a acordar sedo para fazer o caf , ele programara o rel gio.
Tudo bem, pronto, j estou acordado. Disse ele esfregando os olhos mas sentando-se na cama.
Havia uma semana que Harry chegou na Rua dos Alfeneiros mas j estava quase insuport vel a conviv ncia com os Dursley.
Harry levantou, abriu seu guarda-roupas e pegou uma cal a geans e uma camiseta, se arrumou, tentou arrumar os cabelos e desceu.
Chegou na cozinha e come ou a preparar o caf . Quando j fritava os ovos, tia Pet nia seguida de V lter e Duda entraram na cozinha. Como de costume, ignoraram Harry, ele n o ligava, afinal, n o sentia falta.
Colocou os ovos na mesa junto com os baycons e o caf , comeu rapidamente e se retirou. Seu amigo Rony disse que lhe mandaria uma carta aquele dia e ele estava ansioso para saber o que era pois o amigo o avisara que seria um presente adiantado. Al m disso, ele havia passado os ltimos dias tentando superar a morte de Alvo Dumbledore, que era sem favor, o maior bruxo j existente, al m de ser como um av e muito especial para Harry. Ele j havia superado mas ainda doia pensar em tudo aquilo, e,
n o era s isso, ele pensava em Gina, aquela ruiva o tirava de si, o deixava ipinotizado com a simples presen a dela, terminou com ela logo ap s o funeral pois sua vida apartir daquele momento seria totalmente sem destino certo, ele n o queria machucar a nica que roubou seu cora o, a nica que ele amou, ama e sempre vai amar. Mas Harry foi tirado de seus pensamentos quando 3 corujas entram pela janela, a primeira era Edwiges a outra era P chi e uma terceira era uma coruja das torres. Ele se sentou na cama e abriu primeiro a carta da coruja das torres que depois de libertada de sua fun o v ou pela janela. Harry abriu a carta e leu.
"Ol Harry, tudo bem? Estou te mandando essa carta pra avisar que iremos te buscar nesse s bado, ao completar 17 anos o feiti o acabar , e voc estar vuner vel na casa de seus tios, ent o como sabemos que voc n o gosta muito de ficar ai, resolvemos traz -lo logo para c , nos espere as 10 horas. Abra os, Remo L pim.
Harry terminou de ler e deu um enorme sorriso, ele sairia dali antes do que ele imaginava, a felicidade tomou conta de si e ele sorriu alegremente. Depois, pegou a carta de P chi.
"Oi cara, tudo bem? Acho que voc j recebeu a carta de L pim,
poxa, que bom, voc vai vir logo pra c , acho que a Hermione vai vir tamb m. Espero que os trouchas estejam te tratando bem. Aqui t tudo bem, a Gina ficou meio triste mas ela t bem agora, os g meos est o morando numa casa atraz da loja, Gui e Carlinhos est o trabalhando e mam e e papai tamb m est o bem. Bom ent o isso, vou indo at s bado!
Tchau!
Ps: Tente trazer Hermione, sabe, pra estudar, entende?
Harry leu e sorriu, aqueles dois nunca se acertariam? Se gostavam mas parecia que n o queriam ver isso. Ent o ele foi at Edwiges e pegou a carta que ela trazia.
"Oi Harry, e ai, como voc est ?. Eiu to bem, vou para a casa do Rony s bado l pelas 14 horas, meus pais v o viajar e eu vou ficar l at o in cio das aulaa. Voc tamb m vai? Tomara que sim, temos que revisar algumas coisas, ainda temos tamb m que ver uns livros que talvez ajude. Bom, at . Beijos Hermione."
Harry leu e depois foi at sua escrivaninha e pegou pena e pergaminhos para responder seus amigos, o primeiro foi Rony.
"Rony, eu estou bem sim. Fiquei muito feliz com a carta de L pim, quero logo ir pra toca, aqui t muito chato mesmo. Mande beijos a todos e nos encontramos no s bado.
Harry James Tiago Potter Ps: A Hermione me mandou uma carta e disse que vai no s bado as 14 horas.
Depois pegou pena e pergaminho e escreveu para Hermione.
"Oi Mione, eu to bem sim. Que bom que voc vai pra toca, eu tamb m vou pra l no s bado. At l , nos vemos.
Harry James Tiago Potter.
Harry enrolou os pergaminhos e mandou por P che e Edwiges.
Voutou-se para o quarto e olhou no calend rio, eram meio dia j e logo ele teria que descer para o almo o. Decidiu que contaria logo de sua ida para os tios para que eles tivessem algo pra festejarem,
pois, sabia que essa not cia iria os deixar muito feliz.
Quando ouviu o grito de tia Pet nia ele desceu as escadas e entrou na cozinha.
No meio do almo o.
Um, Tio V lter?
Diga moleque.
Eu, vou embora s bado.
J , e quem vai vir te buscar, eu n o tenho tempo de ficar por ai te carregando n o.
Meus amigos vir o me buscar as 10 horas.
Ah, que bom, e n o se esque a de pedir que eles se comportem,
imagina se algum vizinho desconfia ou v algo.
Tio V lter, eu irei, bem, eu irei pra sempre.
Parecia que aquela fam lia n o poderia ter ouvido algo melhor.
S rio?
Perguntou com intuziasmo tio V lter.
Sim, completarei 17 anos, a maior idade no meu mundo, e irei embora.
Pois bem moleque, v .
Harry continuou comendo e depois se trancou em seu quarto. Ele n o diria que n o estava triste, pois, ele estava, apesar de tudo, a tia Pet nia era a nica fam lia dele, era irm de sua ~m e, e lembrar de tudo que passou naquela casa por causa deles duia de alguma forma nele,
ele n o queria carinho, apenas mas respeito, era tratado como uma bomba perigosa desde que entrou naquela casa, e agora sairia do mesmo jeito.
Harry ignorou aquilo e come ou a arrumar seu mal o.

N/a:
Oi gente, espero que tenham gostado desse cap.
Bjos!