Disclaimer: Harry Potter, e seus respectivos personagens, não me pertence. Eles são de total autoria da tia J.K. Rowling. Eu também não ganho nem um centavinho para (re)escrever essa fanfiction.


Life Goes On

by Julie Anna T.


Prólogo

A guerra chegara ao fim e o Lord Trevas estava finalmente derrotado, mas desta vez de uma vez por todas. O Menino Que Sobreviveu desempenhou seu papel com perfeição ao lado de seus dois melhores amigos e, agora, o mundo mágico mais uma vez podia desfrutar de alguma paz. Obviamente ainda havia muito o que ser feito; Trouxas precisavam ser enfeitiçados para esquecerem todas as coisas fantásticas às quais haviam presenciado, mortos precisavam ser enterrados e muito tinha que ser reconstruído, mas o simples fato de não mais haver o perigo eminente de outro confronto contra Você-Sabe-Quem era capaz de tornar todo aquele trabalho bem mais suportável e dava aos sobreviventes a motivação para retomar suas vidas dali por diante.

Aos poucos tudo foi voltando aos eixos e o mundo mágico retornava a sua normalidade. Hogwarts, um dos locais mais desolados pela guerra, foi reconstruída e os alunos foram chamados pela Diretora McGonagall a retornar à escola em setembro, já que não puderam terminar o ano letivo graças à guerra.

Quanto ao Ministério, este também se reergueu. E a primeira providência tomada pelo novo Ministro foi ordenar a prisão de todos os Comensais remanescentes e levar os mesmos a julgamento.

Foram muitos os Comensais presos e julgados nos seis meses seguintes ao fim da guerra, mas nenhum julgamento chamou tanto a atenção da mídia quanto o da grande e, até então, intocável Família Malfoy. A condenação de Lucius Malfoy à Azkaban, apesar de justa, pegou muitos de surpresa; todos estavam convencidos de que ele escaparia mais uma vez da condenação graças a seu poderio econômico.

Diferentemente de seu marido, Narcisa acabou não sendo mandada para Azkaban, já que sua participação em toda a guerra não fora assim tão expressiva, mas ainda assim a mulher foi proibida a deixar a Inglaterra sob qualquer circunstância por um período de dez anos.

E quanto a Draco... este acabou absolvido, provando que fora obrigado pelo pai a juntar-se a Voldemort.

Com a condenação de Lucius, Draco, no auge de seus dezoito anos e antes mesmo de ter a chance de terminar o colégio, foi obrigado a tomar a frente dos negócios da família para que eles não fossem à falência.

Aquilo virou a vida do garoto de pernas para o ar! Sem qualquer experiência, Draco viu-se forçado a encarar um desafio para o qual não se sentia nem um pouco preparado e podendo contar apenas com a ajuda de sua inteligência e esforço. No fim, Draco saiu-se melhor do que esperava e conseguiu manter a empresa estável; a fortuna da Família Malfoy não seria mais do mesmo tamanho, mas Draco e sua mãe definitivamente não passariam grandes necessidades.

O grande problema, contudo, começou em julho quando, após mais um dia exaustivo tentando não falir, Draco recebeu sua carta de Hogwarts. Ele andava tão preocupado com a empresa e o trabalho que nem sequer se lembrara da escola e a chegada da carta lhe causou grandes dores de cabeça.

Precisava voltar ao colégio e se formar, tinha plena consciência disso, mas por outro lado não podia largar a empresa de repente e arriscar perder todo o patrimônio da família.

Em uma longa conversa com sua mãe acerca do assunto, Narcisa aconselhou-o a falar com McGonagall sobre o que estava acontecendo e assim Draco o fez. Engolindo todo o seu orgulho, Draco escreveu uma carta para McGonagall contando tudo o que havia acontecido em sua vida nos últimos meses; explicou que queria voltar à escola, mas que não tinha condições de largar o trabalho de repente pois ainda corriam o risco de perder tudo.

A resposta da Diretora veio rápido. Afirmando que compreendia o momento delicado ao qual a família passava, McGonagall pediu que mãe e filho fossem à Hogwarts conversar com ela.

No dia marcado, McGonagall recebeu-os em seu escritório. Depois de uma longa conversa, a Diretora afirmou que tinha uma solução para o problema de Draco e tal solução se mostrou bem simples, na verdade; McGonagall sugeriu que Narcisa ficasse no lugar do filho, enquanto Draco estivesse terminando seus estudos. A Diretora explicou que, devido àquela situação excepcional, ela poderia abrir uma exceção e permitiria que ele se ausentasse das aulas ou voltasse para casa durante os fins de semana no caso de algum imprevisto e que Draco ainda poderia ajudar a mãe nos assuntos mais corriqueiros através de cartas.

O loiro hesitou bastante em aceitar a proposta da Diretora; não estava nem um pouco convencido de que aquela seria uma boa ideia, mas Narcisa acabou tranquilizando-o e prometeu deixa-lo informado de tudo o que acontecesse na empresa, além consulta-lo sempre que necessário. Diante de tal proposta, Draco não teve outra opção se não aceitar, o que pareceu deixar a Diretora McGonagall extremamente satisfeita.

Quando deixaram Hogwarts e voltaram à Mansão Malfoy, o sonserino ainda estava pensativo. Em seu íntimo, sentia que aquele ano letivo seria diferente de todos os anteriores. Era um sentimento estranho, quase uma intuição, ao qual ele era simplesmente incapaz de ignorar.


Nota da Autora

Como eu disse anteriormente, essa fanfiction está sendo reescrita e melhorada.

Para aqueles que leram sua versão original, espero que gostem dessa edição. E para aqueles que estão lendo pela primeira vez, sejam bem-vindos e aproveitem a história. :)

Não vou falar muito hoje, só quero que saibam que esse trabalho está sendo muito interessante para mim e que eu espero que vocês o aproveitem tanto quanto eu.

Reviews são muito bem aceitos e me ajudam bastante, por isso não tenham vergonha de falar comigo. Eu sempre respondo a todos, okay!?

Enfim, por enquanto é só. Até o próximo capítulo.

Julie Anna T.