Normal: narração e fala

Itálico: pensamento

Capítulo 7.

Mesmo assustado, Naraku soube logo que Sumire era a responsável por isso, pois, além de ser a única ali não assustada, estava fazendo um esforço danado pra aumentar o terremoto, coisa que a expressão dela mostrava.

Naraku: SUA PESTE, PARA DE TREMER TUDO! O RESTO DA ESCOLA VAI CAIR!

Jun: *compreendendo* Entendi! Sumire quer fazer o resto da escola cair em cima do Naraku! *tentando soltar-se* É melhor eu fazer alguma coisa pra não atingir a gente também. *soltando uma mão* Uma só deve ser o suficiente.

Sumire: Eu não vou parar, Naraku! Você arruinou a vida de muita gente, e agora vai ter O TROCO!

Aumentando a potência, Sumire causou o maior terremoto que havia feito em sua vida. No final, como previsto, o colégio acabou desabando em cima de todo mundo.


Sumire: *abrindo os olhos* Ahn... onde... onde eu estou?

Voz: Num quarto de hospital, querida prima.

Sumire notou que estava numa cama de hospital, com Violeta ao seu lado.

Sumire: Violeta? O que aconteceu?

Violeta: Você desmaiou depois daquele esforço danado pra fazer o terremoto. Mas deu certo! *estendendo a mão direita* Viu só? Meu buraco do vento desapareceu, o que quer dizer que Naraku foi derrotado!

Empolgada, Violeta abraçou a prima, que agora estava sentada na cama.

Sumire: E os outros? Estão bem?

Violeta: Estão sim. Foram comprar algo pra comer no restaurante do hospital. Durante o seu esforço, Jun conseguiu soltar um dos braços a tempo e criou uma barreira protetora que salvou todos nós do terremoto. *sorriso maroto* Como eu esperava do meu namorado.

Sumire: *surpresa* Namorado? Vocês dois estão namorando?

Violeta: Depois de tudo que passamos, não vou me surpreender se você e o Kaien, Nicole e Kanon e Jun e eu começarmos a ter um relacionamento desse tipo. Aliás, por que não apresenta o Kaien pros seus pais? Os médicos chamaram os pais de todo mundo. Eles estarão aqui em 15 minutos.

Sumire: *corando* Acho que ainda é cedo pra apresentar o meu talvez-futuro-namorado pros meus pais.

Violeta: Faça como quiser. De qualquer forma, estou orgulhosa de você, priminha.

Sumire deu um sorriso leve para a prima, antes do resto do grupo entrar no quarto, carregando um monte de comida. Aquele, sem dúvida, havia sido um dia que jamais esqueceriam. Haviam ficado amigos próximos com a ajuda esse terremoto.

E, se o destino quisesse, seriam até mais do que isso.

FIM!