Guilty Pleasure

Sinopse: "Tenha cuidado com o que deseja porque pode se cumprir." E agora que eu estava sob o poder do Dom Edward Cullen e estava cumprindo todos os sonhos dos meus romances eróticos, era feliz com ele?

Disclaimer: A fanfic pertence à L'Amelie que me autorizou a tradução, Twilight e os personagens em sua maioria pertencem a Stephenie Meyer, e a mim somente a tradução.


"Se vai fazer algo relacionado com o sexo, deveria ser quanto menos genuinamente perverso."

Grant Morrison


Capítulo 9 – Sonhos Reais

(Traduzido por LeiliPattz)

O café será servido às 9 da manhã.

Saiu fechando a porta atrás dele e assim que o fez, estirei minha mão para acender a luz da lâmpada da mesinha. Com a tênue luz observei meu corpo nu. Minha pele brilhava por uma imperceptível capa de suor, tremia completamente e minhas pernas e meu ventre ainda tremiam com pequenos espasmos resultado da atividade que acabava de experimentar. Passei uma mão pelos meus seios, meu ventre, minhas pernas e por último, por meu ainda palpitante sexo nu para acreditar que era verdade que meu corpo acabava de despertar de um longo sono.

Pressionei minha mão contra ele e um sorriso de satisfação apareceu em meus lábios ainda que por dentro estivesse mergulhada em um redemoinho de sentimentos encontrados; por um lado, acabava de viver uma fodida de romance erótico, com todos os agravantes, e por outro, não entendia Edward, sua forma de ser, seus modos de fazer as coisas assustando-me, não me levando em conta ainda que dissesse o contrário do porque ser assim, não me teria tomado como o fez adormecida, ainda que não me queixasse, só estava confusa.

Um bom tempo depois seguia deitada na cama sem poder conciliar o sono. Por minha mente passavam mil tipos de pensamentos todos muito diferentes, mas o que mais se repetia era o que sutilmente me sussurrava no ouvido que tudo ficaria bem, que eu lhe pertencia e que podia fazer com meu corpo o que quisesse que nesse momento ele tivesse decidido tomar-me e eu não devia tentar buscar um significado mais profundo para isso porque não existia. Ele simplesmente pegou o que já considerava seu porque eu assim o tinha oferecido.

.***.

Desci as escadas devagar. Não queria fazer muito barulho com os saltos dos meus sapatos contra o chão de mármore reluzente. Havia escolhido um vestido fúcsia com sala ampla, muito discreto apesar da cor e poucos acessórios. Não sabia se ele ia estar de acordo com minha escolha, mas levando em conta os seus pedidos para o jantar não me atrevi a colocar algo casual essa manhã. Para minha surpresa, ao sair para a varanda ele já estava sentado a mesa com uma xicara de café e lia o jornal com atenção.

— Bom dia – disse um pouco nervosa, olhou-me de cima a baixo verificando minha roupa e sua mandíbula ficou visivelmente tensa. Ficou de pé e puxou uma cadeira a sua esquerda ajudando-me a sentar.

— Bom dia, Isabella, você está linda esta manhã – disse sorrindo com sua arrogância de sempre depois de me observar detalhadamente e me atrevi a perguntar.

— Eu cheguei tarde? – minha voz soou angustiada, e eu o estava de nenhuma maneira pretendia que voltasse a me castigar como o tinha feito ontem.

— Não, você chegou na hora – expulsei o ar dos meus pulmões, aliviada – Como acordou? Algum incômodo? – disse tomando-me por surpresa enquanto pegava de novo o jornal.

— Eu... eh... nenhum Senhor, obrigada – respondi hesitante e sentia como corava pela pergunta tão íntima que acabava de me fazer.

— O que aconteceu? – olhou-me colocando o jornal de lado.

— Na...da Senhor é só... – fiz uma pausa tentando pensar rápido em uma resposta – é só que eu sinto... que é uma pergunta um pouco pessoal.

Reclinou em seu assento e olhando-me com os olhos entrecerrados me disse – Permita-me corrigir seu erro Isabella, você já não tem nada pessoal, que parte disso você não entendeu?

O olhei sustentando seu olhar, surpresa porque não podia acreditar que minha vida deixou de me pertencer até esse extremo.

— Eu preciso saber tudo sobre você, se tem fome, frio ou até soluço, e é melhor que se desfaça da ideia de que ainda pensa e decide tudo sobre você mesma porque já não é assim, você entendeu? – perguntou agitado.

— Sim, senhor – respondi fechando as mãos em punhos sobre meu colo – eu entendi.

Ele estava falando sério, muito sério. Não podia acreditar que eu mesma tinha entregado para ele a minha vida inteira, que estava entregando meus desejos, sonhos e aspirações para que fizesse com eles o que quisesse, para que os guardasse no fundo mais escuro de uma caixa e os tirasse só quando tivesse vontade de jogar com a minha vida. Estava pronta para entregar-me tão incondicionalmente dessa forma? Podia entregar-me a ele assim tão fácil?

— Agora seja boa e sirva o meu café da manhã, é domingo e o serviço tem o dia livre – inclinou-se um pouco para mim e colocou sua mão em meu joelho subindo-a, acariciando minha coxa de uma forma que fez as batidas do meu coração ir até um pouco mais acima de onde Edward tinha sua mão, sorriu docemente e sorrir de volta. Com esse aprumo que lhe caracterizava, voltou a centrar sua atenção no jornal e fiquei de pé, feliz porque nesse momento eu entendi tudo.

Como uma revelação, esse sorriso torto e a força desses olhos verdes jade foram à resposta para todas as minhas perguntas. Estava mais do que disposta a lhe dar tudo o que pudesse apenas que me voltasse a olhar e sorrir dessa forma, apenas por sentir suas mãos em meu corpo recompensando-me por uma boa ação minha que o agradava, lhe daria tudo apenas para que pudesse fazê-lo feliz. Isso era tudo o que precisava saber que ele estava feliz de me ter ao seu lado.

Fui até a cozinha e ao entrar parei antes de continuar. Ia ter alguns problemas para encontrar tudo nessa cozinha que era tão grande como bonita e muito moderna. A percorri com o olhar e sobre o balcão encontrei vários pratos com suas tampas de aço brilhantes como um espelho; as levantei para ver o conteúdo e tinha frutas, cereais, iogurte, suco e dei um pulo ao escutar alguém atrás de mim.

— Perdão senhorita, não era minha intenção assusta-la – se desculpava a mulher gorducha – não quis ir sem preparar o café.

— Ah, não se preocupe e muito obrigada, já estava começando a sofrer porque não sabia onde estavam às coisas nessa cozinha tão grande...

— Harriet – disse dando-me um amplo sorriso – tentarei te dizer onde se encontra tudo enquanto faço a omelete e o presunto do senhor, o que você prefere?

— Eu vou ficar bem com a frua e os cereais – franzi a testa. Quando terminou de preparar o café do Edward eu já tinha certa ideia de onde estavam os utensílios principais e de tudo o que poderia encontrar na dispensa e na geladeira; explicou também que Edward gostava que colocassem todas as coisas sobre a mesa e me ajudou a colocar os pratos no carrinho de serviço.

— Está tudo pronto Senhorita Isabella – disse colocando um pequeno vaso com uma rosa vermelha.

— Só Bella, por favor – lhe pedi e assentiu – obrigada de novo Harriet – disse com uma enorme vontade de abraça-la pela sua ajuda e porque me dava vontade de fazê-lo.

— Ah, não é nada – pegou sua bolsa pronta para ir e se despediu de mim – até logo senhorita Bella, que desfrute do café.

Com muito cuidado fui empurrando o carrinho de serviço até a varanda. Edward continuava concentrado lendo imperturbável enquanto ia colocando tudo sobre a mesa e não foi até que coloquei o prato de sua omelete em frente a ele e tirei a tampa, que não deixou o jornal para observar a mesa cheia.

— Está cheirando muito bem – disse e o tomei como aprovação.

— Sim – respondi sorridente, sentando-me – Harriet é muito amável, eu não fiz nada mais do que empurrar o carrinho – confessei enquanto pegava o pode de iogurte e quis morder a língua ao terminar de falar.

— A partir do próximo domingo você vai se encarregar de fazer do café da manhã, e não só 'empurrar o carrinho'. Certo? Sei que Harriet vai agradecer muito poder ir embora cedo – disse antes de levar o garfo à boca.

— Sim, senhor.

Enfeitei meu prato de frutas com nozes e passas sobre o iogurte, estava para levar o primeiro pedaço de frutas à boca quando senti sua mão em meu joelho deslizando-me lentamente até em cima, diretamente no interior da minha coxa, pegando grande parte desse com seus longos dedos que se moviam em uma massagem que estava alterando minha compostura. Por sorte mantive o garfo na mão e não cai no prato deixando-me em evidência ao surpreender-me por essa carícia inesperada que esquentava pouco a pouco minha temperatura corporal. Por Deus! Não eram nem 10 da manhã e Edward com só um toque de sua mão já me fazia respirar agitadamente ao senti-lo subir mais e mais acariciando o meu sexo.

— Come, Isabella – disse no que foi mais um convite do que uma ordem e fazendo uso da pouca razão que me restava, com dificuldade cortei de novo a fruta com o garfo, mas voltei a ficar quieta coberta por medo de ocasionar um desastre ali – come!

Repetiu sutilmente e com uma pessoa que recém recuperava a função motora, fui levando-me a boca pequenos pedaços de fruta para não correr o risco de engasgar com seu atrevido e incitador contato. Tentando estabelecer um ritmo constante de minha respiração, perdia a concentração de sua conversa; sabia que dizia algo interessante, mas não podia entender nada, estava perdida entre o suave sussurrou de sua voz e o calor da sua mão que ao chegar por fim ao meu sexo, ficou imóvel ao sentir o tecido de seda de minha calcinha. Retrocedeu um pouco e se manteve em uma mensagem ligeira em minha entreperna, mas que a mim me causava um desejo, um calor, um desespero que só podia acalmar com algo mais e por nenhum motivo estava disposta a pedir.

E ali me encontrava, em meio de um café da manhã do que eu não estava sendo consciente e um pouco falto já de conversação, junto a um Dom que a noite anterior me fez chegar ao céu e nesse momento pouco faltaria para que perdesse todo meu pudor e lhe implorava, que me possuísse e que acabasse com essa agonia que ameaçava com consumir-me.

Meu corpo o queria, o desejava e não estava muito segura de poder resistir muito mais se permanecesse com sua mão entre minhas pernas. Pensava nisso justamente e invocava no céu que me desse forças para controlar-me quando seus dedos retornaram ao caminho do meu centro movendo o para um lado a pequena calcinha que eu usava e tocando meu monte nu. Aspirei o ar e abafei um gemido provocando que seus dedos se afundaram em minhas dobras. Edward parecia não mudar e desde logo tampouco tinha nenhum problema para continuar tirando minha roupa só com uma mão, dominava perfeitamente bem seus movimentos e certamente, uma delas estava me levando diretamente à perdição essa manhã.

— Não gostava que tivesse fome nem um momento mais – disse calmamente faça um esforço e coma.

Seus dedos se moveram de cima a baixo e logo tocaram meu clitóris. Fechei os olhos e ofeguei levemente, estremecendo em meu assento, desconectando-me de tudo ao meu redor, mas assim que seu toque mágico chegou, assim se foi. Pouco a pouco retirou sua mão roçando por minha pele até chegar ao meu joelho e ali permaneceu. Uns segundos depois, respirava profundamente; com tontura e trêmula, tentava levar mais fruta a minha boca para satisfazer seu pedido. Consegui terminar o prato, e não porque tinha estado decidida a fazer isso, mas simplesmente porque não notava se mastigava algo e muito menos se passava por minha garganta ou não.

Pesei tudo, esse foi o melhor café da manhã que tive em muito tempo, porque finalmente sentia que estava onde queria, ao lado de Edward que estava me fazendo despertar em um mundo diferente cheio de emoções e coisas novas, estava fazendo-me ver tudo com outros olhos, mas principalmente estava transformando minhas fantasias em realidade.

Ao terminarmos de comer, Edward voltou ao jornal e como se o que aconteceu tivesse sido normal, novamente se concentrou em ler suas noticias e quando tive a segurança de que meu sistema pouco a pouco voltava a funcionar, fiquei de pé para começar a levantar tudo da mesa.

— O que está fazendo Isabella? – sua voz dura me pegou de surpresa.

— Eu... estou recolhendo tudo... Senhor – respondi meio nervosa ainda olhando-o confusa pela pergunta.

— Não te dei permissão para levantar da mesa, assim que volte a se sentar – sem hesitar o obedeci sentando-me de novo e deixando as minhas pernas ligeiramente abertas. Os minutos passaram e Edward seguia imerso em seu jornal e eu, eu só admirava o jardim tão ordenadamente cuidado cheio de rosas vermelhas que para essa época do ano era um mistério que permaneceram ainda florescentes, resignada de que o momento ardente tinha terminado.

Foram passando os minutos e meu corpo relaxou completamente, ainda que não estivesse aborrecida, começava a ficar desesperada ao estar sentada sem fazer nada. Minha perna começou a mover sem que eu o fizesse e depois de um tempo, Edward desceu seu jornal e me olhou para depois dirigir seu olhar para minha perna que imediatamente deixei de mover. Ia dizer algo, mas fui salva pelo seu celular que nesse momento começou a tocar. Pôs-se de pé para atender, afastando-se de mim. O vi sorrir e assentir várias vezes e outras negar com a cabeça para voltar a sorrir depois de finalizar a chamada, mas conforme foi aproxime para mim, seu rosto foi tomando por sua seriedade habitual.

— Já pode levantar a mesa Isabella – disse entrando para casa – te espero em meia hora no quarto de jogos – O quarto de jogos!

.***.

Edward PDV

Uma ligação de Emmett interrompeu meu gozo antecipado. O maldito também seria meu sócio no projeto do Brasil e como ainda definíamos qual seria o conceito, me chamava cada vez que alguma ideia se cruzava pela cabeça e dessa vez não foi à exceção, mas finalmente parecia que havia encontrado um tema bastante atraente e que tinha muito potencial já que a ideia não havia sido explodida como se devia e nós nos encarregamos disso.

— Tinha esperanças de que essa bunda de sonho iria te esgotar e não iria me perturbar até amanhã – me queixei de brincadeira.

— E o fez irmão, estou exausto, mas não podia deixar de contar a minha ideia... escute você está só de verdade? – perguntou intuindo algo.

— Não, mas você está me interrompendo, assim que se é tão amável... – o cortei, mas foi inútil.

— Não posso acreditar, é a mesma garota que me contou da outra vez? – ofegou – ainda nem esfriou os lençóis com Tanya e já colocou outra em sua cama – gargalhou descaradamente – você é meu ídolo.

— Lhe contei? – perguntei irônico – Meus lençóis? Minha cama?

— Ai não pode ser! Continua com essa maldita ideia de não dormir com suas submissas na mesma cama? – franzi a testa – não tem nenhuma ideia do que está perdendo, você é um estúpido.

— Obrigado pela observação, mas não preciso dos seus conselhos, eu me movimento como me dá vontade, assim que não te importa...

— Está bem, agora me deixe contar minha ideia...

— Não. Nenhuma ideia, estou ocupado, amanhã conversamos – disse decidido.

— Mmm, certo, não vou te interromper mais, continua com seu novo animal de estimação, que desfrute do treinamento, porque está nisso, não? – seguiu perguntando.

— Emmett... – sentenciei.

— Espero que logo passe a emoção da novidade, fica tão insuportável nessa etapa que nem você se aguenta – disse como se eu mesmo não o soubesse – pobre garota, o que deve estar sofr...

— É o suficiente! Ela está aqui por vontade própria – disse a ponto de revelar que nessa ocasião não cacei, fui caçado. – Vá domesticar a sua e deixe-me em paz!

— Bom, mmm, veja...

— Não... não me diga que ainda não lhe contou. Isso Emmett, se chama traiçã forma mais baixa de enrolar uma mulher, e você o está fazendo, não está jogando limpo, se é que se pode fazer isso, e ela não merece – o repreendi – Jasper tem razão, isso vai fugir do seu controle e vai ficar sozinho.

— Claro que não, tenho minhas razões para fazer isso, não quero que ela vá embora, só estou suavizando o caminho, não tem nada de mal nisso – disse como desculpa.

— Me acuda pelas minhas formas de conduzir e olhe para você. Você sim que não aprendeu nada nesse tempo todo.

— Argh, é melhor te deixar em paz, acho que nunca voltarei a te ligar em um final de semana, fica mais irritante e se coloca histérico e resmungão.

— Só te faço ver que está cometendo um grande erro, é pelo seu bem e pelo da bunda dos seus sonhos – eu ri.

— Deixe essa bunda em paz, é minha, você já tem a sua e se não estou errado já deve ter conhecido seus objetos preferidos de dar palmadas – disse meio cismado – vá cuidar dele, te deixo...

Desliguei a chamada com Emmett. Estava cem por cento certo de que sua estratégia não ia funcionar, além do mais, estava se deixando levar e se não tivesse cuidado acabaria apaixonado e isso era tão perigoso quanto caminhado na beira de um abismo. Sacudi ligeiramente a cabeça e ao virar para voltar à mesa, surpreendi ao ver Isabella olhando-me intrigada. Teve minha permissão para levantar, recolher tudo e em meia hora nos encontrarmos no quarto de jogos. Se não conhecesse já as expressões do seu rosto, teria passado despercebido à emoção que refletiu em seus olhos com esse brilho particular. Franzi a testa e sai para o meu escritório. Eu não gostava disso, não era um bom sinal. Não me dava boa sensação na espinha. Tive um pressentimento, como com Emmett e sua garota de que algo não sairia bem disso tudo, que alguém ia sair machucado e desse jogo, não seria eu. Mas por mais oportunidade que lhe dava para se afastar dessa vida escura, mais parecia se atrair e mais decidida se mostrava em entrar nela, tanto que até chegou a dormir no chão das portas do meu quarto, esperando uma reação minha.

Havia aguentado também as chicotadas do seu primeiro castigo e lição enquanto eu me excitava fazendo um esforço sobre humano para me controlar e não toma-la ali mesmo da única forma que acalmaria esse jogo abrasador em meu interior, duro e forte. Mas isso não ocorreu até que essa mesma noite, depois de descobrir de quem era filha, rodaram em minha cabeça mil teorias de porque uma mulher que tinha tudo, buscava insistentemente fazer parte de uma vida que se distanciava muito de estar de acordo com a personalidade que aparentava ter. Mas não estaria errado e em lugar de gritar sua inocência clamava por sua submissão?

Já tinha me negado o suficiente e ela havia tido suas oportunidades, agora só tinha que dar o seguinte passo, possuí-la. Assim selaríamos o trato e então já não havia volta, seria minha de todas as formas possíveis e somente em saber disso me sentia mais forte e poderoso e como não fazê-lo se nessa mesma noite tinha me confessado que tinha sete longos anos sem ter nenhum tipo de contato sexual. Ela tinha me escolhido e como muita vontade e prazer acabaria com seu celibato. Não fui rude, ao menos esperava não ter sigo, mas estar em frente a um corpo disposto a me dar prazer como eu queria nublava a minha capacidade de controle. Assim tinha me sentido, nublado por sua inocência, porque no final de tudo, a tinha. Era uma tela virgem para mim, para pintar o que quisesse nele.

E nessa manhã, como tinha desfrutado do meu café deixando-a nervosa. Esse rubor em seu rosto ao tentar se controlar diante minhas caricias brincalhonas e perversas, porque era esse o propósito que tinham deixá-la louca com meus modos retorcidos e que a pequena ainda não conhecia, mas o faria e já não tinha para onde fugir, já não podia, já era minha.

Meia hora depois, Isabella me esperava em pé junto ao quarto de jogos envolvida em seu robe de seda preta, descalça e com um rabo de cavalo, olhava para baixo e mantinha uma posição submissa. Apertei a mandíbula e entrei antes dela, parei junto à mesa e dei uma palmada sobre ela indicando-lhe que subisse. Obedientemente se aproximou e ia subir, mas ainda tinha o robe colocado. Levantei uma sobrancelha e neguei lentamente com a cabeça.

— Cada vez que entrar aqui Isabella, estará nua e terá o cabelo solto a menos que indique o contrário – disse enquanto tirava o tecido de seda e roçava seus ombros com os nós dos dedos – agora suba – bati novamente na mesa e ela subiu agilmente sentando na ponta.

— Deite-se no centro e estique os braços e as pernas – colocou-se como pedi enquanto tirava um lenço de uma das caixas; os olhos vendados aumentavam a excitação, a antecipação e desenvolviam seus sentidos ao mantê-los alertas todo o tempo.

— Hoje Isabella, aprenderá sobre o controle – coloquei um lenço ao redor do seus olhos e o amarrei; imediatamente sua respiração começou a ficar mais profunda fazendo com que seus seios subissem e descessem, estava notavelmente inquieta – é algo que terá que se acostumar, a dominar seu corpo, suas emoções e seus medos. Precisa de muita prática, mas para isso estamos aqui, para praticar quantas vezes sejam necessárias para te educar, para que consiga ser uma boa submissa.

— Sim, senhor – respondeu rapidamente enquanto amarrava que cada um de seus pulsos e os cantos da mesa com uma corda suave.

— Agora só há algo que preciso que me diga antes de continuar – fiz uma pausa ao mesmo tempo em que ia percorrendo com um dedo seus seios até suas coxas, esquivando do seu sexo – Há algo com que realmente se incomode? Que seja absolutamente um limite para você, que não deva nem aproximar?

Levei um de seus tornozelos até o canto amarrando igual o outro para deixa-la exposta para mim, Isabella provou a firmeza dos nós ao se mover um pouco alterada, mas se acalmou a medida que respirava profundamente.

— É de vital importância para eu saber e para você também, já sabe que não deve ter vergonha nem nada, por nada – acariciei com suavidade seu ventre enquanto admirava seu centro brilhante pela excitação – confia em mim Isabella, não poderemos seguir adiante se desconheço que situações são as que devo evitar contigo – caminhei até onde estava sua cabeça e me inclinei par sussurrar no seu ouvido e inspirar confiança.

— Em uma relação como a nossa Isabella, não devemos dar por sentado nada. Eu sou seu amo e sou quem da às ordens nos jogos, mas sempre confinados nos limites previamente despertados comigo. Dentro desses limites eu sou quem tem absoluta liberdade de movimentos, sou eu quem toma as decisões e não poderei saltá-las sob nenhum motivo se você não permitir.

— Aqui também temos regras e sou sumamente importantes para uma boa e duradora relação. As três mais básicas são: São, Seguro e Consensual. Sempre. E para isso devo saber seus limites para fazê-lo dessa forma.

— Terei uma palavra de segurança? – perguntou tão devagar que quase não a pude escutar.

— De fato terá duas – roçava sua bochecha com o dorso da minha mão – uma é de precaução para indicar que estou aproximando-me dos seus limites e que devo mudar meu jogo mais não parar e o outro é de parar totalmente e significa que não deseja continuar. Esta última é definitiva Isabella, se chegar a pronunciar tudo termina, se dissolve nosso acordo e sem mais o que dizer, acaba tudo.

— Posso escolher agora mesmo?

— Pode escolher quando você sentir a necessidade de fazê-lo, se te faz sentir mais segura tê-las agora, o faça.

— 'Rubis' será minha palavra de precaução – disse com voz mais alta e confiante ao sentir-se segura – e 'Corações' será minha palavra de parar totalmente.

— Rubis e Corações, não vou esquecer Isabella, confia em mim – repeti e ela assentiu.

— Sim, senhor.

— Agora me diga o que representaria para você uma ameaça a sua comodidade e sua segurança. O que é que devo evitar com você? Diga Isabella.

Apenas terminei de falar, seu corpo que havia permanecido tentando mover-se apesar de estar bem segurado sobre a mesa, ficou quieta.

— O sexo oral.

Em um murmúrio apenas perceptível pronunciou essa três palavras que me deixaram perplexo. O sexo oral? O sexo oral? Como podia me dizer isso? A mim! Que tanto desfrutava de proporcioná-lo o que era um dos melhores e maiores prazeres da vida...

Não, não. Eu tinha que fazer algo para cortar da raiz esse trauma e assim ensinar-lhe o belo e natural que era, que significaria um prazer para ambos, que era uma boa experiência. Diabos! Agora queria matar a alguém, esse idiota que havia feito que minha pequena aluna odiasse algo tão delicioso. Afrouxei minhas mãos fechadas em punho e as passei por meu cabelo. Precisava me acalmar para não exceder-me com Isabella, tinha que ser 'doce' com ela para dizê-lo de alguma forma e lhe dar a segurança que necessitava.

— Quero que fique tranquila e que saiba que não me aproximei de você nesse mundo – lhe disse suavemente ao ouvido – agora, preste atenção e concentrar no que vai sentir. Não quero que se mova nem que faça nenhum tipo de ruído, deverá permanecer quieta e calada, se o faz... terá que escolher entre algum objeto dos de ontem, só lembre que talvez doa muito mais no dia de hoje pelo sensível que devem estar suas lindas nádegas e não serei suave com elas. Ah e claro Isabella, não pode gozar sem minha permissão. Entendido?

— Sim, senhor – voltou a responder em um sussurro que me excitou chegando até a minha entreperna através de uma corrente que golpeou meu pau causando-me uma dor que para minha experiência e meu controle, era muito cedo para sentir. Olhei seu corpo com atenção estendido para mim sobre a mesa, tremia um pouco e tinha as mãos apertadas e rígidas em punhos para minimizar um pouco seus nervos e sua ansiedade. Seus seios permaneciam firmes apesar do movimento involuntário de seu corpo e seus rosados picos estavam eretos em toda sua gloria. Irritado, virei e fui até as gavetas por alguns implementos que me ajudariam com a segunda lição. Tomei uma pequena caixa que continha um vibrador em forma oval e me aproximei de Isabella.

.***.

Bella PDV

O ouvi se mover pelo quarto; escutei como abria e fechava varias gavetas. Estava tão nervosa ou talvez fosse a ansiedade, não sabia, só sentia que se não me acalmasse, meu corpo já rígido começaria a fazer ruído ao golpear-se contra a mesa e me faria merecedora de um par de palmadas.

— Fique quieta, Isabella!

Sua ordem em grito me assustou e pulei surpreendida. Fiz um esforço para me acalmar mediante minha respiração e durante quase um minuto não escutei nada mais do que o ar que entrava e saia por minha boca, mas isso não me relaxou, pelo contrário, ainda que isso significasse que talvez estivesse só no quarto, fiquei mais nervosa até que o ruído de uma máquina pequena capturou todos meus sentidos. Meu corpo ficou tenso involuntariamente e tentei aguçar minha audição para saber em que parte da mesa estava e por onde me tocaria primeiro e com o que. Notei que logo sua respiração quente tocava meu colo e meu umbigo se contraiu ao sentir o contato de algo arredondado sobre ele. O objeto vibrava e soube imediatamente do que se tratava ainda que de nada me serviria porque nesse momento a lição era outra e se seguia sem poder concentrar-me no dia seguinte teria que ir trabalhar com uma almofada na bunda.

Os movimentos circulares e ondulatórios passaram ao redor do meu umbigo, às vezes fazia um pouco mais de pressão e outras apenas tocava minha pele. Subiu por meu torso e aproximou dos meus seios, um a um os rodeou até que chegou aos meus mamilos eretos sem acalmar sua dor com o toque, esse só se acalmaria com sua boca, como o havia feito na noite anterior, queria sentir esse calor, esse... oh Deus, a vibração se deteve e em menos de dois segundos já estava vibrando entre minhas pernas, no interior da minha coxa esquerda para ser mais exata. Suspirei profundamente e um calor conhecido começou a se formar em meu ventre. O tremor espalhou por minha coxa direita e ao mesmo tempo, seus dedos roçavam de cima a baixo em minhas dobras que estava encharcados de puxa excitação. Abafei um gemido quando seus dedos abriram deixando vulnerável o meu centro palpitante totalmente exposto diante dele. O vibrador avançou até meu clitóris e com pequenos toques fez contato com ele. Eu queria me mover, gritar, arranhar, mas em alguma parte do meu cérebro sabia que não podia, que não devia.

O crescente desejo se fazia cada vez maior e maior dentro de mim e estava certa de que seria minha perdição essa manhã, mas não me importava, só queria poder liberar-me quando chegasse o momento. Antes que pudesse perceber, todo o contato parou e já não sentia nem o vibrador, nem seus dedos tocando-me, mas nem assim podia relaxar porque a potência do desejo não era pouca. Escutei o movimento atrás de mim, por minha cabeça, e a movi tentando perceber com maior claridade o que fazia.

— Da próxima vez não vou advertir Isabella – disse com tom de voz indiferente, como... não saberia como descrever, um pouco rouco e mais grave talvez.

Fiquei o mais quieta que pude e respirava pela boca minimizando um pouco o ruído do ar entrando e saindo dos meus pulmões e do meu corpo. Colocou algo, como um recipiente próximo da minha cabeça e se pôs montado sobre mim. Ainda tinha colocado essa sexy calça preta, senti o tecido contra minha pele lamentando-o secretamente.

— Ahh – gemi e arqueei meu corpo ao sentir frias gotas percorrendo meu pescoço e próximo das minhas orelhas distraindo-me das minhas fortes tentativas de me manter obediente arruinando minha lição pelo pouco controle que tinha de mim. No começo foram gotas em meu pescoço que logo desceram até se transformar em um constante gotejar gelado que percorreu meu torso, fez uma piscina em meu umbigo, passou por meu ventre e logo... ofeguei sonoramente quando gostar escorreram por meu ardente e latente sexo que se contraia cada vez que se sentia tocado por uma lágrima gelada que queimava, minhas mãos fechavam e abriam resultado do meu desespero. Eu queria mais, precisava de mais porque esse fogo que crescia cada vez mais velozmente, acabaria por me queimar.

Edward voltou a subir por meu corpo e acariciou meus seios com um cubo de gelo. Os rodeou com ele e o pressionou contra meus mamilos que já estavam tão duros como duas rochas fortes e muito mais doloridos que antes. Então, já anestesiados pelo gelo, algo muito quente os pegou. Era sua boca que os chupava com firmeza, sugando, lambendo, puxando entre seus dentes criando um contraste maníaco que levava com ele toda a minha compostura. As carícias de opostas sensações se alternavam em meus seios me deixando tonta e sem vontade, movendo-me e abafando gemidos e suspiros o melhor que podia, mas na realidade, já não me esforçava tanto, não me salvava do castigo e só me restava desfrutar. Para que lutar?

Comecei a me mover mais, restringida pelas amarras quando já não o senti sobre mim. Caminhava ao redor da mesa como um felino saboreando a sua presa antes de cravas as garras e os caninos. Algum objeto se aproximou da minha orelha, soava estranho. Não tinha nem ideia do que poderia ser e ainda que colocasse toda a minha atenção não pude decifrar do que se tratava.

— Isso, Isabella – sua voz rompeu minha concentração – é um 'punwheel'. É um círculo com pontas muito finas, um pouco mais grossas que a ponta de um alfinete e se usa para dar prazer ou proporcionar um castigo dependendo da pressão que exerça em sua pele. Qual acha que você merece? – nesse instante todo meu corpo ficou tenso e aspirei muito mais forte pela boca.

— Acho que é muito dizer que se você se mover, pode se machucar, certo? – não respondi. – Certo Isabella?

— S-sim S-senhor – gaguejei assustada pela informação que me acabava de dar, pelo perigo que representava para mim se não o obedecia.

Senti que parava atrás da minha cabeça e não me equivoquei porque logo suas mãos estavam sobre meus seios massageando-os e apertando com força, se fechava sobre eles querendo segurá-los e meus mamilos estavam entre seus dedos eram beliscados com a mensagem. Gemi sem querer e suas mãos repentinamente deixaram de tocar-me. Sem fazer ruído e confundindo-me, se moveu e com atenção esperei seu próximo contato. Dessa vez foi até minhas pernas, mas não foram suas mãos as que lentamente subiam por minha coxa direita. Foi o artefato estranho que picava ao ir rodando por minha pele. Podia sentir suas finíssimas pontas e eram exatamente como Edward havia descrito para mim, finas e perigosas, mas foi excitação o que sentia correr por minhas veias e não medo, foi calor o que percorria minhas dobras e me inundava, era uma vontade louca de me mover buscando uma fricção que acalmasse meu desejo faminto e pudesse explodir em um orgasmo que vinha me tentando há muito tempo.

O 'pinwheel' passou da minha coxa para meu monte, roubando-me um suspiro sem que me importasse muito. Rodeou meu umbigo e subiu por entre meus seios. Com uma lentidão enlouquecedora rodou ao redor dos meus mamilos e logo seguiu para meu pescoço até minha boca e já não pude me controlar. Precisava de um toque desesperado entre minhas pernas, uma urgência, tinha que liberar essas chamas que ameaçavam consumir-me sem piedade, tinha que acabar com esse desejo alucinante de uma vez...

— Por favor – implorei quando afastou o objeto da minha boca – por favor.

Escutou-se o som de algo que caia e antes que pudesse perceber, Edward estava afrouxando as amarras e continuou com as do meu tornozelo, desamarrando-as completamente. Puxou minhas pernas até colocar minhas nádegas na borda da mesa, tomou minha coxas e as colocou ao redor da sua cintura e a surpresa pelo o que vinha me deixou sem fala. Penetrou-me com uma forte estocada, entrou até o fundo, sem olhares nem considerações. Gritei pela bruta e nada delicada invasão, gritei de medo...

— Agora sim, Isabella – grunhia entre cada empurrão – Grite! Grite que quero te escutar.

A surpresa pela maneira rude com a que estava tomando minha tinha incapaz de fazer algo, só uma imperceptível aspiração escapava da minha garganta cada vez que entrava em mim, mas se perdia entre seus grunhidos. Suas investidas eram tão fortes e me enchiam tanto que apenas e podia emitir algum som. Entrou e saiu de mim várias vezes, todas com a mesma intensidade e eu, não pude reagir, me abandonei no choque entre nossos corpos e então, ficou tenso, ofegou fortemente e um calor inundou meu interior, derramando-se em mim.

Edward deixou de se mover e recostou sobre mim, com o rosto entre meus seios respirando ainda muito agitado. Eu estava tão quieta como uma pedra, sem querer nem sequer respirar. Muito devagar se ergueu e afastou de mim deixando minhas pernas cair penduradas na mesa.

— Vou como consegue fazer? Você não gozou Isabella, boa garota – disse irônico respirando ainda com dificuldade.

Desamarrou meus pulsos e sem tirar o pano dos meus olhos, pegou-me em seus braços e me coloco na cama, abriu a porta e escutei a água correr. Minutos depois voltou junto a mim e tirou finalmente o pano úmido pelas lágrimas que não notei que saíram dos meus olhos, mas não os abri. Levou-me para o banheiro, colocou-me na banheira e ele entrou junto comigo. Lavou-me com delicadeza, com suavidade, mas não falava e eu tampouco, não acreditava que pudesse fazê-lo nesse momento e não queria, não depois disso.

Envolveu-me em um robe quente e também nos braços me levou para o que era o meu quarto. Voltei a fechar os olhos e deitei-me de costas para ele. Edward estava no closet, saiu dele e com outra toalha secava meu cabelo. Vestiu-me com roupa de ginástica e me deixou sozinha. Eu simplesmente não pensava, só estava ali, deitada esperando que o tempo passasse quando o escutei entrar de novo e deitar atrás de mim. Suas mãos acariciaram minhas nádegas e eu não movi nem uma parte do seu corpo. Seguiu esfregando sua mão pela minha bunda e minhas pernas até que disse em sua voz suave e terna.

— Você está com fome? Quer fazer algo em especial?

Esse não era o mesmo Edward que me tinha fodido há algum tempo atrás, não podia mudar tanto, tão oposto ao insensível que havia me tomado sem consideração.

— Eu... – articulei como pude – eu quero ir para a minha casa.

.***.

Quase uma hora depois estava na porta do meu apartamento, como uma zumbi abri e sem virar para me despedir porque não merecia, empurrei a porta com o braço, mas esta não fechou. Algo a impediu e virei o rosto para ver o que diabos era que a impedia de fechar. Metade do corpo de Edward era o motivo. O olhei sem nenhum tipo de emoção e ao ver que entrava e fechava atrás de si...

— O que você pensa que está fazendo?

— Eu gostaria que seguisse sendo respeitosa Isabella, não esqueça qual é o seu lugar e já que perguntou... vou ficar esta noite para cuidar de você.


Ual, que capítulo. O Edward tocando na Bella enquanto ela tentava comer, OMG eu duvido que conseguisse segurar lol Por que será que a Bella não gosta de sexo oral? Teria algo relacionado ao Jacob? E essa cena deles foi intensa, e para Bella principalmente. Ela ainda ta no começo dessa vida de submissa, tudo ainda é muito para ela. E agora ele vai ficar para cuidar dela, como será essa noite? Hmm...

O motivo pelo qual demorei para postar é que vocês sumiram, postei ela em dezembro, consegui ajuda da Gui nela e só 12 pessoas tinham comentado até hoje (não estou contando as outras 3 reviews da linda da Clara s2) quando essa fic já chegou a ter 28 comentários. Eu vou postar quando vocês aparecerem, se demorarem para comentar eu demoro para postar. Simples. Eu tenho outras fics também, e essa toma muito meu tempo para traduzir calmamente evitando ao máximo errar qualquer coisa. Apareçam e eu apareço :)


PREVIEW:

Quem tem conta vou mandar por PM e quem não tem deixe seu e-mail substituindo os símbolos por nome como no exemplo: edward(underline)dominante(arroba)hotmail(ponto)com

(NÃO ADIANTA COMENTAR SÓ COM E-MAIL, EU NÃO MANDO PREVIEW ASSIM)


Então é isso, espero poder voltar logo ;)

Beijos

xx