Without You

Título Traduzido: Sem Você

Autora: MayraLutz

Beta: Dani Marjorie

Sinopse:

Tudo pode mudar com uma carta em uma noite de natal
Uma criança
Uma mãe solteira
Um empresário
E uma carta ao papai noel
Coisas que podem mudar destinos


Desclaimer: Está fanfic pertence a MayraLutz e os personagens são Stephenie Meyer. Eu Lary Reeden só tenho a autorização para postar no FFnet .


Capítulo 1

Bella PDV

– Mamãe?

– Sim Querido?

– Papai Noel vem esse ano? – o menino perguntava isso todas as noites nos últimos 20 dias, sua mãe ficava com o coração na mão, todas as vezes que ele lhe perguntava isso.

– Claro bebê! O Papai Noel sempre vem para os bons meninos – ela respondeu calmante, tentando não demonstrar sua real preocupação quanto a vinda do papai Noel naquele ano.

– Eu fui um bom menino, não fui? – ele se agitou na cama e perguntou a sua mãe.

– Sim! Você é e sempre será meu bom menino! – ela lhe deu um sorriso tímido, e lhe beijou a testa

– Ok mamãe! Boa noite! – ele sorriu de volta.

– Boa noite querido, eu te amo!

– Eu também te amo mamãe!

Sua mãe saiu do quarto ainda pensando em como faria para trazer o Papai Noel naquele ano para seu filho, no ano anterior ele havia ficado doente e fora internado, graças a Deus o hospital lhe deu brinquedos e uma boa ceia de natal, já esse ano ela não sabia o que fazer, pois o dinheiro era todo gasto com o aluguel e o que sobrava ia para a alimentação do menino, sua mãe deixou várias vezes de comer bem ou de comprar algo que queria comer para alimentar seu menino.

Seu emprego como garçonete, mal pagava todas as contas que ela havia feito ao longo dos tempos, e com a doença do menino no último ano tudo se agravou, ela trabalhava durante o dia e deixava Anthony com sua vizinha ou na maior parte das vezes seu pequeno menino de cinco anos ficava sozinho. Ela o ensinou a usar o celular que deixava em casa com ele quando sua vizinha Sue não podia ficar com a criança, ele sempre foi esperto desde bebê, e nunca fez nada de errado nos momentos em que ficou sozinho.

Sua vizinha Sue, era como a mãe que Bella nunca teve, ela ficava com Thony, com gostava de chamá-lo, sempre que podia. A amável senhora ainda o ensinou a ler e escrever, uma criança tão pequena e tão inteligente, o orgulho de Sue e Bella. O menino se dedicava e gostava de aprender, já que não tinha amiguinhos e sua mãe trabalhava na maior parte do tempo.

Bella deitou em sua cama, mas não dormiu passou a noite pensando em como traria o Papai Noel a Anthony neste ano, ainda tinha 45 dias pra resolver como trazer ao seu filho um presente e uma boa ceia.

Anthony dormiu tranquilamente naquela noite, mesmo tendo ouvido a resposta de sua mãe sobre a vinda do Papai Noel, o menino não deixou de perceber que algo estava errado, no ano anterior ele havia ficado doente, porém ainda teve um natal feliz no hospital, esse ano não queria ficar doente, mas queria um natal feliz com presente e alguma diversão.

O menino sabia que podia escrever uma carta ao papai Noel e pedir que ele viesse vê-lo, ele viu na TV que toda boa criança escrevia para o bom velhinho vir no natal, a sua mãe havia dito que ele foi um bom menino, então com certeza teria uma visita na noite de natal. O pequeno Anthony iria pedir ajuda a Sue para escrever uma carta ao papai Noel, assim ele e sua mãe teriam um bom natal.

Ainda era começo de novembro, e Bella tinha algumas coisas pra resolver em sua cabeça, talvez trabalhar mais na lanchonete dos Newtons ou pegar um trabalho extra em alguma loja, daria a ela um dinheiro a mais para o presente e uma pequena ceia com Anthony, ela falaria com Mike Newton naquela manhã, e de acordo com a resposta que tivesse dele, iria ao shopping procurar um emprego extra.

Mike Newton foi apaixonado por Bella durante o ensino médio, ela nunca lhe deu atenção, porém no trabalho e mesmo sendo casado com Jessica Stanley, Mike ainda tentava ter algo com Bella, lhe cercava de várias formas e fazia a ela propostas em troca de menos horas de trabalho, ela sabia quais eram as verdadeiras intenções dele.

Bella chegou à lanchonete as 07h15min da manhã, havia deixado Anthony dormindo em seu quarto, hoje era o dia que Sue poderia ficar com ele até que ela voltasse do serviço.

Ela pensou em várias formas de chegar até Jéssica ou Mike para falar sobre o trabalho extra, porém suas chances foram cortadas ao ouvir Jéssica mandar sua outra garçonete Leah embora, pela falta de lucros na lanchonete, Bella tentou sair do corredor sem ser percebida, mas com toda sua agilidade não foi possível, ela tropeçou no carpete que estava enrolado na porta e fez barulho, logo Jéssica estava ao seu lado.

– Ouvindo conversa alheia Swan? –perguntou Jéssica com deboche.

– Não Jéssica, eu apenas queria falar com você ou com Mike. – Bella respondeu.

– Newton, Isabella, Senhor Newton pra você, sem intimidades. – ela respondeu com toda sua simpatia.

– Claro Jéssica, queria falar com o Senhor Newton. – ela mordeu o lábio após responder a Jéssica.

– Mike não chegou, fale comigo e resolvemos. – a mulher com certeza estava curiosa sobre o que Isabella queria com seu marido.

– Eu...e... eu queria perguntar se posso trabalhar mais algumas horas aqui? – ela perguntou de uma vez – Preciso de dinheiro para o natal com Anthony.

– Trabalho extra Swan?

– Sim Jéssica, é que eu preciso de mais dinheiro para Anthony. – ela não queria chorar, não ali na frente Jéssica.

– Não posso te ajudar, estamos em crise. Mike mandou Ben embora e eu acabei de despedir Leah, você terá que trabalhar dobrado e sem aumento já que Mike insistiu em ficar com você e mandarmos os outros dois embora.

– Vou trabalhar mais horas sem receber? – perguntou Bella.

– Não! Vai trabalhar no mesmo horário, porém mais, já que teremos apenas você de garçonete. – a mulher lhe respondeu.

– Eu não posso Jéssica, é trabalho demais pra mim. – Bella sabia que não agüentaria todo o trabalho sozinha, com Leah e Ben já ficava difícil nos horários das refeições, imagina agora que estaria sozinha.

– É isso ou rua Swan, Mike quis manter você por causa do seu bastardinho, pode recusar e ir pra casa passar fome. – a mulher sabia da história de Bella, toda a cidade sabia a história da menina Swan e seu pequeno filho.

– Eu... eu... eu fico Jéssica, eu fico com o emprego por três. – Bella precisava do dinheiro para o aluguel, para os remédios de Anthony e para pagar a comida, ela não recusaria o emprego precisava dele, na cidade ninguém daria emprego a ela, mãe solteira com a história que possuía ninguém a ajudaria, mesmo humilhada ela se manteria no emprego.

– Ok, Swan! Vá trabalhar então! Já temos clientes para o café da manhã! – a mulher lhe respondeu e virou as costas, voltando para a sala.

Bella voltou ao seu lugar na lanchonete e trabalhou a manhã inteira sem parar, servindo mesas, anotando pedidos, limpando o chão, ajudando em tudo que lhe mandavam fazer, ela nem mesmo teve tempo pra pensar em alguma solução para o dinheiro extra, com certeza não conseguiria trabalhar em outro lugar, pois se em algumas horas durante a manhã ela já estava acabada, imagina à tarde? Como ficaria mais algumas horas em outro lugar trabalhando? Ela teria que encontrar outra solução.

Ela sorriu, trabalhou e não reclamou em momento algum, pensou em seu filho em todos os minutos que passou por sua cabeça reclamar do trabalho, seu menino precisava das coisas e ela era a única pessoa que ele ainda tinha, por volta das 18h30min ela estava pronta pra voltar pra sua casa, estava cansada demais e estressada, queria tomar banho e ficar com Anthony, iria ao shopping no outro dia à tarde, seus pés tinham bolhas e estavam inchados dentro do tênis, passar o dia todo indo e vindo, não era fácil ainda mais agora com ela sozinha no salão.

O caminho para casa foi rápido, logo subiu as escadas do prédio e abriu à porta, Anthony estava jogado no sofá vendo algum desenho já de pijama, os cabelos loiros, estavam enormes como ele mesmo dizia e sentia-se como uma menina, ao contrário de Sue e Bella, o menino odiava os cabelos que tinha, dizia que crescia demais e dava calor, Bella sempre amou os cabelos loirinhos e compridinhos do menino.

–Hey menino! – Bella o chamou da porta.

–Mamãeeeee! – ele gritou do sofá.

–Tudo bem querido? – ela perguntou.

–Sue foi embora agora pouco, eu já tomei banho olha. – o menino correu em sua direção e estendeu os braços pra que ela o pegasse e sentisse o cheiro do sabonete que ele usava.

–Você não está me enganado? Tomou banho mesmo ou apenas passou o sabonete no corpo? – Anthony adorava fugir do banho, estava na idade de odiar certas coisas e banho era uma delas além da raiva por meninas.

–Tomei! Eu sou um bom menino! Eu tomei banho. – o menino encostou o pescoço no nariz da mãe, pra que ela sentisse o cheirinho do sabonete em outra parte do seu corpo.

–Uuuhm! Tem alguém muito cheiroso então! – ela respondeu rindo no pescoço do menino.

–Para! Para mamãe, faz cós... cosquinha, para mamãe. – o menino ria e tentava se soltar do abraço de sua mãe.

–Ok, senhor cheiroso, vou tomar banho e já volto pra fazer o jantar, fique quietinho. – ela colocou o menino no chão e foi para o quarto.

Anthony voltou ao sofá para ver seu desenho favorito na TV, o menino escreveu uma carta ao Papai Noel naquela tarde com Sue, desde que a mulher havia posto os pés dentro do apartamento o menino não parou de falar sobre escrever, ela o ajudou com a cartinha e durante a tarde os dois foram juntos ao correio mandar a carta ao Papai Noel, o menino disse que seria o melhor menino do mundo e ajudaria sua mãe, já que o Papai Noel iria visitá-lo logo.

Edward PDV

– Edward?

– Edward?

– O que Alice? – ele estava concentrado revisando alguns papeis da empresa, enquanto sua pequena e irritante irmã que sentada a sua frente, o chamava.

– A cartinha de natal, você não pegou esse ano ainda. – ela sorriu para seu irmão.

Edward todo ano adotava uma criança no natal e lhe mandava presentes, e tentava de alguma forma ajudar a família da criança, isso acontecia desde que ele teve idade o suficiente para ganhar dinheiro e ajudar alguém, todos na empresa dele adotavam uma criança também, todo natal era assim, ele escolhia uma cartinha e ajudava a criança, ele nunca conhecera nenhuma delas em especial, gostava apenas de ajudar, achava tão inocente todos os pedidos ou a forma com que pediam.

O funcionário do correio já sabia os números exatos de cartas que deveria mandar a empresa, inúmeras crianças mandavam cartinhas ao Papai Noel, e algumas iam para a empresa de Edward, todas as crianças deviam colocar seus endereços para que os presentes chegassem ao destino correto antes do natal.

– Alice, ainda é começo de novembro, tenho tempo ainda pra ir atrás da minha cartinha de natal ok? – ele respondeu e voltou a olhar os papeis.

– Eu escolho Edward, amanhã mesmo escolho e trago pra você, preciso pegar as cartinhas para a mamãe, papai, Emmett e Rose. – todos da família Cullen adotavam crianças também, eram pelos menos quatro crianças adotada por eles.

– Ok Alice! Faça isso e traga pra eu ler. – ele falou ainda sem olhar pra ela.

– Sim irmãozinho ocupado, vou pegar a de todos. - ela adorava irritar seu irmão toda vez que podia era coisa de irmã mais nova mesmo.

– Você vai pegar e também vai fazer as compras de todos?

Alice era a pessoa mais consumista que ele já tinha visto, ela podia fazer um estrago em um cartão de crédito em poucos minutos, a época de natal era a sua favorita, pois comprava para todos, tudo que podia, e ainda havia as crianças para mandar presentes, ela sempre exagerava nos brinquedos e roupas que eram enviadas, com certeza ela mandava roupas para o ano todo da criança.

–Claro maninho! Vou comprar e agradar as crianças. – ela levantou e se despediu do irmão, Alice ainda precisava organizar a festa da empresa da família e ir atrás das cartinhas de natal.

Edward passou à tarde em meio a papeis, contratos e assinando coisas, ele queria sair de férias neste ano, viajar após as festas, conhecer outros lugares e pessoas, ele vivia para o trabalho e sua família, então teria trabalho dobrado na empresa, deixaria tudo organizado e viajaria em paz.

Ele era um lobo solitário, um empresário dedicado e foi um jovem a assumir responsabilidades cedo demais, nunca reclamou do que o destino lhe mandara, Edward era alguém com decisão nos negócios e um completo apaixonado pela família, tudo em sua vida resumia-se aos Cullens, ele nunca manteve um relacionamento longo ou casos furtivos, em meio a sociedade sua empresa e família eram respeitada e bem conceituada, ele sempre pensou com o coração acima de tudo e aprendeu a jamais prejudicar ninguém.

Em meio a contratos e mais contratos ele não viu o dia virar noite, até que sua secretária o avisou que já estava de saída, sem demorar também Edward foi para casa, era grande demais para um único morador além de seus empregados, mas ele gostava de ter seu próprio lugar mesmo ainda passando alguns dias da semana na casa dos pais, era espaçosa só pra ele, Edward amava ter sua casa cheia de pessoas e com movimento, adorava ter toda sua família sempre com ele, mas naquele momento pós-stress de um dia de trabalho tudo que ele mais queria era o silêncio e o vazio da sua casa.

Sabia que Carmen havia deixado o jantar pronto pra ele na cozinha, jogou a pasta encima da poltrona e correu para o banheiro, uma água quentinha e relaxante o aguardava, o banho foi rápido, esquentar o jantar e comê-lo foi feito quase que no desespero, ele precisava dormir e ficar quieto, relaxado sem pensar em nada.

Dormir naquela noite foi fácil, assim que deitou seus olhos pesaram e Edward dormiu, não teve sonho algum, teve uma noite em branco em sua mente.

Todo o ritual da manhã de Edward foi feito, banho, encontrar um terno bonito em seu armário, tomar café e ir para a empresa, ele mais do que nunca queria logo acabar com isso e ir viajar, trabalhou durante toda a manhã sem interrupção ou algum acontecimento que o tirasse do sério, a empresa ficava em total stress em fim de ano, ainda mais com o chefe saindo em viagem logo.

Ele comeu no refeitório da empresa mesmo, apesar de todo o dinheiro ele fora criado de uma forma simples por seus pais, sempre dando valor a pequenas coisas, ao voltar do almoço ele foi avisado que sua irmã havia deixado a cartinha escolhida em sua mesa pra que lesse, Edward se acomodou em sua mesa e viu encima de todos os contrato um envelope do 'Ben 10' um desenho infantil para meninos, em todos esse anos Edward sempre adotou meninas, por acha-las meigas e para agradar sua irmã e cunhada nas compras, porém ele ficara mais que contente em ter recebido a carta de um menino este ano, o papel de carta também era do 'Ben 10', ele riu, a letrinha não era a mais bonita, mas era engraçadinha, se encostou na cadeira e começou a ler a cartinha :

'Olá Papai Noel,

Eu sou o Anthony, prazer viu!

E o senhor é o Papai Noel né? Se for qualquer duende lendo isso, por favor, mostre ao papai Noel.

Então já falei que sou o Anthony, mas todo mundo me chama de Thony, tenho cinco anos e moro com a minha mamãe, ela tá trabalhando agora e a Tia Sue que me tá me ajudando a escrever, eu sou pequeno, mas inteligente Papai Noel, mamãe disse que sou um 'menino de ouro' eu tomo banho todos os dias e ajudo a mamãe em casa, eu sou um bom menino.

Ano passado eu fiquei doente no natal e por isso o senhor não veio aqui em casa, mas foi ao hospital me ver, o senhor lembra de mim? Eu sou pequeno e tenho cabelos de menina, mamãe gosta do meu cabelo, mas é grande sabe e pareço uma menina as vezes, Eca! Eu não gosto de meninas.

Lá no hospital, eu ganhei um boneco do Ben 10, e brinco com ele todo dia, esse ano eu não quero outro brinquedo sabe Papai Noel, eu queria pedir um emprego melhor pra mamãe, ela trabalha tanto, mas tanto que chega em casa cansada demais, ela brinca comigo e cuida de mim, faz uma comida tão gostosa, o senhor pode vir jantar aqui um dia tá, mas ainda sim ela trabalha muito, eu queria que o senhor desse um emprego para ela, que ela ficasse mais tempo em casa comigo e que não chorasse de noite quando eu vou dormir, ela não vê mas eu sei que ela chora depois que eu durmo, no emprego novo ela pode comprar mais coisas pra mim e pra casa, e todo mundo fica feliz até a Tia Sue, que sempre fala que a mamãe é uma moça muito boa, o senhor pode fazer isso? Eu também queria pedir pro senhor me dar um" papai", você pode me dar um? Todo mundo no hospital tinha um papai menos eu, queria um pra brincar comigo e cuidar da mamãe, se me der um papai não precisa do emprego pra mamãe, por que ele vai cuidar dela e de mim e ela não vai trabalhar. Os papais cuidam das mamães né? Ah! A Tia Sue, o senhor pode dar mais anos de vida pra ela? Ela tá velhinha coitada, nem aguenta brincar comigo às vezes, eu gosto dela então dá mais anos de vida pra ela de natal.

Sabe, eu queria pedir um brinquedo, mas só se o senhor quiser .

Papai Noel, eu fui um bom menino em 2011, e queria ganhar algo bom, pra ficar feliz com a mamãe.

Espero o senhor no natal.

Tchau.

Anthony Swan.

O menino queria um emprego para a mãe, ou um pai pra cuidar dele e da mãe? Uma criança de cinco anos tão responsável e preocupada com a família, assim como ele fora desde sempre.

Edward encontraria alguma forma de ajudar o pequeno Thony, Anthony era seu nome do meio, Edward Anthony Cullen, não sabia como, mas iria ajudar o menino e sua mãe a ter um emprego, e um bom natal como toda criança merece ter.


N - Alguém ai já quer sequestrar o Thony para si? *o*

Esclarecendo umas coisinhas essa fic é nacional. Escrita pela minha amiga Mayra, a fic estava sendo postada no nyah, mas o perfil foi hakeado e deletaram a fic =/. Agora ela está repostando lá e me permitiu postar aqui.

Eu acho a história LINDA ~ pra quem está acostumada com traduções, acho a fic no nível de muita gringa. E não é pq ela é minha amiga q estou dizendo isso, sou bem enjoada com que leio, e se não considerar "boa" não leio nem sob decreto.

Espero que apreciem tanto quanto eu.

Beijos e até mais ~ Lary Reeden

Quem quiser saber algo novidades, dúvidas etc meu twitter é (arroba) lary_reeden e o da Mayra é (arroba) _MaaaLuuuz