Disclaimer: Está fanfic pertence a SarahCullen17 e os personagens são Stephenie Meyer. A mim Lary Reeden só cabe a tradução para o português. Mazinha Martins é minha beta.


Capítulo Vinte e Dois: "Saudável"

POV Bella

A hostess nos levou para o exterior do gazebo, calmamente, sorrindo para o sinal de "Reservado" que guardava a mesa solitária. Edward puxou minha cadeira para mim e depois se sentou.

"Edward, isso é incrível", sussurrei. E realmente era. O crepúsculo estava se pondo, e um pôr do sol fantástico pintou o céu. Funcionou muito bem com as luzes cintilantes de Natal que cobriam o gazebo. Eu podia ouvir uma banda ao vivo tocando na varanda do restaurante, não muito longe de nós.

"Eu me pergunto se eles irão lembrar se de remover isso", ele indagou, colocando as mãos em torno do vaso de flores do campo no meio da mesa. Dando de ombros, ele o pegou e colocou no chão. Notei que havia toneladas de pétalas de flores no chão do gazebo. Era tão bonito.

"Lá vamos nós", ele sorriu para mim. "Agora eu posso realmente olhar para algo encantador." Ele estendeu a mão sobre a mesa para segurar minha mão. "O que você deseja esta noite, meu amor?"

"Hmm," eu disse, a escaneando o extravagante menu na minha frente. "Eu não sei o que são a maioria dessas comidas", eu admiti. "Eu suponho que você fale francês?"

"Bien sur je fais", ele concordou, embora eu não tivesse ideia do que ele estava dizendo. "Gostaria que eu lhe ajudasse, madame?"

Eu balancei a cabeça. "Sim, por favor. Eu não acho que eles tenham pão francês aqui."

Ele sorriu e revirou os olhos para a minha brincadeira de mau gosto. "Eu senti saudades das suas bobagens. Então, você se sente ousada esta noite? Caracóis?"

Eu fiz uma careta. "Er, eu não acho que seria divertido vomitar caracóis."

"Claro", ele disse. "Perdoe a minha imprudência. Eles têm pratos bastante simples aqui. Você poderia pedir filé com fritas." Ele apontou para as palavras no menu.

"Isso é bife?" Eu perguntei.

Ele riu. "Você entendeu rapidamente. Receio que vou ter que pular o foie de veau, e o coq au vin eles não seriam uma boa ideia, também." Ele riu de novo pela minha ignorância. "Fígado de vitela e galo embebido no vinho tinto."

"Bife soa bem," Eu disse a ele rapidamente. "Eu não como bife faz algum tempo. Claro, eu nunca comi nenhuma galinha bêbada, ou..."

Ele riu, ele estava rindo muito hoje à noite.

"Espere", eu disse. "Quanto vai custar este bife? Não vejo os preços neste menu."

Edward revirou os lindos olhos dourados. "Receio que a política não mencionada do restaurante seja" "Se você tem que perguntar, você não pode pagar." Ele riu dos meus olhos esbugalhados. "Não se preocupe com isso, o amor."

Nós dois olhamos para cima quando ouvimos o garçom subir os degraus até o gazebo. Eu assisti com admiração enquanto Edward pedia os pratos com um sotaque perfeito. Será que eu vou ser capaz de fazer isso, um dia? Me perguntei.

"Por que você está me encarando?" ele brincou comigo quando o garçom se afastou.

"Você é apenas... incrível", disse.

"Sabe, meu amor, eu estava pensando em algo que não fizemos em (há) muito tempo." Seus dedos acariciaram minha mão.

"O que é?" Perguntei.

"Eu não dancei com você desde o baile."

"Oh, isto," eu gemi. "Eu deveria ter imaginado."

Ele sorriu. "Este restaurante tem um atendimento lento, com um chef que acredita que cada prato deve ser preparado quando é pedido. Não cozinhado com antecedência."

"E o ponto é...?" Eu perguntei, embora eu já soubesse o que ele estava prestes a perguntar.

"Bem, nós temos tempo até que você coma. Então... posso ter esta dança?"

Eu suspirei. "Se eu preciso."

"Seja uma boa esportista", ele sorriu para mim quando se levantou. Pegando minha mão, ele me puxou para cima. "Eu faço todo o trabalho. Não se lembra?"

Antes que eu pudesse dizer alguma coisa, ele apertou o braço em volta da minha cintura e me levantou para que meus pés ficassem em cima dos seus pés. "Estou usando sapatos de salto", eu lembrei a ele.

"Sim, e eles estão matando os meus pés imortais", ele disse sarcasticamente, começando a dançar. "Isso não é tão ruim para mim. É para você?"

Eu coloquei meu rosto contra seu peito. "Não," eu admiti. Me sentia bem com seus braços ao meu redor. Parecia que eles não foram feitos para nada, além do meu corpo.

Ele cantarolava baixinho com a música que estava flutuando no palco.

"Você conhece essa música?" Lhe perguntei.

"Bien sur je fai ", ele disse novamente. "É uma adaptação da ópera francesa."

"Ah", eu disse. "Isso é legal. Claro que você saberia."

"Bien sur je fais."

Eu ri e revirei os olhos. "Fim do Show".

"Nah", ele disse. "Você é a única intimidante, lembra?"

"Oh, sim, eu esqueci", eu disse. "Sabe, eu poderia definitivamente me acostumar a ter seus braços em volta de mim. Mesmo se estiver frio."

Ele riu. "Eu já estou acostumado a ter você em meus braços. É como se você nunca tivesse os deixado."

"Eu gosto deste pensamento", suspirei feliz.

Ele beijou meu cabelo e continuou dançando, girando.

"Eu honestamente não sei o que eu fiz para merecer o seu perdão", ele murmurou alguns minutos mais tarde.

"Não há nada a perdoar", eu disse a ele.

"Há realmente um monte de coisas para perdoar. Ou talvez você nem devesse me perdoar."

"Eu não posso fazer isso", disse a ele. "Você nunca ouviu? O perdão é divino."

"Eu acredito que eu ouvi isso em algum lugar", ele gemeu. "É um bom clichê."

Eu ri. "Isso é meio como se parece a minha vida até agora, um grande clichê." confessei.

"O que você quer dizer com isso?"

"Bem..." Eu indaguei. "Fiquei de coração partido, mas o meu cavaleiro de armadura brilhante veio para me salvar."

"Voltou para você", ele corrigiu. "Não se esqueça que o seu cavaleiro também foi o dragão."

"Contanto que você mate o dragão," Sorri, inalando seu cheiro enquanto dançávamos.

"Considere feito", ele riu baixinho. "Você é tão gentil. Deus, como eu te amo".

Eu não respondi o que era incomum para mim. Por alguma razão, eu só pensava em minha conversa com Alice. "Edward", eu murmurei. "O que você vê no nosso futuro?"

Ele ficou quieto por um minuto. "Por quê?"

"Estou pensando," eu disse rapidamente. "Eu quero que nossos planos sejam gravados na pedra para que você não tente fugir de mim novamente." Fiquei na ponta dos pés para beijar seu pescoço.

"É uma boa pergunta", ele admitiu. "Bem, primeiro, eu te vejo entrando em remissão para sempre."

"Essa é uma boa ideia," Eu balancei a cabeça. Especialmente a parte do "para sempre".

"Sim. E eu vejo você se tornando minha esposa."

Eu tencionei. "Sério?"

"Sim. Sempre foi um sonho meu", ele disse calmamente, como se estivesse confessando que ele respirava oxigênio. Esta revelação foi apenas um fato simples.

Apertei os lábios, imaginando. Viver com Edward, sendo dona de casa, mantendo a casa limpa, enquanto ele trabalhava no hospital. E talvez... noites? Como marido e mulher?

Corei.

"Ah, um pouco de cor", ele suspirou, acariciando minha bochecha. "Eu senti muita falta disso." Ele beijou suavemente ao longo de minha bochecha, fazendo meu coração disparar. "Porque você está corando?"

"Nada", eu disse rapidamente, muito rapidamente.

"Não minta para mim", ele disse calmamente. "Eu tenho sido tão honesto com você."

Eu não podia discutir com isso. "Se você realmente quer saber", eu suspirei.

"Sim. Eu estou muito curioso."

"Será que o casamento vai ser... platônico?" Corei novamente com a minha frase formal.

Ele inalou bruscamente. "Sim".

Eu tentei não deixar o meu rosto cair. "Ah... Eu acho que já esperava por isso."

"Podemos falar sobre outra coisa?" ele perguntou, um pouco desconfortável. "Você está me fazendo corar."

"Como se isso fosse possível", eu assobiei.

"Então você não tem objeções sobre um noivado?" ele me cutucou.

Eu suspirei. "Eu não sei", admiti. "Um casamento é realmente necessário?"

"Bella, eu estou ofendido." Mas os cantos de sua boca se contorceram como se ele estivesse tentando abafar uma risada.

"Você sabe que se tivermos um ter um casamento," Eu quase cuspi a palavra para fora. "Alice e Esme irão tornar isso um negócio enorme, luxuoso. E isso só trará um monte de problemas. Nós poderíamos apenas morar juntos..." Eu procurei no meu cérebro a palavra que eu tinha ouvido vários vampiros usarem para se referir a seus amores. "Companheiros!" Eu lembrei. "Companheiros. Eu gosto disso."

Ele suspirou. "Eu acho que sou antiquado. E adoraria vê-la vestida branco, e ter uma lua de mel com você."

"Uma lua de mel platônica.", eu corrigi um pouco amargamente.

Ele ficou tenso antes de continuar. "E eu poderia apresentá-la às pessoas como Sra. Cullen..."

Eu balancei minha cabeça. "Eu não vejo um apelo nisso, para ser honesta com você."

"A faculdade te transformou em uma feminista?"

"Não", eu disse baixinho. "Mas vamos... vamos falar sobre isso mais tarde. Depois de terminar a primeira fase."

"E que fase é essa, amor? Me desculpe, eu estou um pouco distraído por essa mulher linda que eu posso ver daqui."

Corei de prazer com seu elogio. "Ficar saudável de novo", lembrei a ele.

"Oh, sim, isso," ele balançou a cabeça seriamente. "Isso é a coisa mais importante."

Eu balancei a cabeça. "Você vai me fazer entrar em remissão. Eu tenho fé em você."

"Eu tenho fé em mim mesmo. E em Carlisle. E... em você. Você é uma lutadora, meu amor. É verdade, que em relação a mim, você é frágil e fraca. Mas para um ser humano... você lidou com um monte de coisas." Ele nos girou, eu não tinha notado que não estávamos mais dançando. "Minha pequena lutadora".

Eu sorri tristemente. "É só porque agora eu tenho uma vida pela qual vale a pena lutar."

"É verdade", ele balançou a cabeça. "Sua vida é mais valiosa do que qualquer coisa que eu possa imaginar."

Eu balancei minha cabeça. "Eu não acho que você entenda. Você é minha vida agora."

"Você está roubando minhas falas", ele acusou. "Você se lembra quando eu disse que isso para você há alguns anos atrás?"

Eu balancei a cabeça.

"Ainda é verdade."

"Eu tenho uma ideia, então", eu anunciei.

"O que é, amor?"

"Vamos fazer nossas vidas durarem muito tempo", eu disse. "Vamos durar tanto tempo quanto possível."

Seus olhos ficaram mais escuros. "Você vai ter uma vida longa. Eu estou pensando em um século talvez. "

Eu abri minha boca para protestar, mas ele me interrompeu com um beijo. "Sua comida chegou", ele sussurrou.

Eu sem querer me virei para ver a mesa adornada com toneladas de comida. "Hum ... quanto você pediu?"

Ele sorriu. "Não se preocupe com isso. Quer comer agora?"

"Eu acho", eu disse. "Eu não quero que você me solte, no entanto."

Ele pensou por um minuto. "Se nós estivéssemos em um restaurante mais barato, eu poderia segurar você no meu colo. Mas eu acho que você vai sobreviver a alguns minutos comigo sentado na sua frente."

Eu gemi.

"E então", ele sussurrou em meu ouvido. "Eu nunca mais deixarei você."

"Nunca?" Eu sussurrei de volta.

"Nunca", ele prometeu.

"Eu confio em você", eu sussurrei. "E eu vou lhe cobrar."

"Faça isso", ele desafiou.

"Você é um escravo de sua palavra," eu disse a ele. "Você provavelmente vai se cansar de mim."

Ele revirou os olhos. "Como se isso pudesse acontecer."

Fiquei na ponta dos pés para beijar seus lábios mais uma vez. "Vamos, me deixe experimentar este alimento ridiculamente caro. E então você pode me abraçar de novo."

"E nós podemos dançar?" ele perguntou esperançosamente.

"Claro," eu disse a ele, apenas para fazê-lo feliz. "Se eu não cansar antes. Tenho tanta energia quanto o meu velho pai ultimamente."

Ele sorriu e beijou minha orelha. "Então vamos, amor. Quanto mais cedo você comer, mais cedo estará de volta em meus braços."

"Para sempre?" Sussurrei.

Ele ergueu as sobrancelhas e os lábios se contorceram em uma carranca. "Bella..."

"Você disse que nunca iria me deixar ir", eu lembrei a ele. "E eu estou te lembrando disso." Toquei seu nariz com o dedo. "Edward?"

"Sim, querida?"

"Eu te amo".

Meu coração se derreteu quando ele abriu o seu mais belo sorriso torto. "Eu também te amo. De uma forma muito profunda, apaixonada e imprudente. Acredite em mim."

"Eu acredito", disse a ele.

"Veja, essas três palavras não tão ruins", ele riu.

Eu gemi e revirei os olhos. "Estou comendo agora."

Ele riu e me seguiu até minha cadeira, a puxando para mim. Antes de me sentar, ele agarrou meus ombros. "Eu vou dizer isso agora. Você querendo ou não se casar comigo, eu serei muito persistente a respeito, mas de qualquer forma, eu não vou embora. Meus braços doeram muito em cinco anos por você, e sinceramente eu não tenho forças para fazer isso comigo mesmo novamente. Então, se você quiser ou não, eu estou aqui, colado ao seu lado. Preso no seu quadril. Meu coração está quase inteiro de novo."

"Quase inteiro?" Lhe perguntei, levantando uma sobrancelha. Ele balançou a cabeça. "Meu coração vai estar inteiro novamente se você me disser que se sente da mesma maneira."

"Ninguém pode me desprender do seu lado novamente", eu sussurrei. "Nem mesmo você."

"Você promete?"

"Eu juro", disse.

Ele então me deu um beijo longo e apaixonado. Quando ele se afastou, ele soltou um suspiro assustado. "Juntos de novo."

Eu balancei a cabeça. "E não é um sonho, graças a Deus."

"Não, não é um sonho", ele concordou. "É... real. Uau. Isto é o que parece. Me tornei um estranho para isso."

"Para quê?" Perguntei.

"Amor". Ele parecia maravilhado com a palavra.

Eu sorri. "Sim. Amor. Estamos apaixonados, e juntos agora."

"Mais uma vez", ele disse, ainda um pouco surpreso.

"Sim". Eu balancei a cabeça. "Mais uma vez. Mas desta vez, para sempre."

Ele começou a protestar, mas eu fiquei na ponta dos pés para beijá-lo novamente. "Vamos não vai discutir comigo esta noite. Eu não quero. Além disso, estamos perdendo um tempo valioso em que poderíamos estar dançando."

Ele sorriu para mim e eu me sentei. Fiquei surpreso quando ele se agachou sobre os joelhos e olhou para mim.

"O quê?" Sussurrei para o que parecia ser a milionésima vez naquela noite.

"Eu estou inteiro de novo", ele sussurrou de volta, colocando uma mão sobre o coração morto, e sua outra sobre a minha. "Completo".

Eu balancei a cabeça, uma lágrima escorrendo por cada uma das minhas bochechas. "Eu entendo o sentimento."

E como isso ele me beijou de novo, e eu me deleitei com a maravilhosa sensação.

O Fim


N/T ~ Odeio essa palavra... FIM. Só não vou chorar pq ainda temos 28 capítulos de What Sarah Said: Sequel to Second Chances (O que Sarah disse: Continuação de Segunda Chance)

Que vai começar a ser potado dia 17 de maio :D

P.S Cadê o Charlie? A Bella se curou? É ficaram lacunas, também achei.

Meu sincero obrigado a sarahCullen17 (autora) que escreveu essa fic linda. A Mazinha Martins que betou a tradução e é claro a cada um de vocês que leram, comentaram, dividiram um pouquinho da história de vocês com o cancêr, seja consigo próprio ou com familiares.

Antes do dia 17 vou estrear uma one-shot dessa mesma autora que é muito HOT... é Esme e Carlisle, a mais hot que já li do casal.

E a fic longa My Valentine. É uma fic nacional, que só estarei postando aqui no FF com autorização da Gabi. O Edward é surdo nessa fic...

É isso mais uma das minhas notas gigantes rsrsrsrs

Bjos...Bjos Lary Reeden